Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende

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Vivemos em uma sociedade que chama o pecado de virtude e a virtude de intolerância, exatamente como Isaías denunciou: ‘Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal’ (Isaías 5:20).

Pastor, em certo momento da caminhada, o Senhor te chama a subir ao púlpito e proclamar uma palavra tão afiada e verdadeira que ela pode custar-te o próprio lugar. Porque o Evangelho nunca foi seguro para quem o prega com integridade.

Me chama de gato e vem ser uma das minhas 7 vidas!⁠

“Às vezes a esperança não vem como uma chama forte; vem só como uma faísca pequena dizendo: ‘mais um passo’.”

"Apoiar um escritor anônimo é como acender uma chama invisível: talvez o mundo não veja seu rosto, mas cada palavra ganha vida porque alguém acreditou. A verdadeira gratificação do autor não está na fama, mas no coração que se reconhece em sua escrita."


Roberto Ikeda autor

é na escuridão do abismo que a mão estendida de uma amigo acende a chama da fé, provando que a salvação esta na união

⁠"O verdadeiro amor é como uma chama constante, que aquece sem queimar, ilumina sem ofuscar, e perdura além das estações."

Raphael Denizart

⁠Nascida do fogo,
é chama acesa,
não se contenta
com o que é morno,
é uma mulher intensa
que aprecia sentimentos vivos,
abraços que lhe aqueçam
inflamando suas brasas
em seus momentos de fraquezas,
Ela tem um amor sincero, não fingido
e se isso não for compreendido
é provável que a percam
e recebam cinzas, não suas labaredas.

"O ontem é história, o amanhã é um mistério, mas o hoje é uma dádiva; por isso se chama presente ".
A Tartaruga de Kung fu Panda
(Mestre Oogway)

A Voz interna


Há dentro de mim uma voz que me chama sem cessar. Essa voz tem o poder de me tirar do eixo e me deixar fora de mim. Tento me conectar a ela e entender o que está acontecendo. Tento reorganizar minha vida. Tento interiorizar tudo que me atormenta.


Tento eleger um guia para me ajudar a caminhar sem me perder no meio do caminho; tento compreender essa voz e negociar com ela. Sentar em um lugar tranquilo e perguntar o que ela quer de mim.


Esta pressão é uma loucura. São tantas provocações, tantas buscas para entender todo o processo. Sei que algo está confuso, mas é difícil olhar para dentro. Quero ser alguém sem fantasmas. Alguém menos complexa. Ter o poder de comandar a própria vida sem que essa voz interfira.


As idas e vindas são um mistério. Todos os dias tem novidades. Há algo que pressiona minha cabeça de tal forma que, por instantes, penso que a morte chegou para me buscar. Quero muito entender esse emaranhado que mais parecem fios e mais fios – como aqueles que vemos nos postes de ruas: olhamos e não conseguimos compreender como funcionam.


Todos os dias, antes de entrar em casa, deixo para trás tudo o que pesa. Tiro os calçados, as roupas, e me banho de paz e harmonia. Depois do banho, visto roupas leves e, com os pés descalços, caminho pelo jardim. Observo os verdes vales naturais formados entre as montanhas e me delicio com tanta beleza.


Diante de tudo isso, fico mais calma. Parece-me que a voz se afasta – ou talvez tenha se cansado de mim. É somente com a mente vazia que consigo me libertar e seguir em frente.


Quando me entrego de alma e espirito, limpo a mente e faço a voz se calar. Ela sai de dentro de mim, e eu me sinto leve. Consigo enxergar além da carne. Consigo entender muitas coisas e caminhar pelos verdes vales apenas sentindo o aroma do fim de tarde.


Rita Padoin

“O maior ativo que um homem pode ter… é uma família que o chama de lar.”

Quer uma borboleta, aprenda a chamà-la.

A vida que não tenho


Há uma vida que me chama
do outro lado dos dias,
onde os sonhos não se escondem
atrás de portas vazias.


Nessa vida, acordo leve,
sem o peso antigo no peito;
o sol repousa em meus ombros,
e o medo perde o direito.


Caminho por ruas tranquilas,
com as mãos cheias de esperança,
e cada passo que dou
tem o ritmo de uma dança.


Há abraços que não vivi,
palavras que não foram ditas,
janelas abertas ao vento,
noites menos infinitas.


Talvez eu more nessa vida
em algum lugar dentro de mim,
numa pequena luz teimosa
que se recusa a chegar ao fim.


Porque a vida que eu queria
não é apenas miragem:
é semente sob a terra,
é vontade, é passagem.


Mesmo que hoje eu não a tenha,
mesmo que doa esperar,
ainda guardo em meus olhos
o horizonte onde hei de chegar.


E, enquanto o mundo me atravessa,
aprendo, enfim, a respirar:
às vezes, a vida desejada
começa quando ousamos recomeçar.

Apagar a estrela de alguém não fará a tua reluzir. Seja uma chama que irradia a própria luz.

A santidade bíblica não é uma plataforma para ficar acima dos outros.
É uma cruz que nos chama para baixo, aos pés de Cristo.

A minha fé é uma chama trêmula que qualquer brisa de dúvida ameaça apagar, mas que eu protejo com as mãos em concha, mesmo que elas fiquem queimadas no processo. É melhor arder de dúvida do que congelar na certeza absoluta de que não há nada além do fim.

A fé não é uma luz constante que ilumina o caminho, mas uma chama frágil que você protege com as mãos enquanto o mundo inteiro sopra contra você.

PERNAMBUCANIDADE


Pernambuco é uma chama
Que ninguém consegue apagar,
É povo que enfrenta a luta
Sem jamais se acovardar;
Traz no peito a resistência
E o orgulho de seu lugar.


Desde o tempo das batalhas,
Nossa história tem memória,
De Guararapes aos engenhos,
Cada luta fez história;
Foram bravos brasileiros
Construindo a nossa glória.


Nilo Pereira em três volumes,
Expressou de forma verdadeira
Esse amor que a todos incendeia,
Como chama sertaneja,
Como paixão verdadeira
Por nossa terra altaneira.


Pernambuco tem no sangue
Mistura de muitas raças,
Índio, negro, português,
Cada qual deixando marcas;
Dessa união tão diversa
Nasceram nossas praças.


Tem o frevo pelas ruas,
Maracatu no terreiro,
Caboclinho, ciranda,
Baque solto e batuqueiro;
Tem o coco, tem o forró,
Tem repente e violeiro.


Tem a voz dos nossos mestres,
Tem a arte popular,
Tem o barro de Tracunhaém,
Tem o verso a improvisar;
Tem xilogravura e cordel
Contando o nosso lugar.


Tem Olinda em suas ladeiras,
Recife à beira do mar,
Tem o Agreste e o Sertão,
Tem canavial a brotar;
Do litoral ao Sertão,
Há um povo a celebrar.


E quando tremula ao vento
Nossa bandeira querida,
O azul lembra o céu aberto,
O branco lembra a paz da vida;
O arco-íris traz esperança
Nessa terra aguerrida.


O sol mostra a força viva
De um povo trabalhador,
A cruz lembra a história
De sua fé e seu valor;
E a estrela representa
Um sonho de esplendor.


Heróis ficaram na história,
Com seus feitos e bravura;
Outros vivem nos terreiros,
Na escola e na cultura;
Pois herói também é o povo
Que preserva sua cultura.


Pernambucano não esquece
O chão onde nasceu,
Guarda a fala dos antigos,
O conselho que recebeu;
Ama a terra dos seus pais,
Ama aquilo que viveu.


Pernambuco é resistência,
É coragem e tradição,
É memória, é identidade,
É cultura e coração;
É um povo que transforma
Cada luta em celebração.


Se perguntarem quem somos,
Não precisa explicação:
Somos filhos dessa terra,
Dessa forte geração;
Pernambuco é nossa casa,
Nossa história e nosso chão.


Nilo Pereira em três volumes,
Expressou de forma verdadeira
Esse amor que a todos incendeia;
É Pernambuco em nossa veia,
É paixão que não arrefeia,
É nossa Pernambucanidade inteira!

O meu romantismo poético é opção estilística, uma maneira de manter a chama acesa e também é filtro num mundo habitado pela guerra dos sexos e pela vulgaridade extrema.

Há uma jurisprudência silenciosa sendo escrita nas ruas todos os dias: ela se chama sobrevivência.