Tu és uma Pessoa Nobre Homem para Mim
Caso faça algo nobre com sofrimento, o sofrimento passa, mas a nobreza permanece. Caso realize algo vergonhoso com prazer, o prazer passa, mas a vergonha permanece.
Nobre suave e bom
Precisamos de uma companhia
De um carinho
De um ar inspirador
Personalidade diferente, inconstante
Bela, sedutora
Um coração em reforma
Um novo coração preenchido
Vivendo emoções e emoções.
Sinto saudade de sua voz, mesmo não reconhecendo
Sinto saudade de tudo o que ainda não vivi
Mas Pretendo viver.
Sonho a noite inteira sem ao menos dormir
Noites de insônias e amor...
Um amor tão distante
Um amor tão perto
Um novo amor.
Amar é ter a quem recorrer mesmo não tendo mais jeito
Amar é morrer, morrer por amar, morrer por amor
Nada tão nobre, nada tão suave, nada tão bom!
A grandeza de uma alma não consiste num só ato de delicadeza,
Uma alma nobre é a própria gentileza desfilando empatia.
Divindade que advém do mais nobre dom da vida,
a própria vida.
Fazer amor contigo é enlouquecer a anatomia, não importa a forma.
O que importa é não importar com coisa nenhuma.
A virtude só será verdadeiramente nobre quando for uma escolha em contraposição ao vício. Na ética, o estudo das escolhas é fundamental na determinação do bem, pois as escolhas só podem ser consideradas virtuosas quando do outro lado há verdadeira opção.
Saber que cometeu um erro e se arrepender é uma atitude nobre e digna de alguém que aprendeu com os erros que cometeu que ninguém deve passar por enganos ou por mentiras que só causam dor e sofrimento a pessoa a qual magoamos.
Amigo para o infinito
Amizade, a palavra que caracteriza o sentimento mais nobre do ser humano.
Aquele que é amigo sempre terá um brilho no olhar e um sorriso na boca, para contagiar as pessoas que o envolve, sempre ajudando e apoiando quando mais precisar.
Amigo é ser uma árvore que sustenta toda a alegria de um ser infinito, que ao último suspiro ele irá buscar a essencia da vida eterna.
À TODA AMIZADE QUE DURE PARA TODO O SEMPRE!
A você, amigo
Amigo, como foi bom lhe encontrar,
Um nobre presente dado por Deus
Para me abençoar
Um dom duradouro
Com um valor imensurável
É o mais raro dos tesouros.
E com Deus é inabalável,
Grata a Deus sou pela sua vida,
Por permitir que eu viesse a fazer parte
E por nos tornamos amigos de verdade
Com Cristo essa amizade durará eternamente
Por que Ele se faz presente
Se a cultivarmos na presença de Deus a cada dia
Ele derramara bênçãos de alegria.
Como posso nobre amigo,
Ser so sua amiga se na verdade
Quero ser sua amante?
Como posso dizer que fico em paz
Se voce me atormenta com seu sorriso?
Como posso nobre amigo ficar imune
Aos seus encantos,se na verdade
Quero me perder neles?
Como posso olhar seus belos olhos
E nao ccontempla-los?
Como posso so aproximar-me de ti,
Se o que quero e te abraçar?
Como posso ter voce por alguns minutos,se te quero por horas?
Como posso so apertar suas maos,
SE na verdade quero com as minhas passear por todo teu corpo?
Como posso nobre amigo suportar
O sacrificio de so observar seus labios,
Se na verdade quero te-los entre os meus?
Como posso so ouvir sua voz,
Se na verdade quero ouvir sussurros nos meus?
Posso porque a nossa amizade e nobre....especial
E diferenciada pelo respeito e o desejo
Posso porque nao se tem cobranças
So a vontade de se aventurar num
Sentimento nao compreendido,mas vivido...nobre amigo.
Buda ensinou que há quatro nobre verdades: o sofrimento, origem do sofrimento, término do sofrimento e caminho para o término do sofrimento. Se você entender esses ensinamentos, você em 1 minuto mudará sua vida.
Gratidão a você, que me vê sempre com bons olhos; por ter no coração e dividir comigo, o mais nobre dos sentimentos; por contribuir que a minha jornada, seja mais leve e tranquila. Por me fazer sentir capaz, mesmo quando tudo parece ruir à minha frente. Pela sensibilidade sem tamanho, que mesmo quando minha fé está abalada, não me deixa desanimar... Gratidão! Porque sua pureza de sentimento, me enriquece e só me faz melhor...
A beleza ideal está na simplicidade tranquila.
O sentimento mais nobre é aquele que ama a ideia da beleza,e não apenas a aparência física. A maior satisfação está em simplesmente admirar.
O amor baseado apenas na beleza acaba quando ela se vai.
A beleza que atrai no início nem sempre é a mesma que faz o amor durar.
30 de Janeiro - Dia da Saudade
Oh! Saudade!
És um sentimento nobre,
que nenhuma outra língua do mundo
consegue traduzir.
Morada de ausências vivas,
presença que dói e aquece,
fio invisível que nos costura
ao que foi,
e ao que nunca deixou de ser.
Saudade é amor que ficou
sem corpo,
memória que pulsa,
nome que o tempo não apaga.
É o silêncio que fala,
é o coração lembrando
aquilo que a vida tentou levar.
Oh, Saudade!
Às vezes,
és uma sensação contraditória
do meu ser.
Sinto-te
por aquilo que não tive,
não vivi e não fui.
Saudade do possível que não aconteceu,
dos caminhos abortados,
das versões de mim
que morreram antes de nascer.
Tu doês sem memória,
arde sem lembrança,
és falta sem rosto
e, ainda assim,
me habitas inteira.
Saudade é esse vazio cheio,
essa ausência que pesa mais
do que muitas presenças.
É o luto
do que nunca existiu,
mas insistiu em me sonhar.
✍©️@MiriamDaCosta
Se tu tens tão somente um pão e tu o repartes ante à fome do teu irmão, esse imensurável gesto nobre e caridoso se equilibra e cada um fica com um pão.
A NOBRE ARTE DE FORMAR E NÃO RETER. O DIRIGENTE ESPÍRITA COMO SEMEADOR DE ALMAS.
No organismo vivo que é a Casa Espírita, não há lugar para estagnação. Há movimento, crescimento e, sobretudo, renovação. Quando se observa com lucidez a dinâmica dos trabalhos, percebe-se que um dos mais graves entraves ao progresso coletivo reside na retenção indevida de funções, responsabilidades e espaços de atuação. Não por maldade deliberada, mas frequentemente por apego, zelo mal compreendido ou insegurança velada. Ainda assim, o efeito é o mesmo. O bloqueio do fluxo natural do serviço no bem.
O dirigente espírita, quando se fixa excessivamente em suas atribuições, esquecendo-se de que sua função é transitória e educativa, passa a agir como um guardião de tarefas, e não como um formador de trabalhadores. Este desvio sutil compromete a essência do trabalho espírita, cuja base é a cooperação, a fraternidade e o desenvolvimento moral de todos os envolvidos.
A Doutrina Espírita, em sua estrutura lógica e ética, não concebe o trabalho como propriedade individual. Ao contrário, ensina que toda tarefa é patrimônio coletivo, instrumento de aprendizado e meio de ascensão espiritual. Nesse sentido, reter reuniões, centralizar decisões ou limitar a participação de novos cooperadores constitui, ainda que inconscientemente, uma forma de egoísmo institucionalizado.
É imperioso compreender que há trabalhadores em potencial aguardando apenas uma oportunidade. Espíritos que, muitas vezes, trazem consigo experiências pretéritas, compromissos assumidos antes da reencarnação e legítimo desejo de servir. Quando encontram portas fechadas, não apenas se frustram, mas podem afastar-se, perdendo-se valiosas oportunidades de crescimento mútuo.
A omissão do dirigente diante dessa realidade é tão prejudicial quanto a ação desordenada. Delegar não é abdicar da responsabilidade. É exercê-la em sua forma mais elevada. Planejar, orientar, acompanhar e, sobretudo, confiar. A confiança é o elemento que transforma colaboradores em continuadores da obra.
O exemplo clássico da liderança espiritual encontra-se na postura de Jesus Cristo, que não monopolizou o ensino, mas distribuiu responsabilidades, enviando seus discípulos a aprenderem pelo exercício direto do bem. A pedagogia do Cristo não era de retenção, mas de expansão. Ele formava consciências, não dependências.
Da mesma forma, Allan Kardec, ao estruturar o Espiritismo, jamais centralizou o saber em si. Estabeleceu critérios, incentivou o estudo, promoveu o diálogo e permitiu que outros participassem ativamente da construção doutrinária. Sua liderança era firme, porém aberta, disciplinada, porém inclusiva.
Outro ponto de elevada reflexão encontra-se na advertência espiritual de Emmanuel, ao afirmar que muitos trabalhadores são Espíritos em processo de reajuste. Tal entendimento deve despertar no dirigente não o julgamento, mas a compaixão. E mais do que isso, a responsabilidade de educar, orientar e oferecer oportunidades de reabilitação pelo trabalho digno.
Negar espaço ao outro, sob qualquer justificativa, pode significar impedir que ele cumpra um compromisso espiritual. E, simultaneamente, pode representar para quem nega uma prova de orgulho não vencida.
A harmonia institucional não se constrói pela uniformidade artificial, mas pela integração consciente das diferenças. O chamado poder integrativo, conforme analisado nas ciências humanas, é aquele que se exerce com o outro e não sobre o outro. Trata-se de uma liderança que agrega, que escuta, que promove e que reconhece o valor alheio sem sentir-se diminuída.
É necessário, portanto, que o dirigente espírita exerça constante vigilância sobre si mesmo. Pergunte-se com sinceridade. Estou formando ou apenas mantendo. Estou abrindo caminhos ou protegendo territórios. Estou servindo à causa ou à minha própria necessidade de controle.
A resposta a essas indagações definirá não apenas a qualidade de sua gestão, mas o destino espiritual do grupo que lhe foi confiado.
A Casa Espírita não é palco de vaidades sutis, mas oficina de almas. Cada trabalhador que chega é uma esperança que se apresenta. Cada oportunidade concedida é uma semente lançada no campo da eternidade. E cada gesto de confiança é um ato de fé no potencial regenerador do Espírito.
Que os dirigentes compreendam, com profundidade, que sua maior obra não são as reuniões que conduzem, mas os trabalhadores que formam. Pois reuniões passam. Estruturas se transformam. Mas consciências despertas permanecem, dando continuidade ao trabalho do bem através dos séculos.
E quando a liderança se converte em serviço verdadeiro, a instituição deixa de ser apenas um espaço físico e torna-se um organismo vivo de luz, onde cada alma encontra não apenas tarefa, mas sentido, não apenas orientação, mas oportunidade de se reconstruir diante das leis divinas.
É possível descobrir mais sobre uma pessoa numa hora de brincadeira do que num ano de conversa.
Nota: Pensamento muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Platão. É uma paráfrase do que Richard Lindgard escreveu no seu livro de 1907: Link
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