Um Depoimento Pro meu Irmao q Amo muito
Seu amor foi o antídoto para minha dor, Com mãos firmes, ela segurou meu ser, Nos abraços dela, encontrei meu abrigo, E na voz dela, encontrei meu renascer.
Assim, abraço a busca pelo meu ser,
Na confusão, vou me reconstruir.
No desconhecido, hei de renascer,
E, enfim, saberei o que fazer comigo.
Meu pai me abandonou quando nasci, mas eu o perdoei. Perdoei porque, graças a isso, eu sei o valor de um PAI. Serei o melhor PAI que um filho pode ter. Serei também o melhor MARIDO que uma mulher pode ter.
Eu encontraria espaço em outros sonhos, em outras histórias, em outras vidas, mas decidi ter o meu próprio sonho, decidi construir a minha própria história. Eu não me encaixaria em lugares vazios, a única vida onde eu encontraria espaço seria na sua vida.
Antes de roubar meu coração verifica-se ele não esta oco. Antes de roubar meu coração ouça para ver se ele ainda bate. Antes de roubar meu coração faça um exame de cardiologia para saber se está com a saúde em dias.
Você conhece meu nome, você sabe onde eu moro, mas nunca pediu para entrar na minha casa. Você sabe tudo sobre o meu mundo mas nunca pediu para conhecer o mundo que vive dentro de mim.
FESTA NO MEU JARDIM.
Todos os dias, borboletas pousam no, meu pomar vêm extrair o néctar das
flores e espalhar perfumes pelo ar, todos os dias, há festas no meu jardim
com o canto suave dos pássaros entoando seus versos.
Todos os dias, a mesma emoção os, pássaros cantam as mesmas canções
alegrando meu coração, e é por isso que não deixo meu sertão.
Todos os dias, olho para o universo, os cantos dos pássaros ecoam meus
versos, todos os dias, os pássaros vão embora, mas voltam à tarde
cantando suas canções.
Trazendo alegria ao meu coração.
O MUNDO NÃO GIRA, ELE CAPOTA.
Enquanto eu mostrava meu amor por você, você experimentava outros beijos, enquanto eu abria aquela porta, você fechava os olhos para não ver o que estava fazendo comigo, foi como levar um tiro pelas costas, maldita hora em que abri a porta, eu deveria tê-la fechado, ter ido embora, mas meus pés ficaram presos no chão, meu coração parou de bater, fiquei chocado ao ver você nos braços de outra pessoa que não sou eu, triste por nós dois, triste pelo nosso amor, você tirou minha voz, meu chão e o mundo que construímos juntos, tudo desabou diante de mim, acabou, não há mais volta, considero você como morta, nunca mais abrirei a porta para você, egoísta idiota, o mundo não gira, ele capota.
DESVIO DE ROTA.
Quando pego no meu celular e não vejo mensagem sua, sinto-me do mesmo jeito que quando chego em casa e não te encontro, ainda mas sabendo que ontem a noite a gente descutiu.
Já hoje quando acordo vejo somente uma mensagem sua desejando-me bom dia, mas como posso ter um bom dia, se ontem a noite a gente acabou brigando.
Apesar de hoje a gente já ter se falado. Mesmo assim eu não estou bem. Você sabe que a gente nunca tinha brigado.
Para terminar ontem a noite foi um pesadelo não conseguir pegar no sono, já tava quase dormindo quando o carro da empresa chegou buzinando, tiver que sair as presas, o trabalho estava me esperando.
No trabalho ninguém que saber se dormir bem. Eles querem e que faço o que vir fazer.
Poxa de vida, o trabalho só ver isso, será que não olharam meus olhos saindo lágrimas, hoje infelizmente não vou produzir nada, eu não estou bem, já são meio dia, hora do almoço, e a única coisa que fiz foi pensar em você.
Daqui umas horas o carro volta para mim levar para sua casa, e você sabe quanto eu que a gente precisa conversar, não tô nem ai para quem reclamar dizendo que tô fazendo desvio de rota.
Podem falarem o que quiser de mim, só não vou da o gosto de ninguém destruir nosso amor. Eles podem me dizer que a obrigação da empresa seria me leva pra casa.
Só que o desvio de rota para mim seria deixar o nosso amor chegar ao fim, por isso eu vir saber. Por que você desistiu tão fácil de mim.
Hoje, uma pessoa veio me contar que leu mais dez textos no meu blog retratando os mendigos do Catete, e me perguntou de onde vem essa "obsessão por gente miserável". Não respondi ainda, e acho que farei por aqui, pois já é motivo pra um novo texto. Bom, começou com meu avô, na Vital Brasil, em Niterói. A casa do meu avô fica no pé do escadão do Cavalão, na subida da José Vergueiro da Cruz. Ali, sempre quando eu estava brincando na varanda, me causava pavor e medo uma negra descabelada, bem miserável, que, de 30 em 30 minutos, sofria ataques de caretas e dava tapas na própria cabeça. E ela sempre ficava sentada ali, no meu foco de visão. Para completar o quadro desagradável (eu só tinha 10 anos) ela soltava pelos lábios ventosidades com estrépitos que muitos julgavam escapados pelo cú. Magra, alta, não me lembro muitos detalhes. Só o que me recordo é que era vista falando com as pessoas conhecidas que entravam ou desciam do escadão, sempre no intervalo entre dois ataques que aconteciam de meia em meia hora. Não era raro vê-la passar e se comunicar com meu avô pelo portão, enquanto ele limpava o chão da garagem com uma mangueira. Por duas vezes, presenciei dois ataques, dois surtos, enquanto falava com meu avô. Não me lembro de ter visto qualquer morador da rua rir daquela senhora. Pelo contrário, quando ela dava os ataques, todos sabiam como auxiliar. Eu, morria de medo. Todos a tratavam com respeito pela educação e atitudes que ela tinha, quando no seu estado normal. As outras crianças, que nem eu, bem mais inocentes do que as de hoje, morriam de medo. Certa vez, meu avô, a fim de que eu perdesse o medo, obrigou-me a falar com a tal senhora, quando de passagem num sábado a tarde pelo nosso portão. Não é preciso dizer que flutuei no medo, na expectativa de um dos seus ataques. Perguntou-me o nome, deu-me umas palmadas no rosto, alisou-me os cabelos e, depois, ela mesma, mandou que eu fosse brincar, obviamente para que eu não presenciasse o ataque habitual. Não esperei segunda ordem. Afastei-me e fiquei à distância aguardando o ataque que não tardou. Mas, o encontro, de fato, fez-me perder o medo. Já não corria mais do portão ao vê-la. Aprendi a gostar dela. Lembro, até hoje, quando passou por mim no portão pela primeira vez que eu não corri. Acenou, acenei de volta, e ela seguiu seu caminho; me senti o cara mais sinistro e corajoso da Vital Brasil. Pensei: quem manda nessa merda sou eu. Desde então, sempre quando via sua sombra subindo a ladeira pela janela, já corria pro portão para redobrar minha coragem e fazer, cada vez mais, um contato mais próximo com aquela senhora, o que me deixava cada vez mais "sinistro" dentro do meu fantástico mundo de alessandro como o segurança da rua. Até que um dia ela parou para, de fato, conversarmos. Após 35 segundos (mais ou menos), ela teve um ataque epilético e caiu no chão, na minha frente. Imediatamente, um homem prestou todo auxílio e, quando a situação havia acalmado, percebi que estávamos de mãos dadas ali na calçada, sem mesmo perceber, durante toda a crise, que durou uns dois minutos. Depois que meu nervosismo passou, percebi que o homem que havia prestado o auxílio era o meu avô. Naquele momento, com ela ainda no chão, nos olhamos e, sem precisar falar nada, entendi exatamente tudo o que meu avô queria me ensinar sobre a vida, naquela oportunidade. Enfim, as histórias e experiências que tive com meu avô neste sentido foram muito longas, mas essa lembrança é o início dessa minha "obsessão por gente miserável" rs. Ainda sobre ela, não sei como terminou, pois nunca mais voltei naquela casa depois que meu avô morreu. Mas, se não me deixou a saudade, pelo menos deixou uma grata lembrança, engastada nas imagens daqueles tempos em que as crianças, tanto as do morro, quanto as do asfalto, ao invés de matar e assaltar, tinham medo de velhinhas doentes e miseráveis...
Entrei no elevador e vi você. O andar foi subindo. Meu coração também. A porta abriu. Saímos. Nem imagino para onde você foi, onde está agora. Na verdade, já te esqueci, assim como desfiz as malas. Esse foi o único momento em que amei alguém que não conheci. Ali acreditei em amor a primeira vista, mas vi que não necessariamente ele tinha uma conexão com o destino, apenas com o acaso. Não ficamos juntos. Não sabemos a nossa história no infinito de possibilidades em que teremos que passar.
Quando a pessoa posta "fazendo a limpa no meu facebook" eu fico me tremendo todo de medo da celebridade de Hollywood me deletar do seu hall de amigos.
Lembrei especialmente hoje do meu avô. Quando contava sobre as ilusões da sua vida, fama, “pra cada esbanjamento uma carência”, dizia. Sabe, assim como ele também escolho ser como os simples cata-ventos que indicam apenas a direção do vento. Se existe algo bom na experiência da maturidade deve ser isso; ser como meu avô: um cata-vento orientando a direção do vento para os mais novos nos campos de pouso dos aviões.
- Relacionados
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
- Frases de perda de um ente querido para encontrar conforto em palavras
- Textos de volta às aulas para um começo brilhante
- 31 mensagens de aniversário para a melhor amiga ter um dia incrível
- Poemas sobre irmão
