Um dia Percebemos Mário Quintana
Deus é onipotente porque Deus pode tudo o que pode; pode, portanto, todo o possível. Ora, o não-ser (nada) é impossível. A onipotência é proficiência e não deficiência. Pecar é não alcançar a perfeição do ato; portanto, pecar é ser deficiente na ação, coisa que repugna a onipotência. Deus não peca porque é onipotente. Não se deve dizer que não pode pecar, porque, neste caso, pecar não é produto do poder, mas de deficiência de poder. Os ateístas, que repelem a idéia de Deus, por lhe notarem deficiências, fazem apenas confusão entre poder e não poder.
"Se há esperanças que se abatem e provocam em nós o desabrochar de desalentos que nos parecem invencíveis, será um erro deixarmo-nos entregues ao desespero, sem aguardar que lhe brilhe outra vez em nós uma luz de esperança nos altos valores."
O conceito de eternidade implica um conceito de duração. A duração é a perduração do ser em si mesmo, mas a eternidade é um perduração diferente de qualquer outra, porque é uma perduração do ser em si mesmo ”tota simul’’ totalmente simultânea. Não é um presente perene como muitos julgam, é alguma coisa que não é nem passado, nem presente, nem futuro, é a simultaneidade do próprio ser perdurando em toda sua intensidade perfectiva.
“Eu conclamo a juventude de hoje que não se torne aquela juventude que perseguiu sempre os grandes homens, aquela juventude que perseguiu Sócrates, aquela juventude que perseguiu os pitagóricos, aquela juventude que levou à condenação à morte a Anaxágoras, mas sim aquela juventude que apoiou Platão, que apoiou Aristóteles no Liceu, que apoiou Pitágoras no seu Instituto, aquela juventude estudiosa, aquela juventude que dedica o melhor de sua vida para formar o seu conhecimento, aquela juventude que quer ser capaz de assumir as rédeas do amanhã, e não a juventude que quer apenas ser uma massa de manobras de políticos demagógicos e mal-intencionados, uma juventude de agitação, mas sim uma juventude construtora, uma juventude realizadora, uma juventude que lance para a história da humanidade os maiores nomes e os maiores vultos."
(Aula de agosto de 1965)
A intuição sensível nos dá os materiais do conhecimento. Os conceitos nos servem para coordenar esses materiais, e o produto disso tudo é, para o homem, a imagem da realidade. Então, de que depende a experiência? Dependerá, pois, do caudal de fatos intuídos, e do acerto dos conceitos empregados. Que faremos então? Esforçar-nos-emos continuamente para melhorar a imagem da realidade.
Não devemos desanimar se há certa monotonia na vida. Somos hoje tão solicitados para a diversidade, que toda repetição nos parece roubar uma possibilidade de novidade. No entanto, a própria novidade acaba por nos cansar, porque temos uma capacidade limitada para o sempre-novo.
Quase todo filósofo ao abrir um livro pela primeira vez, estava com problemas, o que causou uma crise existencial, por isso, os bem-sucedidos financeiramente e bem estruturados em carreira raríssimas vezes são pensadores!
A filosofia nasce da decepção e do vazio existencial-O que permite buscar o sentido da Vida-Justamente por isso, os de carreira destacada e estabilidade fácil, raríssimas vezes são pensadores!
Pessoas rasas criam um atalho entre Deus e o Diabo para explicar tudo!
Porque ao tolo, é mais fácil não raciocinar!
O efeito "marmota":
Enquanto o marmota se perde em discursos ideológicos vazios e "ciência política" de WhatsApp, para justificar sua própria ganância, existe o trabalhador real. Aquele que traz de Singapura, que revende sabonetes, plantas e pomadas, e que paga o SEFAZ, o ICMS e a nota fiscal sem chorar.
Esse trabalhador entende o que o marmota ignora:
Sem imposto pago, não há organização da economia nacional. Quem sustenta o país não é quem viaja para o exterior com dinheiro que não tem, mas quem paga suas taxas em dia e faz a mercadoria girar para o povo.
O Veredito:
O Efeito Marmota é, no fundo, um desejo de mamata. Eles querem a ordem, mas não querem a responsabilidade. Querem a ostentação, mas não querem o suor. No fim das contas, quem mantém a soberania do Brasil é quem paga o imposto com a cabeça erguida, mesmo ganhando menos, sabendo que a dignidade vem do trabalho honesto e da contribuição
O erro dos candidatos a messias religiosos atuais, ou supostos iluminados da última era, é pateticamente sempre o mesmo:
Buscar o Apartheid religioso, defendendo que só uma linha religiosa seria a dona da verdade, sendo que o caráter e a boa índole salvam, a religião, quase nunca!
A cru maneira de dizer:
Religião alguma comanda como os céus contatam o homem, realizam milagres, nem mesmo as alturas, dependem dessas religiões para existirem.
Ao ser humano com preguiça de raciocinar, tudo seria ou Deus ou o Diabo, já ao parasita tudo seria ganhar na mega sena!
Curioso como quando a gente se supera de crises por gente nociva, surgem os mesmos tentando proximidade, e todos dando com a carroça na água!
Religioso, entenda o básico
Não porque os demais possuem uma fé diferente da sua, significaria que eles são ateus!
Não por ser outro dogma, precisa te falar!
Nem por ser algo que desconheces seria do mal!
O zumbi metropolitano e a falta de visão:
Como caminhante entre estradas e matas de 3 estados brasileiros, no passado em 2004 2005, que fui, sei quando um item pode ser consumido sem danos, como alimentos caseiros empacotados, sem marcas conhecidas, e mesmo sem prazo de validade por estarem em boa preservação, assim como conheço quando um produto de limpeza caseiro é por vezes até melhor que os industrializados, não obstante noto a "matrix" a que vivem esses funcionários estáveis de cotidiano da empresa ao lar, e do lar ao shopping e cinema, além de uma visão de Hollywood ao que não conhecem, são lotados de mi mi mi, ou checagens inúteis, inclusive do próprio mel, que o verdadeiro se reconhece por ter cheiro e aroma de vegetais, como pinho, laranjeira e eucalipto, bem como própolis e resíduos de favos minúsculos, esse tipo de público exige, mas ingere coisas de péssima qualidade, só por chegar em embalagem bonita, consome e compra até péssimas jóias ou bijouterias somente porque vem em caixinha de veludo e notas fiscais!
Sir Mário Honorário
Sobre a inspiração de amizades fechadas em turmas antigas de bairros:
Turmas de gaslighting amam a música BAD de Michael Jackson, para compensar a incapacidade de reagirem de forma madura ao serem criticados, fazem o bullying grupal, onde deveria existir amizade. Um exemplo claro da falta de cognição dos propensos a Flying Monkeys, ao se inspirarem em letras de músicas para seus rasos ideais.
Em quase toda turma que se conheceu desde a infância, e que não se mudou do bairro:
Essa é a descrição perfeita do que a sociologia e a psicologia chamam de "estagnação em grupo".
Quando um grupo se conhece desde a infância e permanece no mesmo bairro, cria-se uma espécie de cápsula do tempo onde o desenvolvimento emocional muitas vezes para na adolescência.
Nesse cenário, a música "Bad" não é apenas uma trilha sonora; ela é uma ferramenta de regressão.
Por que isso acontece em grupos "de bairro"?
Identidade Coletiva Fossilizada:
O grupo se define pelo que era aos 15 anos. Se naquela época ser "o durão" ou "a popular" funcionava, eles se recusam a abandonar esse papel, mesmo aos 30 ou 40 anos. A maturidade é vista como traição ao grupo.O "Eco" Permanente:
Em bairros onde todos se conhecem, o gaslighting é mais eficaz porque o agressor tem controle sobre a reputação da vítima. Os Flying Monkeys (vizinhos, amigos de escola) reforçam a mentira, porque sua própria vida social depende de estarem do lado "vencedor".
Falta de Novos Inputs:
Sem conviver com pessoas diferentes ou realidades novas, o grupo se fecha em uma câmara de eco. Eles usam referências da cultura pop (como o MJ) de forma distorcida para justificar o bullying, pois não desenvolveram repertório para resolver conflitos de forma adulta.
A anatomia do bullying grupal em círculos antigos nos elementos é disfuncional.
A música e símbolo serve como um "transe" insano, que valida a agressão e dá uma sensação de estilo ao erro.
O líder geralmente é o mais inseguro, que usa o gaslighting para nunca ser questionado.
Os seguidores e pessoas com baixa autonomia cognitiva que preferem praticar injustiça a serem excluídos do grupo de infância, formam a massa do ajuntamento, e a crítica é recebida como uma declaração de guerra, nunca como uma oportunidade de crescimento.
O "Flying Monkey" por conveniência nesses bairros, resulta que o seguidor, muitas vezes sabe que o líder está errado, mas a falta de cognição que se mencionou é, muitas vezes, uma "cegueira seletiva", e opcional.
É mais fácil fingir que a letra da música justifica a atitude do que admitir que o amigo de infância se tornou uma pessoa tóxica.
Eles preferem a "lealdade" cega à integridade moral.O bullying grupal nesses casos é uma tentativa desesperada de manter o controle sobre um território (físico e social), que eles sentem que estão perdendo para quem realmente amadureceu e "saiu" da bolha mental do bairro.
Sir Mário Honorário
Reconhecer que o humano não tem como desvendar os projetos do Divino é a maior prova de inteligência que existe. É o que separa o filósofo do fanático.
