Tratar as Pessoas

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No mundo está cheio de pessoas que se julgam mais importantes, mas está carente de de pessoas capazes de enxergar a importância umas das outras

Pessoas que falam a verdade, mesmo quando estão erradas, me cativam, porque, falar a verdade quando se está errado, é um ato de coragem e pessoas corajosas são raras.

Há pessoas que não sabem reconhecer um aliado forte e preferem viver entre os ignorantes e alienados.🤝🏻

Existem momentos que não voltam e pessoas que depois de algumas experiências jamais voltam a ser as mesmas e se recusam a olhar para trás.

Seja melhor para as pessoas
do que elas são capazes de oferecer
e nunca espere que as pessoas
te tratem melhor do que você
é capaz de tratá-las.
Quando houver esta atitude em ti
e não houver este tipo de expectativa
social, a sua paz interior
passará a ser inquebrantável.

Se um louco estiver dirigindo, furiosamente, um veículo, matando e ferindo gravemente as pessoas ao invés de tratar dos que foram feridos por ele, é melhor, primeiro parar o louco.

ALGUMAS PESSOAS NÃO FICAM EM NOSSAS VIDAS. FICAM EM NÓS.

Há pessoas que o tempo leva, mas não consegue retirar. Elas deixam de ocupar a cadeira, de atravessar a porta, de telefonar no fim do dia, de perguntar se chegamos bem. Um dia percebemos que já não fazem parte da rotina e, no entanto, estranhamente, continuam fazendo parte de nós. É uma das contradições mais bonitas e dolorosas da existência: alguém pode deixar nossa vida sem conseguir deixar aquilo que somos.
Talvez porque presença e permanência sejam coisas diferentes.
Presença é corpo, voz, abraço, convivência. Permanência é aquilo que sobrevive quando tudo isso já não está.
Há pessoas que permanecem durante décadas ao nosso lado e quase não modificam nossa essência. Outras passam por um pequeno trecho de nossa história e deixam marcas tão profundas que, muitos anos depois, ainda encontramos seus vestígios em nossos pensamentos.
Elas ficam numa palavra que aprendemos.
Num conselho que finalmente compreendemos tarde demais.
Numa música que evitamos ouvir porque conhecemos o caminho que ela percorre até chegar ao coração.
Num prato cujo cheiro devolve uma cozinha inteira à memória.
Num jeito de sorrir que, sem perceber, herdamos.
Num gesto que repetimos e de repente pensamos: “Era exatamente assim que aquela pessoa fazia.”
É então que compreendemos:
ninguém permanece apenas nas fotografias.
As pessoas permanecem também naquilo que modificaram em nós.
Talvez seja essa a forma mais misteriosa de continuidade humana.
Somos feitos não apenas de nós mesmos, mas também dos encontros que tivemos.
Carregamos pedaços daqueles que nos ensinaram alguma coisa, daqueles que nos amaram, daqueles que ferimos, daqueles que nos feriram, daqueles que seguraram nossa mão quando o mundo parecia grande demais.
Até algumas despedidas acabam participando da nossa construção.
Porque há pessoas que nos ensinaram pela presença.
E outras que somente conseguimos compreender depois da ausência.
O tempo passa e faz seu trabalho inevitável. Os rostos envelhecem nas fotografias enquanto permanecem jovens em determinadas lembranças. As vozes começam a perder detalhes. Algumas datas escapam. Certas conversas já não conseguimos reconstruir completamente.
E isso assusta.
Tememos esquecer.
Como se esquecer um detalhe significasse perder novamente aquela pessoa.
Mas talvez a memória mais profunda não esteja na capacidade de recordar exatamente o som de uma voz ou a roupa usada numa determinada tarde.
Talvez esteja naquilo que essa pessoa deixou incorporado em nossa maneira de existir.
Se alguém nos ensinou bondade e continuamos sendo bondosos, alguma coisa dela permanece.
Se alguém nos ensinou coragem e um dia encontramos força justamente quando pensávamos não possuir nenhuma, talvez aquela pessoa ainda esteja ali.
Se fomos profundamente amados e, por causa disso, aprendemos a amar melhor, então aquele amor não terminou quando a presença terminou.
Ele mudou de endereço.
Passou a morar em nós.
E talvez seja por isso que algumas ausências doem tanto.
Não choramos apenas porque alguém foi embora.
Choramos porque alguma parte da nossa própria história caminhava naquela pessoa.
Quando ela parte, parece levar consigo uma língua que somente nós dois falávamos, determinadas piadas que ninguém mais compreenderá da mesma maneira, pequenos rituais, apelidos, olhares e silêncios que nunca precisaram de tradução.
Há universos inteiros que existem somente entre duas pessoas.
Quando uma delas parte, a outra torna-se a última guardiã daquele mundo.
Isso é saudade.
Não apenas desejar alguém de volta.
Mas continuar carregando sozinho um lugar que antes era habitado por dois.
Por isso talvez não devamos lutar tanto contra a saudade.
Ela dói, mas também testemunha.
Diz silenciosamente: “Aqui existiu alguém importante.”
E existe dignidade nisso.
Ter amado alguém suficientemente para sentir sua ausência significa que, por algum tempo, duas existências deixaram de ser completamente separadas.
Uma entrou na história da outra.
E depois disso nenhuma despedida consegue desfazer totalmente o encontro.
A vida continuará.
Novas pessoas chegarão.
Outras também partirão.
Nós mesmos um dia seremos ausência na vida de alguém.
E talvez essa seja uma das perguntas mais profundas que podemos fazer enquanto ainda estamos aqui:
o que ficará de nós dentro daqueles que amamos?
Talvez não sejam nossas conquistas.
Talvez ninguém se lembre de quanto trabalhamos, do que possuímos ou de quantas vezes estivemos certos.
Mas alguém poderá lembrar que fomos gentis quando poderia ter sido diferente.
Que ouvimos quando aquela pessoa precisava falar.
Que oferecemos um abraço numa tarde difícil.
Que fizemos alguém rir quando a vida estava pesada.
Que dissemos “eu te amo” enquanto ainda havia tempo.
E então talvez compreendamos que permanecer nunca significou impedir uma despedida.
Permanecer é deixar alguma coisa boa de nós vivendo no outro.
Porque algumas pessoas realmente não ficam em nossas vidas.
O tempo, a distância, as escolhas e a própria morte podem levá-las para lugares onde nossos braços já não conseguem alcançar.
Mas existem lugares aos quais nem o tempo tem acesso.
E quando alguém conseguiu chegar até lá, quando alguém participou profundamente daquilo que nos tornamos, já não importa apenas quanto tempo permaneceu ao nosso lado.
Porque algumas pessoas vão embora da nossa história cotidiana…
mas continuam escrevendo, silenciosamente, dentro de nós.

"Não invejo, mas admiro a beleza da caminhada de pessoas que evoluem com graça em linha reta.
De alguma maneira isso mapeia os meus passos em zigue-zague cheios efeitos especiais..."
Haredita Angel
27.07.26

⁠A pessoa pode até enganar o teu coração, mas não por muito tempo. Pessoas românticas são pessoas fortes e se refazem com mais facilidade porque são o próprio amor, acreditam nele e só permanecem ao lado delas pessoas verdadeiras.

⁠Todas as artes existem para trazer paz, conforto, alegria e sonho para as pessoas. Ensinar a Humanidade os caminhos do amor é a missão da poesia.

⁠Toda a religião com compromisso espiritual sincero não adoece as pessoas, o quê adoece as pessoas é o radicalismo político em prol da luta pelo poder. Menos política e mais vida, porque nós merecemos.

O tempo voa


Em muitos lugares,
Entre tantas pessoas,
Muitos aprendizados,


O tempo é curto,


No resgate de uma vida,
Doces são as memórias,
Lindas são as fotografias.

Três situações que levam as pessoas a agirem com ingratidão: a dureza do coração, a amargura de espírito e a inveja.

Honre as pessoas com o pouco que você tem, e Deus o honrará com tudo o que Ele tem.

Não tem diabo, não tem demônios e não tem pessoas. A verdade é que o único ser capaz de impedir que você chegue ao topo é você mesmo.

Pessoas presunçosas não têm amigos, têm bajuladores, e onde há bajulação, há fingimento.

Gostamos das cartas de Paulo porque elas nos oferecem a possibilidade de corrigir as pessoas de uma maneira simples e, ao mesmo tempo, filosófica. No entanto, não podemos nos esquecer de que essas mesmas cartas também dão aos outros a mesma oportunidade de nos corrigir de uma maneira simples e filosófica.

O coração do homem é tão idólatra que, quando não idolatra coisas ou pessoas, idolatra a si mesmo.

Consigo enxergar nas pessoas o que elas mesmas não veem em si próprias — por isso, faço missões.

“Não roube das pessoas o direito de saber que o inferno existe.”