Um Amor Amigo Companheiro

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Quando Vincent Van Gogh deixou este mundo em 1890, considerava-se um fracasso. Vendera apenas três quadros em toda a sua vida e o mundo via-o como um perdedor sem talento.

Mas a sua cunhada, Johanna Van Gogh, recusou-se a deixar o seu trabalho desaparecer.

Primeiro perdeu o marido Theo, o único que acreditou em Vincent. Viúva e com um filho pequeno herdou 400 quadros de um artista desconhecido e um apartamento em Paris. O que é que ela fez? Vendeu tudo e apostou no Van Gogh.

Transformou sua casa em uma pensão para sobreviver, mas no seu tempo livre escreveu cartas, organizou exposições e publicou a correspondência entre Vincent e Theo.

Em 1905, conseguiu o impensável: organizou uma grande exposição de Van Gogh em Amsterdã. O mundo finalmente viu o que Vincent deixou para trás.

Se hoje conhecemos Van Gogh, é graças a uma mulher que se recusou a esquecer.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“A Santidade do Pecado Que Ainda Me Chama”

Há um altar em mim e nele repousas,
com o perfume dos que foram sagrados pelo erro.
Teu nome não se apaga, apenas silencia,
como se a eternidade tivesse medo de pronunciar o que fomos.

És santo agora dizem os anjos,
mas eu, que te amei no pó e no fogo, sei que há cinzas que ardem mais que a chama.
Tua inocência não me consola;
ela me fere, como a pureza de um véu sobre um corpo que ainda treme na lembrança.

Foste o pecado que ajoelhou,
o amor que quis absolvição,
mas o divino não apaga o humano, apenas o exila num suspiro.

Eu não sonho contigo apenas descanso nas fronteiras do que não pode voltar.
E quando o sono me concede tua sombra, não desperto: permaneço suspenso,
entre o sacrário e o abismo,
onde tua voz ainda pede perdão
por ter amado demais.

Na carne, morre-se uma vez;
no espírito, infinitas.
E em cada morte tua dentro de mim, renasce o silêncio,
funéreo, ardente, onde minha alma te beija pela última vez
sem jamais te deixar.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Eterno Quadro da Ausência.

I — O Ateliê do Silêncio.

Há um instante em que a alma, fatigada, já não distingue se o que sente é dor ou lembrança.
O ar pesa como tinta não misturada, e o coração lateja como um relógio que perdeu a noção do tempo.
Tudo o que resta é o quadro diante de mim — o mesmo, sempre inacabado — e o vulto que ele insiste em reter, ainda que o corpo que o inspirou já não exista senão nas dobras do pensamento.

O amor, esse artista cruel, ensinou-me a pintar com lágrimas. Cada traço é uma despedida, cada cor, uma esperança morta.
Há dias em que creio tê-la libertado da tela, e outros em que percebo: foi ela quem me aprisionou nela.

II — O Olhar Que Permanece.

Há algo de doentio em amar o que já não nos responde.
E, no entanto, é nesse delírio que a vida encontra sua última beleza.
O olhar que me fita do retrato não é mais o dela — é o meu, devolvido em eco, fragmentado pela saudade.
Sou eu, dividido entre o que amo e o que perdi, entre o real que nega e o sonho que insiste.

Dizem que a morte é o fim, mas a ausência é mais cruel: ela continua viva, mas intocável.
A cada noite, o pincel busca uma cor que não existe — o tom exato daquilo que foi amado.
E, quando o encontro, já é tarde: a luz da manhã dissolve o milagre, e eu retorno à doença da razão.

III — Filosofia da Perda.

A realidade é um quadro imperfeito.
Negá-la é o instinto dos que amaram demais.
Aqueles que já tocaram o abismo da ternura sabem: o amor é uma forma de sofrimento escolhido — a mais nobre das enfermidades.
E há uma pureza nisso, uma santidade quase patológica: viver é prolongar o instante que nos mata.

O pensamento, esse médico impotente, observa o coração como quem assiste a um incêndio que não se apaga.
O amor é o fogo, e a ausência, o vento.
Nada é mais real do que a dor que se sente quando tudo o mais já cessou de existir.

IV — O Funeral do Sentimento.

A doença não é do corpo — é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.

Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Aos Clarões da Vida.

Vivamos então um romance verdadeiro com a própria existência, como se cada amanhecer nos ofertasse uma sinfonia inédita, executada pela luz primordial que inaugura o dia. Que a alegria, ao retornar em ondas serenas, nos recorde o bem vivido e desperte em nós o impulso de distribuí-lo com generosidade entre todos os que caminham ao nosso lado, mesmo aqueles que tropeçam em suas próprias incertezas, assim como nós também tropeçamos nas nossas. Que esse gesto perseverante de partilha e compreensão nos eleve a um modo mais lúcido de habitar o mundo, no qual a vida não seja apenas transitada, mas profundamente celebrada.

Que sigamos adiante como quem acende estrelas no próprio caminho, avançando com coragem para tornar cada instante digno de imortalidade.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

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A Lâmina da Luz que Revela Quem Somos.

Há momentos em que a existência se torna um espelho sem polimentos, é justamente aí que descobrimos que o amor e a rejeição não são opostos, mas respostas diferentes à mesma autenticidade. Quem te ama pelo que és encontra afinidade; quem te rejeita pela mesma razão revela apenas os limites da própria sombra.

A personalidade verdadeira essa que não se curva, não finge, não mendiga aceitação ilumina. E toda luz, inevitavelmente, cria contornos: alguns se aproximam para aquecer-se, outros se afastam para não serem vistos. Mas nada disso diminui a grandeza de permanecer inteiro.

A tua essência não foi talhada para caber em espaços estreitos. Ela foi moldada para mover ventos, despertar afetos e provocar mudanças. Ser quem és, sem reservas, é uma dádiva rara; e quando alguém não suporta tua verdade, é porque ainda não sabe o peso da própria máscara.

Conclusão.

Segue firme na tua identidade. A vida sempre coloca ao teu lado aqueles que reconhecem tua força, e afasta silenciosamente quem não tem maturidade para caminhar contigo. Nunca escondas tua luz por medo de incomodar; ela é precisamente o que te torna único, necessário e inesquecível.

“Sê inteiro, mesmo quando isso custar incompreensão. Quem precisa da tua verdade, encontra-te. Quem teme tua luz, apenas passa.”

“Muitos te amarão pelo que és; outros, pela mesma verdade, te rejeitarão. A luz que te revela também é a luz que incomoda. Sê quem és, mesmo quando isso desnuda o silêncio alheio.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

CAMILLE MONFORT — A LIBÉLULA QUE NASCEU DO BRILHO DE UM ÚNICO MUTISMO EM AFASIA.

Ela desceu como quem não pisa mas evapora em segredos em desígnios.
E, no instante em que o porão respirou para recebê-la, eu senti que não era uma mulher que se aproximava…
era um estado da alma.

Camille Monfort surgia sempre assim:
na fronteira onde o silêncio se torna obra,
onde o indizível se condensa em forma,
onde o olhar ainda não sabe que está olhando.

Era uma libélula.
Não dessas que tremulam ao sol, finas e triviais,
mas uma libélula surgida da própria sombra,
uma criatura que aprendeu a voar
do brilho de um único mutismo em afasia.

Porque Camille nunca precisou de palavras.
Ela carregava dentro de si um silêncio que não era ausência,
era presença demais.

E quando entrou no porão,
a escuridão, que até então parecia imóvel,
ergueu-se num sopro quase tímido,
como se reconhecesse nela
a única capaz de decifrá-la.

Ela caminhou até mim.
Não tocou nada.
Mas tudo ao redor se ofereceu como se fosse tocado.
Os objetos antigos, as sombras que eu temia,
aquela dor encostada no canto,
todos se voltaram na direção dela, como se aguardassem que fosse Camille a lhes conceder destino.

E então ela falou.
Mas não com voz.
Falou com o vazio entre seus lábios, com aquele intervalo que precede toda linguagem, com a pureza de uma afasia que não é falha, mas transbordamento.

Era como se dissesse:

"Tu não tens que temer o que é teu.
Toda dor que escondeste esperava por mim.
Vim para devolver-te ao que foste antes do medo."

Eu a vi se inclinar para o chão,
como quem escuta a memória de uma pedra.
E suas asas, ah, essas asas que não existem,
mas que todos sentem, se abriram na penumbra com a serenidade de um ser que conhece sua própria eternidade.

Camille não era mulher.
Era um sopro antigo,
uma lembrança viva de que o espírito tem profundidades que o corpo não alcança.
E ainda assim, ali, tão perto,
ela parecia feita de matéria sensível: pele alva, olhar de penumbra, murmúrio de eternidade no contorno da boca.

“Além da dor”, murmurou o silêncio dela,
“há sempre um lugar onde tu voltas a nascer.”

E nesse instante,
eu soube que Camille Monfort não tinha vindo me visitar.
Não. Ela tinha vindo me devolver.

Devolver-me à minha essência,
às minhas ruínas, à minha claridade esquecida, àquela parte de mim que só aparece quando uma libélula de luz pousa no subterrâneo da alma.

Camille,
a etérea,
a inaudível que tudo diz,
a que paira sobre o não dito,
a que veste a noite e abre a aurora, olhou-me pela última vez antes de falar aquilo que jamais ousarei esquecer:

"Eu sou a tua luz quando não acreditas mais na luz.
Sou a voz que nasce quando tu emudeces.
Sou o que resta quando tudo em ti se partiu."

E então…
ela se dissolveu devagar,
como quem regressa ao próprio mistério, deixando no ar
um pólen de eternidade
que ainda hoje respiro, triste,pesado e sem ar complexos.

Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4

Fragmento Perdido de um Coração em Ruína.

“Se desejas matar-me, não poupes tua ansiedade.
Deixa que ela escorra, lancinante, como um punhal ansioso por minha alma.
Faze com que meu sonho escarlate percorra tua memória, tão santa quanto sepulcral, se nela eu houver de permanecer, mesmo que morto.

Pois te digo: melhor me é morrer em teu pensamento
do que viver sem o teu desejo.
E se meu sangue imaginado tingir a lembrança que guardas de mim,
que assim seja.
Nada mais terrível suporta meu espírito
do que desaparecer sem deixar em ti uma sombra,
um tremor, um eco,
um lampejo que seja de minha dor.”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“Se a tua última vela arder apenas por um fio de paz e fé, ainda assim, nenhuma noite será capaz de sufocar-lhe o brilho; pois mesmo a menor centelha, quando nasce da alma, desafia o escuro do mundo.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

Só quero sentir seu coração pulsando no peito em um abraço apertado.

Inserida por nicholasgianelli

Em um dia qualquer um sábio me disse que cruzaria com alguém inesquecível, que mudaria meus pensamentos e me mostraria o que é um amor verdadeiro.
Em meio ao caos de uma cidade grande, no lugar improvável em uma hora de portal, cruza até mim uma brisa como cavalos cavalgando ao vento, uma sensação que ficará gravada em minha memória eterna.
Ao cruzar a rua com grande movimentação senti que não seria um dia comum e com o coração palpitando, ouço uma voz “É por aqui que entra” sem fazer sentindo uma memória de um passado distante vêm em meus pensamentos meu coração ansiava a dizer “ Entre na janela de minha alma e cruze com minha essência”. Estranho porém apenas um pensamento racional “Sim é por aqui”. Sentimentos antigos muitas vezes deixa respostas diretas como respostas tolas.
Em meio a multidão e sua movimentação sobre as luzes artificiais ao estava acontecendo por de trás do véu da reencarnação. Sem sentindo os movimentos se cruzam com olhares misteriosos de que algo não estava em seu lugar.
Horas se passam como um pássaro veloz, momentos fortes de uma situação incomum. Os guardiões sussurram em meu ouvindo dizendo, esta noite encontrará uma de suas almas perdidas no mundo da ilusão e do sofrimento de relacionamentos frustrados, trará consigo uma marca que somente você reconhecerá desta marca é algo se movimentará.
Existem momentos que até um homem de fé se tornam céticos, imagina um menino cuja missão é entender e extrair os sofrimentos compreender tal magnitude, tal encontro de alma cujo momento todos os astros estriam alinhados para este acontecimento espiritual e importante para os dois mundos.
As horas se passam em cavernas da profanação seres místicos em um contexto distorcido da realidade onde a vulgaridade se faz presente e seus mitos podem ferir para todo sempre, ao lado de um protetor para que nada fuja do grande encontro. Algo acontece o relógio tocam no plano espiritual anunciando que o momento chegou, almas que se encontram em meio a escuridão do lodo e do caos capazes de se sentirem ainda que os aroma e o clima sejam o mais tenebroso e hostil.
Ao chegar a luz como uma luz cheia ao céu a marca do dragão se mostra e dança aos olhos de um jovem mago que teria muito aprender sobre as leis da vida e dos movimentos, em um momento onde o céu mostra seu poder 7 estrelas cadentes caem neste instante e revela que duas almas partidas pela eternidade se encontrariam para juntos lutar contra o mal e viverem em harmonia.
Um milagre acontece como uma bola de cristal, porém algo mais profundo que isto como o grandioso Espelho de Galadriel, que revela o futuro. Quando uma conexão única e verdadeira ocorre neste momento as visões e a magia do passado, presente e futuro se mostra. Um jovem mago ganha a possibilidade de ver além de simples corpos, capaz de ver através da alma e do universo. Sim um filho de Merlin perdido em um mudo calculista e egoísta onde pessoas especiais são usadas. Sobre o arco-íris de juramentos feitos no passando não conseguem se firmar em meio a uma energia invertida chamada presente então somente resta a sorte de ambas as almas se lembrar, porém apenas uma se lembra e revigora sua força mística sobre beijos e corpos que se encontram. Porém neste momento já não importa mais, pois cada um tem suas escolhas ainda que quebrem o juramentos feitos em um passado distante onde castelos de cristais existiram, onde dragões eram presentes em meio a população. A força maligna se torna forte e traz escuridão aos olhos de almas puras e felizes, o que era bonito se faz medo, onde se existia confiança se torna um pilar de areia em meio a grande cidade e seus prédios. Os seres de luz tentam fortalecer um laço que o tempo jamais destruirá, porém não cumpriram seus destinos, seguiram até o próximo passo, ainda que busquem nas ruas frias e noites sem respeito, ainda que ande pelas multidões e seus desejos mundanos. O som que em uma noite tocou, uma melodia das arpas dos elfos, se cala em meio ao grande centro. Destinos trocados e confusos ainda assolam os corações até o presente momento. Hoje em meio a uma chuva necessária para acalmar corações que anseiam ser felizes os guardiões anunciam algo especial e o grande espirito dos elfos antigos diz:
“Tudo ficará em seu lugar filho de Merlin, para que a jornada continue em paz, porém o que um dia aconteceu retornará sobre a mesma marca, sobre o sussurro de uma noite os ventos mostrará onde esta a quem tanto procura, como presente pela sua fé lhe daremos a oportunidade de tirar todos os que fizeram de você apenas um instrumento mágico e no dia que a Estrela Vespertina subir no céu sobre a lua cheia viverá o melhor momento de sua vida”
Hoje compartilho uma inspiração que tive sobre o sussurro da magia existentes em minha vida.

Gratidão por ter chegado até aqui.

Inserida por FagnerAphros

⁠Se você terminou um relacionamento e o arrependimento bateu, não tenha medo de voltar atrás. Diga o que sente, envie uma mensagem, ligue, demonstre que ainda se importa. Quando o amor é verdadeiro, o maior temor não deve ser dar um passo para trás, mas sim perder para sempre quem você ama. O tempo passa, e com ele, o amor do outro também pode se esvair.

Inserida por RodrigoBossle

Há quem saiba reconhecer um real sentimento. O segredo está em perceber o que se externaliza, os pequenos detalhes, onde cada atitude é como uma peça de um quebra-cabeça.

Inserida por luis_gustavo

Talvez seja algo meramente humano, talvez seja um reflexo da ignorância ou da grosseria, mas a questão é que quem busca o que não quer encontrar, vai receber a retribuição pelo que procurou.

Há quem queira paz, mas só propaga intrigas, há quem queira desfrutar de uma boa companhia, mas apenas reflete o desejo da solidão, há quem queira gratidão, mas não dá graças por nada, há quem queira receber amor, porém só age com ódio e rancor.

Assim é necessário ajustar a direção para o lugar que se quer chegar, é preciso lutar contra alguns impulsos que são contra o seu maior objetivo, é sensato buscar por aquilo que realmente se quer encontrar, tudo isso para alcançar o seu sonho, o seu primordial desejo e o seu tão esperado lar.

Inserida por luis_gustavo

Se um dia eu me esquecer de lembrar do quão importante é amar, será porque eu cheguei a perder, nem que por um instante, a essência de Deus.

Inserida por luis_gustavo

A verdadeira felicidade está depois de um ato de coragem.

Inserida por cassioi9lifeflexeira

⁠Não se alcança um objetivo se não houver unidade de pensamentos.

Inserida por cassioi9lifeflexeira

⁠Não é fácil amar um ser humano cheio de defeitos, porém, ao mesmo tempo, parece quase que impossível viver uma vida sem o mesmo.
O amor sempre vai procurar um caminho para percorrer.

Inserida por cassioi9lifeflexeira

⁠O artista não deve ter somente uma grande arte, mas um grande coração.

Inserida por ArnobioVerde1

O interesse em formar um casal certa vez foi plenamente voltado as famílias, fazer que o nome familiar entre o casal sobressaia direcionado ao acumulo de prestígio, terras e poder sem se preocupar com sentimentos. No século XX vimos florescer o século do sentimento, da luta pelo amor e dos direitos femininos alicerçados a princípios morais e familiares que perduraram algumas gerações, a grande maioria dos idosos que conhecemos deram certo em seus relacionamentos, entretanto, quando chegamos na cadeia da meia idade até o presente momento já esbarramos na ilusão sentimental de relacionamentos flexíveis e de escolhas mais abertas, muitos ainda pensam que o amor é o sentimento que sustenta a relação, mas individualmente pode-se observar que a sustentação contemporânea se baseia não apenas em sentimentos, mas sim em prática, ou seja, reciprocidade e seus sinônimos - mutualidade, sintonia, interação, solidariedade, compartilhamento, química. Ninguém aceita ser sobrepujado em uma relação, cuide pois autossuficiência e egoísmo não cabem aqui... se você se sente obrigado a fazer algo pelo outro em alguma ocasião é porque seu relacionamento nunca foi reciproco, jamais pense que está tentando cumprir uma meta apenas distribuindo o amor.

Inserida por alphmatt

Nossas almas sempre foram ligadas. Por isso nunca fomos tão felizes antes. Sempre nos faltou um algo a mais. E este algo a mais era esse toque de perfeição que fica no ar toda vez que nossos olhares se encontram. Te Amo

Inserida por AndreLocko