Trovas de Amor
Da silente cruz à cintilante vida.
Do Cristo traspassado,
Que sobre meu coração reina com seu amor fiel.
Qual luz divina sobre o orvalho da manhã,
Ilumina minha escuridão.
Não tenho mais medo!
Quando a brisa toca-me o rosto, bem sei,
É como um beijo apaixonado.
Ninguém é solitário em teu abraço.
Ao desligar o ventilador das minhas preocupações,
As tempestades dentro de mim, cessaram.
Estás ali a dizer-me, sem palavras… por ti, sou cuidado.
No silêncio do teu olhar, Deus, encontrei o amor.
Não era digno! Mesmo assim, agora, ao mundo posso dizer:
Ele me amou.
#argeuribeiro
Despem-se os corpos,
Vestem-se as almas.
E de amor em amor,
Ninguém descobriu o que é amar.
Busca-se o ter,
Esquece-se do ser.
E de aparência em aparência,
Ninguém mais sabe o que encontrar.
Se é coisa simples?
É dos simples!
Coisa que já não somos
Ou nunca fomos,
Mas juramos querer.
#argeuribeiro
Culpados do Amor
Ele:
Nós somos os culpados, nós poetas inventamos o amor...
Um amor que não conhecemos, um amor que não vivemos.
Apenas imaginamos o amor, existencial, superficial...
Que nos trás a beleza da vida, nos recorda uma paixão não existida.
Amor, és uma flecha, solta no ar à alcançar meu invólucro coração descrente...
Na insistência de não existir este momento que nunca chega na vida não vivida.
É o amor, criação dos poetas...
Acreditado nas mentes dos tolos à amar.
Sou poeta, nunca amei de verdade, somente tenho amor nas escritas...
No papel branco, amassado, manchado de lágrimas e suor.
Expurgado por sentimentos decorrentes do amor inexistente.
Te faço poemas meu amor...
Para não ficares tristes.
Manter sua esperança viva, no amor.
Distante fazendo-me próximo e ausente...
Meu amor inalcançável.
Teus olhos aprisionam o eco do adeus...
Volto ao teu encontro à procurar o amar.
Ela:
Muitas vezes quando brincava e era uma menina...
Buscava no horizonte um alguém, que nem sei quem.
Era algo que sabia existir e não conseguia encontrar...
Fui crescendo.
Muitas noites chegava à imaginar onde estarias ele...
Acredite, ele existe, mas não está me encontrando.
Parece que estou perdida em um deserto escaldante...
Eu quero sentir tudo que desejo e não encontro você.
Você está refletindo em sombras, luzes e pensamentos.
Minha bateria vai se acabar...
Eu não terminei de tentar invadir o seu lindo poema.
Tentativa insana de uma romântica escritora...
Em um súbito desejo do devorar em páginas de livros.
Estou à ser sugada, para dentro de um livro do amor verdadeiro...
Imagina ser sugada para dentro do livro e nunca mais poder voltar?
Somente saindo nos pensamentos...
De todos os leitores em um reflexo de liberdade.
À cada leitura...
À cada suspiro...
À cada fantasia...
Amor verdadeiro...
Aquilo que tanto desejo.
Uma prisão em letras...
As letras do amor.
Ele:
Te faço poemas meu amor...
Para não ficares tristes.
Te faço poemas meu amor...
Para manter a sua esperança viva, no amor.
Ela:
Não encontro você...
Desejo-te devorar.
À cada suspiro
À cada fantasia
Ele :
Te faço poemas meu amor...
Para não ficares tristes.
Te faço poemas meu amor...
Para manter a sua esperança viva, no amor.
Ela:
Amor verdadeiro...
Aquilo que tanto desejo.
Uma prisão em letras...
Às letras do amor.
Ele e Ela:
Nós somos os culpados, nós poetas inventamos o amor...
Expurgado por sentimentos decorrentes do amor inexistente.
Parece que estou perdida em um deserto escaldante...
Eu quero sentir tudo que desejo e não encontro você.
Te faço poemas meu amor...
Para manter a sua esperança viva, no amor.
Desejo ser sugada para dentro de um livro...
Dentro de um livro do amor verdadeiro.
Culpados do Amor.
Autores: Paulo Acácio Ferreira e Erika Schmidt Gasbarro.
Poema: Culpados do Amor
Autores: Paulo Acácio Ferreira e Erika Schmidt Gasbarro.
https://youtu.be/olY_GmhT7O8
Erika Gasbarro e Paulo Acácio Ferreira
Amor
Amor somado
Amor sonhado
Amor desejado
Amor desenhado
Amor...
Amor...
Amor...
Amor...
Amor eu o quero, intensamente
Amor eu não o tenho, integralmente
Amor eu o desejo imensamente
Amor eu não o encontro infelizmente
Amor...
Amor...
Amor...
Amor...
Amor insano
Amor tetano
Amor profano
Amor mundano
Amor...
Amor...
Amor...
Amor...
Amor eu o sinto, imensamente com perguntas
Amor eu não o enxergo, neste vago conflito
Amor eu o almejo, arguntamente com respostas
Amor eu não o levo às dúvidas, pois acredito
Amor...
Amor...
Amor...
Amor...
Ame-me.
Eu amo o amor e nunca deixarei de amar ou de provar do puro desejo intrínseco interligado na linha tênue que estás d'entre o eixo e a vértice das circunstâncias quais, ninguém é capaz de possuir ou evidenciar.
O amor é a vida que renasce à cada dia e o egoísmo é deixar a morte adentrar em suas cruéis e ligeiras trincas das janelas nas sombras.
No amor todos fazem escolhas erradas dentro do tempo, da vida e diante do surgimento à existência de alguém perfeito, mas a pessoa erra sempre na teimosia do querer apenas ser um cego ou acomodado em aceitar o que já têm.
Quando o povo andar de mãos dadas com amor na pátria e honrar os seus costumes de maneira inteligente, terão chances de brigar com a mesma força contra todos os políticos corruptos e parasitas!
Se eu te amo é amor e se eu te odeio é amor, pois da maneira mais redobrada em tênue de eixos quânticos tudo que há sentimentos lidera a emoção do amor.
Amor o suspiro me invade na tua saudade e isto é tão difícil para o meu palpitante coração em maledicência da envenenada corrente sanguínea ao meu respirar.
Hoje em dia o amor está tão difícil que o mundo real é cheio dos não me toque, o virtual temos que ter ibope e no espiritual o santo que recebemos nos faz de escalope.
