Tudo Oque eu Sentia Acabou

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Eu sou intensa. E vou morrer assim. Por mais que eu tente puxar o freio de mão, as emoções me dominam e pulam de dentro de mim desesperadamente. Por isso, sou a favor do amor, da verdade, da vontade. Não sou a favor da traição e da mentira. Procuro fazer o bem e ficar em paz com minha consciência e meu coração, mas de vez em quando cometo deslizes humanos.

Meu passado era parte de mim e moldava quem eu era agora, mas não definia quem eu me tornaria. Não me controlava.

Jennifer L. Armentrout
O problema do para sempre. Rio de Janeiro: Record, 2017.

– Sr. Monóculo, quando eu crescer quero ir pro espaço.
– Então você irá, número um. Então você irá.

Eu vou embora na certeza de que não farei falta. De vez em quando eu olho pra trás pra ver se tem alguém pedindo pra eu voltar, mas nunca tem.

Eu poderia ser um psicopata de amores, mas resolvi ser frio.

Não importa se eu cair eu sempre vou me levantar

Eu não me oponho a todas as guerras. Eu me oponho às guerras estúpidas.

Eu não preciso mendigar a atenção de ninguém, pois eu não sou um cão pra viver me alimentando de restos e migalhas.

e não tão longe que eu não possa voltar,e nada tão difícil que eu não possa superar!

É muito bom ter amigos,mas eu sou de poucos e bons! Na maior parte do tempo, eu me basto, em minha própria companhia.

Eu trago em mim todas as dores e as alegrias de quem já partiu, e de quem já ficou! Especialmente hoje…

Não tenho medo de amar. Eu tenho medo de conviver com a frieza, indiferença daqueles que são pequenos, vazios e não sabem amar.

Eu não sou ninguém. Ninguém é perfeito.
Portanto, sou PERFEITO!!!

Eu preferia ser cinzas do que pó ,uma faísca queimando numa fogueira brilhante,do que ser sufocado em putrefação.Porque o principal objetivo do homem e viver e não existir.Eu não vou gastar meus dias tentando prologa-los,eu vou usar meu tempo.

Setenta anos ensinaram-me a aceitar a vida com serena humildade (...). Não, eu não sou pessimista, não enquanto tiver meus filhos, minha mulher e minhas flores! Não sou infeliz – ao menos não mais infeliz que os outros.

Sigmund Freud
A última longa entrevista de Sigmund Freud. Revista Bula, 23 set. 2015.

Nota: Trecho de entrevista feita por George Sylvester Vierek, em 1930.

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Eu amo ele, Lindo, maravilhoso, me deixa nas nuvens, poderosa, e quando estou com ele me sinto uma Diva...
#Meu sapato claro, pensou que fosse homem neh?
Quanto a esse já estou vacinada.

Hey mãe!
Eu já não esquento a cabeça
Durante muito tempo
Isso era só o que eu podia fazer
Mas, hey hey mãe!
Por mais que a gente cresça
Há sempre alguma coisa que a gente
Não consegue entender

VIAJAR NO MEU PEQUENO EU

Me encontro aqui, sentada a deambular entre meus ínfemes e míseros pensamentos... sem muito no que pensar
No meio de um nada e em minha constante e feliz melancolia.
Passam-se os anos eu mudo, reviro-me e me reencontro aqui num mar de contrastes...
Mil perguntas passam pela imensidão do meu cérebro, perguntas parvas de respostas concretas e desconjugáveis.
Mudam-se-me os nomes, permanecem-me os apelidos e meus contrastes, me perco em mim... morro em minhas atitudes e ressuscito em meus contrastes.
Outra vez, a mesma sensação... de novo a mesma dor da perda me consome.
o que falta em mim? o que a complicada simplicidade que me rodeia roubou de mim desta vez? Algures perdi algo que não consigo encontrar, mas onde se não sai daqui, encontro-me a séculos nesta mesma monotonia....
Ohhh!!! Agora entendo tudo... é essa monotonia que me consome, me rouba todo nada que consigo... não aguento mais isso!!!!
Mas espera aí!!!!! Que monotonia? Como sei eu que isso é monotonia se não conheço outro estado de vida se não essa latessencia em que me encontro?
ohh! Injusta de mim... condeno-me sempre a um mundinho de desesperos e futilidades úteis... apresso-me a julgar o modelo medíocre de vida numa linear constante.
Mas como posso eu querer ou ainda exigir de mim uma aderência a uma vida mais apreciável se é só esta a realidade que conheço... se minha fraca e fértil imaginação nunca viajou por outros campos se não a oscuridade da minha própria realidade?
Daí me ponho aqui sentada no meio a nada e uma vez mais viajo e percorro o interior do meu pequeno eu, numa corrida lenta e rotineira que não me cansa, e apesar de exausta me alegro com as tristezas que revivo.

Aprendi a escolher amigos pelo caráter deles, e é por isso que eu tenho poucos.

Se o nosso amor virou cinzas, foi porque eu mandei brasa.