Um Cavalo Morto e um Animal sem Vida
O prestígio de um lugar é como a lua. Quando não cresce, necessariamente diminui.
Só posso falar do Guarujá a partir de 1.970, ano em que comecei a frequentar a cidade como turista de um dia, já que o apartamento da família era em Santos.
Tenho amigos que conheceram a cidade bem antes disso e a alegria daquelas lembranças contrasta com a tristeza de ver a cidade no estado em que se encontra. Alegrias e tristezas maiores que as minhas.
A única ligação da Ilha de Santo Amaro era a balsa e fazendo aquele trajeto sacolejante, de ida e volta, em cima de uma Honda 750 cc. eu me sentia um desbravador.
Andávamos sempre em pequenos grupos de quatro ou cinco, acompanhados de garotas que pretendiam demonstrar sua parte de rebeldia acompanhando os raros e tresloucados motociclistas.
Os motoqueiros eram tão poucos e quase sempres as mais bonitas já tinham namorado com quase todos.
Com exíguos biquínis de cortininha, aqueles que podiam ficar maiores ou menores, de acordo com a ocasião, elas quase sempre prometiam mais do que acabavam dando.
Em ambos os lados a Avenida Adhemar de Barros existiam grandes terrenos vazios e ao chegar à Praia de Pitangueiras a gente tinha a impressão de que se ali não fosse o paraíso era o mais próximo que se poderia chegar.
Mas não parávamos em Pitangueiras porque ali era grande a vigilância dos pais sobre as garotas que pegavam praia em frente aos seus prédios.Seus biquínis eram pequenos mas a vigilância dos pais era feroz.
Nosso destino era a Praia de Pernambuco.
Lá, as garotas santistas mais ousadas fugiam das areias escuras da praia de Itararé, José Menino e Gonzaga e depois de duas ou três caipirinhas especiais do Hotel Jequiti elas estavam sempre dispostas a montar nas motos sem discutir qual seria o destino.Ninguém falava em poluição, praia imprópria ou camisinha.
Nessa época pré-aids o que contava eram as pílulas anticoncepcionais e o risco de uma visita a uma das clínicas clandestinas de aborto que todo mundo conhecia, sendo a mais famosa delas na Rua João Moura em São Paulo, propriedade de um médico perito criminal da polícia. Guarujá era um sonho para nós.
Ninguém tinha apartamento por aqui, nós nos contentávamos em passar o dia e voltar a Santos para as noitadas no Clube da Orla, no Ilha Porchat, no Juá ou simplesmente trocando de garotas sempre que possível.
Nessa época o Hotel Casa Grande era o lugar mais badalado para se hospedar. Quando eu desejava impressionar alguma garota mais difícil, convidá-la para o fim de semana no Casa Grande era a última tentativa, a palavra-chave, a certeza de não errar.
Quarenta anos se passaram e o glamour que todos nós conhecemos transformou-se num amontoado de lixo em cada porta, um bando de moleques pedindo esmolas em cada esquina, praias impróprias e favelas.
Muitas favelas e muita bandidagem.
Tomaram conta de tal maneira da cidade que fizeram dos prédios verdadeiras gaiolas com grades.
As grandes casas da Enseada e do jardim Virgínia colocaram muros altos nas suas portas o que não impediu que perdessem muito do seu valor, porque para entrar ou sair desses muros, não há sistema de segurança que impeça roubos e mortes.
Em um ou outro condomínio fechado há a aparência de segurança.
A peso de ouro empresas privadas prometem o que nem sempre conseguem garantir.
Ainda é possível ver de vez em quando, carros lindos e caros, motos potentes, e gente bonita.
Alguns ainda mantém a esperança de que a cidade possa se recuperar de quarenta anos de maus tratos e voltar a ter glamour.
Eu não.
Sou como uma fotografia, me revelo lentamente, sem pressa, geralmente saio do escuro imersa em um líquido precioso e necessário chamado lágrima.
Um dia olharemos para trás e veremos que tudo mudou, mas a essência do somos sempre estará presente em nós .
Afogue a tristeza nas ondas da alegria, enxugue as lágrimas no manto do sol e faça brilhar um sorriso nos lábios. O sorriso é como o sol... só brilha quem é FELIZ, seja sempre FELIZ! Não permita que a tristeza tome conta de sua alma!
Como podemos permanecer em um mundo com tanto ódio ? Onde todas as noites mentimos acordados e sonhamos com um maneira de escapar ? Disfarce suas mentiras. Esta é a última canção de ninar, feche os seus olhos e ouça-me chorar novamente. Desesperadamente perdido, esse não é meu nome, eu não irei jogar o seu jogo, eu irei ser forte, eu não vou deixar passar, eu irei esperar pela única coisa que eu conheço. Esta é a última canção de ninar, feche os olhos e assista-me tentar, esta é a última canção de ninar, então feche seus olhos, apenas feche seus olhos...
Ex namorado é como ler um livro pela segunda vez, a história não muda por mais que você queira que mude.
Expemplo de como o mundo esta otimuh
--- sempre que recebemus um recado do tipu
preciso falar com vc, ou recebemos a visita
de alguem que supostamente nao deveria sempre
pensamos em coisas ruins !!!! E porque sera que
issu acontece? Bom issu eu respondo tambem.
É nada mais nada menos que a tolerancia do ser
humano, pois estamos tao acostumados com
catastrofes e noticias ruins, que automaticamente
pensamos nissu !!!! O mundo como esta hoje é
realmente instantaneo que em cada palavra
aja algo de ruim...
O ser humano não pode prosseguir nessa metamorfose distorcida e vertiginosa rumo a um abismo sem escrúpulos.
Mesmo que você seja um gigante, respeite os anões.
Pois respeito é uma moeda valiosa; com ela você adquire dignidade, paz e até amor.
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