Um Homeme duas Paixoes
As duas metades da maçã
e o deserto á sua volta...
🍎 🍏
Nem sempre é o que parece...
Desconfie do que parece feito perfeitamente
para completar a sua metade...
Mas, não desdenhe o detalhe imperfeito existente!
A perfeição existe
na harmonia das imperfeições.
Imperfeitos tornam-se harmônicos
não por se completarem,
mas por se respeitarem
numa coexistência
de saberes e vivências
compartilhadas...
🍎🍏
Desconfie do que chega polido demais,
liso demais, perfeitamente desenhado
para encaixar na sua falta...
O que promete completude
geralmente deseja posse...
O detalhe imperfeito,
aquele que incomoda,
que arranha,
que não se disfarça,
é onde, talvez...
more a verdade...
A perfeição não existe no espelho,
nem no encaixe,
nem na fantasia da metade perdida...
Ela nasce
na fricção das falhas,
na convivência das diferenças,
na coragem de permanecer inteiro
ao lado de outro inteiro...
Imperfeitos não se completam:
coexistem.
E é nessa miscelânea de cicatrizes,
saberes, limites e vivências
que a harmonia, quando acontece,
finalmente respira e inspira.
✍©️ @MiriamDaCos
Duas vidas, vividas de maneiras distintas. Duas pessoas, vivendo cada qual em seu mundo, com seus hábitos. Duas almas já conhecidas por traços do destino, por laços do coração. Dois mundos...num só mundo, num só lugar, mesmas necessidades, mesmo acaso...Amar! Dê-me tua essência, teu espírito, tua alma, tua mão; deixa eu te mostrar o amor através dos meus olhos, deixa eu amar você no meu mundo.
Flávia Abib
No mundinho onde tudo se polariza, só há pódio para duas imprensas: as que confirmam nossos vieses e as que assumem a parcialidade.
No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.
No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.
A imprensa sempre foi opinativa e parcial; com o surgimento das redes sociais e a fragmentação do cenário midiático, ela apenas se reinventou.
Algumas tentam manter a sutileza, confiando na distração — ou na confusão — dos que se perdem na enxurrada simultânea de informações.
No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.
Elas sempre foram opinativas e parciais; com o surgimento das redes sociais e a fragmentação do cenário midiático, elas apenas se reinventaram.
Algumas tentam manter a sutileza, confiando na distração — ou na confusão — dos que se perdem na enxurrada simultânea de informações.
Resta-nos perceber que o acesso às notícias nuas e cruas deixou de ser direito universal, para se tornar privilégio dos que investigam.
E se tivéssemos duas rodovias paralelas — uma sob concessão, tarifada, bem cuidada, com toda infraestrutura, suporte e segurança; e outra, sob os descuidos do Estado — sobre qual você se deslocaria?
A MINHA FORMA NUA E CRUA
Quando a pessoa não é sincera com você, você é obrigada a ser pelas duas e isso pesa. Quem não te dá sinceridade não aguenta ela, e eu não sei ser só metada, estar inteira pra mim também é ser real e sincera.
Às vezes a pessoa se retira da vida da outra por entender o lugar dela...
Eu entendi o meu.
“Somos matéria animada. Não somos duas coisas. É uma coisa só: matéria viva espiritualmente. Nem Deus – com todo respeito – pode aniquilar a alma, espiritual, imortal etc. Alma não age sem corpo, não há ação sem órgão. Não veríamos, não ouviríamos, nem pensaríamos sem cérebro. Agora, a morte. Sempre se disse a solene imbecilidade que a alma se separa do corpo, até os católicos dizem isso: ‘vamos rezar esta missa pela alma de fulano de tal’. Isso é heresia! No Concílio de Nicéia já se definiu como dogma de fé que alma sem corpo não age. Ora, se é imortal, é indestrutível e sem corpo não age, então está se exigindo a ressurreição. E isso a Parapsicologia estudou muito bem.”
Misericórdia e compaixão são duas palavras de suma importância que o ser humano precisa cultivar, assim como a empatia e as demais palavras que nos torna humano.
Avó
Ter avó é ter uma mãe duas vezes.
É ter o coração sempre cheio, nunca pela metade.
Ter avó é estar numa extremidade e ela na outra do mesmo arco-íris.
É nascer de novo sem nunca cortar o cordão umbilical.
Chamam-nos de netos, mas no fundo somos filhos também,
porque ser neto é ter sido gerado em dois corações.
Que os netos de hoje entendam:
os avós também são pais
e devem ser valorizados enquanto existem.
Você tem duas escolhas: ou acredita na versão que inventam de você, ou lembra que é filho de Deus e corre atrás dos seus sonhos.
Você nunca encontra a mesma pessoa duas vezes.As alegrias curam, as dores ensinam, o sofrimento rasga, as feridas sicratizam. Em cada instante somos transformados pela vida.
Tentar amar duas pessoas no mesmo sopro romântico é como tentar ouvir, ao mesmo tempo, duas melodias complexas: talvez se perceba as notas, mas a canção se desfaz.
O coração até pode se dividir em afetos, mas o amor que se reconhece como paixão de alma — aquele que nos move a transcender o ego e nos lança na vulnerabilidade — esse, por sua própria natureza, pede a unidade de quem o sente.
Dizer que “nunca se ama duas pessoas ao mesmo tempo” não é negar a complexidade do humano; é reconhecer que o amor romântico, quando é amor e não apenas desejo ou apego, é uma chama que só arde inteira quando encontra um único sopro para respirar.
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