Um Cavalo Morto e um Animal sem Vida

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A gente não pode lutar pelo nosso ego, nós precisamos lutar pela nossa honra, caso exista um caminho em que essa honra acabe não ferindo ninguém, priorize-a.

As asas que voei,
Nos encantos eu vibrei,
Quantas descobertas desbravei,
E um livre pouso eu dei!!!
Tenho asas para voar,
Muito gosto em amar... e
Totalmente livre para sonhar!

Quando a gratidão faz parte do seu dia a dia; você recebe um milagre a cada segundo! o Milagre da vida!
Gratidão Universo por me presentear cada segundo!

A noite infinita

Eu amo a noite.
Amo-a como quem ama um segredo
que só se revela aos que ousam fechar os olhos do mundo.

Quando o dia se impõe,
com sua pressa branca e seus ruídos,
eu me entristeço —
não por medo da luz,
mas porque a noite dura pouco,
escorre pelos dedos
como tinta rara que não se pode refazer.

Ah, se dependesse de mim,
a lua não minguaria jamais.
Ela duraria anos,
décadas,
sonhos inteiros.

Eu a penduraria no alto
como um selo de eternidade,
um brasão de prata sobre o céu escuro,
e decretaria:
que nunca amanheça.

Porque é na noite
que o silêncio tem voz.
Que as memórias caminham sem sapatos.
Que as feridas respiram
sem serem vistas.

A noite não me exige máscaras.
Não cobra respostas.
Não me mede,
não me pesa,
não me chama de excesso.

Ela me aceita vasto,
inteiro,
imperfeito como as crateras da lua
— e ainda assim luminoso.

Se eu pudesse,
assinaria um tratado com o tempo:
em troca de todos os meus dias apressados,
dai-me uma noite sem fim.

Uma noite que dure o suficiente
para que a tristeza adormeça,
para que os sonhos amadureçam,
para que o amor encontre coragem.

Eu amo a noite.
E fico bravo porque ela dura pouco.

Mas enquanto houver
um fragmento de sombra no horizonte,
erguerei meus olhos
como quem guarda um reino secreto —

sabendo que,
mesmo breve,
ela sempre volta.

Que o sono seja a ponte que nos leva a um novo recomeço, carregado de sonhos e iluminados por brilhantes estrelas.

Desarme
Juro que tento ser sério e discreto,
Um verdadeiro lorde, bem correto...
Logo que te vejo, o plano desanda,
Impossível não virar seu fã de carteirinha!
Acho que é feitiço ou coisa do tipo,
Não sei, só sei que seu riso é o meu vício,
Ainda bem que você me aceita assim,bobinho sorrindo assim.

O que me faz querido e abençoado é ter um coração do bem, que cabe gratidão e oferta para o próximo.

Falar a verdade a um amigo é uma perspicácia, e nem sempre lhe garante permanecer na amizade.

Nara Nubia Alencar Queiroz

A casa, que era grito e movimento, guarda agora um silêncio que devora.
O tempo, esse mestre sem alento, levou o que era o meu mundo outrora.
Restam vestígios, brinquedos, rastros de um momento, o eco de risadas que me devora.
Sinto o vazio, o puro isolamento, de quem viu os filhos ir embora.
Mas se a saudade aperta e faz o pranto, é também o orgulho que floresce, ao ver o voo dessa crianças que é meu encanto.
Pois filhos são a luz que a vida nos empresta,enquanto a ausência a alma enternece.
O amor de uma vida que terão como herança.

Perdão na teoria é poesia. Na prática é sacrifício! Vai custar, mas é um preço que vale a pena.

Eu comecei a amadurecer quando percebi que precisava me desenvolver pessoalmente para ser um ser humano melhor a cada dia.

"Educar um filho não é prendê-lo dentro de casa como se ele vivesse dentro de um convento. Aprenda a deixar a criança ser criança, o adolescente ser adolescente e deixe o adulto tomar decisões e ter atitudes de adulto."

"Reflexões". Resende, 07 de Janeiro de 2016.

Para convencer quem ficou nas sombras, apagar as luzes é um exercício útil, pois na confusão força a ação.

O tempo apresenta um abismo de dualidade, é um aliado e também um inimigo.

A noite verte o pranto sobre o cais,
Lembranças de um tempo que morreu.
Entre as sombras de dias desiguais,
Xadrez de um destino que é só meu.
Alma perdida em sonhos ancestrais,
No peito, o eco de quem se perdeu.
Deserto de desejos ideais,
Resta o silêncio que o céu prometeu.
E o vácuo se faz dono dos portais.
Longe vai o brilho da alvorada,
E o cansaço domina a caminhada,
Onde a esperança não encontra abrigo.
No escuro desta estrada abandonada,
A saudade é a sombra na jornada,
Rastro de dor que carreguei comigo.
Desolado ao relento...
Olvido.

Mesmo que a noite estenda o seu véu frio
E o vento sopre um canto de descrença,
Há uma luz que, sutil e intensa,
Nasce no fundo do maior vazio.
Ela é o broto em meio ao solo estio,
A voz que fala onde a dor é imensa,
Uma certeza, doce e indefensa,
Que guia o barco em curso de um rio.
Pois se o outono despiu toda a árvore,
E o peito se fez duro como o mármore,
A vida insiste em nova floração.
A esperança é o sol que o medo espanta,
É a semente que no escuro canta,
Fazendo eterno o humano coração.⁠

"À sombra de um tempo que já não me alcança,
Guardo o silêncio de quem tanto esperou;
Sou o eco de uma vã e antiga esperança,
Que o vento da vida, aos poucos, levou."

Sabe.... antigamente vc era meu melhor amigo, mais do que isso, era minha paixão, um crush mais especificamente dizendo... Ih hj em dia? Não é nada, fico olhando pro passado e perguntando se foi real.... Ih do porque vc ter escolhido acabar assim... hoje em dia não sei mais o que vc eh pra mim, porém, penso em te enviar um oi só pra ver aonde é que vai dar, no entanto da msm forma em que eu penso nisso me pergunto se vai valer a pena, pq talvez só eu vá lutar por essa amizade Ih também pq talvez eu já não sei o que eu sinto por você

Ser diferente em um mundo que copia tem um custo que não aparece na etiqueta, mas pesa na rotina. A sociedade opera em modo reprodução automática: tendências são replicadas, opiniões são recicladas, personalidades viram moldes prontos para consumo rápido. Quem rompe esse script deixa de ser confortável. E tudo que desafia o padrão primeiro é questionado, depois criticado, às vezes isolado. A diferença incomoda porque expõe a fragilidade da cópia; ela revela que é possível pensar sem manual e agir sem plateia.
O preço começa na solidão estratégica. Nem todo mundo acompanha quem decide sair do piloto automático. Há olhares atravessados, comentários disfarçados de conselho e tentativas sutis de enquadramento. Ser original exige sustentar a própria identidade quando o algoritmo social empurra para a homogeneidade. É mais fácil repetir do que criar; repetir gera aprovação instantânea, criar gera resistência inicial. E é justamente nesse intervalo entre a estranheza e o reconhecimento que muitos desistem.
Mas há um outro lado desse custo: autonomia. Quem aceita pagar o preço da diferença conquista algo que a cópia nunca entrega; Autenticidade. Não é sobre rebeldia vazia, é sobre coerência interna. É alinhar discurso e prática, mesmo que isso reduza aplausos. No fim, o mundo que copia pode até rir primeiro, mas inevitavelmente observa depois. Porque toda transformação começa com alguém que suportou ser estranho antes de ser referência.

⁠Olha que ironia,a pessoa que um dia pra mim sorria, hoje não me dá nem bom dia!