Um Cavalo Morto e um Animal sem Vida

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Toda verdade é um paradoxo, e detesto que a sociedade diga que com o tempo superaremos a morte.

A meditação nada mais é do que pegar um microscópio e observar bem de perto os padrões racionais que acontecem dentro da gente.

Às vezes você se encontra em um caminho que você nunca esperou. O que não significa que ele não pode levá-lo a um lugar bonito.

O amor é uma grande alegria que acaba em tristeza
É um jogo marcado onde a gente não sabe perder
De repente o destino que vem pondo as cartas na mesa
Nesse jogo do amor um dos dois sempre tem que sofrer
Apostei tudo em nos dois, sem pensar em ti perder...
O meu coração era só você...
Apostei tudo em nos dois, num momento de paixão...
Eu acreditei, numa ilusão.
Há... fogo que não quer passar
Sinto esse amor me queimar, mas continuo pensando em você...
Há... jogo que não sei perder
Sonho que me faz sofrer, mas eu faria isso tudo outra vez, só pra ter de novo você

O AMOR é substancia criadora e mantenedora do Universo, constituído por essênia divina.

É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se multiplica, e se enriquece à medida que se reparte.

Mais se agiganta, na razão que mais se doa. Fixa-se com mais poder, quanto mais se irradia.

Nunca perece, porque não entibia nem se enfraquece, desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida.

Assim como o ar é indispensável para a existênia orgânica, o AMOR é o oxigênio para a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver.

É imbatível, porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas.

Quando aparente - de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato - se debilita e se envenena, ou se entorpece, dando lugar à frustação.

Quando real, estruturado e maduro - que espera, estimula, renova - não se satura, é sempre novo, ideal, hamrônio, sem altibaixos emocionais. Une as pessoas, porque reune as almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade, alimentando o corpo e dulcificando o eu profundo.

O prazer legítimo decorre do AMOR pleno, gerador da felicidade, enquanto o comum é devorador de energias e de formação angustiante.

O estado de prazer difere daquele de plenitude, em razão de o primeiro ser fulgaz, enquanto o segundo é permanente, mesmo que sob a injunção de relativas aflições e problemas-desafios que podem e dever ser vencidos.

Somente o AMOR real consegue distingui-los e os pode unir quando se apresenem esporádicos.

A ambição, a posse, a inquietação geradora de insegurança - ciúme, incerteza, ansiedade afetiva, cobrança de carinhos e atenções - a necessidade de ser amado, caracterizam o estagio do amor infantil, obsessivo, dominador, que pensa exclusivamente em si antes que no ser amado.

A confiança, suave-doce e tranquila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não posse, a não dependência, não exigênia, são benesses do AMOR pleno, pacificador, imorredouro.

Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, se alterem as manifestações da afetitividade do ser amado, o AMOR permanece libertador, confiante, indestrutivel.

Nunca se impõe porque é espontaneo como a própria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de jubilos e paz.

Expande-se como um perfume que impregna, agradavel, suavemente, porque não é agressivo nem embriagador ou apaixonado...

O AMOR não se apega, não sofre a falta, mas frui sempre porque vive no intimo do ser e não das gratificações que o amado oferece.

O AMOR DEVE SER SEMPRE O PONTO DE PARTIDA DE TODAS AS ASPIRAÇÕES E A ETAPA FINAL DE TODOS OS ANELOS HUMANOS

Não te julgues mais sabido que eu, pois, um escorpião não tece teias ou cria armadilhas, mas a sua astúcia é mortal.

Nunca chore por um amor que te deixou, pois ele nunca te abandonará, e se abandonou não era o amor, mas uma grande ilusão...

‎Em um show, Renato Russo perguntou para o público: - Alguém aí já sofreu por um amor verdadeiro? A platéia respondeu: - Já! Renato Russo disse: - Errado. O amor verdadeiro nunca vai te fazer sofrer, pois quem ama cuida, não magoa e nem decepciona... Não busque pessoas perfeitas porque não somos... Busque apenas pessoas que te valorizam.

cada leitor, quando lê, é um leitor de si mesmo.

Começo dezembro com um sorriso no rosto. Com a alegria de que um novo ano vem por aí e que sensações novas surgirão. Novos amores, novas amizades, novos sentimentos. Esqueça os problemas passados, esqueça aquele seu ex namorado que tanto te fez sofrer esse ano, esqueça aquela amiga falsa que te decepcionou, esqueça as notas ruins e o esforço em vão, esqueça as brigas com seus pais, os ciúmes desgastantes e o ódio que corrói. Preencha seu coração com sentimentos bons, abra seus braços e abrace esse novo ano. Essa nova oportunidade de fazer tudo dar certo. Porque fazer o certo… Só depende de você.

Isabela Freitas
Site oficial de Isabela Freitas

Nota: Trecho da crônica "Ahh dezembro!"

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Não mais perturbador do que cristãos rezando aos pés de um homem pregado a cruz ou do que os hindus entoando cânticos diante e um elefante de quatro braços chamado Ganesha. A má compreensão de símbolos de uma cultura é fonte comum de preconceito.

A ausência da ética deixa um vácuo onde se propaga a onda da corrupção.

Nada existe de mais lindo... nada é mais encantador... do que os teus lábios sorrindo depois de um beijo de amor.

Já disseram que somos deuses.
O que é ser um deus?
Nem mesmo sequer sabemos
o que é ser humano!

Não é qualquer um que agüenta, eu bem sei. Mas você arrumou um jeito de me dobrar. Fez um origami de mim e agora eu estou na sua mão. Por você, abri uma exceção. Virei minha vida do avesso. Abri minha casa. Meu coração. Por você eu apaguei os nomes do meu celular. Esqueci os abdomens sarados. Apaguei meu passado. Por você, parei de escrever, avacalhei a rima e esqueci os versos. Por você, abandonei os outros alvos. Acertei na escolha. Larguei as festas, os riscos. Larguei a vodca com energético. Misturei amor com você.

Não é nada fácil. Mas você é bom nisso. Você me amolece com suas palavras. Me suporta com esse seu jeito doce-azedinho. Você é uma pessoa boa e acha que o mundo é bom. Aprendeu a ver o mundo com seus olhos (me ensina?). E eu sou pura. Pura azedura. Puro teste de paciência com você. Testo seus nervos, sua pele, seu suor. Testo suas noites de sono. Seus sonhos. Misturo os meus com os seus. Me perco em você todo. Agora só falta a gente achar um caminho. Me ensina a falar a sua língua. Me ensina a ver o mundo bom que você quer me mostrar lá fora. A ver o que eu não vejo. Me leva pra você. Some comigo no mundo. Me coloca pra dormir e só deixa eu acordar se for do seu lado. Não me deixa sozinha nunca mais.

".. Acredita que o tempo em que estamos com aqueles que nos querem bem é sempre um tempo ganho, como quem acumula pontos de felicidade para o futuro. .."

Quem olha assim meio de lado, pensa que sou louco mas louco?,o que determina um?,Falar sozinho?,Fazer coisas estranhas?,Ver coisas que ninguem mais vê?
Então sou mesmo louco.

eu sou só um você
que você não quis
e querer é coisa tão pequena
que só não sou você por um triz

Confesso que esperava um sorriso ou qualquer outra manifestação dessas de afeto. Mas não houve nada disso.

Talvez nunca mais se cruzem. Talvez ela mude de emprego, alugue um apartamento novo de frente para um pracinha com uma única árvore, comece a acordar às cinco da manhã, passe o café enquanto procura um par de meias, venda o carro, comece a pegar duas lotações para chegar no novo emprego, ache até bonito o uniforme, quem sabe canse no fim do dia, chegue atrasada no ponto de ônibus, não tenha o dinheiro para o táxi. Ele deve ter escolhido ficar em São Paulo, ou no Rio de Janeiro ou em Brasília, não importa aonde ele tenha ficado, talvez ele queira ganhar muito dinheiro, comprar um flat de frente para o mar, viajar para Dubai no próximo feriado, comprar um carro novo, pedir para alguém fazer seu café, ter uma sala só para ele no andar mais alto do prédio, sapatos de couro, meias bem alinhadas, talvez ele preferisse ternos mais claros, um cartão com limite mais alto. Eles não souberam quando começaram ou terminaram, se por algum momento a mágica do “nós” chegou a acontecer, se podia ser amor ter vontade de dividir uma pizza. Talvez ela quisesse somente uma companhia, alguém para chamar de “amor”, um par de meias novas no Natal e passear na pracinha que tem apenas uma árvore. Ele quis um apartamento maior, a estabilidade que pode ser superficialmente alcançada, um salário mais proveitoso. Nunca disseram adeus, nem até mais, nem qualquer outra coisa que desse possibilidade de um fim ou de um próximo encontro; terminavam as conversas com beijos, quando mais frios com abraços. Talvez ele a ame. Talvez ela quisesse saber disso. Por causa da mudez das emoções que sentiam, eles não sabiam que destino davam a si. O bonito deles é a coisa mais simples em suas histórias: de alguma forma silenciosa e cheia de esperança, eles esperavam um pelo outro, embora nenhum pedido tenha sido feito.