Um Cavalo Morto e um Animal sem Vida

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O Menino Que Carregava Água Na Peneira

Tenho um livro sobre águas e meninos.
Gostei mais de um menino
que carregava água na peneira.

A mãe disse que carregar água na peneira
era o mesmo que roubar um vento e sair
correndo com ele para mostrar aos irmãos.

A mãe disse que era o mesmo que
catar espinhos na água
O mesmo que criar peixes no bolso.

O menino era ligado em despropósitos.
Quis montar os alicerces de uma casa sobre orvalhos.
A mãe reparou que o menino
gostava mais do vazio
do que do cheio.
Falava que os vazios são maiores
e até infinitos.

Com o tempo aquele menino
que era cismado e esquisito
porque gostava de carregar água na peneira

Com o tempo descobriu que escrever seria
o mesmo que carregar água na peneira.

No escrever o menino viu
que era capaz de ser
noviça, monge ou mendigo
ao mesmo tempo.

O menino aprendeu a usar as palavras.
Viu que podia fazer peraltagens com as palavras.
E começou a fazer peraltagens.

Foi capaz de interromper o vôo de um pássaro
botando ponto final na frase.

Foi capaz de modificar a tarde botando uma chuva nela.

O menino fazia prodígios.
Até fez uma pedra dar flor!
A mãe reparava o menino com ternura.

A mãe falou:
Meu filho você vai ser poeta.
Você vai carregar água na peneira a vida toda.

Você vai encher os
vazios com as suas
peraltagens
e algumas pessoas
vão te amar por seus
despropósitos.

Manoel de Barros
BARROS, M. Poesia Completa. São Paulo: Leya, 2011.

"_Você acha que um homem pode mudar seu destino?

_Eu acho que um homem faz o que pode...até que seu destino lhe seja revelado!"

Então sorria, você acordou mais um dia, sorria.

O dia em que nada aprendi, foi um dia não vivido.

Assim como a cera, naturalmente dura e rígida, torna-se, com um pouco de calor tão moldável que se pode levá-la a tomar a forma que se desejar, também se pode, com um pouco de cortesia e amabilidade, conquistar os obstinados o os hostis.

Um mal não é um mal para quem não o sente; que te importa se todos te vaiam se tu mesmo te aplaudes?

Pois uns atiram elogios, outros nos atiram pedras,
Mas me diz aí o que um cara ganharia com a minha queda?

Conheço a minha sina. Um dia, meu nome será ligado à lembrança de algo tremendo - de uma crise como jamais houve sobre a Terra, da mais profunda colisão de consciência, de uma decisão conjurada contra tudo o que até então foi acreditado, santificado, querido. Eu não sou um homem, sou dinamite.

O fato de ser mulher, não me torna um tipo diferente de cristão. Mas, o fato de ser cristã, me faz um tipo diferente de mulher.

Notável como o amor tem um padrão similar ao da insanidade.

O mundo as vezes pode parecer um lugar hostil e sinistro, mas acreditem: existe muito mais bondade no mundo do que maldade, só precisam procurar com vontade. E o que podem parecer desventuras em série na verdade pode ser o primeiro passo de uma jornada.

Uma ideia é como um vírus altamente contagiante, que pode crescer, crescer para te formar ou para te destruir.

Lucifer: Oh. Olá Dean. Você não está surpreso. Você percorreu um longo caminho para poder ver isso. Não é?

Dean: Bem. Vá em frente. Me mate.

Lucifer: Matar você? Você não acha que isso seria um pouco...redundante? Me desculpe, deve ser doloroso. Falar comigo nesta forma. Mas tinha que ser seu irmão. Tinha que ser.
Você não precisa ter medo de mim Dean. O que você acha que eu vou fazer?

Dean: Eu não sei. Talvez fritar o planeta?

Lucifer: Por que? Por que eu ira querer destruir esta coisa estonteante? Maravilhosa...em trilhões de jeitos diferentes. A última obra perfeita de Deus. Você já ouviu a história de como eu cai do céu?

Dean: Pelo bom Deus. Você não vai me contar uma histórinha para dormir, não vai? Meu estômago está quase fora da bílis.

Lucifer: Você sabe por que Deus me expulsou? Porque eu o amei...Mais que qualquer coisa. E então Deus criou...Vocês. Seus pequenos macacos sem pêlos. E então quando ele pediu a todos nós para curvar-mos diante de vocês. Para amar vocês mais que ELE. E eu disse, ‘Pai, eu não posso.’ E disse, ‘Esses seres humanos são falhos, assassinos. E por isso...Deus pediu a Miguel para que me jogasse no Inferno. Agora me diga, a punição é adequada ao crime? Especialmente quando eu estava certo.
Olhe o que seis bilhões de vocês fizeram ao planeta. E quanto de vocês me culpam por isso?

Dean: Você não está me enganando. Você sabe disso não é? Com toda essa babozeira de simpatia do diabo. Eu sei o que você é.

Lucifer: O que eu sou?

Dean: Você é a mesma coisa só que maior. A mesma marca barata que eu venho caçando a minha vida toda. Um feio, mal, com um pedaço de ventre no chão do mundo sobrenatural, um pedaço de Cerda. A única diferença entre você e eles é o tamanho do seu Ego.

Lucifer: Eu gosto de você Dean. Eu entendo o que os outros anjos veem em você. Até mais Dean. Nos veremos novamente em breve.

Dean: É melhor você me matar agora!

Lucifer: Pardon?

Dean: É melhor você me matar agora ou eu juro que vou achar um jeito de matar você. E eu não vou parar.

Lucifer: Eu sei que você não vai. E eu também sei que você não vai dizer sim a Miguel. E sei que você não vai matar Sam. Não importa o que você faça. Você vai sempre terminar aqui. Não importa as decisões que você tome, não importa os detalhes que você altere, você vai sempre terminar...Aqui.
Eu ganho...Então eu ganho.

Dean: Você está errado.

Lucifer: Vejo você em 5 anos Dean.

teu sorriso eu vou deixar na estante, pra eu ter um dia melhor

Um conto suicida

Domingos à tarde são horríveis! Insuportáveis! Suicidas! E ali estava ela. Olhando a chuva cair pesadamente da janela de seu quarto, no décimo quinto andar. E sobre a cama estavam fotos espalhadas, cartas rasgadas, cinzas de cigarros, copos de bebidas... E no rádio tocava 'While My Guitar Gently Weeps', dos Beatles. E sentada na janela do décimo quinto andar, estava ela, com o cabelo desgrenhado, a roupa molhada de vodca e lágrimas, tênis sujos. E segundos depois estava ela estirada no chão da cidade, com a chuva a lavar seu sangue.

Minha filha, meu amor.

Você nasceu com um brilho reluzente
Que em teus olhos a beleza refletia
Primeiro choro a mais bela poesia
Que irradia como uma estrela cadente
Serei a mãe que o amor será presente
Em cada passo em que você possa alcançar
Nos tropeços em que a vida te ofertar
O meu amor te servirá de proteção
Como uma redoma estarás no coração
Pra toda vida minha filha eu vou te amar.

Como pode ser tragédia a morte de um artista, enquanto a morte de milhões apenas estatística?

Akai Ito:
Um fio invisível conecta os que estão destinados a conhecer-se, independentemente do tempo, lugar ou circunstância, o fio pode esticar ou emaranhar-se, mas nunca irá partir.

Se um dia eu e minha namorada brigássemos e ela chorasse, eu ficaria quieto e a abraçaria.

Um pecadinho como uma pequena pedra dentro do nosso sapato atrapalhará a nossa caminhada até ao céu.