Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

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Salve mamãe África, 24 de Janeiro. Dia Mundial da Cultura Africana e Afrodescendente. O sagrado local que se deu o inicio de tudo.

Bom dia! Que seu dia seja muito abençoado. Que orvalho do Senhor regue a semente que você plantou e tragada muitos frutos e bênçãos pra sua vida. Amém.

Algumas madrugadas não anunciam simplesmente outro dia: inauguram outra interpretação da existência.

A esperança é a metafísica da aurora: afirma o possível antes que o dia possa demonstrá-lo.

"Através do caminhar das estrelas, as vemos morrer caindo do céu. No dia em que cairmos, seremos observados por outros seres, que irão ver nossos momentos em fragmentos esquecidos de estrelas. Nesse instante, avançamos pelo universo ou seremos capazes de compreender a beleza da existência? Vivemos em paradoxos, dentro de cubos ligados a outros cubos na tênue finitude do espaço, tentando compreender os mistérios que intrigam o próprio sentido do tempo — na simplicidade de viver e existir, até que o tempo se torne a evidência do inexplicável de sua própria passagem."

⁠"O Acordar é a primeira vitória do dia."

⁠No vigésimo nono dia minha jornada começou. Era março de 89 quando o Primogênito chegou. Dediquei-me com abrigo, educação e amor. Hoje colho frutos em forma de orgulho, honra e louvor.

MACALÃ — A AGUARDENTE DOS CORRUPTOS


Lá pras bandas de Brasília
Tem reunião todo dia,
Homem de terno alinhado,
Cheio de pompa e regalia,
Coleirinho bem branquinho,
Com discurso de carinho,
Mas por trás, quem saberia?


Sentados numa grande mesa,
Com fartura e gentileza,
Político e empresário,
Autoridade e alteza,
Fazem brinde, apertam mão,
Trocam papel e comissão,
Tudo em nome da riqueza.


No centro daquela mesa
Tem uma garrafa acesa,
Com um nome bem sugestivo,
Que causa muita surpresa:
MACALÃ, a aguardente,
Que deixa o corrupto contente
E embriaga a esperteza.


Um diz: “Vamos conversar,
Tem contrato pra assinar.”
Outro responde sorrindo:
“Tem licitação pra ganhar.”
Um terceiro, muito ligeiro:
“Se sobrar algum dinheiro,
A gente pode repartir.”


E a garrafa vai passando,
E o acordo vai fechando,
Um gole pra cada amigo,
Todo mundo comemorando.
Quem pergunta fica de fora,
Quem se cala ganha a hora,
E o povo fica pagando.


Tem gravata e tem colarinho,
Tem discurso bem mansinho,
Tem promessa de progresso,
Tem aperto de carinho.
Mas quando a conta aparece,
O pobre é quem paga a prece
E fica sozinho no caminho.


Falam muito em democracia,
Em justiça e cidadania,
Em combate à corrupção,
Em moral e economia.
Mas se a porta se fechar,
Tem segredo pra guardar
Debaixo da mesa fria.


Macalã corre ligeira
Pela mesa traiçoeira;
Quem bebe perde a vergonha,
Quem vende ganha a carreira.
E aquele que diz “não quero”
É chamado de exagero
Por não entrar na brincadeira.


Tem obra, tem emenda,
Tem contrato que se estenda,
Tem privilégio escondido,
Tem promessa que se venda.
Enquanto o povo trabalha,
Tem quem faça sua farra
Com a riqueza desviada.


Mas cuidado, meu cidadão,
Não aceite essa ilusão:
Corrupção não é destino,
Nem faz parte da nação.
Se o poder perde a medida,
Quem sofre na própria vida
É quem paga a corrupção.


Brasília pode ser bela,
Mas não deve ser janela
Pra quem olha o povo de longe
E só protege a sua cela.
O poder que vem da gente
Deve servir honestamente,
Não alimentar mamela.


E se a Macalã surgir
Com alguém querendo servir,
Pergunte antes do brinde:
“Quem vai depois ressarcir?”
Porque enquanto eles bebem
E seus acordos concebem,
É o povo que vai pagar.


MACALÃ, pode guardar,
Não venha nos embriagar!
O Brasil precisa é de justiça,
De coragem pra fiscalizar.
Pois quando a esperteza impera,
A corrupção prospera
E o povo começa a acordar.


No fim deixo este refrão,
Como alerta à população:


“Macalã embriaga o corrupto,
Mas não embriaga o cidadão;
Enquanto uns brindam ao lucro,
O povo paga a conta na mão!”

"A liberdade sadia e inteligente é uma conquista nossa de cada dia!"




Otávio ABernardes






Itumbiara, 26 de setembro de 2025.

"Felicidade... o que é felicidade?
Encontrei algum dia?
Até parece fantasia!
Coisa de gente grande...
de gente do dia a dia!
Não sei o que aconteceu
com a humanidade...
com o ser humano,
procurando e não achando
o que queria!
Mas... meu Deus!
Confiança... mais confiança... um dia,
tenho certeza,
vou encontrar com alegria!
O coitado do pobre...
O coitado do rico...
É verdade!
O que aconteceu?
Não conseguiu o que pedia!
Eu luto... você luta...
A humanidade luta...
Nós lutamos!
Pra que tudo isso?
Você não passa, desculpe-me,
de um "chouriço",
todo embutido, franzido, tolhido,
cheio de soberba, amigo!
Não sou charlatão,
não quero dizer que sou um bom...
mas, seja honesto...
diga-me a verdade,
quero saber agora:
onde está a Felicidade?

(Cap. II: O Príncipe)
Num incerto dia, o príncipe resolve cavalgar para ver se o seu povo realmente era feliz. Percebeu que todos tinham tudo que queriam ou quase tudo. As pessoas não brigavam pelo Não Tinham. Há muito tempo brigaram pelo Não Tinham. Passaram assim... Brigaram pelo Não Tinham e pouco a pouco foram perdendo o que tinham.

⁠Ai, credo, deixa de ser duas caras… És linda de dia, maravilhosa de noite!

Bendito seja Deus, que teve o cuidado de escolher o 28.º dia de outubro — ou nada — para me favorecer com a graça de confiar-me àquele que veio para laurear meus dias e, por vezes, salvar-me até de mim mesmo: o Homem da minha vida!


A ti rogo toda sorte de bênçãos, em nome de Deus Pai, de Deus Filho e do Espírito Santo.


Sei bem que tu sabes, mas a minha eterna gratidão pela tua existência — e a certeza da finitude da vida — obrigam-me a repetir: te amo, filhão!


Feliz aniversário!


Ao meu filho amado, Alessandro Teodoro Jr.!

⁠Para ajudar a manter o aluguel das nossas cabeças em dia, só consumimos conteúdos sugeridos pelos inquilinos.


E para arrotar seletividade, demonizamos todas as mídias e tudo que eles demonizam.


Porque, para receber o aluguel da própria cabeça rigorosamente em dia, é preciso aceitarmos, sem constrangimento algum, a curadoria alheia do que vemos, lemos e ouvimos.


Consumir apenas o que nos é sugerido — não por confiança, mas por conveniência.


Assim, o pensamento não precisa se arriscar, a dúvida não incomoda e o esforço de confrontar ideias é cuidadosamente evitado.


Nesse arranjo confortável, o viés de confirmação vira feno diário: tudo que chega afirma e reafirma, e nada nos desafia.


A consciência, então, deixa de ser morada e passa a ser imóvel alugado, decorado conforme o gosto do inquilino.


O silêncio ensurdecedor da criticidade é celebrado como paz, e a repetição das mesmas narrativas é confundida com coerência.


O preço desse contrato raramente aparece na fatura mensal.


Ele se revela, pouco a pouco, na incapacidade de pensar fora do script, no medo do contraditório e na estranha aversão a qualquer verdade que exija revisão de crenças.


Afinal, quem terceiriza o que consome, cedo ou tarde, terceiriza também o que pensa — e ainda chama isso, ingênua ou descaradamente, de opinião própria.


Mas a pergunta que ainda não aprendeu a se calar é: o que será de nós quando o contrato de aluguel das nossas cabeças acabar e o inquilino levar toda a mobília embora?

⁠Não me é concebível que o Dia de Luta por Direitos das Mulheres seja edulcorado para virar
Dias de Glórias
— nem Política nem Comercial.


Quando uma data nascida da dor e na dor, da resistência e da coragem coletiva é transformada em vitrine de marketing ou palanque de conveniências, algo essencial se perde no meio do caminho.


A Memória das Mulheres que enfrentaram jornadas desumanas, violência, silenciamento e invisibilidade não foi construída para decorar discursos, mas para provocar mudanças reais na estrutura da sociedade.


Há um certo conforto em celebrar conquistas com flores, campanhas publicitárias e hashtags bem elaboradas.


O problema é quando essa estética da homenagem passa a substituir o compromisso com a transformação.


A luta, então, vira cerimônia; a denúncia vira slogan; e a história vira produto.


Direitos não nasceram de gentilezas institucionais nem de estratégias de branding.


Foram arrancados à força da persistência de Mulheres que se recusaram a aceitar o lugar que lhes foi imposto.


Cada avanço carrega o peso de muitas que pagaram caro demais para que hoje se fale ou se sonhe em igualdade.


Por isso, quando o dia que deveria ser de memória crítica se transforma apenas em ocasião para discursos oportunos e promoções temáticas, corremos o risco de anestesiar aquilo que ainda precisa incomodar.


Porque enquanto houver violência, desigualdade e silenciamento, essa data não pode ser apenas comemorativa — ela precisa continuar sendo inquietante.


O verdadeiro respeito a essa luta não está na doçura das homenagens, mas na honestidade de reconhecer que ainda há muito a ser enfrentado.


Afinal, datas históricas não existem para nos confortar; existem para nos lembrar de que a história ainda está sendo escrita — e de que a Responsabilidade por ela também é nossa.


Feliz Dia de Lutas — Feliz Futuro de Glórias, Mulheres!

⁠⁠A gente só para de flertar com a m0rte todos os dias quando descobre que o melhor dia para se viver é hoje.


Há uma espécie de suicídi0 muito silencioso que pouca gente se atreve a nomear como tal.


Ele não acontece apenas nos gestos extremos, nas decisões finais ou nas manchetes trágicas.


Às vezes, ele se instala gradualmente, no adiamento crônico da vida, na rotina de empurrar para amanhã aquilo que já pede coragem no agora, na mania de sobreviver sem realmente habitar a própria existência.


Muita gente não quer m0rrer — quer apenas descansar da exaustão de existir sem sentido.


E é justamente aí que mora o flerte cotidiano com a m0rte: quando se abandona a urgência de viver.


Viver, porém, não é apenas respirar, cumprir tarefas, pagar contas e colecionar ausências disfarçadas de compromissos.


Viver é reconhecer que o tempo não faz promessas.


O amanhã é uma hipótese muito elegante, mas continua sendo hipótese.


O hoje, com todas as suas imperfeições, é a única matéria concreta que temos nas mãos.


E talvez amadurecer seja justamente isso: perceber que a vida não começa “quando tudo se ajeitar”, “quando a dor passar”, “quando houver mais dinheiro”, “quando a paz finalmente chegar”.


A vida está acontecendo agora — inclusive no caos, inclusive nas faltas, inclusive enquanto ainda estamos tentando entender quem somos.


Há quem flerte com a m0rte não por desejar o fim, mas por tratar a vida com permanente negligência.


Negligencia os afetos, as pausas, a própria saúde, os pedidos de socorro da alma, os sinais do corpo, os vínculos que importam, as palavras que deveriam ser ditas enquanto ainda há quem possa ouvi-las.


Age como se viver fosse um ensaio infinito, como se sempre houvesse tempo para recomeçar, pedir perdão, recalcular a rota, amar melhor, ou simplesmente descansar.


Mas nem todo adiamento é prudência; às vezes, é desistência parcelada.


Descobrir que o melhor dia para viver é hoje não é um clichê otimista — é uma revelação muito dura.


Porque obriga a gente a encarar a própria covardia, os próprios álibis e a confortável ilusão de controle.


Nos obriga a admitir que há muita m0rte disfarçada de rotina eficiente, muita apatia travestida de maturidade, muito medo chamado de prudência.


E, ao mesmo tempo, essa descoberta também liberta: porque devolve ao presente a dignidade que o imediatismo e a ansiedade roubaram.


Faz a gente entender que viver bem não é ter a vida perfeita, mas parar de oferecer o próprio tempo em sacrifício a tudo aquilo que nos afasta de nós mesmos.


Talvez a grande virada aconteça quando deixamos de esperar uma razão extraordinária para viver e passamos a reconhecer a grandeza escondida no ordinário: no abraço ainda possível, na conversa adiada que enfim acontece, no descanso sem medo e sem culpa, na lágrima que finalmente se deixa rolar, no riso que interrompe o peso do mundo — ainda que por alguns segundos.


O hoje não precisa ser grandioso para ser valioso.


Ele só precisa ser vivido com presença — e não desperdiçado como se fosse descartável.


No fim, flertar com a m0rte todos os dias talvez tenha menos a ver com desejar partir e mais com não se permitir ficar por inteiro.


E viver, em sua forma mais honesta, começa quando a gente decide parar de se ausentar da própria história.


Porque o melhor dia para viver não é o dia ideal, nem o dia fácil ou o prometido.


É este.


O único que realmente chegou — o agora.

"Num dia chuvoso, como o de hoje, em 1981, começaram a vender os Computadores Pessoais ou PC. Eu lembro pois estava lá!"
TextoMeu 1328

"O Dia da Mentira foi criado 'apenas' para fazer rir os quem vivem na VERDADE e, 'que pena', para fazer se sentir importante os quem vivem na MENTIRA."
Frase Minha 0590, Criada no Ano 2012

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

1919 📜 "A cada dia mais me convenço de que alguns devem fazer curso de reciclagem, sobre como serem Amigos. O mundo mudou e certos critérios sobre Amizade, também!"

0274 "Já não sei o que pior, para Mim. Se uma partida de vôlei ou Alguém falando dia e noite sobre Deus, sem ter Carteirinha de Deus e sem eu ter pedido 'Ensinamentos'. Para Mim, é sim, bem assim!"