Um Poema para as Maes Drummond
O primeiro amor, a primeira decpção podemos sim um dia esquecer...É difícil esquecer quando seu primeiro amor te decpciona.
Quando afirmamos para uma criança que deus existe, automaticamente criamos um demônio malfeitor em sua vida, gerando medo a ela! Esse medo a fará procurar uma religião que irá explorá-la.
Faça com que na vida sempre haja vírgulas , mas nunca um ponto final . Quando for preciso que haja esse ponto final , voce vai olhar para trás e preceber que ela foi cheia de pontos de exclamações !
Viver a cada dia passa a ser mais difícil...Seria tão mais fácil se a vida fosse um sonho ou um livro que você própria pudesse escrever.
Um dia então encontrar-me-ei basta saber se sozinho ou com a solução dos meus problemas de hoje, sei que chegará este dia resta agora somente esperar
Eu sinto como se eu tivesse um rombo gigantesco e em carne-viva na região do meu coração. Ás vezes eu esfrego, cubro, ponho um casaco pra ver se me esquento e me acalmo, mas o frio vem de dentro, começa pela parte mais baixa do meu estômago e invade minhas paredes abdominais.
Sinto saudades também daquele creme pós-barba, que deixava teu rosto parcialmente melecado, com um aroma doce-enjoativo e com gosto amargo.
Faça um contato, joga uma luz, um sinal de vida, um rojão pra que eu veja que você não é sonho e que ainda existe – por Deus, ás vezes chego a pensar que você deve ter sido sonho, ou que alucino ou que estou maluca.
Um dia penso em escrever um livro. Já tenho um título. Algum dos lançamentos será feito na tua cidade, e farei questão de ver teus olhos brilhantes da livraria, enquanto eu estiver sentada, assinando alguns exemplares. Vejo já teu rosto corado quando me perguntarem: ‘Pra quem escreve?’. Sorrirei pra ti e manteremos pra sempre esse segredo. Será nosso.
Mas sabe amado, hoje é sábado e vou caçar o que fazer, vou arrumar um jeito de te esquecer, de não pensar em passado nem em nós.
Queria ser feliz apenas com um sorriso, mas há tantas coisas escondida por trás dele, que eu prefiro uma gargalhada.
"Na vida precisamos de apenas três coisas: uma cama para dormir, um traveseiro para chorar e Vodka pra beber!"
Não importa a quantidade nem a qualidade da companhia. Estou sempre presa, enjaulada em um mundo meu. Minha cabeça é o meu inferninho particular. Fico sempre presa em lembranças e saudades infinitas. Saudades de mim, do passado, da infância, da felicidade.
Ando desmemoriada. Vejo-te agora como quem vê um fantasma. Sua figura é clarinha, quase transparente. Quase posse te sentir. Faço força – luto – reluto e não sinto nada. Tua imagem está apagadinha, pontilhada, desintonizada
Me deseja coisas boas. Te vejo em um minuto nos meus sonhos. Sinto saudades. Ainda aguardo a calmaria de junho, pelo menos maio se foi.
Avistei meu prédio, agracedi a carona e a companhia. Dei um tchauzinho acanhado. Desejei que você estivesse me esperando no portão. Desejei ver teu sorriso de recém acordado. Minha casa estava vazia, em silêncio. Primeiro tirei os sapatos, para não fazer barulho. Fui me desmontando aos poucos. Vesti a calça do pijama, uma camiseta. Fui me olhar no espelho. Eu trazia um olhar cansado, fundo, borrado. Quis que você aparecesse nesse momento. Quis ouvir tua voz. Por um segundo apertei os olhos e imaginei tua figura descontraída. Conformei-me por fim.
Eu estava feliz, só sentia saudades. Era só um vaziozinho que insiste em me acompanhar, não importa onde eu vá, com quem eu esteja. Ele está lá, sempre comigo, sempre me perturbando a paz.
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