Tristeza por Amar Alguem
Celebrar mortes em qualquer circunstância ou zombar da saúde de alguém têm o mesmo peso moral e espiritual.
Quem exibe seletividade e manifesta este tipo de atitude não tem apreço a própria vida.
Espero que o assassinato do Charlie Kirk que era herói para uns e anti-herói para outros sirva de evolução para a consciência coletiva a não mais repetir mais este tipo de atitude.
Toda a vida importa, gostemos ou não.
26/12
Prestigie o talento do outro,
porque no futuro,
alguém irá te retribuir em dobro.
...
26/11
Não tenha medo
de defender a sua imagem,
Ela é o seu real patrimônio,
mesmo que digam que
é só a sua imagem,
Tu não és miragem,
e sim realidade.
...
26/10
Não desista de ser paz
quando ninguém traz,
e a falta faz.
03/02
Quando alguém tirar
a sua paz ignore ou manifeste
serenidade com uma carga maior,
Não permita que ninguém
tire o seu descanso e o seu andor.
07/03
Não fique triste quando
alguém te tratar mal
ou com indiferença,
Simplesmente não se
esqueça como a pessoa
te tratou porque quando
o mundo der o seu giro
você não se arrependa,
não se sinta obrigado
a tratar bem ou se obrigue
a conviver com quem
nunca fez por merecer,
se dê a paz necessária para viver.
26/03
Quando alguém te falar
com ironia ou te diminuir
não vale no contato
virtual ou real insistir.
O sábio não se importa se alguém o chama de sábio, mas o tolo proclama com a própria boca que é sábio. 🎺
✝️ Quando alguém parte desta vida, é lembrado não tanto pelas palavras que disse, mas pelo que fez, seja bom ou mau. ⚖️
O sentimento romântico por alguém vem sempre com um temor de dar errado.
Seja na cama
Seja nos gastos.
Se alguém não valoriza a lógica, que argumento lógico você utilizará para demonstrar a importância da lógica?
"A importância de alguém na nossa vida não se mede pelo espaço que ela ocupa em nossos pensamentos, mas pelo tempo que ela dedica em nossas urgências."
"Quando alguém insiste em dizer que algo não significa nada, na realidade está relutando para aceitar que isso é algo muito importante."
As Palavras Impensadas, ditas em meio à euforia, podem inviabilizar a calmaria de alguém.
Às vezes, não é o que sentimos que machuca — é o que deixamos escapar sem passar pelo crivo do silêncio.
Palavras ditas na euforia nascem sem freio, sem cuidado e sem escuta alguma.
Carregam o peso do instante, mas podem pousar na vida de alguém como sentença duradoura.
O que para quem fala é só excesso de emoção, para quem ouve pode ser o início de uma inquietação que não pediu para carregar.
A calmaria de alguém é frágil como água parada: qualquer pedra jogada sem intenção cria ondas que demoram a se desfazer.
E há palavras que, mesmo ditas sem maldade, afundam fundo demais.
Por isso, nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.
Há silêncios que não são covardes — são cuidados.
Porque preservar a paz do outro, muitas vezes, é um ato de maturidade muito maior do que vencer qualquer euforia passageira.
Quando as demandas ignoradas viram costume, basta alguém fingir preocupação para despertar a paixão do povo.
Ano eleitoral costuma ser tratado como tempo de promessas, mas deveria ser, antes de tudo, tempo de vigília.
Quando demandas ignoradas viram costume, o povo se acostuma a sobreviver com a ausência desenfreada.
E, nesse cenário de carência prolongada, basta alguém fingir preocupação para parecer o grande salvador.
Não é a solução que encanta — é a encenação do cuidado que seduz corações cansados.
A paixão política, quase sempre, nasce menos da razão e mais da fome: fome de atenção, de escuta, de dignidade.
Quem nunca foi ouvido, tende a se apaixonar por quem ao menos finge ouvir.
E assim, o abandono repetido pavimenta o caminho da ilusão coletiva.
Por isso, ano eleitoral exige menos euforia e mais memória.
Menos discursos inflamados e mais perguntas incômodas.
Quem só demonstra zelo quando o calendário aperta, não descobriu o povo — apenas a sua utilidade.
Vigiar é lembrar.
Refletir é comparar.
E escolher com lucidez é o único antídoto contra a velha armadilha: confundir preocupação encenada com compromisso verdadeiro.
