Um dia a Gente Aprende Mario Quintana
Quando a Saudade me abraça um pouquinho mais apertado, o que me consola é a Gratidão pelo Azar
de ter tido tanta Sorte.
Porque há encontros que, mesmo quando a vida os transforma em despedidas, continuam acontecendo dentro da gente.
Há pessoas que partem, momentos que não voltam, abraços que se tornam lembranças e sorrisos que, de tão vivos na memória, quase nos convencem de que o tempo ainda não passou.
E talvez seja esse o paradoxo mais bonito e mais doloroso de existir: descobrir que algumas das coisas que mais nos fazem falta são justamente aquelas que mais nos fizeram felizes.
A Saudade, no fundo, é uma espécie de Eternidade disfarçada de Ausência.
Ela nos lembra que o tempo pode levar a presença de quem amamos, mas não pode desfazer o que foi verdadeiramente vivido.
O que passou não deixou de existir; apenas mudou de lugar.
Saiu do alcance das nossas mãos e encontrou morada naquilo que somos.
Está nos nossos gestos, nas nossas escolhas, nas palavras que repetimos até sem perceber, e até na maneira como olhamos para o mundo após termos conhecido alguém que nos ensinou a enxergá-lo de outra forma.
E é aí que nasce a Gratidão pelo Azar de ter tido tanta Sorte.
Azar, porque a vida não nos permite conservar tudo aquilo que amamos.
Porque a morte, essa arquiteta imprevisível e implacável dos nossos destinos, não nos consulta antes de mudar os cenários, encerrar capítulos ou transformar presenças em lembranças.
Azar, porque, às vezes, precisamos aprender a continuar vivendo com um espaço vazio onde antes existia alguém.
Porque amar também é aceitar a vulnerabilidade de não ter garantias, de não possuir o amanhã e de não poder negociar com o tempo.
Mas Sorte…
Ah, quanta Sorte!?!
Sorte por ter cruzado caminhos que poderiam jamais ter se encontrado.
Por ter vivido histórias que não estavam escritas em lugar algum.
Por ter conhecido pessoas que fizeram o mundo parecer maior, a vida parecer mais leve e os dias comuns ganharem a importância das coisas extraordinárias.
Sorte por ter tido motivos para rir até perder o fôlego, por ter encontrado abrigo em um abraço, por ter experimentado aquela sensação rara de estar exatamente onde se deveria estar, ao lado de quem fazia aquele instante valer a pena.
Talvez a maturidade comece quando deixamos de perguntar apenas por que certas coisas precisaram acabar e passamos a agradecer porque, um dia, elas começaram.
Quando compreendemos que a finitude não anula o valor de uma experiência, assim como o pôr do sol não torna menos belo o dia que termina.
Há coisas que não precisam durar para sempre para terem sido eternas naquilo que despertaram em nós.
Não se trata de romantizar a perda, nem de fingir que a ausência não dói.
Há dias que a Saudade pesa um pouquinho mais, os silêncios apertam e as lembranças chegam metendo os pés na porta.
Há momentos em que a razão entende, mas o coração continua procurando.
E tudo bem.
Nem toda dor precisa ser vencida; algumas precisam apenas ser acolhidas até que aprendamos a carregá-las sem deixar que nos impeçam de caminhar.
Porque existe uma diferença imensa entre sofrer por aquilo que “perdemos” e reconhecer a riqueza daquilo que tivemos.
A primeira nos prende ao que já não podemos mudar; a segunda nos reconcilia com a beleza de termos vivido.
E talvez a verdadeira sabedoria esteja justamente nessa travessia: permitir que a Saudade nos visite sem esquecer que a Gratidão também mora em nós.
No fim das contas, a vida não nos promete permanências.
Oferece encontros, possibilidades, instantes e a liberdade — nem sempre fácil — de atribuir significado ao que nos acontece.
Não escolhemos as despedidas, não controlamos todas as mudanças e não conseguimos proteger para sempre aquilo que amamos.
Mas podemos escolher não transformar o fim em uma negação do começo.
Podemos olhar para trás sem desejar apagar a história só porque ela terminou.
E, quando a Saudade me abraça um pouquinho mais apertado, tento me lembrar de que nem toda ausência é sinal de fracasso, nem todo fim é uma injustiça e nem toda lágrima precisa significar arrependimento.
Às vezes, chorar é apenas o coração reconhecendo o tamanho da bênção que foi ter vivido aquilo que agora lhe faz tanta falta.
Por isso, se existe algum consolo em não poder voltar, talvez ele esteja em saber que eu estive lá.
Que vivi.
Que amei.
Que fui feliz sem saber, em alguns daqueles instantes, o quanto eles se tornariam preciosos.
Que a vida, mesmo sem me garantir a eternidade de certas presenças, me concedeu o privilégio de conhecê-las.
E, se hoje a Saudade dói, é porque ontem a vida me presenteou.
Que eu nunca seja tão triste pelo que “perdi” a ponto de me tornar ingrato pelo que recebi.
Que eu nunca deseje tanto reviver o passado a ponto de deixar de honrar tudo o que ele construiu em mim.
E que, mesmo nos dias em que a ausência falar mais alto, eu consiga encontrar, no fundo da memória, uma razão serena para sorrir.
Afinal, há Azares que nos ferem, mas há Sortes que nos transformam para sempre.
E algumas pessoas, mesmo quando já não podem caminhar ao nosso lado, continuam sendo parte do melhor caminho que já percorremos.
Se a Saudade é o preço de ter vivido algo tão extraordinário, que eu tenha coragem de senti-la sem amaldiçoar a Sorte que me permitiu viver.
Porque, entre a Dor de não ter para sempre e a felicidade de ter tido um dia, escolho Agradecer.
Não porque a ausência seja pequena, mas porque o amor foi grande.
Não porque tenha deixado de doer, mas porque valeu a pena.
E, sobretudo, porque há lembranças que, mesmo quando apertam o peito, continuam aquecendo a alma.
Que Sorte a minha por ter tido tanto a perder!
Que Gratidão a minha por ter tido tanto para amar!
Gratidão pelo Azar de ter tido tanta Sorte!
Em vão tento me reencontrar antes do grande amor da minha vida;
só tem depois.
Há um homem que fui e que já não sei onde encontrá-lo.
Um sujeito que habitava o mundo sem desconfiar que, um dia, outro ser humano lhe alteraria a geografia da alma, deslocando suas certezas, reinventando seus abismos e dando novos nomes às coisas que, até então, julgava conhecer.
Procuro-o nas fotografias antigas, nos lugares onde meus passos ainda não tinham pressa, nas canções que eu ouvia sem imaginar que, um dia, algumas melodias poderiam me devolver a um tempo em que eu ainda não conhecia a saudade de alguém.
Mas tudo me escapa…
É como procurar o rio antes de ele descobrir o mar, como tentar encontrar a semente depois que a árvore já aprendeu a conversar com os ventos.
O amor, quando é grande, não apenas nos acontece: ele nos modifica.
E talvez seja essa a sua mais profunda crueldade — ou a sua mais extraordinária beleza.
Porque, depois dele, já não somos inteiramente donos daquilo que éramos.
Há em nós uma nova linguagem, uma sensibilidade que desconhecíamos, uma espécie de eternidade que passou a caber nas coisas breves.
Antes, eu julgava conhecer a solidão.
Hoje, sei que existe uma solidão anterior ao encontro e outra, inteiramente distinta, que nasce quando alguém nos ensina a dimensão da presença.
A primeira é um quarto vazio; a segunda é uma casa inteira que ainda guarda o cheiro de quem partiu, ou a memória de quem permanece, mas já não cabe nos mesmos gestos de outrora.
E o mais intrigante é que não sei se desejo, de fato, reencontrar aquele homem que fui.
Talvez eu sinta falta apenas da sua ignorância.
Da maneira como caminhava, sem saber que certas pessoas chegam para nos transformar em perguntas.
Da inocência com que acreditava que o coração era uma morada estável, quando, na verdade, era apenas uma casa à espera de alguém que lhe mudasse as paredes de lugar.
Quem ama profundamente perde, em alguma medida, a possibilidade de voltar a ser quem era.
Não porque o amor nos roube a identidade, mas porque nos revela dimensões de nós mesmos que, uma vez descobertas, já não podem ser desabitadas.
É como conhecer o oceano e tentar, depois, convencer-se de que uma poça d'água basta para explicar o mundo.
Talvez seja por isso que o passado me pareça cada vez mais distante, embora continue tão perto.
Não porque os anos tenham crescido entre mim e aquele que fui, mas porque a experiência abriu um abismo na memória.
O homem de ontem e o de hoje compartilham o mesmo nome, o mesmo corpo, talvez os mesmos olhos; contudo, entre um e outro, existe um acontecimento que não pode ser desfeito: eu amei.
E amar, quando o amor alcança as alturas, é permitir que a existência nos reescreva por dentro com uma tinta que não aceita borracha.
Às vezes, penso que amadurecer é justamente aprender a conviver com essa impossibilidade de retorno.
É compreender que certas portas não se fecham atrás de nós: elas desaparecem.
E, quando olhamos para trás, já não encontramos a entrada, mas apenas a paisagem transformada pela distância.
O que fazer, então, com essa nostalgia de alguém que ainda somos, mas que já não conseguimos ser?
Talvez seja necessário parar de procurar.
Parar de exigir que a vida nos devolva intactos aquilo que ela própria precisou transformar para nos fazer crescer.
Há uma vaidade escondida no desejo de permanecer o mesmo, como se a nossa versão anterior fosse mais legítima do que aquela que sobreviveu aos encontros, às perdas, às descobertas e às contradições.
Não era melhor, necessariamente, o homem que fui antes daquele amor.
Era apenas um homem que ainda não sabia quase nada da vida.
E há coisas que somente a experiência ensina, embora o preço dessa aprendizagem seja nunca mais podermos olhar para o mundo com os mesmos olhos.
Hoje, compreendo que a vida não é uma estrada que nos permite voltar ao ponto de partida para corrigir o percurso.
É uma travessia em que cada encontro altera a paisagem e cada despedida modifica o significado da chegada.
Por isso, já nem procuro recuperar quem fui.
Procuro compreender quem me tornei.
Talvez o verdadeiro reencontro não consista em regressar ao passado, mas em reconciliar-me com todas as versões de mim que precisaram desaparecer para que eu chegasse até aqui.
O menino que eu era merece ternura, não resgate.
O homem que sou merece compreensão, não condenação.
E aquele que ainda serei merece a liberdade de não precisar justificar-se eternamente pelas marcas que carrega.
Porque o amor não deveria ser medido apenas pelo tempo em que alguém permanece ao nosso lado, mas também pela profundidade com que transforma a nossa maneira de existir.
Há amores que se tornam presença; outros, memória.
Alguns nos oferecem um lar; outros nos ensinam que até aquilo que chamávamos de lar pode mudar de forma.
Mas todos os grandes amores, de alguma maneira, nos obrigam a rever a pessoa que acreditávamos ser.
E talvez a tragédia não esteja em não podermos voltar a ser quem éramos, mas em passarmos tanto tempo tentando regressar que nos esquecemos de viver quem somos agora.
Em vão tento me reencontrar antes do grande amor da minha vida; só tem depois.
E, se só tem depois, que eu aprenda a habitá-lo.
Que eu não transforme a saudade numa prisão, nem a memória num tribunal onde condeno o presente por não se parecer com o passado.
Que eu compreenda, enfim, que não preciso recuperar o homem que fui para honrar a história que vivi.
Porque há um tempo em que a vida nos pertence como possibilidade, e outro em que ela nos pertence como consciência.
Antes, eu tinha a inocência de quem ainda não conhecia a profundidade de certas águas.
Depois, tenho a lucidez de quem já mergulhou e sabe que nunca mais será possível confundir a superfície com o fundo.
E, no silêncio de tudo aquilo que mudou, começo a suspeitar que talvez não tenha perdido a mim mesmo.
Talvez eu apenas tenha deixado de caber na definição que, um dia, fiz de quem era.
Afinal, existem amores que não nos afastam de nós mesmos; afastam-nos apenas da ilusão de que já nos conhecíamos por inteiro.
E, se antes de você eu era uma história ainda por acontecer, depois de você me tornei também a consciência de tudo aquilo que uma história pode fazer com um homem.
Não posso voltar...
Não porque o passado esteja longe demais, mas porque já não sou aquele que poderia habitá-lo.
Resta-me seguir, levando comigo o que fui, acolhendo o que sou e aceitando que o futuro não me deve a devolução de nenhuma versão já esquecida.
Porque a vida, em sua sabedoria silenciosa, não nos concede o privilégio de sermos os mesmos depois de conhecermos o extraordinário.
Concede-nos algo talvez mais difícil: a oportunidade de continuar existindo depois de termos sido profundamente transformados.
E talvez seja esse o verdadeiro sentido de amar: descobrir que não há retorno à pessoa anterior, mas ainda há um mundo inteiro a ser vivido pela pessoa que nasceu depois.
Em tempos de tanta Polarização, tudo se divide — até o pensar: de um lado, quem pensa, do outro, quem finge fazê-lo.
Vivemos uma época em que as convicções parecem valer mais do que as ideias, as opiniões se sobrepõem aos argumentos e o pertencimento a um grupo frequentemente se torna mais importante do que o compromisso com a verdade.
A sociedade, fragmentada em trincheiras ideológicas, transformou o debate público em disputa, a divergência em ameaça e o pensamento em uma espécie de território cercado por certezas inegociáveis.
Pensar, entretanto, exige algo que a Polarização não costuma tolerar: a capacidade de duvidar.
Exige reconhecer que a realidade é complexa, que nenhuma corrente política, ideológica ou filosófica detém o monopólio da razão e que a verdade não se torna absoluta apenas porque encontra eco entre aqueles que compartilham nossas crenças.
O verdadeiro exercício do pensamento começa justamente quando somos capazes de questionar aquilo em que acreditamos.
É quando abandonamos, ainda que por instantes, o conforto das nossas próprias certezas e nos permitimos enxergar o mundo para além das lentes que escolhemos usar.
Afinal, pensar não é simplesmente ter opinião; é submetê-la ao confronto dos fatos, à inquietação da dúvida e à honestidade intelectual.
Há, contudo, uma diferença cada vez mais evidente entre pensar e representar o pensamento.
Nunca tivemos tanto acesso à informação, tantas plataformas para nos expressar, tantas vozes disputando atenção.
E, paradoxalmente, talvez nunca tenhamos confundido tanto informação com conhecimento, visibilidade com inteligência e eloquência com sabedoria.
Nas redes sociais, multiplicam-se especialistas instantâneos, verdades embaladas em frases de efeito e julgamentos proferidos antes mesmo que os fatos sejam compreendidos.
A reflexão cede espaço à reação; a escuta, ao ruído; o argumento, ao ataque.
Já não se busca necessariamente compreender o outro, mas derrotá-lo.
Não se procura ampliar horizontes, mas confirmar preconceitos.
Sociologicamente, esse fenômeno revela uma sociedade em que a identidade coletiva, muitas vezes, se sobrepõe à autonomia individual.
As pessoas passam a pensar não exatamente a partir daquilo que compreendem, mas daquilo que seu grupo espera que pensem.
A opinião transforma-se em senha de pertencimento, e a discordância, em risco de exclusão.
Assim, muitos deixam de defender ideias para defender identidades, como se rever uma posição fosse sinal de fraqueza, e não manifestação de maturidade.
No Brasil, essa realidade ganha contornos particularmente inquietantes.
Nossas diferenças políticas, históricas, econômicas e culturais, que poderiam alimentar um debate democrático enriquecedor, são frequentemente convertidas em instrumentos de hostilidade.
Esquerda e Direita, conservadores e progressistas, governo e oposição: categorias legítimas da vida democrática passam, não raro, a funcionar como fronteiras morais, separando pessoas entre as que merecem ser ouvidas e as que devem ser desqualificadas.
Mas há algo ainda mais preocupante: a transformação da ignorância em orgulho e da intolerância em virtude.
Em determinados ambientes, admitir que não se sabe tornou-se quase uma vergonha; reconhecer um mérito no adversário, uma traição; mudar de opinião, uma derrota.
E quando uma sociedade perde a capacidade de rever suas próprias convicções, começa a perder também sua capacidade de evoluir.
A Democracia, porém, não se sustenta na unanimidade, tampouco na submissão intelectual.
Sua grandeza reside precisamente na convivência entre diferenças, na liberdade de questionar e na disposição de reconhecer a legitimidade do contraditório.
Democracia não é o triunfo permanente de um lado sobre o outro, mas a construção cotidiana de espaços nos quais ninguém precise renunciar à própria dignidade para defender suas ideias.
Talvez seja necessário recuperar uma virtude aparentemente esquecida: a Humildade Intelectual.
Aquela que nos ensina que podemos estar certos em algumas questões e profundamente equivocados em outras; que o conhecimento não nos torna superiores, mas mais conscientes dos limites daquilo que sabemos; e que a inteligência não se mede pela capacidade de vencer discussões, mas pela disposição de aprender com elas.
No fundo, pensar é um ato de liberdade, mas também de responsabilidade.
Liberdade para não aceitar verdades fabricadas; responsabilidade para não transformar opiniões em sentenças, convicções em dogmas e diferenças em inimigos.
E talvez a maior tragédia dos nossos tempos não seja o fato de as pessoas pensarem de maneiras diferentes, mas o fato de tantas terem desistido de pensar por si mesmas, preferindo repetir, compartilhar e combater ideias que, muitas vezes, sequer se deram ao trabalho de compreender.
Porque uma sociedade não empobrece apenas quando lhe falta educação, cultura ou conhecimento.
Empobrece também quando perde a disposição de dialogar, quando deixa de fazer perguntas e quando passa a confundir fidelidade a uma causa com fidelidade à verdade.
Que não nos faltem, portanto, Coragem para discordar, Sensibilidade para escutar, Lucidez para reconhecer os erros e Grandeza para mudar de opinião.
Afinal, entre o Pensar e o Fingir Pensar existe uma distância imensa: a mesma que separa a consciência da conveniência, o conhecimento do preconceito e a Liberdade Intelectual da submissão às multidões.
Em tempos tão polarizados, talvez o gesto mais revolucionário não seja escolher um dos lados, mas preservar a capacidade de Pensar, inclusive contra o próprio lado.
Porque, quando todos disputam o direito de ter razão, poucos se dão ao trabalho, muito mais difícil e necessário, de buscar a verdade.
466🙏🌹 está se aproximando mais um pleito eleitoral, assim decidiremos o destino do Brasil e do povo Brasileiro, Deus conosco sempre, que todos tenham consciência da escolha de todos, não pensemos com egoísmo mas sim pelo coletivo, pela paz e o bom viver, vivemos uma turbulência e equívocos por parte de alguns que não percebem os acontecimentos negativos que vive o país, onde os valores éticos morais foram sequestrados por um grupo de incrédulos que promovem desencontros de um povo, onde às leis são atropeladas e o desrespeito à constituição é absurda, magistrados falham grosseiramente em decisões importantes, irresponsáveis, prendendo inocentes e libertando culpados, uma perseguição implacável contra pessoas de bem, não temos mais justiça devido a ganância e ambição de criminosos transvertidos de autoridades que dominam o país inteiro sem medir às consequências de seus atos e são aplaudidos por pessoas desinformadas, rebeldes e doutrinadas pelo mal muito triste, mas esquecem que quando a justiça do homem falha, a justiça de Deus age no momento certo, mal nenhum sobrevive na terra, o mal é passageiro, a luz divina é eterna e confortante para os justos, vários regimes totalitários, cruéis, covardes e opressores que perseguiram e ceifaram vidas de todas às idades, homens, mulheres, crianças e idosos perderam seus entes queridos de forma violenta nas mãos de tiranos, oremos todos para não repetirmos os erros do passado saibam que o ocultos se revelará para todos nós, lembre-se que a terra é uma escola e estamos em sala de aula, podemos fugir da justiça do homem, mas não escapamos da justiça de Deus, reflitam e pensemos nos nossos filhos, netos e todos que fazem parte da nossa jornada terrena, todos nós ao desencarnar seremos tragados para mundos afins, de acordo com a consciência de cada um, suas frequências te arrasta para o bem ou o mal, caminhos totalmente distintos, saibamos escolher o certo... não invertam valores, Jesus no seu caminhar físico e espiritual nós conduziu a luz...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA.
Ayache Vidal
E por que te amo tanto? E porque quando você passa um enorme sorriso se abre na minha boca? E porque me bloqueia se sabe que te amo?Não entendo, tem algo de errado comigo? Nem olha mais na minha cara, nem lembra mais que um dia esse "palhaço" já te fez feliz
Tudo tem um tempo determinado, e o tempo de Deus nas nossas vidas, não é como determinamos que seja.
Os desejos de uma vida feliz,não se resumem a um término de um amanhecer,apenas começam sobre o inicio de um anoitecer
A alegria do palhaço depende muito do estado do espirito do espectador,é impossivel voce arrancar um sorriso de algum coração que expressa dor,isso é relativo antes se medica o coração,depois o estado emocional,não se pode curar uma ferida da tristeza com um band aid da alegria
O fundo do poço de um homem é a saudade,porque a saudade nos leva ao profundo do sofrimento,a saudade em si corroi nossa alma,destitue nossos sonhos e mina nossas esperanças
Impossivel se refugiar de uma saudade,a saudade praticamente ela entra na nossa vida,sem permissão,aterroriza o nosso coração e disseca uma paixão!
Alguns dizem que o amor é cego,e nunca o encontra, simplesmente atirando em um penhasco sua própria auto-estima,talvez ele não seja cego,nem mesmo idiota,ele pode simplesmente estar um pouco cansado, pois pedem o que ele não pode dar por direito,por outras terem merecido antes,e estarem felizes hoje,e talvez pelas melhores opções de qualidade que ele oferece, serem tão especiais,que a melhor escolha e usarem como uma linda amizade,porque não despertou aquilo que queriam, e assim permanecem sozinhos,quando não é por opção, lógico,poupando de apresentar o que não valerá a pena,e fará com que condenem ele novamente mais tarde, da mesma maneira que o condenam agora.
Um passarinho estava voando pelos imensos céus,voando e voando,quando derrepentemente bateu-lhe aquela saudade do passado,ele havera de tomar uma decisão muito triste,que foi abandonar todos seus companheiros. Quando pensou em voltar,ouve uma tempestade,por ali o passarinho passou,horas,e mais horas esperando a tempestade passar. Quando estava voltando,muito cansado o passarinho continuou voando e voando... Foi então que ele chegou a terra onde viveu todos os seus melhores momentos,e aí se perguntou : '' - Onde há de estar todos os meus amigos '' ? Foi então que veio uma voz e lhe disse : Enquanto estavas voando num mundo de egoísmo e amargura estávamos nos preparando para viver em coletividade e alegria,então todos os seus amigos se prepararam para ser feliz,enquanto o passarinho por ali ficou,sem comida,sem água,sem casa,e sem companhia.
Coloca o bule no fogão, acende o fósforo e aproveita o fogo pra acender mais um cigarro.
Dois tragos e o pensamento preso a ele.
Coloca as xícaras, o açúcar, o bolinho de chocolate sobre a mesa.
Coa o café e o pensamento preso a ele.
Toma o café, meio amargo, parecido com o sorriso forçado do ultimo sábado.
Traga mais uma vez e olha a fumaça desfazendo-se com o vento, assim como os seus sentimentos e pensa nele.
Um boa lembrança surgi com o calor que o café provoca, mas logo se desfaz com todo o resto.
O café acabou. O cigarro apagou. E os sentimentos?
.. Mas é que a vida me mostrou de um jeito duro como eu tenho que enfrentar e enxergar certas coisas e situações. Hoje me sinto mais forte, com a cabeça no lugar e atitudes simples que pra muitos parece pouco, mas pra quem eu dedico torna-se tudo..
..Olhos cheios de lágrimas,
mas um sorriso no rosto.
Quem disse que não combina?!?
Houve quem dissesse que eu e você também não daria certo.
Hoje percebo o quanto estavam errados..
Numa discussão dificilmente haverá um vencedor. Enquanto num diálogo é quase impossível haver perdedores.
.. Me prenda a você se ainda quiser me amar,
com um sorriso, com um olhar, me prenda com uma palavra. Se não, me deixe ir..
.. Me desculpa por um monte de bobeira que já fiz,
me desculpa coração por ter te envolvido em algo que não era de sua alçada. De todos o que menos merece ser magoado é você, que é tão bom, tão bom comigo, apesar de ingênuo, aliás, é por ser ingênuo que está nessa situação. Mas dessa vez eu prometo que vou te proteger de mim. Fica bem coração, porque você precisa continuar batendo, embora essa não seja sua maior vontade..
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