Um dia Vc Va me dar o Valor que Mereco

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Escrever é apenas o resultado do que nos tornamos a cada dia ao longo dos anos. É uma bela de uma digital do eu, e é isso. E tudo que foi escrito no passado não é nada; o que é… é só a próxima linha.

Charles Bukowski
Sobre a escrita. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2023.

Quando acontece é conexão real, daquelas que hoje em dia são raras, mas quando acontece é algo sublime.

A vida é constante, à noite vivemos nos sonhos, durante o dia, os sonhos nos vivem.

O Dia Internacional da Mulher é muito paternalismo.

O dia se repete infinitamente, a não ser pelos pontos chaves, em que podemos modificar o looping. Para saber quando mudar, isso só usando a intuição.

Sem história


Nada acontecia.
A noite não chegava, o dia não ia.
O sonho não sonhava, a guia não guiava.
O preto era um branco, o frio não esquentava.
A vida não vibrava, morrer era viver no tranco.
E eu aqui, sentado na eternidade,
sem as mãos, sem os pés.
Vivendo da saudade
das guirlandas e dos jacarés.

Mulheres tem que entender que homens são todos iguais e hoje em dia é muito difícil achar aquele "principe" bebe lindo q todas adoram ,e Se achar toma cuidado por que ele só tá te usando viu amoree💋

Bom dia. Talvez teria sido melhor se eu não tivesse aberto a vasilha de "ventos" , nos armários que guardam segredos, se eu não tivesse dado espaço pra curiosidades e selvagerias da alma. Mas, não tenha medo. Quem é de verdade, não sorri pra quem é de mentira.
Alexandre Sefardi

Faça isso todo dia: fique em silêncio e respire fundo. Solte o ar devagar, feche os olhos e deixe de lado medos e preocupações. Dê chance à sua paz.
Ajude os outros sem medo. O que importa é quem você é, mesmo que ninguém ligue. Atitudes simples melhoram sua vida.
Você nunca sabe o que uma ação pode trazer. Mas, se não fizer nada, nada acontece. Compartilhe essa ideia.

Alexandre Sefardi

⁠Ser ou não ser nunca foi a questão,
Tudo sempre será mera constatação,
Num dia tu és, no outro não.

A Sala de Aula do Mundo Moderno


Outro dia me peguei pensando em como a escola mudou.


Não falo apenas das lousas digitais, dos computadores, dos aplicativos ou dos celulares que hoje parecem extensão das mãos dos alunos.


Falo das pessoas.


Dos comportamentos.


Das responsabilidades.


E, principalmente, da forma como passamos a enxergar educação.


Pertencente a uma geração que aprendeu que nem sempre a vida diria "sim", confesso que às vezes me sinto um turista perdido visitando o admirável mundo novo.


Hoje tudo parece delicado.


Tudo parece urgente.


Tudo parece motivo para preocupação.


Uma palavra mal colocada vira trauma.


Uma crítica vira perseguição.


Uma cobrança vira opressão.


Um conselho vira ofensa.


E o simples ato de contrariar alguém pode ser interpretado como um atentado contra a felicidade universal.


Não estou dizendo que os problemas emocionais não existam.


Eles existem.


E merecem atenção, respeito e tratamento sério.


Mas também me pergunto se, em alguns casos, não estamos transformando dificuldades normais da vida em diagnósticos automáticos.


A tristeza virou doença.


A frustração virou síndrome.


A ansiedade virou identidade.


E a responsabilidade, curiosamente, parece ter desaparecido da conversa.


Muitos pais, sobrecarregados pelas próprias rotinas, acabam transferindo para a escola funções que antes pertenciam à família.


Esperam que a escola eduque.


Ensine limites.


Corrija comportamentos.


Resolva conflitos.


Forme caráter.


Desenvolva valores.


Enquanto isso, o professor recebe mais uma missão para sua coleção já bastante extensa.


Porque o professor moderno não é apenas professor.


Ele é educador.


Mediador.


Conselheiro.


Psicólogo informal.


Assistente social improvisado.


Pacificador de conflitos.


Especialista em tecnologia.


Preenchedor de relatórios.


Participante de reuniões.


Executor de projetos.


E, quando sobra algum tempo, tenta ensinar a matéria.


A escola de antigamente tinha seus defeitos.


Muitos.


Mas existia uma compreensão mais clara sobre papéis e responsabilidades.


Hoje, frequentemente, o professor precisa justificar uma nota, uma advertência, uma cobrança e até mesmo uma orientação pedagógica.


A autoridade tornou-se suspeita.


A disciplina tornou-se questionável.


E a exigência acadêmica muitas vezes parece competir com uma cultura que valoriza resultados rápidos sem esforço proporcional.


O mais curioso é que aqueles que raramente entram numa sala de aula costumam ter opiniões muito firmes sobre o trabalho de quem está lá todos os dias.


— Professor reclama demais.


— Tem muitas férias.


— Trabalha poucas horas.


Quem diz isso normalmente vê apenas o horário da aula.


Não vê as correções.


Não vê os planejamentos.


Não vê os relatórios.


Não vê os cursos.


Não vê as formações.


Não vê as noites preparando atividades.


Não vê os finais de semana organizando conteúdos.


Não vê a exaustão silenciosa acumulada ao longo dos anos.


E, principalmente, não vê o desgaste emocional.


Porque ensinar nunca foi apenas transmitir conhecimento.


Ensinar é lidar diariamente com expectativas, conflitos, desafios e realidades completamente diferentes.


Há professores que chegam em casa carregando problemas que não cabem nos livros didáticos.


Problemas de alunos.


Problemas de famílias.


Problemas do próprio sistema.


Falando em sistema, este merece um capítulo especial.


A cada ano surgem novas plataformas.


Novos formulários.


Novos procedimentos.


Novas exigências.


Novas metas.


Novas estatísticas.


Novos indicadores.


Parece que tudo muda.


Exceto aquilo que realmente deveria melhorar.


E assim o professor segue.


Preenchendo documentos.


Participando de reuniões.


Atualizando sistemas.


Respondendo questionários.


Enquanto tenta encontrar espaço para aquilo que deveria ser o centro de tudo: ensinar.


O resultado é um profissional cada vez mais cansado.


Mais pressionado.


Mais responsabilizado.


E, muitas vezes, menos valorizado.


Ainda assim, algo impressionante acontece.


Apesar de todas as dificuldades, milhares de professores continuam entrando em sala de aula todos os dias.


Continuam acreditando.


Continuam tentando.


Continuam explicando pela décima vez o mesmo conteúdo.


Continuam incentivando quem quer aprender.


Continuam estendendo a mão para quem precisa.


Continuam lutando contra a maré.


Talvez porque saibam de uma verdade simples.


Sem professores não existem médicos.


Não existem engenheiros.


Não existem advogados.


Não existem cientistas.


Não existem administradores.


Não existem governantes.


Não existe profissão alguma.


Todas passam primeiro pela carteira de uma sala de aula.


Por isso, quando alguém pergunta se ainda existe solução para a educação, respondo que sim.


Mas ela não nascerá de um único decreto, de uma nova plataforma ou de mais um discurso otimista.


Ela surgirá quando família, escola, sociedade e governo compreenderem que educar é uma responsabilidade compartilhada.


Até lá, o professor continuará fazendo o que sempre fez.


Entrará em sala.


Respirará fundo.


Abrirá o diário.


Preparará a aula.


E seguirá tentando iluminar caminhos.


Mesmo quando o próprio caminho parecer cada vez mais escuro.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

09/11/05


Estou aqui num simples lugar, lembrando-me do dia especial que você apareceu na minha vida.Cheia de luz, cheia de esperança, cheia de alegria, cheia de amor e carinho, que parece não acabar.Hoje estou neste quarto, onde entre quatro paredes expresso meu sentimento.Sentimento que está preso numa gaiola onde conto os dias e noites, na esperança de te ver, nem que seja passar por mim.Me sinto um pássaro à espera de liberdade para voar, ser livre e te amar.É nessa folha que expresso em segredo tudo aquilo que sinto.É nessa folha que falo da verdade, do amor e realidade, da paixão vazia e solitária.Você parece ilusão ao qual me agarrei, e em desespero se tornou aquilo que poderia tocar no meu coração se foi, se escondeu para eu não seguir.Não sei quanto tempo ainda vou ficar aqui nesse simples lugar.Mas também sei que serei um pássaro livre em qualquer outro lugar.Sempre te amarei, nessa longa espera, para a liberdade.

A gratidão é a chave certa para abrirmos a porta do dia e a mesma com a qual deveríamos fechar suas portas assim que chega o anoitecer.

Nada é mais prioritário neste dia que ter teus olhos sobre mim.

Hoje é o melhor dia de nossas vidas, pois é o que temos! Mas se a jornada não terminar agora, os feitos de cada dia do agora, determinam como será seu amanhã, sua velhice. Logo vislumbre já, qual idoso deseja ser, e semeie corretamente! Feliz dia Novo!

Sorrisos Roubados

”No dia em que meu corpo se encontra cansado e minha alma abalada, tento manter minha mente sã. Não me permito, em momento algum, entrar em devaneios fugazes, pois devo seguir firme nas minhas obstinações em prol de promessas a mim mesmo feitas.

Seguirei neste caminho conturbado que decidi trilhar, buscando sempre aquilo que há muito me foi tirado, restando em mim esse triste vazio de sorrisos roubados."

São tantos fatores positivos que nos induz ao não ostracismo que podemos, a cada dia, reiventar o nosso cotidiano.
O barato da vida é a condição do viver e esse viver se torna melhor a partir do momento que vc se predispõe a vivê-la com intensidade.

"A melhor pessoa de se viver ao dia de hoje, é a pessoa cega, muda e surda!"

A BUSCA

Busco o sol para iluminar o meu dia escuro;Busco brisa suave em deserto de sol escaldante;
Quero ar, pois, na caverna onde me encontro, falta oxigênio;
Quero paz em meu coração, pois já estou cansada de guerra;
Quero sem delongas arrancar a máscara que vesti e que colou em mim, em razão do tempo de uso;
Almejo o voo da liberdade que este corpo impede de acontecer;
Quero sair de mim, e alçar voo alto para o cume da montanha, onde o sol brilha, a brisa sopra, o oxigênio é puro, a paz não seja breve, o uso da máscara desnecessário.
Ser apenas “EU”, em ressonância com minha natureza perfeita…

​Conexões
​O dia amanhece e a rotina, inevitável, segue o seu curso.
​No espelho do cotidiano, os sentimentos se colocam à vista, expostos. É quando o cenário comum se transforma: cenas vistas e revistas ganham a forma de um déjà vu constante, materializado em pessoas, objetos, lugares e expressões. São fragmentos que parecem flutuar no tempo, desafiando a lógica e confundindo, aparentemente, a nossa mente.
​Diante disso, uma dúvida sutil desperta: será que estou me tornando saudosista?
​A verdade é que, a cada dia que passa, essas imagens do passado se fazem mais vivas e presentes no agora. E todos esses questionamentos, cruzando o pensamento em silêncio, me guiam a uma única e intrigante suposição:
​Se passo os dias observando e enquadrando o mundo nas minhas memórias... será que, neste exato momento, também não estou sendo enquadrado pelo ponto de vista de alguém?