Tristeza por Amar Alguem

Cerca de 100531 frases e pensamentos: Tristeza por Amar Alguem

Um ato, lindo e louco

Um ato de coragem esta acontecendo em alguma parte do mundo,

Um vulcão explodiu,

Uma grande cachoeira está jorrando aguá velozmente, produzindo energia a mil,

A aurora boreal esta sendo deslumbrada novamente,

Alguém no mundo esta aprendendo a amar.

Inserida por Ricardossouza

Uma virtude

⁠Tu me veio como uma surpresa, com aquela sensação gostosa de deixar prolongar,
Tuas diversas qualidades são motivos de comemoração para o meu ego,
Por tua causa, identifiquei o quão prazeroso é um sorriso, identifiquei o quanto é precioso um olhar,
O amor para mim é um premio diário conquistado porque estou do teu lado, já para ti, saber amar é um troféu que tu carregas com maestria é uma virtude na tua vida.

Inserida por Ricardossouza

⁠Posso te amar em dobro, mas preciso de respostas.

Inserida por Ricardossouza

⁠ E se eu pudesse...


E se eu pudesse controlar o mundo...
Mudaria tudo só por você,
Transformaria o mundo todo num belo jardim,
Colocaria enormes travas no tempo,
Deixaria o vento fluir suavemente.

E se eu pudesse controlar o mundo...
Deixaria o sol e a lua alinhados para podermos apreciar seus encantamentos a beira mar,
Deixaria também toda a fauna aplaudir você no seu caminhar,
Pediria ao céu chuvas para limpar nossas almas e purificar nossos corações.

Aaaa se eu pudesse , faria de tudo para o mundo te amar por toda vida com a mesma intensidade que eu te amo.

Inserida por Ricardossouza

⁠Amar nas sombras



Não tente explicar aquilo que você ainda não viveu, a experiência grita mais alto e desmascara os sem noção,

me chamam de antissocial só porque eu gosto de ficar em casa a sós pensando nela,

só um pouquinho de você aqui eliminaria o meu silêncio e abriria enormes sorrisos,

uma rede, duas árvores , um livro e a paisagem do vale a frente, é esse o retrato que me faz lembrar de como você é perfeita e doce na sedução através da saudade.

Inserida por Ricardossouza

Se todo o Poder investido pode fazer o Impossível. Qual a possibilidade de ser: Você e Eu?

Porque o nosso Significado é Amar.
Tão logo, nosso Poder é o Amor.
Fomos criados a esta Prosperidade.

Inserida por Cleibson

⁠O meu entanto, no tempo, a fundo.
Nem por um segundo deixei de Amar;

Eu sou só isso. É o que mais tenho,
talvez a alguém: seja nada.

De um profundo encanto, me contento,
entendo que o Amor é minha Escolha.
Momento de paz para quem sabe Amar.

Eu sou só isso. É o que mais tenho,
talvez a alguém: seja nada.

Inserida por Cleibson

Minha forma de amar

Atordoada eu fico
por amar de uma forma tão excêntrica
amor de encanto eternizado
causador de assombramento
mas, é amor venerado,
não é amor medido
é amor discutível, irreverente
que tem a beleza do que é enigmático,
e é esta a sutileza:
- quem estagiou nesse meu amor indeterminado
por ele viverá deslumbrado.

Inserida por MariadaPenhaBoina

ENTRE O CORPO E O INFINITO.
Entre o corpo e o infinito, o Espírito humano constrói sua eternidade. Cada gesto de cuidado, cada palavra de amor e cada pensamento de fé convertem-se em sementes que florescem no jardim da alma.

A educação moral, a comunicação consciente e a oração sincera são os três pilares de uma nova civilização mais fraterna, mais justa e espiritualmente desperta.

Que saibamos, pois, reencontrar o equilíbrio entre a matéria e o espírito, transformando o cotidiano em um hino silencioso de amor e progresso.

“A verdadeira paz nasce quando a alma aprende a conversar com Deus dentro de si.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

Eu aprendi a gostar
gostando
Eu aprendi a amar
amando
Eu
aprendiz

Inserida por jofariash

⁠Desistir, às vezes é a tomada de decisão mais sábia que há!

Desistir de sofrer.
Desistir de amar que não faz questão de ser amado.
E desistir de ser infeliz para buscar a felicidade verdadeira.

De que você precisa desistir?

Inserida por MarcinhaSilva

A GEOGRAFIA SECRETA DO DESEJO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

O convite não é súbito nem vulgar. Ele nasce da lenta consciência de que o corpo do outro não é apenas matéria oferecida ao toque, mas território onde a própria identidade reorganiza-se. Aproximar-se é um ato filosófico,estranho e secreto. Cada centímetro revelado desmonta antigas certezas e reconstrói-se o pensamento a partir da carne sentida.

O corpo amado deixa de ser limite torna-se linguagem. A pele já não conserva cor porque a cor pertence ao olhar comum e aqui não há superfície. Há profundidade. Há uma psicologia na ampulheta do gesto e uma ética no toque. O desejo não invade. Ele interroga. Ele escuta. Ele compreende antes de possuir.

Neste encontro não existe pressa. A tradição clássica desse desjo conhece o valor da espera e da contemplação. O olhar percorre como quem lê um tratado silencioso. O toque argumenta. O corpo responde. Cada aproximação formula-se como uma tese sobre o que significa existir para além de si no corpo de alguém amado, mesmo sem anular a própria essência.

A mente e o raciocínio não se ausentam. Pelo contrário. Eles observam o próprio abandono com lucidez. O prazer não dissolve-se do pensamento. Ele aprofunda-se. O outro torna-se espelho e amor de rendição. Nele a identidade expande-se sem perder-se. Nele o desejo alcança a dignidade da reflexão real.

Quando enfim o encontro completa-se não há triunfo nem posse. Há reconhecimento. Dois universos não fundem-se. Eles compreendem-se em silêncio e permanecem íntegros.

Amar assim é aceitar que o desejo mais elevado não quer consumir o outro, mas revelar aquilo que só existe quando dois corpos pensam juntos.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A GRAVIDADE INTERIOR DO EU QUE SE CONTEMPLA.
Do Livro: Primavera De Solidão. ano 1990.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Conhecer a si mesmo não é um ato de curiosidade mas de coragem grave. É um chamamento silencioso que desce às regiões onde a alma se reconhece sem ornamentos. Nesse gesto há algo de ritual antigo como se o espírito precisasse atravessar sucessivas noites para alcançar uma única palavra verdadeira sobre si. Tal travessia não consola. Ela pesa. Ela exige recolhimento disciplina e uma fidelidade austera àquilo que se revela mesmo quando o que se revela é insuportável.

À maneira das grandes elegias interiores o sujeito que se observa descobre que não é senhor do próprio território. Há em si forças obscuras desejos sem nome medos que respiram lentamente à espera de serem reconhecidos. O eu que contempla torna-se estrangeiro em sua própria casa. E é nesse estranhamento que nasce a dor mais refinada pois não há acusador externo nem absolvição possível. O julgamento ocorre no silêncio e a sentença é a lucidez.

O sofrimento aqui não é ruído mas densidade. Ele se instala como uma presença fiel. Há quem o cultive com devoção secreta. Não por prazer mas por hábito. Sofrer torna-se uma forma de permanecer inteiro quando tudo ameaça dissolver-se. Assim o masoquismo psíquico não é escândalo mas estrutura. O indivíduo aprende a morar na própria ferida como quem habita um claustro. Conhecer-se plenamente seria abandonar esse espaço sagrado de dor organizada.

Quando alguém ama e tenta conhecer o outro por dentro rompe-se o cerco. O amor não pergunta se pode entrar. Ele vê. Ele nomeia. Ele permanece. E justamente por isso é rejeitado. Não porque fere mas porque revela. Ser amado é ser visto onde se preferia permanecer oculto. O outro torna-se espelho e nenhum espelho é inocente. Ele devolve aquilo que foi esquecido de propósito.

Há então uma violência silenciosa contra quem ama. Um afastamento que se disfarça de defesa. O amado é punido por tentar compreender. O gesto mais alto de amor torna-se ameaça. Como nos poemas mais sombrios da tradição lírica a alma prefere a solidão conhecida ao risco da comunhão. Pois compartilhar o precipício exige uma coragem que poucos possuem.

Essa recusa não é fraqueza simples. É lucidez sem esperança. É saber que o autoconhecimento não traz salvação imediata apenas responsabilidade. Ver-se é assumir-se. E assumir-se é perder todas as desculpas. Por isso tantos recuam no limiar. Permanecem à porta da própria verdade como sentinelas cansadas que temem entrar.

Ainda assim há uma nobreza trágica nesse esforço interrompido. Pois mesmo falhando o ser humano demonstra que pressente algo maior em si. Algo que exige recolhimento silêncio e um tempo longo de maturação. Como frutos que amadurecem na sombra a alma só se oferece inteira quando aceita a noite como condição.

Conhecer-se é um trabalho lento sem aplausos. Um exercício de escuta profunda em que cada resposta gera novas perguntas. Não há triunfo. Há apenas a dignidade de permanecer fiel à própria busca mesmo quando ela dói. E talvez seja nesse permanecer que o espírito encontra sua forma mais alta não na fuga da dor mas na capacidade de atravessá la com consciência e gravidade.

Inserida por marcelo_monteiro_4

AMOR E A MEMORIA DO QUE NAO SE DISSE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Quem dizia amar e partiu revelou sem palavras que o amor jamais se constituiu como experiencia interior.
Nao houve perda houve apenas o desvelar tardio de uma ausencia antiga.
Porque o amor quando existe nao se dissolve no tempo ele se aprofunda na memoria.
Abandonar aquele a quem se dizia amar nao e um gesto do destino, é um ato da consciencia que jamais amadureceu.
O amor nao falha ele apenas nao nasce onde o espirito permanece disperso.
Entre dois seres quando o ciúme se instala não como episodio mas como estado, alí o amor ja foi substituido pela inquietação do ego.
O ciúme nao guarda, ele denuncia.
Nao protege, ele acusa.
Nao ama, ele teme.
A solidão que sucede a ruptura não é vazio, é um espaco de reminiscência.
Nela a alma percorre lentamente os corredores do que foi vivido, como quem retorna a uma casa antiga e reconhece nos detalhes aquilo que sempre esteve ausente.
O amor verdadeiro habita essa região subtil onde a palavra se cala.
Ele não se impõe nao exige nao reivindica, ele existe como aquelas verdades que só se revelam quando o tempo deixa de ser pressa.
Amar é tocar o abstrato porque amar é recordar.
Não é menos, é um fato e sentido.
Não é o gesto mas a intenção.
Não é o outro, mas aquilo que o outro despertou em nós como possibilidade de eternidade interior.
E assim compreende-se finalmente que
o amor nao se anuncia ele se reconhece.
Nao se perde ele se recorda dentro de si mesmo
e permanece como memoria cristalina na consciencia que ousou sentir sem ruído, sem medo e só sob à submissão para com tudo.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A vida é feita de momentos de liberdade.
Liberdade para sentir, amar e escolher.

Escolhas

Inserida por NayaneQueiroz

Às vezes eu tenho medo. Medo de amar, medo de viver, medo de sentir o que sinto. O que eu sinto é maior que o mundo. Maior que o meu pensamento e isto me dá medo.

Inserida por Rita1602

⁠Ando tão cético, que tenho medo de perder a capacidade de amar.

Inserida por ronaperr

Amar é e sempre será a única forma de conhecermos a verdadeira felicidade. Sem doarmos amor ao próximo não haverá recompensas.

Inserida por Rita1602

Potencializemos nossa liberdade de amar e seremos amados intensamente.

Inserida por Rita1602

Só amamos o próximo quando aprendemos a nos amar primeiro.

Inserida por Rita1602