Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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Muita gente passa a vida reclamando de coisas que não gosta. Isso dá poder a essas coisas, dá “chi” pra elas. Deveríamos focar nossa energia nas coisas que queremos conquistar, e não nas ruins.

O certo era a gente estar sempre brabo de alegre, alegre por dentro, mesmo com tudo de ruim que acontecesse, alegre nas profundezas. Podia? Alegre era a gente viver devagarinho, miudinho, não se importando demais com coisa nenhuma.

Guimarães Rosa
Grande Sertão: Veredas

Quando a gente gosta de alguém, é normal sentir saudade, mesmo que só faça, sei lá, alguns dias que a viu (que, na verdade, parecem anos). É normal ter aquela vontade de mandar mensagens e mal controlar a vontade de ouvir a voz. Talvez seja normal chorar de vez em quando, porque você sente um vazio irritante quando estão longe. É normal tentar fazer milhares de coisas só pra não ficar o tempo todo no pé da pessoa, sendo pegajosa. É normal ter medo de fazer ou dizer algo que magoe. É normal se preocupar se chega tal horário e nenhuma mensagem chegou. É normal, ou talvez nem tanto, querer avançar o tempo pra quando puderem ficar juntinhos de novo. É normal procurar qualquer assunto só pra ter um motivo pra falar, passar algum tempo relendo mensagens e pensando em coisas pra escrever, pra quem sabe, conquistar mais um pouco uma pessoa. Eu espero que seja normal se sentir insegura de vez em quando, ficar chateada consigo mesma e querer estar com a pessoa cada segundo do dia. Porque, se não for normal, vou precisar de um médico.

Não é só a morte que iguala a gente. O crime, a doença e a loucura também acabam com as diferenças que a gente inventa.

Tem gente que tem cheiro do colo de Deus. Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza...

A gente vive perdendo coisa. Perde a paciência, perde o ânimo, perde as chaves, perde cabelo, perde o sono, perde o emprego, perde amigo, perde saúde, perde memória, perde festa, perde a novela, perde brinco, perde ônibus, perde sangue, perde dinheiro, perde oportunidade, perde a hora, e até rim. Depois de perder tanta coisa, a gente já não devia ter aprendido a perder? Vou fazer com homem, a mesma coisa que faço com os ônibus, com a certeza de que daqui 20 minutos aparece outro, com a esperança de que seja mais bonito, mais confortável, e me leve até onde eu quero.

"A gente ama o que precisa, ama o que faz a gente se sentir bem, ama o conveniente "

É muita gente falsa falando de falsidade, falam de amizade e na hora que você precisa não está junto contigo, é gente falando de mentiras mas não sabem ser sinceras uma com as outras, falam de modo de tratar mas na primeira oportunidade tratam de forma indiferente ou arrogante, muita gente falando de lealdade mais traem sua confiança mesmo sem que sem querer, falam de amor ao próximo mas só pensam em si, pessoas que falam em humildade mas na oportunidade de ser humilde viram a cara e fazem vista grossa, pessoas querendo ser sociáveis mas na verdade é só troca de interesses. Emfim, muita HIPOCRISIA!

Se meu sorriso mostrasse o fundo de minha alma, muita gente, ao me ver sorrir, choraria comigo.

Tem gente que tem a capacidade incrível de nos mostrar com sua presença o quanto é bom estar sozinho.

Tem gente que confunde mentira com mudar de idéia. Posso gostar hoje e não gostar mais amanhã, isso não significa que eu estava mentindo ué.

Sou a favor da transparência, de gente de verdade, sem retoques, sem artifícios.

Tem tanta gente sendo feliz e você com medo da entrega se baseando nas histórias tristes.

Todos elogiam o sonho, que é o descansar da vida. Mas é o contrário, Doutor. A gente precisa do viver para descansar dos sonhos.

E quando a gente sabe que gosta, mas não sabe se quer?

Mas a gente sempre erra, como dizia Paulo Freire, somos seres inacabados, há sempre novos erros a cometer, novas lições a aprender

Gosto de gente com a cabeça no lugar, de conteúdo interno, idealismo nos olhos e dois pés no chão da realidade.

Desconhecido

Nota: Trecho de um poema de autoria desconhecida.

Continuo não querendo conhecer gente que eu não conheço.

Tanta gente vive em circunstâncias infelizes e, contudo, não toma a iniciativa de mudar sua situação porque está condicionada a uma vida de segurança, conformismo e conservadorismo, tudo isso que parece dar paz de espírito, mas na realidade nada é mais maléfico para o espírito aventureiro do homem que um futuro seguro. A coisa mais essencial do espírito vivo de um homem é sua paixão pela aventura. A alegria da vida vem de nossos encontros com novas experiências e, portanto, não há alegria maior que ter um horizonte sempre cambiante, cada dia com um novo e diferente sol.

Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.

José Mauro de Vasconcelos
O meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 2004.