Textos sobre transformação pessoal para quem busca evolução constante
Transformação
Calcário,esse vira mármore usado na bancada de pia.
Arenito gera o quartzitoa pedra da calçada.
As cobras gostam do mármore para se aquecer no dia
As cabras sobem a montanha, o quartzito sua escada
E o humano constrói casa,igreja até túmulo com rocha.
A pedra sofre atrito e resiste e,fica linda e persiste ...
A humanidade mesmo com sofrimento ainda coexiste
A Transformação do peso
Alquimia da Alma: O Que Fazer com o Peso do Caminho.
Nem toda pedra no caminho serve para nos fazer tropeçar. Algumas são colocadas ali para testar nossa paciência e nossa capacidade de transmutação. Em vez de carregar o peso do rancor ou do sofrimento pelas estradas da vida, use cada rocha pesada para pavimentar o solo da sua própria sabedoria.
#Paciência #Transmutação #ForçaInterior #Aprendizado #Espiritualidade
Romanos 12.2: mas transformai-vos pela renovação da vossa mente... lembrando que transformação, metamorfose, alteração, mudança, causa desconforto e exige quebra de paradigmas e tradições instalados em nossas vidas como verdades imutáveis. Lutero sempre dizia: “a Igreja precisa estar em constante reforma”. Nele, que nos chama para beber o vinho novo.
O Evangelho genuíno é uma agência de transformação radical, onde não há transformação constante, onde não há poder da ressurreição, onde não há o Espírito de Cristo, resta apenas uma religião formalista e morta.
Caótica da geopolítica e tabuleiro.
Polarização dos países chamam atenção a transformação do cenário mundial. A economia americana sofre com política de guerra e saques no mundo,
O espolho transcende a atenção da desvalorização do dólar mundial se perde com as novas possibilidades novos parâmetros do capitalismo
Novos capítulos do BICS lançando uma moeda e adereços de negócios bilaterais dando um novo conceito dos donos do mundo.
Vemos aglomerados de países se unirem contra o monopólio americano.
Por sua vez o povo sofre com as político do maestro americano.
O custo de vida nas alturas o caos reina.
Alienação intelectual morre na fogueira da alienação social, enquanto outros pais sobreviver é uma virtude...
O ser humano contemporâneo e suas experiências de transformação intelectual...
Verbal o transforma cidadão
o homem composição comportamental...
Sua dualidade de bem e mal lhe dão caráter moral dentro das verbais de etica...
Ser inerte analfabeto funcional...
Pode ser um analfabeto político funcional.
Diante das características do relativismo o ser humano segue o entendimento para seu paradoxo de existência...
Locutor pode ser modificado para cada ser e cada ambiente do manipulação e opressor. Dando ausência ser crítico...
O otoritario e subjugado e submissão intelectual são expostos como variante da alienação religiosa e social.
O conhecimento te conduz a iluminação das ideias e te faz criar um mundo ideal.
A transformação começa dentro de você.
Compreenda, a virtude julgada que imposta a você.
A um mundo de possibilidades criado por você.
O mundo não feito de escolhas ou alternativas, apenas você criou a oportunidade nesse momento de inspiração.
Ninguém vive por escolha apenas esta num mundo e vivemos por viver...
A Alquimia das Cores Assimiladas
Por Celso Roberto Nadilo
A arte nasce da transformação da matéria e da alma. O amadurecimento da tela ganha vida no banho de chá preto ou chá mate, onde pinceladas de café coado imprimem uma sensação envelhecida e escura — uma atmosfera gótica construída pelas sombras do preto e por um tom sóbrio e único. A camomila, quando diluída com gotas de limão, provoca a expansão de um amarelo corrompido pela acidez. A consciência expande-se diante da pimenta, que realça no vermelho uma tonalidade singular, viva e irrepetível. A tela pode até se desgastar no manuseio e na interação dos elementos com a composição, enquanto o fogo esmorece as cores assimiladas e sela a secura de cada camada.
Imagine uma obra assim: o chumbo diluído na tinta confere a originalidade de uma cor única, tornando-se a própria assinatura da composição. Elementos vegetais incorporam-se à tela — como a urtiga e a palma —, trazendo uma seiva viscosa que, misturada a vernizes, inova a textura com o brilho sutil de um olhar. Fios de ouro sintético ou o próprio pó de ouro conferem à obra-prima um toque de riqueza, enquanto, muitas vezes, o sangue e o suor do próprio artista se fazem presentes na matéria.
O estado psicológico do criador transborda para a pintura. É a filosofia da especulação ambiental e a oscilação da temperatura expostas nos traços, revelando os desequilíbrios do desempenho artístico. Tudo pode começar num esboço simples — no caderno, no papel-manteiga ou na riqueza do papel-carbono que nos permite duplicar a ideia. Uma folha seca de árvore integra a composição da arte renascentista, atravessa o cubismo e alcança a arte abstrata. Na abstração e nas metáforas, dá-se livre-arbítrio à criação, permitindo até a pureza da arte infantil com tinta nos dedos, onde o desespero e a angústia tornam-se nítidos, marcando o despertar da genialidade.
O vermelho que salta aos olhos denuncia a violência ou a dor superada — estigmas cravados na tela. As ferramentas ditam o ritmo: pincéis de crina de cavalo ou cerdas sintéticas alteram drasticamente a textura, do traço mais espesso ao mais fino. Linhas e panos integrados à obra podem ser costurados à mão ou à máquina, enfatizando o caráter tátil da criação.
Nas mãos do artista, o produto bruto toma forma na mistura do zinco, das ligas metálicas, dos tijolos decompostos em pó e até dos cristais ou diamantes moídos, que elevam a pureza do desenho. A colagem de fragmentos de outras obras transcende a imagem original, construindo um perfil visual próprio. Afinal, nem tudo na história da arte esteve à vista de todos: Monet expôs sua pintura, mas manteve seus esboços guardados no segredo do ateliê. Da mesma forma, latinhas de refrigerante ou cerveja, derretidas ou transformadas em pó para se fundirem à tinta, trazem à obra as inovações e as marcas da nossa própria época.
A arte enfeitiça porque é o reflexo direto da história, da vida e da essência de quem a cria. O respeito aos mestres reside na forma como escolhemos lembrar e perpetuar a sua arte.
Nós, vassalos do amanhã, somos inocentes até prova em contrário. No amplo desejo de transformação, somos um pingo de interrogação.
Nos limites do espírito, encontramos a alma na beira do preceito de ser. O espelho flutua pela imensidão; erráticos seres voam como as lembranças de outra vida. Talvez sejam fragmentos esquecidos da minha própria vida. O subconsciente e a realidade tocam-se em olhos profundos, que dão sentido à escuridão.
A consciência — o traumático ser cheio de dúvidas, mas que sabe o que quer — tem dois caminhos na linha linear do tempo. Vemos contradições serem o palco do perfeito equilíbrio e, às vezes, pairamos no abismo. "Quem sou eu?", e o eco responde: "Euuuuu".
Então, o reflexo escuro se repete, se quadricula e, depois, torna-se parte da luz que ilumina a vida. Minha humanidade depende do meu espírito aventureiro, meu ser que se joga no mar sem olhar para trás, pois o mundo é um ponto de interação e interpretação nas vastas linhas do tempo.
Vemos aglomerados de estrelas, vemos vida e morte, mas ainda sequer saímos do lugar. Vemos a vida brotar até no asfalto quente ou no deserto mais frio e quente que se possa imaginar. Imagina a vastidão do universo... Somos grãos de areia que ganharam consciência e contradições no crepúsculo de outras eras. Eras contemporâneas de seres que habitavam o cosmos sem questionar: por que existir dentro de um contexto maior e mais amplo?
Então a alma pairou. Temos a certeza que a humanidade mudou. Dentro da sopa primordial, éramos células que apenas queriam viver diante da adversidade do mundo. O espelho dentro de nós gritou: existir é a pura verdade que escorre entre o desespero de nossas expectativas, enquanto a luz contempla nossos atos na imensidão do universo.
Voamos no espaço sideral e gritamos ao vácuo: "Existimos!". Os alienígenas: "Credo... Vamos fingir que não vimos nem ouvimos".
Tocamos a Lua com a imaginação de séculos. E, quando lá chegamos, vimos a nós mesmos na escuridão do universo, olhando para a Terra como um mero ponto. Resgatamos a essência do espírito, encontramos a fé e voltamos para casa. Fechamos as portas. Depois de 50 anos, voltamos para ver o que esquecemos no espaço.
Por Celso Roberto Nadilo
Um pássaro na imensidão de nossas almas sendo a voz da resiliência.
Toda transformação só é possível onde existe fé e amor, onde existe coragem, onde o coração acredita ser possível.
Onde Deus impera, tem autoridade, tem diferencial e cuidado, tem amor.
Na vida, não é necessário muito, apenas a vontade de fazer e de transformar.
O EGO maduro é capaz de dissolver fronteiras, alinhar intenção e transformação, dando passagem para a espiritualidade como experiência e não como dever.
O fortalecimento do EGO não trata de autoengrandecimento, mas de assumirmos com responsabilidade e liberdade o papel gestor da própria vida.
Como borboleta que sofre com a transformação, também encontramos resistência para mudanças, que nos tiram do casulo e só entendemos depois o valor de voar com liberdade!
Milagres são transformações que fazem a alma buscar pela verdade, e , pelas mudanças positivas, alcançaremos paz, amor e o paraíso!
TRANSFORMAÇÔES!
A vida correndo assim
Em transformações ...
Como virar borboleta
Voar livre novos espaços
Deixando atrás o que passou!
E novos horizontes acontecem
Com um sorriso nos lábios...
E uma vida inteira pra lutar
Uma vida inteira
Entre lágrimas e risos
Para vencer cada etapa
Pois você merece felicidade
E mostrar pra todo mundo
Principalmente a si mesmo
Que vale a pena até sofrer
Que o presente as vezes em prantos
Va se tornar noutro momento !
A voz entoando novos cantos
Uma bela canção ao luar
Jorrando novo amanhã
Alegria para revelar
Que tudo passa!
Só não passa o seu querer
Sonhar antes do amanhecer
Que vai sentir a alegria de viver !
João Batista Barbosa
Poesia.
Vivemos em tempos de grandes transformações planetárias, entre o sol e a lua, com noites ensolaradas e dias enluarados, quase entre espasmos de eclipses. A energia que reside no DNA se desprende, no avivamento da vida, da identidade, do gênero que cada um sempre sonhou em ser e passa a ser, apesar dos fetiches, covardias e apetites mundanos do mundo pequeno, que sempre caminhou machista e material, com seus joguinhos infantis de poder. O verdadeiro ser se encontra no espirito e a sua felicidade exercida está sempre ligada a liberdade de optar pela alma desejo, que o leva a existir para a eternidade.
Acredito na arte e no seu invariável poder de transformação. Não existem limites para a arte quando bem instruída na técnica pois o principio próprio da criatividade é a liberdade. A arte pode ser expressiva, inclusão, perdão e entendimento do que nos movimenta em profundidade e verdade a alma, o espirito e o pensamento. Ela é a linguagem mais prospera universal de sentimento de como gostaríamos de mudar a tosca realidade para um mundo mais leve, sem pertencimentos infantis, a vida a ser vivida, sem grandes objetivos, um lugar comum só mais artístico e colorido.
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