Um dia a Gente Aprende Mario Quintana
A arte de ser feliz. Ponha no rosto um sorriso quando a tristeza for ecoar seu choro de dor, ponha na mão uma espada mental quando a vontade de desistir for evidente, ponha nos pés asas quando o chão abrir como um poço sem fundo, seja surdo aos apelos da desistência, abra os olhos na escuridão e veja luz onde há trevas, no final mesmo cego você verá que isso tudo era apenas uma guerra de você contra você mesmo
Há vida é um desafio por isso sempre devemos está preparado para enfrenta-los e não ser supreendidos.
Desejamos Tanto viver um grande amor mas quando é preciso enfrentar lutas para provar esse amor " Desistimos " (...)
Aos olhos de quem me julga sou um simples alvo, mais pelo azar de muitos não é tão simples me acertar
Ainda insisto em ver [o fim] como um erro.
E é um erro daqueles!
Imagina um ponto final no meio da frase?! Então...
Não importa o quanto você seja bom.. sempre há um lhe dá um tapa na cara para lembrar-lhe que também existe pessoas ruins..."Oferecer a outra face?" Não. Isso é só uma metáfora que diz aqui se faz aqui se paga!
Todo vício pede um tempo para desintoxicação,
Assim eu também preciso de um tempo
Para poder me livrar de você.
Não é fácil devo dizer.
Quando a saudade vem o corpo sofre,
Sinto dores em lugares que nunca imaginei.
Choro!
O choro lava a alma e ameniza a angústia,
Depois do sofrimento vem a melancolia.
Encolho-me abraçada às pernas
Em um canto qualquer da minha alma.
Ali, sozinha, espero a dor passar
Mais um dia se vai.
Ainda é muito forte o que sinto,
A abstinência de você não é fácil
Mas a amanhã será outro dia.
Um pouco mais de sofrimento
E chegará um dia que meu corpo estará limpo,
E eu poderei caminhar livremente
Sem dor ou sofrimento.
Haverá muito mais luz em meu caminhar
E talvez algum dia reencontre o prazer de amar.
Eu só queria ir para um lugar aonde eu esquece-se todas as decepções, aonde meu sorriso pudesse voltar a ser sincero, aonde tudo fosse lindo e o amor fosse verdadeiro, aonde me amassem do jeito que eu sou, que não me criticassem.. Aonde eu pudesse ser realmente feliz.
Em meio a tantos salgados e azedos, existe um único doce lindo, colorido e cheiroso. Aqueles doces de desenho sabe? Perfeito!
Talvez esse doce seja o mais gracioso de todas aquelas guloseimas do balcão. Mesmo sendo o único com taxa elevada de glicose e anilina do lugar. Chama atenção apenas por sem quem é, sem precisar seguir a “tendência” dos salgados, amargos, azedos e Cia.
Obrigada meu doce!
A BOLA DA VEZ
Estava uma bola rosa em casa, fazendo o que sempre fazia. Quando ouviu um barulho bem baixo vindo da parede colorida de seu quarto. Era uma fada. Uma fadinha presa. A bola desesperada queria ajudar de alguma forma aquela fada, com uma voz tão doce.Tinha medo de quebrar a parede e machucar a pobrezinha. Mas não tinha outra opção. Pegou o martelo mais pesado que encontrou nas ferramentas do papai Bolão Azul e libertou a fadinha sem nenhum arranhão.
Foi mágico, assim que a fada saiu da parede, a parede se reconstruiu e a fadinha a agradeceu muito. Elas começaram a conversar e a pobre fada disse estar presa ali por causa de um feitiço que uma rainha rogou. A rainha parecia boa e confiável, sempre cheia de certeza e razão. Com argumentos para qualquer circunstância, aparentemente sem motivos para desconfiança.
Por trás de tudo isso, tinha alguns planos malvados para enaltecer seu nome nas costas da doce fadinha. Maaaas... A fada era doce e não boba! Percebeu na hora que a rainha era má e que seus planos geniais eram estratégias que usavam a pobre fada como ferramenta.
Sem pensar duas vezes, a fada, com toda a sua inteligência quis cair fora dessa situação. Foi então que a rainha descobriu e prendeu a fada em uma parede aleatória, de um quarto aleatório de um lugar qualquer. Pensando que ninguém nunca ouviria seus gritinhos melodiosos. O poder da pobre fada estava interrompido enquanto ela estivesse presa.Eis que a bola rosa ouviu o grito e a libertou.
Depois que a bola ouviu essa história, ficou chocada e com muita, mas muita raiva da rainha e de seus aliados. Mas nada podia fazer. A não ser ficar ao lado dessa fada doce que não merecia nem o vento do inverno, que insistia em dificultar seu vôo jardins afora.
A rainha, toda cheia de si, jurou que a fadinha aparentemente frágil e sem defesa, faria um chamado para voltar e pediria desculpas por aquilo que nem se quer tinha feito. E ficou surpresa ao não receber nenhum tipo de notícia. Seus aliados, cujas cabeças tinham sido literalmente programadas para obedecer e concordar com a rainha, começavam a desacreditar em seu “tamanho poder” e foram a abandonando aos poucos. Ela, toda orgulhosa, aparentemente não deu bola pra isso. Afinal, jurava que continuaria “poderosa” mesmo sem ninguém ao seu lado.
Por fim, a rainha acabou sozinha, sem amigos e sem aliados. Quase entrou na depressão. Só então, depois de ter que passar por tudo isso, resolveu pedir desculpas para a fada. Mas a fada, madura, disse que ela não lhe devia desculpas alguma e que o tempo já havia lhe castigado o bastante para ela aprender. Enfatizando que as coisas jamais serão como sempre foram antes de tudo isso, mas que a convivência é sim possível desde que haja respeito de espaço e opinião.
A rainha ficou impressionada com a atitude da fada, mas depois de tanta coisa, concordou com as novas “regras”e elas viveram neutras enquanto foi possível.
A bola nunca mais se separou da fada, sua confidente e melhor amiga e viveram unidas para sempre.
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