Um Poema para as Maes Drummond
A busca do saber não pode ser apenas por um ponto de verdade que se entenda como doutrina religiosa, imutável das verdades, mas para todo o saber um contínuo de discussões.
O pecado é a mais forte relação entre deus e o homem, o diabo é apenas um capricho de valor mutante.
As relações entre as crenças sempre foram estabelecida por uma espécie de guerra fria de um lado Deus e de outro lado o Diabo
A intelectualidade humana é complexa, em um universo de seres mutantes destaca-se a intolerância humano/religiosa
Ela queria um príncipe, perfeito, mas perfeito não existe!
Daí... Postou uma caveirinha com as mãos no queixo, desolada.
Deus é um ser criador do bem e do mal e por isso somos filhos e animais tão mal quanto seu o criador.
Quero a paz em teu sorriso, tão bela como a flor que desabrocha e desfolha na montanha, um lugarzinho fresco de selva para deleitar a tua beleza e no fim do mundo um lugar para viver como se a vida não findasse.
Não há prova definida da existência de um ser superior, tudo transcorre em um plano divino feito pelo homem, um plano religioso aliado a figuras mitológicas e santidades terrenas e a experiência disso ou daquilo é acreditar que eles existem.
Faz-se a parte que cabe fazer sozinho, porém com todo o bem feito para que possa associar a um Deus perfeito.
Na noção destemida para um livre arbítrio comoveu-se e jogou fora a eternidade em Deus, aquele que lhe deu tudo, tudo do nada
Deus sempre aparece depois de um acidente, uma catástrofe, um evento tenebroso qualquer para dar causas a algum sobrevivente. “Depois”.
O poeta precisa de um desajuste, um amor indigente, um desejo nunca saciado e por fim mal correspondido.
A nostalgia e algo característico do comportamento durante o ato religioso, um sentimento de tristeza para dar sentido de espírito concebido, diferentemente da alegria abundante ou da força do riso, diferente do aconchego da família ou do encontro entre amigos.
Moral não é repressão ou liberdade, mas aquela decisão que se toma diante de um freezer de sorvete em que estou sozinho e se devo pagar ou não quando ninguém está olhando.
A religião é um meio pelo qual se tenta produzir seres humanos passivos em uma perspectiva daquilo que talvez não aconteça: o milagre e a salvação para uma vida cósmica após uma vida terrena. Os processos promovem a inércia e o medo de um Deus vingador e punitivo em conformidade com o estado de pobreza; o surrealismo da forma de vida humana.
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