Túmulo

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Levantei do túmulo, olhei para o meu decomposto passado e tive medo dos meus próprios ossos

"O maior gesto de amor não é levar flores a um túmulo. É levar esperança a um coração enquanto ele ainda pode florescer."
— Fabinho Martins

"A preocupação delas era a pedra; a resposta do Céu foi o túmulo vazio."

A cruz pagou o preço. O túmulo confirmou. A ressurreição proclamou a vitória.

⁠A manjedoura, a Cruz e o túmulo estão vazios, mas, o Trono não está!

Teologia Arminiana

O CORPO DO CORVO




Morto ser porquê foste diante meu ser...


Parado num túmulo de contradições sois a replubica que reluzente nas asas da democracia.


Larvas surgem em seu corpo tão igual euforismo político funcional...


Geopolítica a estatua corroida pelas correntes de retóricas golpista.


O que sois no cranio ja vivo incompatível desejo de ser como as chamas que deformam com tempo.


As vestis sao mortalhas fúnebres
Pois a ignorância faz o monstro da corrupção.

“UMA FLOR GELADA SOBRE O MEU TÚMULO”
Não me tragas rosas incendiadas pelo entusiasmo efêmero dos homens.
Deposita apenas uma flor gelada sobre o meu túmulo.
Uma flor silenciosa.
Pálida como os corredores da memória.
Imóvel como os sinos abandonados das catedrais esquecidas pelo tempo.
Certas almas não morrem de uma vez.
Vão tornando-se inverno lentamente.
Primeiro calam os sonhos.
Depois os afetos tornam-se semelhantes a retratos cobertos por poeira.
Por fim, o coração aprende a respirar na penumbra, como uma criatura antiga escondida sob as ruínas da própria esperança.
Quero uma flor fria porque o mundo aqueceu demais as próprias máscaras.
Os homens sorriem com os dentes enquanto apodrecem moralmente por dentro.
Abraçam apenas por conveniência.
Pronunciam virtudes como atores fatigados diante de um teatro decadente.
E aquele que observa demais termina condenado à solidão das inteligências melancólicas.
Sobre meu túmulo não coloquem discursos.
Nem orações repetidas sem sentimento.
Nem lágrimas produzidas pelo remorso tardio.
Apenas uma flor gelada.
Talvez um lírio branco tocado pela geada da madrugada.
Talvez uma camélia cinzenta semelhante às lembranças que nunca conseguiram morrer completamente.
Porque existem tristezas que ultrapassam a matéria.
Dores que não pertencem ao corpo, mas ao espírito cansado de atravessar séculos humanos repletos das mesmas misérias morais.
O homem evoluiu as máquinas, porém continua primitivo nas emoções.
Construiu cidades luminosas, enquanto conserva abismos dentro de si.
E quando a noite cair sobre minha sepultura, talvez o vento compreenda aquilo que ninguém compreendeu em vida.
Que certas almas não desejavam aplausos.
Desejavam apenas autenticidade.
Um único afeto sem artifícios.
Um único olhar sem mentira.
Um único amor capaz de sobreviver ao frio metafísico deste mundo.
Então deixai sobre mim a flor gelada.
Ela será mais sincera do que quase toda a humanidade.

O TÚMULO VAZIO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Quando a aurora, em véus de luz, surgiu cantando,
O céu beijou a terra em gesto sacrossanto;
As flores, em silêncio, estavam a esperar
Aquele que vencera a morte e o sepulcrar.
A pedra, antes pesada, abriu-se docemente,
Qual coração que aprende a amar sinceramente;
Não houve mão humana a romper-lhe a prisão:
Foi Deus quem escreveu a eterna redenção.
O túmulo vazio não fala de partida,
Mas canta a plenitude da imortal vida;
É o berço luminoso da esperança sem fim,
Que floresce em teu peito, em mim e em todo jardim.
Maria, entre perfumes, chorava em oração,
Levando em cada lágrima um rio de aflição;
Buscava entre as sombras o Mestre, o seu Senhor,
Sem ver que a própria Luz vestia-se de amor.
Então uma voz mansa, mais doce que o luar,
Fez toda a sua alma de alegria despertar;
"Maria!" — apenas isso... e o mundo renasceu;
O nome pronunciado abriu caminho ao céu.
Os anjos, silenciosos, guardavam o lugar
Onde a morte aprendera, por fim, a se curvar;
Ali jazia apenas o linho sem calor,
Porque a Vida vencera o império da dor.
Nenhuma sepultura consegue aprisionar
A chama que nasceu para sempre iluminar;
O Cristo não pertence às pedras do jazigo:
Habita o coração de quem o traz consigo.
O túmulo vazio é escola de esperança,
É cântico divino que a alma nunca cansa;
Ensina que a tristeza, por mais que faça o mal,
Jamais será mais forte que o Amor celestial.
Quantos vivem no mundo sepultos sem morrer,
Cobertos pelo medo, sem coragem de viver!
Mas Cristo, ao ressurgir, estende a santa mão
E desperta do sono qualquer coração.
Ressurge quem perdoa, quem sabe compreender,
Quem troca a própria mágoa pelo bem de viver;
Quem planta a caridade onde existia espinho,
Descobre que o Senhor jamais o deixa sozinho.
O túmulo vazio é altar da eternidade,
Onde repousa apenas a antiga humanidade;
O Homem Novo nasce na manhã da redenção,
Vestindo a luz celeste da sublime afeição.
Não choremos a pedra que um dia se moveu;
Celebremos a Vida que para sempre venceu.
Quem ama nunca morre, apenas muda o véu,
Prossegue iluminado nas amplidões do Céu.
Que cada dor terrestre, em sua noite fria,
Transforme-se em semente da eterna alegria;
Pois Cristo nos demonstra, com divina amplidão,
Que a morte é só a porta da ressurreição.
E quando o nosso corpo tombar exausto ao chão,
Sem força, sem palavras, sem última canção,
Lembremos do sepulcro vazio ao amanhecer:
Em Deus ninguém termina... apenas vai nascer.

GOETHE ALÉM DO TÚMULO: REENCARNAÇÃO, MUNDOS HABITADOS, MEDIUNIDADE E A RESPONSABILIDADE MORAL DO PENSAMENTO HUMANO.
O DIÁLOGO DE KARDEC COM O ESPÍRITO GOETHE - E A AMPLIAÇÃO DA VISÃO ESPÍRITA SOBRE A VIDA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A comunicação atribuída ao Espírito de Johann Wolfgang von Goethe, registrada por Allan Kardec na Revista Espírita de junho de 1859, constitui um dos estudos mais profundos da literatura espírita acerca da continuidade da vida intelectual e moral após a morte. Mais do que uma simples evocação de uma personalidade célebre, o diálogo realizado na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, em 25 de março de 1856, apresenta uma série de questões que atravessam os grandes temas da Doutrina Espírita: a sobrevivência da alma, a pluralidade das existências, a diversidade dos mundos habitados, a influência espiritual sobre o pensamento humano e a responsabilidade daquele que transmite ideias à coletividade.
O episódio demonstra uma característica essencial do método kardeciano: a investigação racional dos fenômenos espirituais. Kardec não buscava apenas manifestações extraordinárias; procurava compreender as leis morais e intelectuais que regem a existência do Espírito. A comunicação com Goethe torna-se, assim, um campo de reflexão sobre o destino humano e sobre o peso espiritual daquilo que o homem cria, ensina e divulga.

A CONDIÇÃO DO ESPÍRITO APÓS A MORTE: A CONTINUIDADE DA CONSCIÊNCIA.
Ao ser questionado sobre sua situação espiritual, Goethe responde que se encontrava na condição de Espírito errante, isto é, ainda não reencarnado. Na linguagem espírita, a erraticidade não significa inutilidade ou ausência de progresso, mas representa o período em que o Espírito, desprendido do corpo físico, continua sua caminhada evolutiva no mundo espiritual.
A resposta dada pelo Espírito — afirmando estar mais feliz por encontrar-se livre do corpo grosseiro e por perceber aquilo que antes não via — relaciona-se diretamente com os ensinamentos de O Livro dos Espíritos, especialmente no estudo sobre a vida espiritual. Segundo a Doutrina Espírita, o corpo material limita temporariamente as percepções do Espírito, enquanto a desencarnação amplia gradativamente sua capacidade de compreensão.
Entretanto, essa ampliação não significa que todos os Espíritos, imediatamente após a morte, alcancem a perfeição ou possuam conhecimento absoluto. O progresso espiritual ocorre de acordo com o desenvolvimento moral e intelectual conquistado pelo próprio ser.

A RECORDAÇÃO DAS EXISTÊNCIAS ANTERIORES E O PRINCÍPIO DA REENCARNAÇÃO.
Um dos pontos mais significativos do diálogo está na afirmação de Goethe de possuir recordações relacionadas a uma existência anterior. Quando questionado se havia vivido anteriormente na Terra, responde negativamente, indicando uma experiência em outro mundo.
Dentro da perspectiva espírita, essa passagem apresenta um dos fundamentos da pluralidade das existências. Para Allan Kardec, a reencarnação constitui uma lei de progresso pela qual o Espírito passa por diferentes experiências, adquirindo conhecimentos e desenvolvendo virtudes.
A ideia de que o Espírito pode trazer impressões, tendências ou lembranças de experiências anteriores é tratada em O Livro dos Espíritos, principalmente nos capítulos dedicados à lembrança da existência corporal e às experiências do Espírito antes da encarnação.
Contudo, Kardec também esclarece que a recordação completa das vidas anteriores não é regra geral para os encarnados. O esquecimento temporário do passado é considerado um mecanismo educativo, permitindo ao indivíduo construir sua personalidade atual sem a influência direta de antigas paixões, ressentimentos ou culpas.
A lembrança espiritual, quando permitida pela Providência, teria finalidade instrutiva e moralizadora, jamais de simples curiosidade.

A PLURALIDADE DOS MUNDOS HABITADOS E A DIVERSIDADE DAS CRIAÇÕES DIVINAS.
A afirmação de Goethe sobre ter vivido em outro mundo conduz a outro princípio fundamental da Doutrina Espírita: a existência de diferentes mundos habitados.
O diálogo apresenta uma importante observação: nem todos os mundos possuem a mesma organização, e a superioridade de um planeta não deve ser compreendida apenas pelos aspectos materiais. Existem diferentes graus de desenvolvimento físico, intelectual e moral entre os mundos.
Segundo a visão espírita, a criação divina é dinâmica e progressiva. Os mundos funcionam como escolas destinadas ao aprimoramento dos Espíritos. Alguns apresentam condições mais primitivas, outros oferecem ambientes mais desenvolvidos, conforme o estágio evolutivo dos seres que os habitam.
A passagem de Goethe também combate a ideia equivocada de uma suposta "queda" espiritual. Ao ser questionado se teria descido de um mundo superior para a Terra por degradação, responde que não houve queda, pois sua missão continuava ligada ao auxílio e ao progresso moral dos homens.
Essa concepção revela um princípio essencial: a reencarnação não é necessariamente uma punição, mas uma oportunidade de trabalho, aprendizado e cooperação com a evolução coletiva.

A INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS SOBRE OS ENCARNADOS E A MEDIUNIDADE.
Um dos aspectos mais profundos do diálogo está relacionado à influência espiritual presente nas obras humanas.
Goethe afirma ter possuído uma recordação de um mundo onde observava a influência dos Espíritos sobre os seres materiais. Essa afirmação aproxima-se de um dos princípios centrais da mediunidade estudada por Kardec: a comunicação e a influência entre o mundo espiritual e o mundo corporal.
Em O Livro dos Espíritos, Allan Kardec questiona os Espíritos sobre a influência que exercem sobre os pensamentos humanos. A resposta é clara ao afirmar que os Espíritos influenciam os homens muito mais do que geralmente se imagina, frequentemente dirigindo pensamentos e inspirando decisões.
Entretanto, a Doutrina Espírita não apresenta o ser humano como um autômato dominado por forças invisíveis. O Espírito encarnado possui livre-arbítrio e responsabilidade. A influência espiritual ocorre através da sintonia moral e mental.
Pensamentos elevados favorecem a aproximação de Espíritos igualmente elevados; pensamentos inferiores estabelecem vínculos com influências compatíveis.
A mediunidade, portanto, não é apenas uma faculdade de transmitir mensagens espirituais. Ela envolve responsabilidade moral, disciplina interior e vigilância constante.

O PODER DAS OBRAS HUMANAS E A RESPONSABILIDADE DE QUEM ESCREVE.
A reflexão mais delicada do diálogo encontra-se quando Goethe é questionado sobre sua obra Werther e sobre a influência que ela teria exercido em acontecimentos trágicos.
O Espírito reconhece que aquela obra teria produzido consequências negativas e demonstra arrependimento pela influência moral que dela poderia ter resultado.
Essa passagem oferece uma profunda lição sobre a responsabilidade intelectual.
Toda ideia lançada ao mundo possui consequências. O escritor, o artista, o educador e todos aqueles que influenciam consciências participam de uma responsabilidade proporcional ao alcance de suas palavras.
A Doutrina Espírita ensina que o pensamento possui força criadora. O pensamento não é apenas um fenômeno interno e passageiro; ele representa uma manifestação espiritual capaz de influenciar ambientes, pessoas e sociedades.
Por isso, o cuidado com aquilo que se pensa, fala ou publica torna-se uma exigência moral.
Não significa limitar a liberdade de expressão, mas compreender que a liberdade deve caminhar acompanhada da responsabilidade.
A palavra pode iluminar consciências, despertar sentimentos nobres e conduzir ao progresso. Entretanto, também pode alimentar paixões desequilibradas, incentivar comportamentos destrutivos ou fortalecer ilusões.

A MORALIDADE DO PENSAMENTO, DA PALAVRA E DA DIVULGAÇÃO.
No pensamento espírita, toda produção humana possui uma dimensão espiritual.
Uma obra literária, científica ou artística não é avaliada apenas pelo talento técnico, mas também pelos valores que transmite.
A inteligência é uma ferramenta concedida ao Espírito para o progresso. Quando utilizada sem orientação moral, pode tornar-se instrumento de perturbação. Quando unida ao sentimento elevado, transforma-se em instrumento de educação e esclarecimento.
Por essa razão, Kardec sempre destacou a necessidade de unir conhecimento e moralidade. O verdadeiro progresso não está apenas no desenvolvimento intelectual, mas na transformação ética do indivíduo.
A mediunidade, a escrita, a arte e a comunicação pública exigem consciência do impacto que podem produzir.
Cada pensamento cultivado é uma escolha espiritual. Cada palavra pronunciada representa uma construção no campo moral. Cada publicação oferece uma influência que pode permanecer além do momento em que foi criada.

GOETHE E A MISSÃO DO GÊNIO HUMANO.
O diálogo com Goethe apresenta ainda uma reflexão sobre a missão dos grandes intelectos da humanidade.
Na perspectiva espírita, os grandes artistas, filósofos e pensadores não aparecem na Terra por acaso. Suas capacidades podem representar instrumentos de progresso coletivo.
Contudo, o gênio intelectual não está isento de responsabilidade. Quanto maior a influência exercida sobre os outros, maior é o compromisso moral.
A inteligência sem sentimento pode produzir apenas admiração passageira. A inteligência iluminada pelo amor e pela responsabilidade contribui para a evolução humana.
Nesse sentido, a própria avaliação que Goethe faz de sua obra revela uma consciência espiritual mais ampla: o Espírito, ao observar a existência com maior clareza, compreende melhor as consequências de suas escolhas.

CONCLUSÃO.
O diálogo de Allan Kardec com Goethe permanece como uma profunda meditação sobre a vida espiritual e sobre a responsabilidade humana.
A reencarnação demonstra que o Espírito possui uma trajetória contínua de aprendizado. Os mundos habitados revelam a grandeza da criação divina e a diversidade dos caminhos evolutivos. A mediunidade evidencia a relação permanente entre o mundo espiritual e o mundo material. E a responsabilidade moral recorda que pensamentos, palavras e obras nunca são indiferentes perante a lei de progresso.
O homem não é apenas aquilo que realiza exteriormente; é também aquilo que cultiva interiormente e aquilo que desperta nos outros.
A grande lição extraída desse estudo é que toda inteligência deve buscar a iluminação pelo sentimento, porque o conhecimento sem amor pode perder sua finalidade, enquanto o conhecimento aliado à moral transforma-se em instrumento de elevação espiritual.

FONTES CONSULTADAS.
KARDEC, Allan. Revista Espírita: Jornal de Estudos Psicológicos. Junho de 1859. Seção: “Conversas familiares de além-túmulo — Goethe”. Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas. Evocação realizada em 25 de março de 1856.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Parte Segunda — “Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos”. Capítulo VI — “Da vida espírita”. Questões referentes à lembrança da existência corporal, especialmente questões 315 e 317.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Parte Segunda — “Da influência dos Espíritos sobre os encarnados”. Estudos sobre pensamento, livre-arbítrio e influência espiritual.
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulos sobre responsabilidade moral, pensamentos, palavras e transformação espiritual.
KARDEC, Allan. A Gênese. Estudos sobre a criação, pluralidade dos mundos habitados e progresso dos Espíritos.

Diante do túmulo, todo o remorso se transforma em flores; todas as lágrimas que nunca caíram dos olhos, em um gesto de condolências. Toda a bondade que nunca foi compartilhada se transforma em elogios. Ah, se o cadáver falasse! Ele certamente diria: "Guarde para o seu orgulho, já não me serve, pois já não existo."

Na França, no tumulo de Allan Kardec, diz aqui jaz os restos mortais de Hippolyte Léon Denizard Rivail, o codificador da ciência espirita. Em Jerusalém, em Roma e em nenhum lugar do planeta, consta nenhuma lapide sobre os restos mortais de Jesus de Nazaré, pois ele venceu a morte e ressuscitou, está em luz, amor e verdade entre nos, por todos os tempos.

Sansão tinha tudo para levar para o túmulo o título de homem de Deus, mas, por causa das más escolhas, acabou indo para o cemitério com a fama de um homem vencido pelo pecado.

__Abraço dado no túmulo não consola quem morreu.
Só tortura quem ficou.__
_Pv 27:1_

Nenhuma norma escrita alcança o silêncio de um túmulo, pois a lei cessa onde a vida silencia.

"Se um dia Eu morrer, não precisa chorar sobre meu túmulo. Prefiro que nunca se aproxime da viúva!"
Frase Minha 0105, Criada em 2007

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

0105 "Caso eu morra 'mesmo' (como dizem), não precisam chorar sobre meu túmulo. Prefiro que nunca se aproximem da viúva!"

Um coração enganado é um túmulo violado.

Inserida por butterflysacred

A timidez e o tumulo das paixões, enterra o coração, na lama do medo de expor suas emoções.

Inserida por cwlelo

A porta do túmulo alcança a todos

Inserida por sergio59

Coveiro que trabalha sério não cava seu próprio túmulo.

Inserida por SAINTCLAIRMELLO