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Todos temos um Segredo Inconfessavel

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É com força sobrenatural que me apaixono por todos os sorrisos, inteligências, estranhezas, perfumes e ombros largos que existem. Eu juro que queria ser mais séria.
Será que eu queria mesmo?

"Costumam dizer que o ser humano é pessimista, eu discordo. Pra mim são todos otimistas, pq sempre acham que terão mais tempo"

Por toda parte eu vou persuadindo a todos, jovens e
velhos, a não se preocuparem exclusivamente, e nem tão
ardentemente, com o corpo e com as riquezas, como devem
preocupar-se com a alma, para que ela seja quanto possível
melhor, e vou dizendo que a virtude não nasce da riqueza, mas
da virtude vem, aos homens, as riquezas e todos os outros
bens, tanto públicos como privados. (Apologia de Sócrates)

Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. (1 Coríntios 15:19)

Todas as mulheres são princesas, só esqueceram de contar a algumas delas. Todos os homens são sapos e cônscios disso.

Todos os escravos tem seus deuses

Mesmo que eu precise me preocupar em perdê-la todos os dias, quero tê-la na minha vida. Mesmo que isso parta meu coração, porque é um sonho que não pode se realizar, eu gostaria, sinceramente, de sonhar com o futuro.

Se os matadouros tivessem paredes de vidro, todos seriam vegetarianos. (...) Nós nos sentimos melhores com nós mesmos e melhores com os animais, sabendo que nós não estamos contribuindo para o sofrimento deles.

Cansa ser o amigo pra todas as horas, quando você quer ser o amor de todos os dias.

Embora os nomes mudem
No fundo nós somos todos iguais

Em todos os tempos, os prudentes sempre venceram os audazes.

Preocupava-se demais com tudo e todos. Era sim, toda exagerada. Menina louca, essa. Deixava de fazer suas coisas, mesmo que importantes, para ajudar alguém que estivesse precisando dela. Sempre foi de se doar , sabe? Sem esperar muito em troca, sem criar expectativas em vão. Só queria sentir-se útil, ajudando quem pudesse e como pudesse. Deixava-se de lado, não ligava. Os outros eram mais importantes. Os problemas dos outros primeiro. Por essa mania, sempre sofreu em dobro, em triplo. Mal conseguia carregar seus problemas e ainda abraçava os dos outros…louca! Mas o que queria mesmo era tirar as dores dos outros, amenizar o choro de quem vivia em pranto ou até mesmo resolver questões que não eram suas. Queria ver todos aqueles que ela tanto estimava felizes, por isso queria resolver tudo. Mas não dava, eram coisas demais. Um amontoado sobre ela, e coitadinha, tão pequenininha! A partir daí afastou-se de alguns problemas. Deixou algumas pessoas com os seus, pois viu que de tanto cuidar dos outros, seu coração havia tornado-se um vidro quebrado, todo cheio de cacos. Precisou desgrudar dos outros, para cuidar dela. Viu que no fim, de tanto cuidar dos outros, quem merecia cuidados era ela. Não abandonou ninguém, claro que não. Só não deixa mais de cuidar dela primeiro, para depois ter condições de cuidar de alguém.

É preciso coragem para ver coisas tão terríveis acontecerem e levantar todos os dias e conseguir ver o que ainda é bonito.

Crônica para os Amigos

Meus amigos? Escolho pela pupila.
Meus amigos são todos assim: metade loucura, metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
Deles, não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas, angústias e aguentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Louco que se acocora e espera a chegada da lua cheia. Ou que espera o fim da madrugada, só para ver o nascer do Sol.
Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas próprias injustiças cometidas. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro, quero também a alegria.
Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade graça, metade seriedade. Não quero risos previsíveis nem choros piedosos.
Pena, não tenho nem de mim mesmo e risada só ofereço ao acaso. Portanto, quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia vença.
Não quero amigos adultos, chatos. Quero-os metade infância, metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto. Velhos, para que nunca tenham pressa.
Meus amigos são todos assim: metade loucura, metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter cor no presente e forma no futuro.

Sérgio Antunes de Freitas

Nota: Uma adaptação desse texto, publicado em 23 de setembro de 2003, vem sendo repassada como sendo de diversos autores, entre eles Marcos Lara Resende ou Oscar Wilde.

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Quando encaramos todos os nossos medos
Aprendemos nossas lições através das lágrimas
Fizemos lembranças que sabíamos que nunca se apagariam

Enquanto seu coração sangrar e doer não se preocupe, se preocupe quando todos seus sentimentos forem se esgotando e nem mesmo a dor te machucar, nesse dia seu coração estará negro e sua alma vazia.

Todos os seres humanos usam máscaras, caso contrário não suportariam nem a si mesmos.

Somos Todos Iguais

Por que abristes a boca para clamar
Por preconceito, racismo e humilhação?
O que te fiz eu? Algum mal por acaso?

Conseguistes com teu ato despedaçar
Minh'alma e quebrar meu coração,
Com um gesto tão injusto,
Para quem só queria te dar emoção.

Resolvestes resgatar os tempos de angústia,
sofrimento, torturas e tantos outros males
que tinham ficado no passado.

Tu não vês que sois meu irmão?
Porque fazer assim
Se podemos dar as mãos?

Esqueces o passado, onde a cor da pele
Valia mais que um abraço.
Vamos caminhar juntos dando longos passos.

Ao final, verás que somos todos iguais
E a distância que havia entre nós
Já não existe mais.

Vem, me dá um forte abraço e
Aperta minha mão, pois eu te perdoo
Do fundo do meu coração.

Nós, latino-americanos

Somos todos irmãos
mas não porque tenhamos
a mesma mãe e o mesmo pai:
temos é o mesmo parceiro
que nos trai. Somos todos irmãos
não porque dividamos
o mesmo teto e a mesma mesa:
divisamos a mesma espada
sobre nossa cabeça.

Somos todos irmãos
não porque tenhamos
o mesmo braço, o mesmo sobrenome:
temos um mesmo trajeto
de sanha e fome. Somos todos irmãos
não porque seja o mesmo sangue
que no corpo levamos:
o que é o mesmo é o modo
como o derramamos.

Eu vou (re)nascer quantas vezes for preciso e (re)descobrir todos os caminhos possíveis, mas eu não desisto de ser quem eu sou.