Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
"você ama o cara, então vamos ver até ele passar outra na sua frente, aposto meu orgulho como vai virar uma obsessiva..."
Meu Universo
Perdi-me em meus pensamentos, quando me permitiu que entrasse nos seus, minha claridez se vez escuridão, no ofuscar de seus olhos vi o conforto que de mim foi tirado.
De minha alma levaste a alegria que outrora me conduzia à eternidade de um novo universo, onde habitava tão somente você e eu.
Não me sufocarei na angustia dos dias que virão, nem na monotonia das lágrimas que derramei, mais as guardarei nas profundezas de meu coração, pois só assim fará parte do que eu fui e não do que sou.
[...] de uma poesia nasci, ao lado dela cresci...
Nesse meu universo, escolhi bem os versos para falar de ti...
E digo com a mais pura certeza,
Que tu fostes regada com o orvalho da beleza...
Cada vez que chega à noite para fechar meus olhos, sinto seus supiros no meu ouvido e seu perfume de mulher que você deixou impregnado em meu coração...
Se sou coração, sou retrato,
Sou o próprio público que faço...
Sou rei no meu domínio,
Súdito no meu reinado...
Sou luz que singra no espaço,
Sou estrela brilhante, sou astro...
Sou dos muros o concreto,
Das nuvens o asfalto...
Sou circo, criança ou palhaço,
Sou o próprio riso que ressalto...
Sou a noite que cai, em úmido orvalho,
Sou brisa, perfume e olfato...
Sou movimento guardado,
Em sonho relicário...
Sou o canto calado,
Sou silêncio, sou aplauso...
Hoje eu procuro a razão, e fujo da ilusão, pra ter do meu lado, pra ter em minhas mãos. O tempo passa depressa e as estradas a ti me levam, todos meus vícios se ocultam e suas virtudes me elevam!!
"O Preço do Amor"
Recebeste em silêncio o calor do meu colo...
Nas noites sem sono, eu vesti tua dor...
Meus braços foram teu primeiro consolo...
E minha vida, teu mapa de amor.
Dei-te o tempo que o mundo não dava...
Fiz do meu peito abrigo e guarida...
Com lágrimas minhas tua febre baixava...
Cada cuidado, uma parte da vida.
Mas eis que o tempo virou o espelho...
E os dias dourados se foram no chão...
Agora cansada, suplico um conselho:
Preciso pagar-te por um coração?
Se não há salário, não há gentileza...
Se não tem valor, não sobra afeto...
Sou só tua mãe — sem mais nobreza,
Na velhice, teu olhar ficou discreto.
Ah, filha querida, onde está tua alma?
Trocastes o amor por um contrato frio?
Esqueceste da fonte, da estrada, da calma,
Do leite ofertado nos dias vazios.
Talvez um dia o mundo te ensine,
Que afeto comprado tem prazo a vencer.
E quem vende o tempo por um “me convine...”
Não sabe o que é realmente viver.
Não guardo beijos, não economizo abraços, não raciono sorrisos, não controlo os olhos. Meu peito é um espaço aberto à intensidade, onde cada batida é um convite à entrega total.
A liberdade é sentir o que arde dentro. É deixar que as chamas da paixão consumam o medo.
Não sou avarento com o amor, não sou mesquinho com o desejo, eu dou tudo, eu me dou em tudo, sem calcular o preço.
Meu coração é um território sem fronteiras onde o amor é a única lei, a única verdade. Eu sinto o que preciso sentir, eu amo o que preciso amar, e nessa entrega, encontro a verdadeira liberdade.
(“Desperdício de Alma”, de Douglas Duarte de Almeida)
Quando o seu grito de justiça for mais alto que o da vitória, algo deve estar errado. O meu fez-me ser despedida, e, consequentemente mais forte.
A luz a brilhar em meu olhar é o reflexo da minha jornada a trilhar.
Nesse caminho árduo que passei, levo no peito a colheita que há anos plantei.
”A sua dor está ligada a minha alma ,a sua alma está ligada ao meu coração, a minha vida está ligada ao meu sorriso, o seu sorriso ao meu coração.“
Uma visão egoísta, conformado com palavras ditas por mim mesmo ao meu respeito, cheio de justificativas... Eu já errei muito, e paguei por todos eles. Estou quitado com a cobrança letal e inevitável da vida? Aquilo que chamamos de Lei do Retorno... Sim ou talvez não... Nesse processo todo, me feri demais, me machuquei além do limite. Inúmeras fendas foram criadas na minha mente e na minha alma. Eu não culpo ninguém, eu mesmo me causei isso.
Coisas importantes foram arrancadas de mim, eu amava tanto aquilo, o antigo eu. O EU na mais ampla acepção da palavra. Dos sentimentos, do cheiro das coisas, da razão pela qual eu caminhava, do medo, da dúvida, às vezes, nas minhas lastimáveis e desprezíveis tristezas, me pergunto: e se? E se as coisas tivessem sido diferentes? Mas eu, envolto no ego e nas coisas que conquistei, me apego à realidade e deixo as dúvidas ou incertezas no lugar que elas devem estar. É como uma porta fechada, que foi fechada talvez pelo destino ou por mim mesmo. Eu nunca irei saber, nunca irei ver o que poderia ter sido, ou o que poderia existir. E se talvez eu estivesse lá, eu estaria me perguntando o que tem do lado de cá... É complexo, é extremamente complexo. Eu me nutro disso, desse sentimento. Talvez eu ainda esteja apegado ao sentimento de querer ter tudo, tudo ao mesmo tempo, o doce e o amargo, o frio e o quente, tudo ao mesmo tempo. E não pode ser assim... Mas eu irei sempre me perguntar o que tem do outro lado da porta fechada... E disso eu nunca saberei... Eu tenho a necessidade disso, desse sentimento... As feridas foram profundas demais, e vai demorar muito até que esteja tudo completo e curado. Nutrindo-me disso, um fone com uma boa música, hoje eu quero simplesmente dormir.
Não foi meu suor que ofereci; foram minhas lágrimas.
Não foi meu corpo que sacrifiquei; foi minha alma.
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