Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
O homem, por natureza, é expansivo, mas tem cara muito amador, ainda não cruzou aquela fase de rebaixar o coleguinha pra se lançar, coisa do jardim de infância meu irmão! Insistir nisso em qualquer âmbito das relações humanas é amadorismo, reflexo de imaturidade. Ninguém tem culpa do 'bullying' ou carência que vc sofreu a vida toda, deve ter sido dificil não é, meu parceiro!? Mas fazer o que? Importante é você saber quem você é de verdade no HOJE e se garantir por excelência, o respeito e a falta dele na conduta corriqueira e na lida com as pessoas é o que faz um menino ser visto como homem ou um homem ser visto como menino.
"Quando você demorar muito a entender o perfil psicológico de uma pessoa, desconfie da honestidade dela.
Quem é honesto não faz rodeio e nem esconde o olhar."
"Não tenho muito na guaiaca, mas tenho felicidade de sobra, e alegria a vida não cobra"
Renato Jaguarão
TRANSFORMAÇÃO CONTÍNUA
Vivo em constante transformação
Muito a aprender usando a imaginação
Pensando apenas pela construção
Pois já estive em momentos de demolição.
Hoje o que sou é fruto da motivação
Só minha! Sem depender da multidão
De criança ouvinte sem empolgação
De adolescente muita determinação.
Na maturidade um caminho de compreensão
Aumenta a família e junto dela a participação
Estou na velhice, então tudo com moderação
Continuo minha luta firme, mas sem ilusão.
O contraponto entre as fases é sem indignação
Cada ciclo se vive cada momento com diferenciação
São dias e dias vivendo com reputação
Final do ciclo põe fim à transformação.
Demore , demore muito, o tempo que necessitar. Quando regressar, volte com a certeza de querer ficar.
É fácil desistir.
E também muito difícil suportar as consequências por ter desistido.
Ricardo Baeta
Quanto a gente se apega ao sentimento, a gente se apega a muito mais do que uma pessoa. A gente apega-se a rotinas, pensamentos, conforto. Apegar nunca será o problema.
O problema sempre será o dia em que você deixará de ter essas mesmas rotinas, pensamentos, e conforto.
Não tenho muito... A minha bagagem é diminuta, transporto peso de solidões, de saudades e de amores que não aconteceram...
A saudade é uma coisa que dói e dói muito, principalmente quando a saudade é de alguém que decidiu nos deixar... A verdade é que não para de doer, todos os dias dói mais um pouco, mas há momentos do dia que reservo só para sentir essa dor e é quando ela jorra do coração para fora através das lágrimas; pensei que as lágrimas ajudassem a curar, mas elas apenas servem para deixar a dor mais real e mais presente. Infelizmente, a dor não é algo que podemos calar, ela insiste em nos lembrar daqueles a quem nosso coração pertence e ele se sente vazio todos os segundos nos quais se lembra que há a ausência diária de alguém a quem ele deu morada para sempre...
ja fui muito ignorado, pré julgado, caluniado,
ouvi tanta coisa que não precisava ouvir
tanta culpa que não era minha foi jogada em minhas costas
tanta coisa sem sentido jogada em minha cara de uma forma tão absurda
não me condene por não conseguir mais abrir o coração..
ha muito eu desisti da ideia de que as pessoas me compreendam
depressivos melancólicos como eu devem aprender a viverem solitários..
desolador achar que sabe muito sobre uma pessoa e de repente ela te mostra que você não sabe nada..
superar é uma palavra muito forte, eu não ousaria usá-la
estou tentando seguir em frente,
é pra frente que se anda, com ou sem você,
tá, agora devolve meu coração antes que eu morra..
[ONDAS INTERDISCIPLINARES]
Entre as metáforas muito empregadas para se falar dos diversos impulsos interdisciplinares que, de tempos em tempos, beneficiam determinado campo de saber, está a imagem das ondas. Certo campo de conhecimento está bem posicionado em seu lugar, como se fosse uma bela praia tropical, e de momentos em momentos o oceano lhe entrega uma vaga de ondas, que vêm banhar suas areias e as renova, mais uma vez. Há depois o repuxo. Mas então as águas já deixaram algo de si nas areias, que por isso já não são mais exatamente as mesmas. E as próprias ondas, por outro lado, também levaram consigo um pouco das areias que ajudaram a fertilizar.
A Interdisciplinaridade, entrementes, não envolve propriamente um campo de saber estático (a praia) e outro ativo (a onda). Os diálogos e movimentos interdisciplinares implicam dois campos de saber em movimento. Um atua sobre o outro. Os encontros interdisciplinares são como as águas de dois rios que se encontram, por vezes placidamente como se ensaiassem um abraço amoroso, por vezes defrontando-se com certa violência, como se uma corrente desejasse submeter a outra, absorvê-la dentro de si mesma para depois seguir adiante, fortalecida. Ou, então, um diálogo interdisciplinar pode ser comparado a duas ondas que se abraçam no meio do oceano, o que só poderia se dar se as ondas tivessem movimentos próprios para além daqueles que lhes são ditados pelo próprio mar. A imagem é aceitável?
Quando duas ondas se encontram – em uma operação da natureza que simultaneamente envolve, de cada parte, a suavidade e a violência, o abandono amoroso e o domínio quase belicoso – elas daí por diante levam consigo algo de uma na outra. Um encontro entre duas ondas não pode ocorrer sem que as duas partes efetivamente se transformem; e sem que, de alguma maneira, o próprio oceano, vasta extensão agitada por muitas e muitas ondas, também se transfigure. Fiquemos com essa imagem. A Interdisciplinaridade é um encontro de ondas.
[trecho inicial do livro 'História, Espaço, Geografia'. Petrópolis. Editora Vozes, 2017, p.9].
O andar dos pés é incompatível com o ritmo dos pensamentos. Se pensa-se muito, os passos são calmos. Se pensa-se pouco, já foi.
Na vida há muito mais derrotas do que vitórias, mas os que mais vencem, são os que mais aprendem com as derrotas por compreenderem que é nelas que estão seus grandes estímulos!
Minha dor
Sobre o vento muito tento
Esquecer os meus sentimentos
E nessa hora eu não me lembro como
Mas por mais que eu não consiga eu tento e tento
E essa dor de cabeça que me incomoda aqui
Me faz chorar
Em vez de sorrir
Não é só mais uma fase
É tudo o que resta da minha dignidade
Que de pouco em pouco acaba,
Pela minha falta de vontade
E toda esta tristeza
Nem consigo entender,
Ela é tão grande que me faz corroe
Será que tudo isso terá um fim?!
Ou morrerei triste
Sem um final feliz.
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