Um dia a Gente Aprende Mario Quintana

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⁠CESTA DE NATAL AMARAL.
Houve um época, que o charme em Santa Mariana era,
no final do ano, comemorar o natal se deliciando com os produtos que vinham dentro das famosas, "Cesta de natal Amaral.". Então, nesse tempo., com meus 9 anos de idade, ela era meu o sonho de consumo. Sonhava com aquela maravilha. Havia propaganda nas emissoras de rádio, No alto falante do bacarim,Nos carros de som pelas ruas da cidade, que divulgavam a bendita cesta. Você podia compra-la no inicio do ano e ir pagando mês a mês, até chegar o natal.
Próximo da nossa casa, havia uma família, classe alta, que comprou uma cesta daquela.,a maior, numero cinco.,( quanto maior o numero maior o tamanho da cesta). Fiquei o ano todo esperando a chegada do caminhão que fazia a entrega. Meu desejo era ver se era verdade e se tinha tudo aquilo que eles mostravam nas propagandas, dentro da cesta, isso, claro, se o meu vizinho permitisse . Num belo dia, final do ano, eis que chega a tão esperada cesta. Uma festa na nossa rua. Moleque pra tudo quanto era lado. .Eu, como morador vizinho, me sentia meio sócio do objeto, com direito até à descrever alguns detalhes da referida Cesta.. Naquela noite, depois de uma espera angustiante, me foi permitido olhar dentro daquela coisa linda.mas só por cima sem tocar em nada. Depois de aberta, eu vi: havia uns enfeites de papel celofane vermelho., e do meio dele dava pra ver as pontas dos litros: do vinho, dos espumantes / champanhe, suco de uva.,Tinha também castanhas. Mais para o fundo, os donos remexerem e apareceu, debaixo do papel vermelho, uma maravilha., uma obra prima muita linda.Era uma lata redonda. Na tampa, as figuras desenhadas daquilo que vinha dentro. Eram quatro desenhos no formato de triângulos, com as bordas arredondadas. Não teve jeito, pedi para segurar aquela maravilha..,relutaram mas deixaram que eu segurasse por
alguns segundos, aí eu pude ter nas mãos aquela lata magica . Olhando para ela, deixei que a minha imaginação viajasse e eu pudesse saborear, um pedaço por vez, da goiabada, da marmelada, do figo e do marron glace, que fiquei sabendo o nome naquela noite., pra mim era batata doce..Alguns dias depois, fuçando no entorno da casa do vizinho, meus olhos se depararam com ela--ela mesmo!, a lata. Aquela obra prima, ali, jogada,vazia, como se fosse uma coisa qualquer. Por alguns segundos, fiquei, ali, olhando pra ela, meio consternado pelo fim que ela teve.. Muito tempo depois, alguém da minha família comprou uma lata igual àquela, e eu pude conhecer o sabor daqueles doces. mas não era natal. e nem era da Cesta de Natal Amaral./i

Inserida por IvoMattos

⁠Histórias que vão construindo uma vida. IV
Começando uma outra história.
O sr. Munck foi um empreendedor visionário . Ele era norueguês, amava o Brasil. A Munck chegou a ter quatro fabricas, com mais de mil funcionários. O grupo possuía escolas profissionalizantes para os funcionários e seus filhos. Médicos e dentistas nas dependências das fábricas. Plano de Saúde, de salários, gratificações etc.. No meu segundo ano,trabalhando na Munck, ganhamos uma concorrência internacional, na Venezuela, Competimos com empresas americanas e canadense.
O Senhor Munck faleceu em 1985., O filho mais novo, dos quatro que ele possuía, assumiu a presidência da empresa. Por varias vezes eu pedi demissão. Não me dei bem com ele. Eu tinha um projeto de trabalhar por conta própria, mas todas às vezes que eu pedia demissão ele me convencia a não sair. Na última,1985, ele me passou a gerência da área comercial da fábrica. Passei, então,Junto com os equipamentos de linha viva a gerenciar a parte comercial dos outros equipamentos que a Munck fabricava, administrando toda a área de distribuidores do Brasil e mais os vendedores, (cinco engenheiros mecânicos) que atendiam São Paulo capital e o interior do estado. Fiquei na Munck até 1990, foram nove anos de trabalho
A Munck desenvolveu seu equipamento usando como modelo um equipamento americano. (Até hoje somente três países fabricam esses equipamentos, Brasil, Estados Unidos e Canadá). A parte metálica do equipamento estava pronta, o problema estava na parte isolante,feita em fibra de vidro. A técnica estava nas mãos dos americanos e canadenses. No Brasil somente uma empresa tinha a técnica, a mesma que eu tinha trabalhado e ela jamais iria ajudar a a Munck, pois nos estados unidos ele fabricavam o equipamento concorrente. Depois de várias tentativas sem resultados positivos e com o tempo passando, não tive dúvida, fui atrás do meu amigo, (aquele que foi meu instrutor de linha viva e que possuía uma empresa com condições de fazer as peças em fibra de vidro que a Munck precisava). Durante um mês e depois de vários testes de resistência dielétricas (isolantes) e mecânicos, as peças estavam prontas para serem acopladas no equipamento. Os testes do equipamento demoraram uns três meses e já se passando quase seis meses do meu início na Munck o equipamento foi aprovado.
Depois das propostas comerciais Cesp efetuou a compra dos primeiros equipamentos, (cesta aérea) com isolação para trabalho até 138 kW, totalmente brasileiro =, uma vitória.
Quando fui buscar o pedido para doze unidades com valor aproximado de um milhão de dólares, com sinal de 30% no pedido , havia toda uma especificativa para "botarem a mão no pedido e no cheque, .Primeiro, pelo investimento,que tinha sido bastante custoso para o desenvolvimento do esquipamento, segundo, passar a ser um fabricante de cesta aéreas, o que lhe permitiria atender outros clientes no Brasil e fora do país
Depois que a Cesp homologou o equipamento, iniciou uma nova fase. As outras empresas passaram a adquirir os equipamentos da Munck (cestas aéreas) e na sequencia empresas da America do Sul, que até então compravam dos Estados Unidos e do Canadá.
No final do ano, comemorando as vendas de todos os equipamento, tinha sido um bom ano para a Munck, ele fez um deferência muito especial para o setor de cestas aéreas.
Depois disso passei a viajar para atender, especificamente os usuários desse equipamento, no Brasil e fora,
Trabalhei na Munck até 1990. /i

Inserida por IvoMattos

⁠Os dois meninos.

No segundo do primário, acho, alem do menino com cabelos de anjo, tinha um outro menino, Este filho de fazendeiro.. Todos os dias, um carro da fazenda trazia e buscava o menino fazendeiro. O motorista ficava em frente ao portão da escola esperando.
Teve um tempo em Santa Mariana, quando a cidade não tinha asfalto, era necessário jogar água nas ruas para diminuir um pouco a poeira. Isso era feito por dois caminhões, chamados de "regador ". Eles lançavam jatos de água sobre a poeira e por uns tempos amenizavam aquele “poeirão.” Esses caminhões eram abastecidos de água no lugar onde eu morava,,o local era chamado de bomba d água. Vez ou outra eu pegava uma carona com eles. Um era operado pelo Senhor Luiz, pai da Leonilda o outro pelo Senhor João pipoca. Um belo dia, bem no horário da saída das aulas, passando na minha frente: la estava o Senhor o João pipoca.Ele para o caminhão e me chama. Imaginem a cena: aquele menino, filho de fazendeiro , com sua prepotência, olhando para o caminhão "regador", e como, todos meninos da nossa idade, admirando a operação. Ele me viu subindo na cabine do caminhão e ficou me olhando com uma inveja danada, porque, de todos aqueles meninos, somente eu tive o privilégio de me sentar da cabine. Fechei a porta, botei o bracinho para fora e por uns segundos fiquei mais importante do que eles: o menino de motorista particular e também do menino com cabelos de "anjo"./i

Inserida por IvoMattos

O comprador de ovos.
Eu tive um amigo, quando criança, que vendia ovos. Ele era mais velho que eu. Ele percorria os sítios da redondeias com ser carrinho de madeira (um caixote) e ia comprando a "produção" q depois ele vendia na cidade. Uma vez ele me convidou para ir com ele, eu e mais um amigo em comum. Saímos cedo. No caminho ele foi explicando o processo que ele usava. Bem mais complicado do que o de frutas, que era bastante simples que consistia em colher um cento de mexerica, botar no carrinho, pagar e voltar para a cidade e já começar as vendas. Ah, e a gente podia comer à vontade nos pés, diferente de ovos que você não podia comer. O dono, (sitio dos Geraldo) uma pessoa que tinha o coração maior do que ele, nunca contava o que a gente colhia. Uma vez eu troquei uma espingarda de pressão por uma cabrita com ele, mas isso é outra história; Mas então.. o mercado de ovos funcionava assim: havia a compra com entrega imediata e com entrega futura. Era aquele sistema que mexia com nossas cabeças, , --"quando acontecer, vocês vão entender" na prática fica mais fácil, disse ele-". E lá fomos nós acompanhando ele, torcendo para acontecer uma compra futura. Acho que no terceiro vendedor aconteceu. O nosso amigo comprou uma dúzia e levou somente seis ovos. Num outro ele pagou seis ovos e levou uma dúzia. Foi então que entendemos aquele mercado. Meio complicado, diga-se de passagem. Ele adiantava o dinheiro quando as galinhas, por algum motivo, desconhecido por nós, não liberavam a produção, mas o vendedor precisava do dinheiro, então ele completava numa próxima negociação. Com aquele sistema ele prendia o vendedor, que não vendia para outro comprador .
Depois daquela aula, na volta ele veio nos contando sobre um rio que existia por alí e que, infelizmente, iríamos ter que atravessá-lo, e pior, a ponte era muito estreita e tinha sido construída sobre a parte mais funda do rio. Vez ou outra ele dizia: --"Escuta só, o barulhos do rio,tá lá bufando! igual a um bicho."- era com tanta criatividade, que passamos, também, a escutar o "bufo" do rio. Quanto mais perto, mais aumentava nossa curiosidade. Quando chegamos, era só risadas, Crianças riem de tudo. Era um riozinho, (rio balaio, para quem é da região) que tem menos de dois metros largura, mas naquele dia era como se tivesse cem.

Inserida por IvoMattos

⁠Se eu pudesse voltar.
foi se um tempo
um tempo que, já quase esquecido,
surge de repente, agora se apoiando em velhas lembranças;
rebusca a memória, força momentos que vem e vão como se fossem estrofe de um velha canção de ninar;
fecho os olhos e me vejo em lugares, cheio de rostos
conhecidos com perguntas que ficarão sem respostas.
o tempo se foi hoje. /i

Inserida por IvoMattos

⁠Foi um engano inocente achar que eu conseguiria te esquecer.
Em todos os lugares por onde eu passei, lá estava você. /i

Inserida por IvoMattos

⁠era para ser somente um sonho.
era tudo uma brincadeira,
uma mentira qualquer...
onde mais e com quem mais a não ser com você?
mas a mente valente, dominou o coração inocente,
calou a saudade, soltou as correntes e nem olhou para trás; partiu!
quem ficou, ficou esperando sem acreditar que fosse de verdade, mas era quase tudo verdade, mesmo brincando de "brincadeira". /i

Inserida por IvoMattos

⁠se houvesse existido uma volta, todos os amanhãs teriam sido tarde demais para um recomeço. /i

Inserida por IvoMattos

⁠.....é um roubo levar as lembranças embora.
elas não nos pertencem. sozinhas não sobrevivem, não têm vida...morrem. /i Ivo Terra Mattos.

Inserida por IvoMattos

⁠queria ter te amado
ter ganho um abraço
sentir orgulho de ser seu
mas você não me ensinou
seus olhos não me buscavam,
mas sua indiferença, sim
queria ter te beijado,
ter te abraçado, mas você nunca estava
queria ter te amado sem ser imitação
amar com o coração
mas você não me ensinou
nem sabia o que de fato eu era seu.
tudo teria sido diferente
não teria que ir me desfazendo de você
pelos caminhos.
não teria tido tantos pesadelos e tantos medos.
tantas perguntas e tantas angustias.
você poderia ter sido meu amigo de fato. /i Ivo Terra Mattos

Inserida por IvoMattos

⁠*Copo de veneno*

La em cima do piano
Havia um copo de veneno

Quem bebeu, não morreu
Sentiu o doce na boca...
... se corrompeu

E o culpado?!!

O culpado...
Claro!!!
Fui eu!

Pois ninguém ... ninguem
rouba pão na casa do João ..
A não ser que o Zé
Tenha aberto o portão

Por isso
Não confie em palavras bonitas
Pois
Muitos tem açúcar na boca
E veneno no coração
Abre as portas da casa
Mas te tranca no porão

Não, não, não

Não!! é não !!

Na terra do "quem pode manda"
Quem não pode "abaixa a orelha"
O "não" se tornou ilusão .

Nessa de faça o bem, sem olhar a quem
O mal me quer... bem mal, meu bem.
Vigiando seus passos
Todas as câmeras estão em você.

Se não te valorizam
Vai encher bolsa de valores, pra quem?

Para os que se contaminam
Com cartelas de intrigas
Ou os que se afogam
nas garrafas da fofoca

A diferença entre remédio e veneno
é apenas a dosagem
Uma gota de amor
Duas de ódio
E três só de ruindade ...

Thibor

Inserida por Thibor

⁠TSURU

Um leve toque no ombro
Revelou... "a paz que eu quero, em todo meu mundo."
Uma voz...De tom suave, rubro escarlate ao fundo sussurrou.

Lembrava uma canção do
Echo and the Bunnymen...
"Lips Like Sugar".

Com simplicidade questionou:
-Somos iguais?

(De certo modo , naquele instante levava- se a crer que tal diferença existira.
Seja por pré-julgamento implantando na sociedade ou por estereótipos sem sentidos...Desde a classe social, ao comportamental, passando pela diferença de gêneros, anseio de crises mentais, dogmas, ou simplesmente uma paranóia instantânea.)

Mas... pela retina da minha alma.

Apenas as mangas, os diferenciavam...

Ao mesmo tempo ao fundo
Cólera gritava: "vem meu igual!!!

Haveria compatibilidade???

Haverá futuro???

Meu olho seco...
Que mesmo através das lentes vermelhas, míopes e com olheiras de cartelas de desprazeres.

Enxerga que há tristeza em sua íris!!!

Que, as lagrimas derramadas, se dissolvam em aquarela.
Criando um arco, para que eu possa colorir seus poemas.

Floresça suas pétalas, com doses sonoras do puro suco das abelhas assassinas.
E descarregue sempre em suas raízes, doses extra de "Nunca Mais".

Enquanto jovem
Gritei a plenos pulmões
"Sou Sobrevivente da Periferia"

Com um pensamento de que um dia eu poderia viver, sem precisar sobreviver.

Hoje, sobrevivo as margens da socieda em meio ao Caos da cidade cinza.

-O Marginal vai aonde?

Vou protestar e sobreviver!!!

Protestar contra sua arrogância patriarcal imposta dentro de casa
Contra o álcool que embebedava suas falas agressivas, racistas e machistas.
Protestar, para que minha Mãe e todas as Mães... não sofram os abusos caladas.

Vou Protestar e sobreviver.!!!
Esse é o lema...

O fardo que carrega nas costas
É menos visível que a marca da dor em seu peito.
Em seu olhar sente-se a presença do prazer em ensinar e aprender.

Mesmo com as intempéries
Lembre-se
Depois da tempestade vem a bonança.
O caminho sera longo e cheio de obstáculos.
Mas o destino será gratificante e satisfatório.

Lá, as 12 jóias te espera.

Com "Conhecimento",
Encontrará "Sabedoria"
Assim terá a "Compreensão."

A "Liberdade", terá com, "Justiça" e "Igualdade".

"Alimentos" para compartilhar,
"Vestes" para a proteção
e um "Lar" para se aconchegar.

Com a "Paz" terá harmonia em seu coração.
Verás como o "Amor" nascerá em forma de um pássaro, voando em sua direção.

A "Felicidade" está ao seu dispor... venha voar.

Thibor







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Inserida por Thibor

Em Cores

Dichavo esses versos e peço..
Um pouco mais de respeito!
Pois estes dedos amarelados
Sabe sim!! muito mais, da missa,
Do que o terço
Dourado e brilhante, não foi o meu berço...
Talvez meio Embaçado, ofuscado
Em tons autoritários somados a libertação dos gritos vermelhos.

Mas teve apreço...

Não coloquem preço nas minhas palavras
Libero elas gratuitamente...
Em tons de cinza azulado fumaça.
No enrolar da canoa de papel
Levo de volta quem do futuro veio ao passado,
Pra se encontrar em um presente que nem lá foi embrulhado.

Nos traços que lhe trago a verdade.
Em verdes e tragos
Casos e acasos de um pacato finin bolado
Sem yellow finger ou pitera de nutelagens
Só aprecio os versos da neblinna
E vejo as nuvens formando imagens

Por que escarlate.

O pico mais alto pra se encontrar no poço mais fundo da ignorância incolor
A lama da hipocrisia já está no pescoço
As marcas de tom Roxo Brasilis q só deixam a dor
A mídia-marrom: tragédia, mentira e carnificina
A paz com certeza não é Branca
Tiram do preto toda sua alegria

Os olhos castanhos dos índios
Já viu muito Urucum jorrar dessa terra
Que o verde, amarelo e azul
Seja um arco íris em nossa janela
Pra que a arte da vida seja desenhada como em uma aquarela.
Cobrir com arte o ódio, e apagar todas suas sequelas.

Sejamos artistas do nosso propio universo
Criem mundos magenta , com mais amor e muito mais versos.
Acredite mais na força de novos parágrafos do que na contenção dos escuros pontos finais.
Pintem, criem, cantem, dancem e nunca esqueça seus ancestrais .

Por mais veracidade das cores em fatos
Nas palavras e atos
O justo e o correto tem que caminhar lado a lado
equilibrando a balança de bronze pra estabilizar
Entao, vai nivelando ai sua forma de agir e pensar.

Coloca a massa cinzenta pra funcionar.

Thibor

Inserida por Thibor

Parabéns! Que a data do seu aniversário seja um novo marco de alegrias, com paz, amor, saúde e suuuuucesso (com o efetivo atingimento dos ideais perseguidos)!

⁠Feliz ano novo! Que 2021 seja um portal de entrada para a realização de todos os seus melhores sonhos represados! Viva!!

⁠No campo dos negócios, importa que somos uma marca, porém não somos um produto.

⁠De um lado, exclusões e inclusões, predileções e desprestígios, baixa auto estima e alta auto estima, afetos e desafetos, escolhidos e preteridos, nas redes apenas se reproduz, por vezes, um retrato da realidade. Por outro lado, há perfis que são ficções totalmente distorcidas do cotidiano, por onde, o perfil se auto referencia, com algo inexistente no mundo real, em ilusão singular. Na Matrix, em Nárnia, em um imaginário qualquer...

Estamos vivendo uma época estranha e paradoxal. Enquanto tentamos dar um toque humano à inteligência artificial, ao mesmo tempo nos tornamos robóticos no atual modo de viver, com métricas, gurus e fórmulas mágicas, como se isso fosse possível perante a complexidade humana e o que chamamos de acaso.

"A saúde é um investimento, não um custo. Não espere a doença para valorizar o que hoje está ao seu alcance."

Inserida por Andersonsilva1992

⁠A amizade é linda até que um dos lados manifeste a necessidade, especialmente se for financeira.
As declarações pretéritas são desmentidas de imediato.

Inserida por EliomarGaiteiro