Todos temos um Segredo Inconfessavel
Temos amnésia da leveza, pois deduzimos que virá mais e mais no dia seguinte. Não criamos álbuns de nossas gargalhadas, mas recortamos as cenas rancorosas e amargas como se fossem definitivas e esclarecedoras.
Somos algozes da felicidade e, ao mesmo tempo, vítimas da infelicidade.
Não estamos vivendo na eternidade. Temos apenas este momento, brilhando como uma estrela em nossa mão e derretendo com um floco de neve.
Às vezes, temos que enfrentar nossos medos. De amar, se decepcionar e estar só! Enfrentar a escuridão, abrir as janelas, deixar a luz entrar! Mesmo que não seja fácil, podemos sempre nos curar, custe o tempo que for. Pois se não foi, não era pra ser. Talvez não nos mereciam e talvez só nos serviu pra nos amadurecer e nos ensinar a aguardar por algo melhor no futuro. Às vezes fazemos com que pequenos sentimentos cresçam muito rápido, damos um valor e uma importância muito grande a isto. Mas não podemos esquecer que são pequenas coisas, e que se apegar nisto, só nos fará sofrer no final!
Para viver a vida plenamente temos que aprender a amar as pessoas e usar as coisas, e não usar as pessoas e amar as coisas.
A vida intelectual é a busca pela infantilidade pela fuga às responsabilidades que temos ao viver a realidade.
...temos adotado uma espécie de teste pragmático para o certo e errado – aquilo que funcionar é o “certo”... Tudo bem, em desobedecer os Dez Mandamentos, mas apenas não desobedeça o décimo primeiro: Não se deixe apanhar! Esta é a atitude.
Às vezes a gente só precisa abrir os olhos pra perceber que nós temos pessoas muito preciosas do nosso lado que a gente até então não sabia. Demora o jeito de olhar para as pessoas, que você vai descobrir seus amigos de verdade.
- Por que temos que escutar o coração? - perguntou o rapaz quando acamparam aquele dia.
- Porque, onde ele estiver, é onde estará o seu tesouro.[….]
- Meu coração tem medo de sofrer - disse o rapaz para o Alquimista, uma noite em que olhava o céu sem lua.
- Diga para ele que o medo de sofrer é pior do que o próprio sofrimento. E que nenhum coração jamais sofreu quando foi em busca de seus sonhos, porque cada momento de busca é um momento de encontro com Deus e com a eternidade.
Amar virou coisa de gente corajosa. Porque é preciso muito peito para seguir o que temos de mais criativo: o coração.
Se ouvirmos a criança que temos na alma, os nossos olhos tornarão a brilhar. Se não perdermos o contacto com essa criança, não perdermos o contacto com a vida.
Se não estamos diante dos homens, estamos sempre diante de Deus e temos tanta necessidade de nossa própria estima quanto da do mundo.
Parece-me que podemos, com maior razão, distinguir o amor em função da estima que temos pelo que amamos, em comparação com nós mesmos. Pois quando estimamos o objecto do nosso amor menos que a nós mesmos, temos por ele apenas uma simples afeição; quando o estimamos tanto quanto a nós mesmos, a isso se chama amizade; e quando o estimamos mais, a paixão que temos pode ser denominada como devoção.
A diferença que há entre esses três tipos de amor manifesta-se principalmente pelos seus efeitos; pois, como em todos nos consideramos juntos e unidos à coisa amada, estamos sempre dispostos a abandonar a menor parte do todo que compomos com ela, para conservar a outra.
Isto leva-nos, na simples afeição, a sempre nos preferirmos ao que amamos; e, na devoção, ao contrário, a preferirmos a coisa amada e não a nós mesmos, de tal forma que não hesitamos em morrer para a conservar.
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