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Torpedo de Amor

Cerca de 116824 frases e pensamentos: Torpedo de Amor

A melhor cura para o amor é ainda aquele remédio eterno: amor retribuído.

Friedrich Nietzsche
Aurora (1881).

O valor do amor está vinculado a soma dos sacrifícios que estas disposto a fazer por ele.

Meu amor por você terminará no mesmo dia em que o amor de Deus por você tiver fim.

Perder um amor é como perder um órgão. É como morrer. A única diferença é... A morte termina. Isso... Pode continuar para sempre.

Grey's Anatomy

Nota: Meredith Grey

As possibilidades de felicidade são egoístas, meu amor. Viver a liberdade, amar de verdade, só se for a dois... só a dois.

Tenho meus limites. O primeiro deles é meu amor-próprio.

Desconhecido

Nota: O pensamento costuma ser atribuído a Clarice Lispector, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

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Se a música é o alimento do amor não parem de tocar. Dêem-me música em excesso; tanta que, depois de saciar, mate de náusea o apetite.

O amor é pros que aguentam a sobrecarga psíquica.

A lua ficou tão triste
com aquela história de amor
que até hoje a lua insiste:
- Amanheça, por favor!

Conhecimento auxilia por fora, mas só o amor socorre por dentro.

O amor é uma força, uma energia, que se manifesta
Na alma como um sentimento de lembrança de algo
Que a alma já teve, mas perdeu.

O amor é a única força capaz de transformar um inimigo em amigo.

Pelo brilho nos olhos, desde o começo dos tempos, as pessoas reconhecem seu verdadeiro amor.

Toda hora eu sinto:
( ) dor e sofrimento por um amor não correspondido
(x) preguiça, sono e fome.

Amo-te tanto.
E nunca te beijei...
E nesse beijo, amor, que eu não te dei, guardo os versos mais lindos que te fiz.

Consiste a monstruosidade do amor...
Em ser infinita a vontade, e limitados
os desejos, e ato escravo do limite...

E o amor, em vez de dar, exige. E quem gosta de nós quer que sejamos alguma coisa de que eles precisam.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Dies irae.

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Amizade: quando o silêncio a dois não se torna incômodo.
Amor: quando o silêncio a dois se torna cômodo.

Mario Quintana
Caderno H. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.

Correndo o risco do fracasso, das decepções, das desilusões, mas nunca deixando de buscar o amor.
Quem não desistir da busca, vencerá!

A saudade engana tão bem que parece até amor.