Um Homeme duas Paixoes
Diz-se da História e da Sociologia que há duas coisas importantes que marcam a vida das Nações: a Geografia (o sítio onde estamos, os recursos de que dispomos e os vizinhos de estamos cercados) e o carácter dos Povos (a forma como reagimos ao presente e preparamos o futuro).
A vida é feita de duas pontas, por isso deve preencher a vida de coisas boas e intensas, saber perdoar, saber amar, saber perder restaurando a velhice da juventude de um começo e um fim atando as duas pontas.
Perceba na vida são fases e duas!!!
Uma neutra e outra positiva e elas vêm e vão!
Saber compreendê-las é que nos torna humanos…
Sim, porque viemos ao mundo pra transformar coisas.
É pra isso que servimos.
Então se em algum momento vier tais perguntas tipo, “Pra quê que sirvo?”.
Agora tu já tem a resposta.
"Ela sabe toda a verdade,
Não é para todos seguir adiante,
Com o coração dividido em duas metades,
Ela congela, o inverno da alma.
Ela é uma menina, mas se sente
Como um peso, prestes a se quebrar
As vozes dirão: 'Não vale a pena',
'Não consegue nem sair por uma porta'.
Mas um dia, alguma vez,
Ela encontrará a força para seguir,
E quando menos se esperar,
Ela se levantará, e seguirá adiante."
Às vezes eu penso que as únicas coisas que não são passageiras devem ser uma ou duas que se pode pegar nas mãos. Digo isso porque essas coisas são poucas, e essa visualização da palma das mãos exemplifica bem isso. É difícil acreditar num futuro com tudo que nós queremos. Tudo pode ir embora, e não existe nada que podemos fazer para impedir. Essa ideia é perturbadora, porque nós sentimos as sensações boas e relembramos com saudades. E é muito ruim que nossas mãos possam levar tão poucas coisas. E, no final, só conseguimos levar tudo que queremos apenas num lugar que não conseguimos apalpar, mas conseguimos imaginar — e só isso.
"Vida e tempo duas grandezas que andam em paralelo. A primeira precisa de tempo e a segunda de vida, mas a vida é um vento e infinito é o tempo.
E o infinito em vento se transforma, quando uma palavra num simples gesto apenas num olhar, fala-me tanto. Gostaria que você me falasse mais vezes, sempre gostei e gosto, porque eu sou como o vento".
Na vida, há duas coisas que jamais se recuperam: a morte e o tempo perdido. Por isso, não desperdice o tempo, viva com plenitude, para que, quando a morte chegar, não lhe reste o anseio pelos momentos que deixaste escapar.
Na época, só havia duas perspectivas. Algumas pessoas queriam ter tudo e outras não deixavam ninguém ter algo.
O casamento é o jardim onde duas almas plantam a semente do eterno, regando diariamente com amor, respeito e perdão.
As duas perguntas mais objetivas do mundo: "de onde vem o dinheiro?" e, "quanto eu vou ganhar com isso?"
Eu errei…
Duas palavras pequenas, mas tão pesadas que parecem não caber na boca.
Difícil de dizer… quase impossível de engolir.
Mas talvez, meu maior erro…
Não tenha sido tropeçar,
E sim achar que nunca cairia.
Acreditar — tolo que fui —
Que a razão sempre dormia do meu lado da cama.
Fui ajuntando certezas
Como quem coleciona medalhas de um campeonato que ninguém mais quis jogar.
E nesse desfile de convicções,
Esqueci que o orgulho é sempre o ensaio da queda.
Porque quem pensa estar de pé
Deveria, ao menos, aprender a vigiar.
Há um preço em querer estar sempre certo.
E, às vezes, esse preço é alto demais.
Chama-se solidão.
Na sede de vencer discussões,
Perdi algo que pesava muito mais que qualquer argumento:
As pessoas.
Quantos lares, quantos abraços, quantas amizades…
Despedaçadas, não por grandes pecados,
Mas por pequenas vaidades,
Por muralhas erguidas onde poderiam florescer pontes.
Ah, o orgulho de quem nunca erra!
Ele não grita, mas constrói cárceres,
Isola, afasta, esfria.
E a certeza cega —
Essa danada — sufoca a humildade,
Fecha os olhos para tudo que ainda poderíamos aprender,
Se ao menos ouvíssemos…
Se ao menos calássemos.
No desespero de provar que sei,
Desaprendi a escutar.
Na ânsia de estar sempre certo,
Perdi pedaços de mim —
E já não era inteiro.
Nem toda vitória é vitória.
Às vezes, vencer é saber perder…
Perder o orgulho, para salvar o essencial.
Afinal, a verdade não precisa berrar.
Ela é forte o suficiente para permanecer em pé,
Mesmo quando se cala.
Vencer…
Às vezes é ceder.
Amar…
É aceitar que nem tudo precisa ser provado.
E, no final da história —
Quando os debates forem apenas eco nas paredes vazias —
A pergunta vai soar, simples, brutal e libertadora:
Você quer ter razão? Ou quer ter paz?
Porque no fim…
Não serão as vitórias que contarão.
Mas os vínculos…
Aqueles que resistiram ao fogo,
Aos ventos,
À tempestade,
E continuaram ali — firmes, de mãos dadas,
Escolhendo o amor, sempre.
Plantio
tenho duas frutas nas mãos
a mais madura arremesso contra o muro
o estrondo a mancha o despojo
no chão aonde bichos virão lamber
tenho duas frutas nas mãos
trago-as das ruínas de ontem
como uma ave que vem de longe
arrasta no bucho ou no bico
sementes e ervas daninhas
arremesso uma contra o muro
a outra ainda está verdolenga
nenhuma ideia de comê-la com sal
tenho duas frutas nas mãos
as duas estão marcadas de morcegos
minha mãe me ensina a distinguir
a rasura a maldição o batismo
A Lua eclipsada com uma face humana, a Lua que só reflete a luz solar, a planície árida com duas torres, um cão e um lobo uivando-para o céu [...] O conjunto dessas figuras [...] Cuja a única vítima é a inteligência humana...
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