Um Amor Amigo Companheiro

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Quem muito tem, nao sabe a falta que o não ter faz, talvez o não ter, seja a razão por dar valor a certas coisas, a certas pessoas e sentimentos, quase sempre quem muito tem , ignora as pequenas coisas, essas que fazem toda a diferença, tal como o pouco sal que tempera, seja grato.
-Leex

Não é que eu não consiga me apaixonar, é que eu não consigo me apaixonar por várias coisas de uma vez só. Então talvez você entenda o porque eu não consiga distinguir o que é platônico e o que não é, porque tudo é demais e não é o suficiente ao mesmo tempo.

Eu só queria ligar.
Falar que sinto falta, e que meus dias têm sido cinza por dentro depois que você se foi.
Porque você não foi inteiro. Você ficou na vontade e nas lembranças mais lindas, que insistem em me mostrar todo o tempo o quanto fui feliz com você.
Queria falar de saudade. Da novela. Do livro que tenho lido.
Queria ouvir sua voz entregando que eu também virei saudade, e que seu coração volta e meia te faz lembrar quando ‘nós dois’ éramos presente.
Eu preciso tanto falar. Meu silêncio grita. E esse desprezo de mentira que sinto por ti, machuca essa alma tão acostumada a falar desse amor. Amor que ainda mora em mim, talvez por ser (tão) de verdade.
Então eu não falo. (E escrevo.) E sinto essa ausência doer, como se fosse ontem o dia que você deu tchau.
Tchau, sim. Porque o mesmo instinto que disse que você iria embora, agora me diz que você vai voltar. Então eu vou falar tanto. Vou falar tudo. E vou deixar transbordar em forma de palavras tudo que tem sufocado o meu coração.

Sabe a saudade? Então! Todos os dias ela me pergunta de você.

Eu sou a música que ninguém quer ouvir
Sou a arte que ninguém quer olhar
Eu sou o vento que tudo leva,
mas nem a morte quer me levar.

Um coração machucado,
Uma alma vazia, é tudo que me resta.
A chuva em meio ao deserto
Essa sou eu, um turbilhão de sentimentos em um buraco de dor.

Sonhar, o que é um sonho, em um mundo
Sem esperanças?
lágrimas, são dores que aliviamos ou a dor que nos alivia?

Sozinha e sem esperança, uma mulher
Com alma de criança.
Que sonha apenas em ser feliz,
Em um universo incompleto.

A garota que tem orgulho de ser louca, em um mundo onde
Todos querem ser normais.
A garota triste em um mundo onde
Todos fingem ser felizes.
A garota solitária em um mundo onde
Todos agem como se fossem amigos.

A garota que vive em meio a falsidade
E egoísmo, ela apenas era diferente.
Por ser assim, foi considerada um mostro
Que não seque as regras de um mundo
Covarde.

Segundo Platão, originalmente, os seres humanos tinham duas faces, quatro braços, quatro pernas... e eram felizes assim, completos! Porém, desafiaram os deuses, que os puniram dividindo-os em dois. Separaram os humanos, que eram andrógenos, de suas metades. Ele diz que cada um de nós, enquanto separados, está sempre buscando a outra metade. É a natureza humana.

"É então de há tanto tempo que o amor de um pelo outro está implantado nos homens, restaurador da nossa antiga natureza, em sua tentativa de fazer um só de dois e de curar a natureza humana. Cada um de nós portanto uma téssera complementar de um homem, porque cortado com os linguados, de um só em dois; e procura cada um o seu próprio complemento" (Platão - O Banquete).

Quando as duas metades se encontram, eles se perdem mergulhados em uma explosão de amor... amizade... intimidade... Sensações tão extraordinárias, que eles não querem mais se separar, sentem a vontade de se fundirem novamente em uma só carne. É assim que se deseja quando se encontra a cara-metade, porque éramos completos... e essa busca pela totalidade se chama amor (eros).

Contudo, Platão nos adverte que só se ama o que não se tem. O objeto do amor sempre é solicitado, mas está sempre ausente. Quando julgamos alcançá-lo, escapa-nos entre os dedos. Essa nossa inquietude na origem do que se busca, o amor... amor daquilo que nos falta, pois o "que deseja, deseja aquilo de que é carente, sem o que não deseja, se não for carente" (Platão - O Banquete).

Sendo assim, porque sou carente do seu amor é que te desejo! Uma vez que não é completamente minha, serei para sempre seu! Te amo!

Os fortes nao são aqueles que levantam após uma queda, mas sim os que mesmo com feridas conseguem andar.

Dias sombrios...

Vivemos tempos difíceis. Tempos de superficialidade exagerada, ou, como definiu Bauman, de amores líquidos.

Nos dias de hoje, raros são os casos em que se observa uma amizade duradoura e sincera ou um relacionamento intenso e sólido ao mesmo tempo. São tempos de larga mudança nos valores sociais. A sociedade passa por uma de suas mais bruscas mudanças.

A velocidade com que a informação flui no mundo moderno, torna cada dia mais complexa a manutenção do que conhecemos por relações humanas. Pessoas são tratadas como objetos. Ao não terem mais serventia simplesmente descarta-se o supérfluo.

Valores éticos e morais que perduraram por séculos, cito como exemplo a ética kantiana – sintetizada em seu imperativo categórico -, tornam-se cada vez mais inviáveis de serem postos em prática.

Não vemos mais romantismo, o que vemos é a banalização da palavra amor em favor dos vários tipos de experiências superficiais praticadas pelos indivíduos hodiernamente.

Bauman fala de forma brilhante que:

"Para ser feliz há dois valores essenciais que são absolutamente indispensáveis [...] um é segurança e o outro é liberdade. Você não consegue ser feliz e ter uma vida digna na ausência de um deles. Segurança sem liberdade é escravidão. Liberdade sem segurança é um completo caos. Você precisa dos dois. [...]

Hoje, o que vemos na sociedade é a valoração excessiva do “o que você é”, no lugar do “quem você é”. Tempos de relações imediatas, pautadas no momento e no que podemos obter com isso. O imediato não existe mais, apenas o agora. Isso se aplica em toda sociedade. Seja no critério profissional, pessoal ou interpessoal.

A cobrança do que se tem ofusca a expectativa do que se poderá ser. O amanhã não mais existe nos dias de hoje, apenas o agora. A fluidez em que o mundo está embebido trouxe consigo uma mudança permanente no modo como a sociedade se desenvolve, e, na maneira como ela se desenvolverá. Um dia, a história lembrará deste momento, de uma época na qual o homem não mais é o lobo do próprio homem – citando Hobbes –, mas o homem tornou-se o fim em si mesmo. Estamos entrando na era do egocentrismo autofágico.

Melhor a lembrança de ter vivido intensamente do que a dor do arrependimento.

A gente procura a felicidade geralmente tão longe, se estica tanto para alcancá-la, mas, no fundo, ela está nas miudezas do dia-a-dia capazes de aquecer o nosso coração.
Nas coisas mais simples do mundo.
No amor.

Como posso ter estragado tudo mais uma vez e assim aqui estou vendo a pessoa que amo mais que tudo triste chorando, e o pior, por minha causa! Como posso ter pedido desculpa se ao menos pensei antes de fazer? Realmente vejo o quanto está certa a cada conversa nossa, percebo o quanto mais ainda tenho que amadurecer! Sair do simples desculpa e ir para "e se fosse comigo, como me sentiria"? Vejo a cada atitude grosseira minha vc escapando pela minhas mãos! Sim! Mãos essas que prometeram te segurar caso o mundo te fizesse cair... Que deveria te abraçar em vez de infantilmente te empurrar pra longe de mim! E o que fazer com o que foi dito? O que fazer com a dor causada com palavras desnecessárias? Do fundo da minha alma, não sei! Mas sei que Deus, com sua infinita bondade, vai me responder e tirar de mim todo lado escuro, toda a estupidez que só me faz te fazer sofrer! Estou te falando isso em base do que estou sentido. Sei que pode não fazer a mínima diferença, mas confesso que fazer de alguma forma vc me perdoar fará todo sentido pra mim. TE AMO!

É bom lembrar que contra o preconceito, a intolerância, a mentira, a tristeza, já existe vacina: é o afeto. É o amor.

Finalmente as pedras que estavam no caminho estão se retirando, para que eu possa passar sem tropeçar, e isso tudo é mais uma prova do meu amor e fé aos meus Orisás, que não me deixaram na mão.

Eu faço da dificuldade a minha motivação.

Queria conseguir ser essas pessoas que não se importam, que não se apegam, que sabem esquecer. Mas simplesmente não consigo, me importo, me apego, não esqueço e acabo sofrendo muito por conta disso.

Coisas que odeio em você

Eu odeio quando mando mensagem e você não responde
eu odeio quando muda de assunto, ou quando você fica longe
eu odeio quando tento brigar e você me faz rir
odeio quando brigamos por telefone e eu não consigo dormir
eu odeio quando ri enquanto estou extremamente brava
odeio o seu cabelo cumprido e também a sua barba
eu odeio quando finge que está tudo bem enquanto sei que não está
você me faz parecer uma boba, uma completa desvairada.
odeio quando me abraça e me beija enquanto eu quero brigar
odeio seu jeito largado e também seu linguajar
odeio quando não me procura ou quando sai com algum amigo
odeio quando fica estressado e o modo como fala comigo
mas eu odeio mais ainda o fato de eu não conseguir te esquecer,de não conseguir me afastar
o que mais odeio em mim é o fato de não conseguir de te odiar.

Será que o problema é que você não sabe o quanto eu te quero ?

Quando olhei para você pela primeira vez, despi sua alma, não seu corpo.

Seja positivo, mas também seja realista, a gente só se decepciona porque colocamos expectativas demais nas coisas

A gente não desiste do que ama, desiste do que dói.

Considero que sumir é uma das decisões mais difíceis da vida, mas pior que sumir é sumir querendo ficar.
Sempre ouvi dizer que quem ama não desiste; e confesso que por um bom tempo, me agarrei incondicionalmente a essa afirmação. Entretanto, mudam-se os tempos, mudam-se as percepções, e a gente é forçado a sumir, porque já não há mais o que resgatar. Porque temos que aprender a levantar-se da mesa quando o amor não está mais sendo servido. A gente não desiste de todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, de todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, de todos os beijos e abraços que gostaríamos de ter dado e foram cancelados. A gente desiste mesmo é do que dói. Desistimos porque dói, fazer de alguém nosso tudo, e mesmo assim sentir-se um nada. Desistimos porque dói, entendermos e não sermos compreendido. Desistimos porque dói, amar e não ser correspondido. Ninguém desiste de amar, mas de demonstrar amor onde não é bem-vindo. Às vezes desistir não é um ato fraqueza e sim, de coragem. Coragem pra abrir mão, e parar de segurar em vão o que só machuca. É simples! No fundo, ninguém quer sumir, quer apenas que seja mútuo e verdadeiro.

Sabemos o que realmente é gostar. Quando alguém pergunta por qual motivo gostamos de uma pessoa, por mais que pudéssemos encontrar 1000 motivos, apenas um sorriso bobo e um olhar distante bastam.