Tudo Oque eu Sentia Acabou

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Passarinho, me perdoe se, em algum momento, eu não consegui te oferecer tudo o que sonhei para nós. Nada disso foi por falta de amor ou de vontade. Me perdoe por não ter conseguido manter nossa família unida. Nada disso foi de propósito, nem o que planejei. Nunca quis te dar menos do que merecia. Flor, que o mundo não transforme em ausência e frieza definitiva o amor que um dia brotou de verdade entre a gente. Rezo todo dia para que a vida não apague de vez o carinho e o afeto que cultivamos e que floresceram tão bonito entre nós, e que o tempo respeite com delicadeza o que compartilhamos.

“Eu não sou feito apenas de dias vividos, mas de tudo aquilo que eu senti em silêncio e ninguém jamais percebeu — e é isso que mais me constrói e mais me desfaz.”
— Anderson Del Duque

"Não esperei ter tudo para começar, eu comecei".

Se eu dissesse que te amava, você ficaria?
Se eu lhe contasse tudo o que pensei ficaríamos juntos?
Por que tenho que usar tantos "se"?
Deveria ter feito enquanto pude.
Não posso me culpar, eu sou um ser humano que tem medos.
Mas do que basta culpar alguém, sendo que não posso te ter?
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"Se eu perder tudo hoje, continuo sendo o homem mais rico do mundo, pois minha maior fortuna é a salvação em Cristo, que dinheiro nenhum pode comprar."

Tudo o que eu tenho pra dizer-te é tudo o que eu sinto por você é o amor que vem do meu coração que forma uma canção e dessa canção vem você.

Tudo que eu quero de você é um sorriso daquele que eu me apaixonei.

Tudo que eu quero falar sei que você não quer me escuta, mas eu quero que você fique sabendo que eu te amo.

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Você chegou para alegrar minha vida.
mas tudo que eu consegui fazer foi chorar....

O mundo pode me tirar tudo, menos a única coisa que realmente define quem eu sou, a liberdade de escolher meu próprio caminho.


Porque a regra é clara, no final das contas, cada um sabe exatamente a merda que faz.


By Evans Araújo

Mãos Atadas

E eu aqui…

Às vezes penso que tudo aquilo que pode ser mudado é justamente o que não deveríamos mudar, porque já está escrito.

No entanto, ao meu ver, tudo aquilo que parece impossível de mudar é exatamente o que deveríamos transformar, apesar dos sacrifícios, das dores, do choro e até dos fins que isso possa causar.

Levo isso como um raciocínio de uma equação matemática.
Mas sabendo que cada problema possui sua própria equação, cada condição exige um raciocínio diferente.

É triste quando as falhas são conhecidas e reconhecidas.
Sabemos como consertar, mas não podemos — ou não temos poder suficiente — para fazê-lo.

A isso eu chamo de:
“Mãos Atadas.”

Eu comecei a viver com mais leveza.
Não porque tudo ficou fácil,
Mas porque eu fiquei mais forte,
e isso transformou tudo.
⁠

⁠Eu acredito que as coisas ruins passam, que sempre existe uma nova oportunidade e que nem tudo está perdido, ainda há um jeito. Vivo o tempo que ainda me resta e isso e inegociável, irremediável em mim, porque a vida não espera a gente parar de reclamar para acontecer.

Tu gostas de mim, tudo bem, eu também gosto de mim. Mas se tu não gostas de mim, sem problemas, o meu gosto em mim é mais do que suficiente.

Pode ficar tudo como está, mas eu quero te ver, porque, quem tem sede necessariamente não precisa levar o rio para casa.

RUA DA ESPERANÇA


Todo dia ao acordar
Eu penso em Deus
E por mais que tudo mal me vá
A rua da esperança espera por mim
Eu abro a porta pra com Deus me encontrar
E tu não tens ideia de como me sinto


Eu ainda ouço as velhas vozes
E vejo as ruinas de meu coração
Mas a voz de Deus é como um trovão
A dizer: calma, filho! Tá tudo bem!


E a Rua da Esperança surge em meio aos caos
De árvores mortas
E casas desmembradas
E eu desço as escadas
Arrastando ainda todas as minhas coisas velhas
Que não me deixam por nada


Toda vez que meu coração é quebrado
Minha a alma não senta no escuro a chorar
Eu fecho os olhos e penso em Deus
E Ele sempre vem me encontrar
Me segura pela mão
E pela Rua da Esperança me convida a andar

Sei que não tenho tudo aquilo que eu quero. Mas tenho o que eu preciso.

Eu fico tão chateado
vendo minha impotência diante de tudo,
como se eu tivesse chegado tarde
a um incêndio profundo.


Odeio qualquer tipo de injustiça.
Cada gesto cruel me atravessa,
cada silêncio diante da indiferença
parece uma culpa que também me pesa.


E no meio desse caos eu existo,
condenado à consciência de mim,
como alguém jogado na sarjeta
sem destino, essência ou fim.


Lançado em um mundo sem essência,
sou condenado a me inventar
na solidão da existência,
e entre ruínas, continuo a mudar.


Não há destino escrito para mim.
Há apenas a tarefa de escolher.
Cada escolha me compromete.
E mesmo assim sou livre ou condenado a ser?


No fim, existir é isso:
não se curvar à mentira bonita,
não normalizar a violência explícita,
mesmo quando o mundo pede submissão,
seguimos em construção.


É escolher sem garantia, na contradição,
é sustentar a liberdade como condenação,
é negar o que nos diminui em toda situação,
é carregar sozinho o peso da decisão,
e ainda assim afirmar a própria condição.

Olhando as estrelas ontem, eu lembrei da minha mãe, da minha infância, de que tudo se torna verdade se a gente acreditar, inclusive que algumas coisas na vida são passageiras, e que isso nos proporciona uma visão amplificada da imensidão desse Universo.

Quando tudo era tristeza,
eu era alegria,
na longa noite,
eu era o seu dia,
mesmo me causando dor,
eu era o seu amor!