Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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Você sacrificou tanta coisa. Sua vida pode ser mais do que decisões impossíveis, e um fim trágico. Você pode escolher VIVER

Hey, eu posso ser um idiota com pessoas que ainda não dormi. Eu sou realmente bom.

Creio, vivi um conto de fadas, mas sem o “felizes pra sempre”;
Foi mágico... lindo...
E certamente será inesquecível.
Não pude detê-lo, por mais que este fosse o meu desejo;
Deixei-o partir... e ele se foi, levando consigo o brilho dos meus olhos e o encanto do meu sorriso.
Fiquei observando... desejando que uma maré forte o trouxesse de volta.
Enfim, o mar silenciou-se.
Guardo em meu coração todos os momentos bons e o aprendizado proporcionado pelo “Cuide-se”
Deixei de focar em você e agora estou cuidando de mim... amando-me...como deve ser!
Cuide-se você também!!!
"o tempo passa e com ele a dor..."
06.10.09

Somente quem tem um verdadeiro pai, sabe a dor de não tê-lo nesta vida. A saudade é sufocante. Até mesmo o mais forte de todos os homens, não aguentaria a tua ausência se o tivesse conhecido, meu querido amigo, meu amor, meu pai.

Será que é paixão?

Eu perdi os sentidos, meu coração em pleno ápice de um colápso pede ajuda, sufocado pelas decepções ele sofre, afoga em mágoas de desilusões. Queria entender o sentido da paixão, saber lhe dar com ela, ignorar as minhas vontades, agir somente com a razão, sem sofrer, sem sentir a melancolia me consumir.
Chorar alivia? chorar alivia?
Na noite serena e estrelada vc se fez meu, em teus olhos mouros me rendi de encanto, nos teus doces lábios realizei o intenso desejo de te pertencer. Meu corpo próximo ao teu intensificava a minha imaginação.
Será que é paixão?, sentimento tão forte me dominou. Agora eu sofro, sofro e sofro. Porq eu sempre tenho que me apaixonar pela pessoa errada?, sou eu q estou equivocada em relação aos conceitos do coração ou os conceitos que formulei estão totalmente errados?
Dúvidas, pré-conceitos, me deixam confusa. Tentando fugir me perco ainda mais, nessa imensidão vazia q se tornou as minhas conclusões choro quieta, sozinha, ao som do timbre da tua voz em meu pensamento, relembrando o passado, tentando retomá-lo e embalsamá-lo num instante eterno para mim.
Sentimentos são compulsivos, me perdoe.
Enquanto viver ainda posso sonhar, compartilhe comigo este sonho e torne-o em realidade.

"As decepções não me mataram, estão me ensinando a viver, mas enquanto não aprendo, vou sofrendo intensamente."

A vida é uma eterna canção, cabe a cada um de nós colocar a melodia.

Amelie, agora com seus quase dezoito anos, agora sim, um número perfeito e ela também continua imperfeita. Qual é a graça de fazer tudo certo? Qual é a graça de ser perfeita? Não há graça alguma. E essa menina, que tinha olhos de ressaca, sabia de algo importante. Mesmo que a vida dela havia parado no tempo, conhecera os clichês como um bom e velho clichê dizia. "Depois da tempestade, chega o arco-íris".
E daí, Amelie? Todo mundo sabe que você adora tomar chuva.

Falemos de amor na poesia Leve de "Um soneto", de Guilherme de almeida:

Ama, quieto e em silêncio. É tão medroso
o amor, que um gesto o esfria e a voz o gela.

Não. O amor não é medroso. O poeta brinca apenas com a vulnerabilidade dos sentidos ao emprestar "O eco" à vida:

Perguntei à minha vida:
- "Como achar a apetecida
felicidade absoluta?"
E um eco me disse: - LUTA!"

Lutei - "Como hei de a esta pena dar a cadência serena
que suaviza, embala e encanta?"

- "CANTA!"

Cantei. - "Mas, como, num verso,
resumir todo o universo
que em mim vibra, esplende e clama?"
então, o eco me disse:

- "AMA!"

Amei - "Como achar agora
a alma simples que eu pus fora
pelo prazer de buscá-la?"
O eco, então, me disse:

- "Cala!"

Calei-me. E ele, então, calou-se.
Nunca a vida foi tão doce...
Tudo é mais lindo a meu lado:
Mais lindo, porque calado.[/i]

Lutar, cantar, amar e calar... assim queria o poeta. Lutar para que os desvarios mundanos não roubem nossa sensibilidade. Cantar a canção da dor e a canção o amor. Cantar pelos que, empedernidos, já não conhecem os acordes. Cantar por aqueles que impedem a canção alheia. Cantar o silêncio dos que não têm voz ou vez. Amar como ação necessária de encontros e paisagens. Contemplamos o mundo para conhecê-lo e transformá-lo. E calar? Mas como calar diante das feridas abertas da injustiça e da destruição do nosso irmão? Calar para, como Maria, a mãe da esperança, escutar a boa nova, a missão e então agir...

... Paciência não como acomodação. Calar é contemplar o que precisa ser mudado para depois lutar, combatendo o bom combate, e depois cantar uma canção nova e aí, então, amar. E calar novamente. Sim, amigo, é no silêncio dos nossos porões que habitam muitas razões.

Ganhar ou perder são imagens que temos de momentos que vivemos e de pessoas com as quais nos surpreendemos. Não sei, amigo, se você tem medo das perdas que surgem por ái. Ou se a paciência já é convidada do seu alimento diário. persigo a paciência como persigo a inquietação; Não quero deixar as coisas como estão. Quero mudar o mundo, sim, e para isso presiso também da paciência. E da cumplicidade. Sozinho, sou incapaz de prosseguir, até porque os medos contemporâneos não me abandonaram. Sozinho, sou capaz de desistir....

Deixar de ganhar não é necessariamente perder. Dois passos para trás ajuda a impulsionar um pulo!

A vida é como um pote de sorvete. Quanto mais para pra pensar nas partes que derreteram, mais as outras partes se derretem.

Para os males da liberdade só existe um remédio, é mais liberdade.

Sabe como é perder alguém? Não, não é querendo ser dramática. Mas é como se você tivesse um fio, e esse fio estivesse conectado ao seu coração, esse fio é revestido de sangue, esse fio agora é pele, corpo, esse fio agora são vocês dois, agora esse fio se transforma em um só ser. Mas por ironia do destino esse fio é partido, e não você não ficou sem sua parte, você ficou sem sua metade, sua segurança, seu outro eu.

Adrenalina é como amar alguém, todos os seus músculos se contraem, dá um grande frio na barriga e, depois de realizado, você sente uma leveza e alegria inexplicável, é muito bom.

Aos 30...

Até hoje o que se passou foi um ensaio da vida,
tudo não passou de um treinamento para um recomeço.
Surge uma nova oportunidade,
pois aos 30 é o primeiro dia do resto das nossas vidas.
Meus 5 anos vivo a inocência,
Meus 15 vivo a inconsequência.
Meus 25 vivo as aventuras de 25 moleques onde tudo eu podia fazer.
Aos 30 trago toda a experiência que os três me proporcionaram,
boas ou ruins, mas que me trouxeram até aqui.
No anzol dos 30, trago amizades e familiares que tornarão o futuro mais interessante.

Aos 30 saio da imortalidade.

Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar na chuva quando a chuva vem.

O ponto final da história nem sempre é o fim, às vezes e um novo capítulo.

NÃO DESPERDICES A VIDA
Não te esqueças que a vida é um momento que voa
um efêmero instante de beleza e alento;
vive pois sem temor e com desprendimento
o que ela te ofertar, sem maldize-la à-toa!

E' uma nuvem que muda aos caprichos do vento!
Se hoje a perdes... O tempo nunca te perdoa!
Vida! Repara bem como a palavra soa!
Não temas pronunciá-la com deslumbramento!

Há alguém, não sei quem é, mas disto estou seguro,
que nos há de intimar num remoto futuro
a dar contas da vida que um dia ganhamos...

E após tal julgamento estranho, com certeza
havemos de sofrer e pagar, se em defesa
não der-mos as razões porque a desperdiçamos...

Aproveite cada momento único que a vida te deu. O tempo é um trem só de ida, e as lembranças te permitem sentir o gostinho do que passou e não volta mais.

O amor é um sentimento muito profundo.
Machuca, sofre perdoa e sente saudades.

Cinza


Há fases que chegam como um sopro frio.
Momentos que parecem longos demais, silenciosos demais.
A vida continua, mas tudo ao redor parece coberto por uma mesma cor: cinza.


Não é um tempo de sorrisos fáceis nem de calor no peito.
É o tempo das pausas, das esperas, das perguntas que não têm resposta.
O tempo em que a alma aprende a caminhar devagar.


E, mesmo assim, existe beleza aqui.
Ela não grita, não se exibe, é discreta, quase tímida.
Só é vista por quem olha com mais do que os olhos.


Porque até nos dias sem brilho,
há algo que se move, que resiste, que permanece vivo.
E é isso que, um dia, prepara o coração
para reconhecer o sol quando ele voltar.