Trabalho Escravo
Sobras da natureza humana
Somos escravos justos de nossos desejos e crenças, transformando a figura homem em algo absolutamente banal. Que por si só, nosso reflexo em um espelho nada tem a ver com a verdade, é capaz apenas de nos mostrar a nossa desmedida vaidade.
Um homem totalmente sem compreensão do ser, capacitado apenas para pensar no agora, no ter e no poder, exaltando apenas o material, fingindo buscar acomodar seu ego inflamado em pequenos gestos de bondade, no qual falsamente tenta lapidar sua face de benevolente.
Somos nada mais que pequenos pedaços de carne apodrecendo por tamanha luxúria que nos cerca os olhares, o cheiro que exala de cada um de nós, é a culpa, da qual não conseguimos escapar. Pois por mais que sejamos indiferentes a nossa verdadeira natureza, alguns poucos, mesmo sem perceber, carregam o fardo do conhecimento.
Somos capazes de baixar a cabeça para algo que imaginamos superior, mas somos incapazes, de aceitarmos nossas fraquezas, nossos erros diante de um semelhante, apenas movidos pelo medo, pela total duvida do que virá, pelo medo da escuridão. A ameaça de nos tornamos inválidos e fracos diante de outros é o que nos faz ser perigosos e indiferentes para nós mesmos e para a própria natureza, somos como qualquer outro animal, quando acuados, nós agredimos.
Matamos aos poucos nossa forma comum de pensar, há linha de vida pré-planejada, meticulosamente feita por nossos pais, os pais de nossos pais e os pais de vossos avós, o ciclo básico da vida, nascer, aprender, procriar e a morte. Um fluxo natural, simples sem principio heroico nenhum, afundado na repetição dos dias, asfixiando e transformando lentamente o instinto do saber.
Assim desta forma, o homem contemporâneo se torna um rabisco do que foi seu passado e uma chacota do que poderá vir há ser seu futuro, criando teorias infindáveis para acomodar seu temor, o seu não domínio sobre a própria vida, de compor-se como uma pequena parte de um gigantesco mosaico, no qual apenas é parte complementar e não essencial do seu próprio ser. Terá assim que cortar da própria alma para se libertar, admitir sua total incapacidade sobre a linha da vida, e buscar o conhecimento pleno, longe dos demais, que se encontram abitolados, no comodismo reconfortante dos seus dias. Este homem, não poderá temer a solidão e tão pouco ser chamado de louco, a liberdade requer sacrifícios.
Quando o que as pessoas vão achar da gente e do que fazemos, começa a nos fazer escravos delas, a ponto de não vivermos como queremos e somos, é a hora de admitirmos que perdemos nossa vida para todas estas pessoas que achamos que estão achando que acham de nós determinado pensamento/julgamento. A verdade é uma só: Vão achar de qualquer jeito. Vão achar sempre de você o que você não é, e às vezes, muito raramente, até o que é, independentimente de sua ação estar dentro do que elas estabelecem como certo ou errado. Você não tem escapatória! Ou vive se ajustando a todos, com suas diversas opiniões e pontos de vistas, sempre desagradando a uns e a outros não, e sendo infeliz; ou vive como você é e quer, livre em sua consciência e valores –dentro de sua verdade– sendo você e sendo feliz. A escolha é somente sua e as consequências também.
Escravo
Grito, pois já não me escutam
Choro, mas não encontro lágrimas
Corro, mas permaneço
Essência sacrifico
E o sonho redimido.
Não existe pena,
Nem compaixão.
Só existe dor. Dor. E mais Dor.
O final que é início
O início que já terminou
Largue o meio.
Rasgue o conceito.
O mundo não espera.
Correndo na areia
Aguardando a chuva
E o tão sonhado golpe de misericórdia.
Afinal, qual a diferença entre a liberdade e a misericórdia?
O tipo de alívio que trazem?
Ou o ódio que liberam?
Solte os pesos.
Acabou.
Abrace o mundo com mil braços.
Viva como se fosse o final.
Afinal, quem disse que não?
Nossa fraqueza como seres humanos fica evidenciada quando percebemos que somos escravos das nossas próprias vontades
"Ela"
A bela luz... luz que dá medo e fascina.
O mundo é teu.
O tempo é seu escravo.
A vida é sua mágica.
Teu ser é o domínio.
O sorriso aquece a alma.
Sua essência nunca muda.
E isso muda tudo!
👸
A nossa falha é um enorme motivo pra entender o que querem de nós;
Hoje na era do escravos sentimentais, o EGO se encontra em um lugar elevado, assim como um mirante;
e apesar do amor, carinho e gratidão, no topo da colina sentimental la está o EGO.
Ego esse que se resume no padrão desejado, na expectativa criada e no esforço feito, e se o retorno não vem, ai amigo, você pode botar fé que o ataque sera um fato comum.
ESCRAVO DA INCERTEZA.
Uma confusão na mente, mistura de sentimentos no coração, às vezes dá vontade de sair correndo, outrora o contrário dessa emoção, se perde no mundo das fantasias, difícil diferenciar sonho de ilusão, parece ser sensível a tudo e às vezes achas que não tem coração.
O que faz aqui? Essa pergunta não quer calar, parece que a resposta está tão perto, mas é tão difícil encontrar, você cresceu tão rápido, queria que fosse mais devagar, essa velocidade te assusta, ah, se tempo apenas pudesse parar e então você refletir e, quando se decidir, ele poderia continuar, mas é impossível que o relógio nem queres olhar, nada parece ter sentido e você apenas deixa rolar, fica assistindo para ver onde termina, onde tudo isso vai dar, porque mesmo que faça algo, sabes, que do destino ninguém vai escapar, na realidade sua curiosidade não é como seria o fim dessa vida, mas pelo que depois dela virá, parece ser algo estranho, mas digo que não, é algo que todos queremos experimentar, apenas tens mais foco, está mais ansiosa para contemplar.
Mas a melhor notícia é essa que vou te falar, as pessoas mais conhecidas não são iguais, mas diferentes só para variar, todas possuíram outra visão de mundo e isso as fez do padrão se esquivar, seu potencial é pro sucesso, lhe falta acreditar, não que você não acredita em si, mas acreditar que vale a pena parar de apenas observar e fazer algo para ver no que vai dar.
Vejo como a natureza impulsiona o homem a continuar escravo dos próprios impulsos em relação a mulher. Seguindo a mísera função que tem os machos. A de apenas fecundar a fêmea para garantir a continuidade da espécie.
