Um Poema para as Maes Drummond
Ninguém deveria morrer. A morte é um caos profundo na vida. Nada se iguala a morte e a dor que ela provoca. As mães não deviam morrer. E os filhos antes desses muito menos.
O pôr do sol anuncia o fim de um lindo dia. Avistamos no horizonte esse desenho de cores vibrantes e misturadas com a cor alaranjada.
Há um segmento social na política brasileira que é absurdamente perverso, indiferentes, de cunho verbal nocivo, maldosos para com os seus contrários.
Tenho um insigth assistindo a história de Bruce Jenner e vejo o quanto eu me identifico com o modo competitivo dele. Eu sou competitiva. Mas há muito que tenho deixado esse lado guerreiro de lado. Após tantos acontecimentos, como a morte do meu filho. Me fez ver as coisas de uma outra forma. Por isso, minha garra, minha competitividade foram sublimados pela energia em me manter de pé. Talvez esse seja minha verdadeira competitividade. Combater a mim mesma. Acalentar a mim mesma. Querer sentir paz.
Tenho inspiração nos momentos mais estranhos possíveis, como por exemplo, no trânsito, Iniciando um atendimento, na hora que vou fazer algum trabalho... parece que a inspiração gosta de me ver ocupada.
Tive um sofrimento tão grande na convivência com você que isso marcou profundamente minha trajetória de vida e alguns desgastes orgânicos e psicológicos.
O viciado em drogas ilicítas é um traficante em potencial. Porque no ato de comprar entorpecentes ele financia o tráfico de drogas e a morte de muitos.
O Caipe é um lugar de paz, de linda natureza, de pessoas amigas e de um grande amor. Só tem uma coisa que o Caipe precisa, é de transporte. Não dá para viver lá sem ter um carro ou uma moto, um cavalo ou uma bicicleta. A não ser que queira andar uma hora até o Centro de São Cristóvão.
Os asiáticos ensinam independência para os seus filhos muito cedo. Ainda bebês. Mais tarde um pouquinho as responsabilidades. Tornando crianças menos ansiosas e inseguras.
Muitas vezes sou humilhada por minhas próprias ações em um primeiro momento que persiste. Caso eu resolva falar das minhas falhas para alguém, sou humilhada duas vezes. Por isso preciso contar sempre comigo e com a ajuda de Deus. Minha vida não pode ser um livro aberto. Nem todos saberiam me ler sem me castigar.
Essa noite tive um sonho que eu tinha saídas durante um tempo, mas me pegava em um lugar em que estava acompanhada de outra pessoa que me ajudava. Num determinado momento nos víamos sem saída. Aí andávamos e encontramos duas pessoas conhecidas. Uma foi receptiva. A outra só não foi comigo. Assim mesmo eu dei um beijo em meus dedos e coloquei na sua cabeça e disse-lhe que se sentisse beijada. Isso me mostrou que sou gentil até quando estou em situação difícil. Não havia saída da, até que uma delas disse que tinha a chave. Ficamos felizes. Era só girar a chave. Porém tinha outro obstáculo. Devíamos subir num parapeito e se pendurar para conseguir concluir a saída dali. Eu recolhi minhas coisas e me preparei para ir. O sonho acabou. Acordei pensativa.
Passei por muitas dores. Isso fez eu ter um lado que gosta de se isolar, ficar em silêncio. Por outro lado, ter pessoas ao meu lado que compreendam isso e não me deixe isolada por muito tempo, me soa como um resgate de mim mesma. Se a pessoa também me esquece no meu isolamento. Com o tempo eu esfrio
com ela e já não podemos caminhar juntas. Ou até podemos dividir o mesmo espaço. Mas não mais teremos a sintonia que nos uniu.
Ainda que seu coração ame muito um homem. Se suas ações te desconsideram. Um homem não pode tratar uma mulher com tanto descaso. Não aceite menos do que você merece.
Bom dia! Hoje li um comentário que elogiava discurso de ódio como um fator positivo da democracia. Gostaria de saber quando que vão(quero dizer, como pode no século XXI. Não me refiro daqui a qto tempo) parar de comparar democracia com falta de respeito, liberdade com libertinagem e vômito social como direito à liberdade de expressão!
Perder um amor, se separar, ter que ficar longe. É uma dor dilacerante. A gente fica com uma angústia no peito e o estômago embrulhado. A sua falta faz muita falta.
Já diziam: nada como um dia após outro.
É como despertar todas as manhãs e descobrir que se sente mais forte diante da situação que passou.
Ela o viu na calada da noite refugiado em um canto na frente daquela casa. Algo aconteceu. Numa fração de segundos o seu mundo não era mais o mesmo. Ele sentado solitário no escuro da rua, pareceu um cão abandonado. Naquele dia (noite), ela meio que o adotou e o amou.
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