Um Cavalo Morto e um Animal sem Vida

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De tudo um louco


E a gora faço esses versos
Um poema de tudo
Nessa vida que levo
De louco , um pouco

Saudade de um amigo
Melhor amigo
Antes , dias de domingo
Sempre comigo
A distancia assim
É mesmo um castigo
E faço nos versos
Meu puro e nobre abrigo

Deito na cama e sonho
Acordado no sofá
Pois não sei o que é cochilar
Só durmo deitado na cama

Ao fechar os olhos
Vejo uma linda moça
Aquela mesma
De meus outros versos
E solto aquele sorriso enfadonho
E me aperta um aperto no peito
Acho que deve ser o coração
É paixão

Num repente fujo de mim
Num rompante saio correndo
Versos de amor escrevendo
Fundindo amor escrevendo
Wisks e vinhos tintos
Ao sabor salgado de uma pizza
Chorando e saborendo
Da noite em solidão
Meu triste fim


Esperando aquela moça
Dela o tão esperado sim
Mas de indecisão em indecisão
Vou na vida seguindo
Sem saber se sigo a mente ou o coração


Mas como é bom poetar
Me faz muito bem
E não há mal nenhum
Que possa nos alcançar
Quando estamos a poetar

Em vida
Minha , tua vida minha
Meus sonhos mais sinceros e loucos
De ontem em ontem
Vou perdendo-os aos poucos

Mas amanha é dia de labuta
Minha história continua
A vida é uma luta
Mesmo que quando em luto
Ainda quero aquela moça nua

Escrevo poesia
Escrevo assim
Ouvindo musica que adoro
Assistindo o final da novela
Nos caminhos do setor mineral
De onde tiro meu sustendo
Levo-me ao paraíso ao sair desse tal mundo
Esse setor degradante

Sonho com aquela moça
A tal moça , a minha musa
Quero ela
Tomo um porre de inspiração
Caindo dentro
Bem no meio no centro da desilusão

Sinto o gosto da solidão
Já chorei de decepção
De amor, de dor
Sinto o perfume da flor
Na obra em jardim
Em moça de paixonite em paixonite
A cada época
A poesia, mais abre meu apetite
E a escrever a próprio punho
É um convite
Que esse poeta não resiste

Há um instante em que a vida pede firmeza — e eu atendo.
Não por força bruta, mas por consciência. Eu avanço sabendo exatamente o que pertence às minhas mãos e o que já não precisa mais ser carregado.


O que está ao meu alcance, eu construo com precisão.
O que ultrapassa meu limite, eu libero com maturidade.
Essa combinação cria um caminho limpo, lúcido, onde cada escolha tem peso e cada passo tem destino.


Sigo em frente com uma calma que não é passiva — é soberana.
É a serenidade de quem enxerga além do óbvio, de quem percebe sinais, de quem entende que a vida responde mais à vibração do que à insistência.


E, enquanto avanço, algo em mim se expande:
a força que organiza o caos,
a intuição que filtra o que não serve,
e a disciplina que sustenta o que importa.


Não preciso controlar o mundo — só a mim.
E quando faço isso, o universo se rearruma ao redor.


Eu escolho ir adiante.
Escolho o que me fortalece.
Escolho soltar o que me prende.


Porque o futuro se abre para quem caminha com clareza, coragem e silêncio interno.
E eu já estou na trilha certa.

Quando Você Descobre Que Sua Mente Também Pode Ser Reprogramada


Existe um momento na vida em que a pessoa percebe que não está apenas cansada.


Está desconectada de si mesma.


Desconectada da própria energia.
Da própria potência.
Da própria capacidade de construir uma realidade diferente.


E talvez uma das maiores prisões humanas seja acreditar que somos obrigados a permanecer exatamente como fomos condicionados a ser.


Muitas pessoas passam anos vivendo no automático.


Repetindo padrões.
Repetindo medos.
Repetindo escassez emocional.
Repetindo crenças que nunca escolheram conscientemente carregar.


Como se a vida fosse apenas uma sequência inevitável de acontecimentos sobre os quais não existe poder de transformação.


Mas existe algo profundamente revolucionário quando uma pessoa entende que o cérebro humano não é estático.


Ele muda.


A neuroplasticidade mostrou algo que transforma completamente a forma como enxergamos desenvolvimento pessoal: pensamentos repetidos criam caminhos neurais. Emoções recorrentes fortalecem padrões internos. Ambientes moldam comportamentos. Experiências alteram conexões cerebrais.


Isso significa que muitas das limitações que carregamos não nasceram conosco.


Foram aprendidas.


E aquilo que foi aprendido também pode ser reconstruído.


Talvez por isso tantas pessoas sintam medo quando começam a despertar para a própria consciência.


Porque assumir responsabilidade pela própria transformação também significa perceber quantas vezes terceirizamos nossa vida para o medo, para traumas antigos, para padrões familiares ou para narrativas que nunca foram realmente nossas.


Existe uma diferença enorme entre viver reagindo ao mundo e viver construindo conscientemente a própria realidade.


E essa mudança começa dentro.


Começa quando uma pessoa para de perguntar apenas “por que minha vida é assim?” e começa a perguntar “quais pensamentos, emoções e padrões estou alimentando diariamente?”.


Porque a mente humana funciona como um terreno fértil.


Aquilo que você repete cresce.


Aquilo que você alimenta fortalece.


Aquilo que você acredita começa lentamente a moldar sua percepção sobre si mesmo e sobre o mundo.


E não se trata de romantizar sofrimento ou fingir que basta “pensar positivo”.


A vida real é muito mais complexa do que frases prontas de efeito.


Existem dores legítimas.
Traumas reais.
Cansaços profundos.
Bloqueios emocionais verdadeiros.


Mas também existe algo extremamente poderoso: a capacidade humana de reconstrução.


Muitas vezes, as pessoas não precisam se tornar outra versão de si mesmas.


Precisam apenas remover camadas de medo, culpa e condicionamentos que esconderam quem realmente são.


E talvez seja exatamente isso que torna o autoconhecimento tão desconfortável e libertador ao mesmo tempo.


Porque olhar para dentro exige coragem.


Exige reconhecer padrões que sabotam relações, autoestima, prosperidade e saúde emocional.


Exige perceber quantas vezes tentamos preencher vazios internos apenas acumulando distrações externas.


Mas também existe beleza nesse processo.


Porque, aos poucos, a pessoa começa a perceber que potência não é perfeição.


Potência é consciência.


É a capacidade de escolher novos caminhos mesmo depois de anos repetindo os mesmos ciclos.


É entender que transformação não acontece em um único grande momento.


Ela acontece nas pequenas decisões repetidas diariamente.


Na forma como você fala consigo mesmo.
Na energia dos ambientes que escolhe permanecer.
Nos hábitos que fortalece.
Nas emoções que alimenta.
Nas pessoas que aproxima da própria vida.


Existe algo profundamente silencioso na reconstrução pessoal.


Ela quase nunca começa de forma grandiosa.


Começa em pequenos despertares internos que ninguém vê.


Uma nova percepção.
Uma nova escolha.
Um limite estabelecido.
Uma crença questionada.
Um pensamento interrompido antes de virar autossabotagem.


E então, lentamente, aquilo que parecia impossível começa a mudar.


Não porque a vida ficou mais fácil.


Mas porque a consciência ficou mais forte.


Talvez o verdadeiro poder nunca tenha sido controlar o mundo externo.


Talvez o verdadeiro poder seja desenvolver clareza suficiente para não viver mais aprisionado pelos próprios condicionamentos.


Porque quando uma pessoa aprende a reconstruir a própria mente, ela deixa de sobreviver apenas no piloto automático.


E começa, finalmente, a participar conscientemente da própria existência.

Quando a Intuição de Uma Mãe Começa a Gritar em Silêncio


Existe um momento na vida de muitas mães que quase ninguém consegue explicar com precisão.


Não é um grande acontecimento.
Não é algo necessariamente visível para quem está de fora.


É apenas uma sensação.


Um desconforto silencioso que começa pequeno, quase imperceptível, mas que aos poucos cresce dentro do peito.


Às vezes acontece durante uma festa infantil, quando todas as outras crianças parecem interagir naturalmente e o seu filho permanece distante, preso ao próprio mundo.


Às vezes acontece quando você chama pelo nome e ele não responde.


Ou quando o olhar não encontra o seu.


E então começa a luta interna mais dolorosa de todas:
a batalha entre aquilo que o coração percebe e aquilo que o mundo insiste em minimizar.


“Cada criança tem seu tempo.”
“É só uma fase.”
“Você está exagerando.”


Mas a verdade é que mães quase sempre percebem antes.


Porque existe algo profundamente poderoso na conexão entre uma mãe e um filho.


Elas observam detalhes que ninguém percebe.
Mudanças sutis.
Silêncios estranhos.
Pequenos comportamentos repetitivos.
Ausências emocionais difíceis de explicar.


E talvez uma das dores mais solitárias da maternidade seja exatamente perceber que algo não está bem enquanto o restante das pessoas tenta convencer você de que está tudo normal.


O problema é que o medo paralisa.


Porque nenhuma mãe quer ouvir palavras que possam mudar completamente o futuro que imaginou para o próprio filho.


Então muitas entram em negação sem perceber.


Não por falta de amor.


Mas justamente porque amam demais.


É difícil aceitar que aquela criança tão sonhada talvez enfrente desafios que outras pessoas nunca precisarão enfrentar.


E existe também o medo do julgamento.


O medo dos rótulos.
O medo do preconceito.
O medo de um futuro desconhecido.


Mas existe algo que precisa ser dito com honestidade: ignorar sinais não faz os sinais desaparecerem.


E talvez uma das maiores demonstrações de amor seja justamente ter coragem de olhar para a realidade antes que o tempo passe.


Porque intervenção precoce muda trajetórias.


A ciência já demonstrou que o cérebro infantil possui uma capacidade extraordinária de adaptação e reorganização. Quanto mais cedo uma criança recebe suporte adequado, maiores são as possibilidades de desenvolvimento, comunicação, autonomia e qualidade de vida.


Mas, para isso, primeiro é preciso vencer o silêncio.


É preciso parar de tratar intuição materna como exagero emocional.


Mães convivem diariamente com seus filhos.
Elas percebem mudanças mínimas.
Ritmos diferentes.
Desconexões sutis.
Sensibilidades incomuns.


E muitas vezes a primeira pessoa a identificar os sinais é justamente aquela que passa noites inteiras tentando convencer a si mesma de que talvez esteja errada.


Só que quase nunca está.


Talvez uma das partes mais difíceis dessa jornada seja entender que o diagnóstico não destrói uma criança.


O que destrói é a ausência de suporte, compreensão e acolhimento.


Porque nenhuma criança deixa de ser quem é após um laudo.


Ela continua sendo a mesma criança.


Com o mesmo sorriso.
Os mesmos olhos.
Os mesmos afetos.
As mesmas possibilidades de desenvolvimento.


O diagnóstico apenas oferece direção.


Oferece entendimento.
Estratégias.
Intervenção.
Acesso.
Suporte.


E principalmente: oferece a chance de que aquela criança seja compreendida antes de ser julgada.


Existe algo profundamente cruel na maneira como a sociedade ainda transforma diferenças neurológicas em motivo de medo.


Mas talvez o verdadeiro problema nunca tenha sido a criança.


Talvez o problema seja um mundo que ainda não aprendeu a acolher formas diferentes de existir.


Enquanto muitas famílias vivem em silêncio tentando entender o que está acontecendo, milhares de crianças seguem precisando apenas de uma coisa: adultos dispostos a enxergá-las além dos próprios preconceitos.


Porque nenhuma mãe deveria carregar sozinha o peso de perceber que algo está diferente.


E nenhuma criança deveria crescer sem acesso à oportunidade de desenvolver todo o potencial que existe dentro dela.


Diane Leite

Aquele que nunca chorou por um grande amor, é porque nunca teve um grande amor na vida.

Todo amanhecer é um florescer de esperança no jardim da vida.

Pelos caminhos da vida...


Noite passada assistir um filme antigo, produzido em 1990, esse filme foi um dos filmes mais lindos e mais emocionantes, que eu já tive o prazer de assistir.


Entre risos e lágrimas, fui me emocionando a cada cena, cada diálogo, meu coração disparava e meus olhos nem piscavam, foi uma mistura de emoções e sensações, raiva, ódio, alegria, felicidade, e muitos aprendizados. Uma das frases mais marcantes que levarei comigo;


“A vida te mostra muitos caminhos, e o caminho mais difícil é o caminho que te torna um ser humano melhor” – Pássaro Esperneante (Kicking Bird).


Filme, Dança com Lobos.

A vida não é um plano de voo.
É uma dança.
E pra dançar é preciso deixar fluir...

Cada vida é um colar. Pérolas!
Cada momento é uma conta. Valores, costumes, realizações, dores, alegrias, conhecimento, histórias…
Quem parte lega sua jóia. Algumas ficam bem guardadas. Quase esquecidas.
Outras são passadas de geração em geração. Com o passar do tempo muitas se arrebentam.
E as contas ficam por aí, perdidas nas frestas dos assoalhos.

“Na vida, tudo tem um jeito — às vezes não do jeito que queremos, mas do jeito que precisamos aprender.”

Toda a vida é um exemplo da vida; aprendida em lições de uma vida inteira.

A infância é um baloiço que faz balançar a alegria de uma vida inteira.

Viver bem é cuidar de cada parte da sua vida com intenção, um passo de cada vez.

"O Reiki é mais do que uma terapia e um trabalho, é um estilo de vida."

"O Reiki é um tipo de óleo que lubrifica as engrenagens da vida."

Tudo na vida tem um ciclo, princípio, meio e fim. A vida está em constante movimento, a mudança é a lei da vida.

"A vida pode parecer um caminho largo e fácil, mas está cheia de armadilhas escondidas. Só a prudência, o discernimento e a vigilância nos permitem seguir em frente com segurança."

⁠A vida é como um espelho.

A vida é um oce(ano) lindo.

Luiz Gonzaga dizia:
A minha vida é andar por esse país, pra vê se um dia descanso feliz.
Apud:
A minha vida é andar por esses países, pra vê se um dia […]
Nordestino não descansa.
Feliz nordestino é.