Tratamento
Todo aquele que faz parte da Igreja de Cristo tem um relacionamento exclusivo e deve ser tratado como noiva espiritual do Senhor, pois quem participa da Sua comunhão tem um lugar especial na Casa e no Coração Paterno de Deus, com a devida honra e tratamento superior na vida cristã.
Tratar com nada, quem nada vale;
Tratar com pouco, quem muito pouco vale;
Tratar com muito, quem jamais deixou de sonhar
Um grande salto na humanidade foi dado quando o homem pisou na lua, mas retrocedemos infinitamente no abecedário emocional pela selvageria no trato com o irmão
Por ela ter um espírito fortemente caloroso e por amar-se verdadeiramente, não está disposta a receber qualquer tipo de tratamento, principalmente, se for morno, inconveniente ou desrespeitoso.
Quer ser muito amada com um amor sincero e ardente, admirada de várias formas, mesmo ciente de suas falhas, já que estas não lhe impedem de ser valorosa, mui digna de uma consideração amável e não amadora.
Além de uma beleza física, uma confiança inconfundível, graças a Deus, uma mulher admirável, capaz de trazer um paraíso com detalhes que aquecem e avivam, inclusive, a alma de quem for íntegro e souber como tratá-la.
As pessoas frequentemente não compreendem por que não devem usar o pronome "VOCÊ" ao se referirem a Deus, ignorando a evolução sociocultural desse léxico, que sugere igualdade, não intimidade. Mesmo com intimidade, é essencial respeitar a hierarquia ao nos relacionarmos com alguém superior. Curiosamente, respeitamos essa norma ao tratar juízes e autoridades, mas muitas vezes esquecemos de aplicá-la ao nos dirigirmos a Deus. Os pronomes de tratamento refletem valores como respeito e submissão ou ausência deles, dependendo do contexto. Deus pode ser nosso amigo, mas também é nosso Senhor, e é importante não confundir relações humanas com nosso relacionamento com ele, pois existem diferenças...
O Peso das Palavras: Quando Consolar se Transforma em Ferir.
Em tempos em que o sofrimento emocional se torna tema cada vez mais presente nas conversas cotidianas, cresce também a urgência de repensar como falamos com quem está fragilizado. Muitas vezes, na ânsia de confortar, acabamos ferindo não por maldade, mas por falta de preparo emocional.
Psicólogos têm alertado para um fenômeno comum: a tentativa de consolar com frases feitas, o que, em vez de aliviar, agrava o sofrimento. A expressão “Você tem que procurar ajuda”, por exemplo, parece prudente, mas soa como uma ordem e invalida o desabafo. Em um momento de vulnerabilidade, esse tipo de fala pode reforçar a sensação de impotência e solidão, justamente quando o indivíduo mais precisa se sentir compreendido.
Quando o “dizer algo” machuca.
De acordo com a psicóloga Rosa Sánchez, da Fundación Mario Losantos del Campo, essas respostas automáticas se repetem porque a sociedade as normalizou. Fomos treinados a preencher o silêncio, a dar respostas rápidas, como se o silêncio fosse sinônimo de descuido. Contudo, o impulso de “dizer algo” muitas vezes vem do desconforto de quem ouve, e não da necessidade de quem sofre.
O problema é que, ao tentar “arrumar” a dor do outro, transferimos para ele a responsabilidade emocional de melhorar. A frase pronta “Anime-se, a vida continua” soa como uma tentativa de encurtar o luto, de apressar a recuperação. Mas a dor não segue cronogramas, e quem sofre precisa de tempo, não de pressa.
O que não dizer.
Algumas expressões, embora pareçam inofensivas, diminuem a experiência do outro:
“Você já deveria ter superado.”
“Eu sei como você se sente.”
“Tudo acontece por um motivo.”
“Poderia ser pior.”
“Você tem que ser forte.”
“Não chore.”
“Anime-se, a vida continua.”
Cada uma delas nega a singularidade da dor. Ao comparar, racionalizar ou impor força, anulamos a liberdade emocional da pessoa. O resultado é o oposto da empatia: culpa, solidão e incompreensão.
Por que caímos nesses erros?
Três fatores se destacam:
1. Falta de educação emocional. Muitos de nós não aprendemos a lidar com emoções profundas, nem as próprias, nem as alheias.
2. Medo do silêncio.
O silêncio é visto como constrangimento, quando, na verdade, ele pode ser o espaço mais terapêutico.
3. Desconforto diante da dor.
A tristeza e a vulnerabilidade lembram a todos a própria fragilidade, e isso gera fuga disfarçada em palavras de consolo.
Ao tentar “melhorar” o outro, fugimos da própria impotência e esquecemos que empatia não é consertar, é estar junto.
O que realmente ajuda.
A verdadeira presença não exige discursos, mas escuta, atenção e disponibilidade. Frases simples, quando ditas com sinceridade, têm o poder de acolher:
“Estou aqui para você.”
“Sinto muito que você esteja passando por isso.”
“Você quer conversar ou prefere se distrair um pouco?”
“Não sei o que dizer, mas estou com você.”
“Obrigada por confiar em mim.”
Essas expressões validam o sentimento e oferecem segurança emocional. Elas não tentam resolver, apenas confirmam: “você não está sozinho”.
Orientações práticas de acolhimento.
Ouça sem interromper. Às vezes, o desabafo é mais curativo do que qualquer resposta.
Evite julgamentos e conselhos não solicitados. O ouvinte não precisa ser terapeuta; precisa ser humano.
Reconheça a emoção: “Entendo que isso deve ser difícil.”
Ofereça companhia, não soluções. Estar junto é mais eficaz do que tentar corrigir.
Cuide do tom de voz e da expressão corporal. A empatia também se comunica pelo olhar e pelo gesto.
Respeite o silêncio. Há momentos em que falar menos é amar mais.
Busque informação sobre saúde mental. Saber o básico evita erros que perpetuam o sofrimento.
Consolar é sustentar, não corrigir.
Consolar alguém não é encontrar a frase perfeita, mas sustentar o tempo e o ritmo do outro. É permitir que o sofrimento se expresse, sem apressar a cura. Empatia é permanecer quando o outro não tem mais força; é segurar o silêncio sem precisar preenchê-lo.
Porque, no fundo, as palavras que curam são as que nascem do respeito e não da pressa de fazer o outro se sentir melhor.
“A escuta é o primeiro gesto do amor.
Acolher não é dizer algo certo, é estar presente no tempo certo.”
Texto do: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
De acordo com a psicóloga Rosa Sánchez, da Fundación Mario Losantos del Campo.
quer ser tratado como diamante? então se permita lapidar primeiro, aceite o processo, pois é doloroso, mas o resultado é grandioso.
Venda casada.
"Eu te trato como tu me tratas."
-Isto é falta de personalidade, além de venda casada!
Eu não!
- Eu te trato com respeito e consideração ao ser humano que 'Eu sou'.
☆Haredita Angel
Um dos temas mais sombrios que temos, ainda hoje em todas as sociedades é quanto aos tratamentos alternativos na recuperação de dependentes químicos e drogas. O interesse só existe quando um ente querido está as voltas com este pesadelo que se arrasta para toda a família, em outros momentos esquecemos que ele existe. Tenho particular interesse sobre o tema, as literaturas, que conheço são todas experimentais mas a que me pareceu mais prospera apesar dos erros, foi a de Synanon, em Santa Monica, U.S.A. iniciada em 1958 e fechada em 1971, na forma original.
"Há quem reúna todos os parentes e amigos, para anunciar uma doença contagiosa, com a intenção de buscar tratamento."
