Tudo Oque eu Sentia Acabou
Olhei nos teus olhos e falei o Eu te amo que você já sabia que eu sentia. Disse-lhe que não sabia o que era amor, mas caso “Amor”, fosse tudo o que eu sentia por você, com toda certeza eu te amo.
Assim, o ambiente ficou em silêncio, descansei em seu colo e braços, em quanto me fazia carinho e por fim fui embora.
Descobri que meu eu te amo não foi sobre amor e sim sobre despedida.
Dói só de pensar que um dia te quis
E você nem se importou com que eu sentia
Cansei de ser quem você maltrata
Serei fria
Escrever me ajudava a ver o mundo, e a dar forma a ele. E a entender o que eu sentia. Especialmente isso.
Antigamente eu sentia que estava no topo do mundo. E, então, um dia, percebi que não parecia mais estar lá. Eu só flutuava dentro dele. E um dia parecia que o mundo estava por cima de mim.
Aprendi a fazer da dor que sentia por ela uma parte da minha vida, uma obsessão com a qual eu podia viver com uma intensidade tolerável.
Nunca quis gostar de alguém da forma que eu gosto de você.Até tentei dizer que o que eu sentia não passava de um capricho,mas eu me apaixonei.Até hoje eu não consigo dizer com todas as letras que eu o amo,é difícil pra mim admitir que gosto de você.
Hoje eu senti saudade pela primeira vez, antes o que eu sentia era tristeza e raiva porque você não estaria mais aqui, eu estava inconformada por você ter ido embora tão depressa, antes mesmo que eu pudesse te dizer todas essas coisas que eu tenho pra te dizer agora. E de verdade, eu esperava que qualquer coisa mágica acontecesse e você aparecesse na minha casa com o capacete na mão, sorrindo e dizendo que foi tudo um engano e que todo mundo tinha agora uma segunda chance com você. Eu queria de alguma forma poder voltar no tempo e te impedir de sair naquela noite, eu queria fazer você viver de novo, voltar. Mas hoje eu acordei e percebi que fazem três semanas desde que você se foi e que nada, nada vai te trazer de volta. E eu senti saudade, uma saudade tão grande e devastadora que eu acho que ninguém deveria sentir nunca. E agora aquele seu espaço, que estava vazio mas que guardava esperança de você voltar e que tudo fosse um engano, está fechado para sempre e ninguém nunca vai ocupá-lo; lá estarão guardadas todas as lembranças, todos os menores detalhes e todos os sorrisos, todos os medos e até aquela touca que quando eu usei você disse que eu parecia uma “mulher de abutre”, e os melhores momentos e também os piores, e além de tudo isso vou guardar a minha dor e essa saudade que de tão nova não sei o que fazer com ela. (ao amigo Josimar Moraes)
Eu me ouvia, tentava ler meu coração, será que sou louco ou lúcido com minhas próprias razões sentia dor como ninguém;
Fingia meus sorrisos em um acalento nunca existente para agradar pessoas que nem mereciam;
Mas com tudo chorei meus erros e minhas frustrações de querer acompanhar as verdades que sempre admirei;
É que já endureci demais!
Há um tempo atrás eu só sentia o peso
da dor e da desilusão ...
Ahhh...
Nem quero mais lembrar:
De quantas noites chorei
De quantas madrugadas fiquei perdida vendo o dia amanhecer e sem encontrar nenhuma saída .
De quantas vezes me senti acorrentada e
com uma imensa dor no peito
de saudade, de tristeza, de desilusão !...
Mas eu fui forte e consegui me refazer,
encontrando forças em Deus e na
espera um novo amanhecer.
E só de saber que hoje estou viva e
que amanhã já é certo florescer...
Ahhh...
Eu adormeço leve e
em paz!
Admitir
Tentei ser o homem perfeito, o homem certo.
Eu sonhava, sentia... você era a pessoa certa.
Quando acordei, você já tinha se casado,
E eu ali, sonhava acordado.
Sentia que tinha sido enganado,
Te amando em silêncio — mas o tempo apagou.
E tudo que era cor, a fumaça levou;
Teu “pra sempre” sumiu sem avisar,
E eu fiquei sem lugar pra voltar.
Você era a pessoa certa,
Mas só no meu lado da história aberta.
E quando acordei...
Você já tinha se casado.
Enquanto eu ainda te esperava do outro lado,
Foi delírio, foi encanto, foi espelho quebrado.
Fui teu tudo, sendo teu quase-nada, calado...
Hoje eu vejo:
Sonhar sozinho também dói demais.
E amar no escuro não traz sinais.
E agora eu sei:
Sonhar sozinho... também é forma de se perder...
Admito.
Tentei ser teu porto, fui só passagem.
Te amei sem rascunho, sem margem.
Hoje entendo, enfim, sem disfarce:
Não era destino...
Era só viagem.
Fazia tempo que eu não me sentia tão feliz, rindo sozinho, em total harmonia com o silêncio. Não é solidão, é luxo. E antes que alguém diga que sou antissocial… não, eu só aprendi que paz vale mais que companhia inútil.
Quando eu estava perdido, sem lar, assolado pela fome e pelo frio, sentia-me invisível aos olhos de uma sociedade movida pelo orgulho, ambição e inveja — um covil de podridão. Mas então decidi: chegou a hora de me levantar, erguer a cabeça e ir além do fracasso que destruiu meu orgulho de homem simples. A retomada é árdua, mas, passo a passo, dias melhores hão de vir...
A suíte
A casa era grande.
Grande demais para o que eu sentia, talvez. Ainda assim, deixei a luz acesa. Não por alguém, mas porque apagar seria admitir o escuro. E eu ainda confundia claridade com salvação.
Houve um tempo em que acreditei que abrir era virtude. Que permitir era sinal de força. Hoje sei que abertura demais também cansa. Também fere. Também confunde.
O quarto ficava ao fundo. Sempre fica. Não por mistério, mas por necessidade. O íntimo não gosta de ser primeiro. Gosta de ser alcançado. Chegaram sem chegar. Entraram sem perceber que não se entra assim.
O cuidado morreu sem alarde. O medo continuou. No chão, marcas. Não sei dizer de quem. Sei que eram muitas. Sei que eram minhas também.
Deixei ficar porque era confortável. E porque havia em mim uma fome antiga de partilha. Achei que emoção se ensinava pela convivência. Errei. Emoção não se aprende por uso. Emoção é nascimento ou é ausência.
As sandálias vieram da rua. Trouxeram o mundo para dentro do lugar onde eu me limpava. Algo em mim percebeu, mas tarde. Sempre tarde. Retirei a sandália com um gesto simples. Às vezes, a lucidez não faz barulho.
Arrastei coisas que não eram minhas. Não por amor, mas por cansaço. Quando a força vira rotina, a gente chama de vida o que já é peso. E segue.
Eu morava no silêncio. Não como quem se isola, mas como quem respira. A pressa não me alcançava ali. A casa era grande demais e, talvez por isso, eu tenha achado que precisava ser ocupada.
Quem entrou espalhou-se. Confundiu abrigo com posse. Deitou onde eu sonhava. Comeu do que eu guardava. Aos poucos, fui ficando estrangeira daquilo que era meu. É estranho perceber isso. Mais estranho ainda aceitar.
Bebi da água errada. Não por ignorância, mas por sede. A sede explica muita coisa. O lar, então, deixou de ser lugar e passou a ser pergunta. Fechei portas por dentro. Pela primeira vez, não quis olhar.
Os nomes vinham como vento. Ficavam. Ocupavam. Não pediam. Usavam. Tudo era palco de um movimento que eu não dirigia mais. E não era destruição. Era desgaste. O que se perde devagar dói diferente.
Até que a noite cansou. Ou eu cansei da noite. Não sei bem.
Retirei a sandália. Abri a porta. Não para receber. Para deixar ir. A saída aconteceu sem drama. O que precisava passar, passou.
Voltei à cama. Sentei. Respirei. Há momentos em que respirar é uma decisão.
Ainda moro na bagunça. Porque reconstruir não é limpar, é sustentar o vazio enquanto ele se organiza. A porta de entrada permanece fechada. Não por medo.
Por atenção.
Por mim.
Eu queria ser feliz e sentia que você me sentia. No entanto, não compreendo que emoção é essa que persiste no abrir e fechar dos ciclos, retirando de mim todas as coisas negativas, mas também as positivas, mesmo você não estando mais presente. Essa emoção me privou da capacidade de me apaixonar novamente, mas ao mesmo tempo me deu a determinação e convicção de amar somente a ti. Meu corpo parece ainda recordar o toque dos seus dedos, suas mãos suadas e a intimidade que compartilhávamos. Fico refletindo sobre o meu dilema, pois você partiu, e eu permaneço aqui, incapaz de aceitar completamente essa realidade.
Essa situação cria uma confusão em minha mente; meus pensamentos estão turvos. A verdade é que não consigo mais ler o seu sorriso e luto para entender qual o sentido de ler o que ficou. Enquanto ouço músicas que parecem falar de nós, sinto uma conexão, mas tremo ao pensar que esse elo um dia poderá desaparecer, e minha memória poderá me trair. A impossibilidade de ir até você me obriga a aprender com a tristeza, e meu coração, em lágrimas, questiona se vale a pena guardar no peito esse amor profundo que se perdeu para a vida, que se perdeu para a morte.
Confusa!
Agora várias coisas se passam pela minha cabeça.
Momentos de quando eu não sabia o que sentia ainda e lembranças boas de quando éramos tão felizes.
Nós nos perdemos,nós perdemos a única coisa que não podíamos perder .
Agora olha como estamos ?
Cada um em seu canto deixando a vida seguir,porque nós no fundo sabemos que nosso caminho irá se cruzar algum dia .
Poder ser em meses,anos ou até em outras vidas .
Não é nossa culpa isso não ter dado certo agora, deve ser o destino nos mostrando que existem outros sentimentos,outros amores e outras coisas além de "nós" e além do "pra sempre" .
“Eu não mandava no que sentia por você, eu não aceitava, não queria e, ainda assim, era inundada diariamente por uma vida trezentas vezes maior que a minha. Eu te amava por causa da vida e não por minha causa.”
"É isso garoto. Eu quis muito te ligar sabe, ou até mesmo te mandar um sms dizendo que sentia sua falta. Mas pensei bem. Se caso você tivesse sentindo minha falta, você me procuraria. Porque é isso que as pessoas fazem garoto, elas procuram umas as outras. E como eu não vi nenhuma ação sua a meu favor, decidi fazer o mesmo. Ignorar. Quem sabe assim eu me convenço que sem você eu posso ser muito mais feliz."
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