Traicao Covarde
O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer covarde que se esconda sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.
O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer covarde que se esconda sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.
É uma verdade que incomoda — especialmente aos apaixonados —, e talvez deva incomodar mesmo.
Porque ela não tem a menor pretensão de absolver o crime, nem romantizar a violência, mas expõe uma contradição moral que quase sempre preferimos ignorar: a diferença entre assumir o que se é e se esconder atrás de um papel, de um uniforme, de uma autorização institucional.
O bandido assumido não pede aplausos.
Ele não mascara sua natureza, não constrói um discurso para justificar seus atos como sendo “necessários” ou “pelo bem maior”.
Há, paradoxalmente, uma crueldade honesta nisso — uma exposição sem verniz.
Ele não exige confiança, nem reivindica moralidade.
Já o covarde que se esconde atrás do poder institucional carrega algo muito mais perigoso: a ilusão de legitimidade.
Seus atos, por mais violentos, ardilosos e injustos que sejam, são muitas vezes protegidos por narrativas, por discursos oficiais, por estruturas que o blindam da responsabilidade individual.
Ele não apenas age — ele se esconde enquanto age.
E nisso reside a sua desonestidade mais profunda.
O problema não é a existência da autoridade em si, mas o uso dela como máscara.
Quando o poder deixa de ser instrumento de justiça e passa a ser escudo para abusos, ele corrompe não só quem o exerce, mas também a confiança de toda uma sociedade desapaixonada.
Porque o dano causado por quem deveria proteger é sempre mais corrosivo do que o dano causado por quem nunca prometeu fazê-lo.
No fim, a reflexão não é sobre quem é “melhor”, mas sobre o peso da verdade.
Assumir a própria natureza, ainda que condenável, exige um tipo de coragem bruta.
Já esconder-se atrás de uma aparência de virtude, enquanto se pratica o oposto, exige apenas conveniência — e isso, talvez, seja o que mais nos ameaça.
Porque o mundo não se destrói apenas pela violência explícita, mas também — e talvez principalmente — pela hipocrisia silenciosa que a justifica.
Talvez parar de insistir possa parecer o jeito mais covarde de desistir do outro… Mas é muito difícil tentar ajudar quem já alugou a própria cabeça.
Há um limite muito silencioso entre o cuidado e a invasão.
Entre estender a mão e tentar conduzir a vida de alguém quase à força.
Nem toda recusa é ingratidão — às vezes, é apenas alguém defendendo o território interno que decidiu não compartilhar.
E, por mais que doa assistir de fora, o direito de não aceitar ajuda também é uma forma de autonomia, ainda que muito mal exercida.
Insistir pode nascer do amor, mas também pode escorregar para o orgulho disfarçado de virtude.
A ideia de que sabemos o que é melhor para o outro, de que nossa lucidez deveria ser suficiente para despertá-lo, revela mais sobre nossa necessidade de controle do que sobre a real disposição de cuidar.
Há pessoas que não querem ser salvas — não ainda, talvez nunca.
E isso nos confronta com uma impotência que poucos sabem suportar.
Por outro lado, recuar não precisa ser abandono.
Há uma diferença profunda entre desistir de alguém e respeitar o tempo dele.
Nem todo afastamento é covardia; às vezes, é maturidade.
É entender que certas batalhas não nos pertencem, que certas consciências só despertam quando deixam de ser empurradas.
E é aí que a oração — ou qualquer forma de intenção sincera — encontra seu lugar mais honesto.
Porque, diferente da insistência, ela não invade.
Não exige.
Nem constrange.
Apenas oferece, em silêncio, aquilo que não nos é mais permitido entregar em presença.
Orar por alguém é, talvez, a última forma de cuidado que não fere a liberdade.
No fim, amar também é saber parar.
Não por falta de sentimento, mas exatamente por respeito a ele.
Porque há momentos em que a maior prova de consideração não é permanecer tentando, mas permitir que o outro, mesmo perdido, seja o único responsável por se encontrar.
Um crime bárbaro, covarde e desumano, ceifa a possibilidade natural de uma vida plena, da vitima em um instante mas o que poucos sabem é que por este ato infeliz, pela imutável lei da vida, o restante amargo da sobrevida atormentada passará ser infernal e que o remorso irá corroer o corpo, o espirito e a alma, pouco a pouco, bem devagarzinho, lentamente, a enlouquecer e torturar toda equivocada e triste existência, do bastardo, criminoso e agressor.
O covarde, quando se vê em declínio, rumo ao fim, aceita e se entristece e pranteia. O guerreiro quando está em declínio, rumo ao fim, se revolta, não aceita e guerreia!
Covarde, vai fugir o resto da vida dele mesmo... vai machucar os outros, sem medidas... faz rodeios e só consegue viver do passado, q nunca o fara seguir a lugar nenhum, tira suas conclusões, somente do q é bom pra ele, não te olha nos olhos, não tem argumentos... mas se algum resto la traz lhe trouxe algum benefício, pode ter certeza é por la q vai ficar... sem chance de futuro algum!!
Um Povo carente e medroso e covarde, um povo que não acredita mais no povo, desacreditado, sem ideologia e sem herói, quando acham que perde o valor no dia da eleição, um povo que a cultura morrer a cada dia assassinado pelo voto trocado, a Educação parada sem estimulo sem jornada, em um pais que o povo morrer na filas do Hospitais, em troca de favores eleitorais. É isso é Brasil, por enquanto que uns tenta se esconder da realidade achando que tudo tá uma mar de maravilhas, outros estão por ai passando sede e fome, de Educação, Cultura, Saúde, Esporte e lazer, Fome de vida, em viver em um país do mensalão que o dinheiro do povo Vive em cuecão, Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada,
Brasil!
Aceito todos os nãos que francamente me são ditos, mas não suporto olhar a face covarde da incerteza...
Dizem que o pior covarde é aquele que já foi seu amigo. Mas, que amigo? Amigo não é covarde. E, covarde, não é amigo.
Triste não é se covarde por medo de se amar,triste é deixar de amar quem ti ama ,para amar quem não lhe da a minima..
Eu sinto sua falta todos os dias, eu te amo, e talvez eu te ame pra sempre. Talvez eu seja covarde por não lhe dizer tudo isso, tanta coisa bonita que sinto dentro de mim. Parece injusto não fazer com que você saiba o quanto o meu amor por você é grande. Talvez eu nunca mais encontre alguém que me faça sorrir com os olhos como você foi capaz de fazer. Talvez jamais alguém faça eu me sentir em paz comigo mesma como você fez. Talvez, talvez. São tantas dúvidas. Mais a maior de todas é, será que você sente o mesmo quando pensa em mim?
A diferença entre o bravo e o covarde consiste em que o bravo, mesmo diante da morte, desconhece nela motivo para desfazer de sua honra.
