Um dia Percebemos Mário Quintana
É engraçado como só percebemos o valor de algo quando ele vira inexistente, a vida é estranha como uma bola de basquete quanto mais você bate mais alta ela fica e quando ela cai você até pode apanhar, mas não vais bater ela do mesmo jeito que antes.
“Quem diz que nunca errou, certamente não tentou coisas novas. Somente quando percebemos o erro é que decidimos o que fazer.”
As vezes quando nos encontramos sozinhos e percebemos que não temos mais ninguém, corremos para a nossa velha e fiel companheira "A escuridão".
Temos tanto pavor do fim do mundo, e não percebemos que todos os dias o mundo acaba para milhares de pessoas... Algumas delas, bem perto de nós.
Porque a vida é tão fulgaz
Tão rápida e passageira
Que quando percebemos
Lá se foi todinha, inteira.
Faça o seu melhor agora
Arrede o pé, sem demora
Abra a cancela, pule porteira
A verdadeira questão não reside nos problemas em si, mas na maneira como os percebemos e interpretamos.
É na indiferença e na falta de apoio que percebemos a verdadeira profundidade das conexões que cultivamos.
Chega um tempo da vida em que percebemos que já não dá para viver de brincadeiras. A vida está cada vez mais difícil e agressiva. Percebe-se que desistir daquilo que provocamos não é solução, porque a vida não espera por ninguém.
A única coisa que muitas vezes não entendemos é que não estamos em competição com outras pessoas, mas sim com o tempo. E o tempo não pára, não recua e não espera.
Existem momentos em que percebemos a nossa fragilidade humana frente aos fenômenos da natureza e a noção de segurança se esvai com outras certezas.
"De tempos em tempos, a desilusão destrói a ilusão que vivíamos, e então percebemos que o tempo já não é o mesmo, e que nós também já não estamos no mesmo tempo".
em determinadas ações percebemos uma certa pequeneza, por isto temos que mudar para uma grandeza para cair numa miudeza
Depois que aprendemos a observar sem julgamento, percebemos que não há mais espaço para ver e assistir com ingenuidade.
Nem percebemos
que quando chegamos a este mundo ,já estamos nos despedindo dele.A cada dia um novo dia surge,um novo sol,a nuvem que hoje desenha o papai Noel , nunca mais será a mesma,o vento que balança as árvores também se despedi e não volta nunca mais,outro vento ocupa seu lugar,a chuvinha gostosa molhando a terra,também se torna passado,amanhã será outra chuva.
Nós também seremos o ontem ,pra que outros vivam o amanhã,e assim a terra vai se renovando.
Tudo nesta vida tem fim,só não o amor.
Perdoamos quando percebemos que também somos imperfeitos e também porque é muito ruim guardar magoas no coração, lugar que é para guardar amor,por isso que machuca e só cura com o perdão.
Ao longo dos anos, percebemos que as ações das pessoas falam mais alto do que qualquer diálogo que possamos manter com elas, o qual, por sua vez, busca nos persuadir em relação a princípios que nem mesmo elas aplicam em suas vidas.
Às vezes, não percebemos o quanto é cruel fazer conjecturas sobre o silêncio.
Ele não se defende, não se explica, não corrige os nossos medos.
E, nesse vazio, inventamos sentidos, colocamos palavras que nunca foram ditas, intenções que talvez nunca existiram.
Talvez o silêncio não seja silêncio, mas apenas algo que ainda não aprendemos a escutar.
Existe um momento silencioso na vida em que percebemos que muitas das certezas que defendíamos com tanta convicção não nasceram da nossa reflexão, mas do conforto de pertencer. Pensar por si mesmo, então, deixa de ser um exercício intelectual e se torna um ato de coragem, porque questionar o que nos formou também significa aceitar a possibilidade de ficar temporariamente sem chão.
À medida que envelhecemos mais sábios ficamos, percebemos lentamente que usar um relógio de R$ 3.000,00 ou R$300,00 - ambos marcarão a mesma hora
Quer dirijamos um carro de R$150.000 ou um carro de R$30.000, a estrada e a distância são as mesmas e chegamos ao mesmo destino.
Se a casa em que vivemos é de 300 ou 3.000 Metros quadrados - a solidão é a mesma.
Existe um momento silencioso na vida em que percebemos que muitas das escolhas que chamávamos de nossas eram apenas caminhos que seguimos para não decepcionar os outros. É nesse instante que a liberdade começa — e também a angústia.
