Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende

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A verdade, por mais brilhante que seja, não basta por si só. Ela é como uma chama: ilumina, mas precisa de ar para se expandir. Reconhecê-la é apenas o início da jornada; transformá-la em ação exige coragem, exige liberdade. Pois é na liberdade que a verdade encontra espaço para se multiplicar, para tocar corações e mover montanhas.
O povo, ao despertar para a verdade, descobre que dentro de si habita uma força imensa. Mas essa força não se revela plenamente na solidão de um único indivíduo. Ela floresce quando mãos se entrelaçam, quando vozes se unem em um mesmo canto, quando corações batem em sintonia. É nesse encontro que nasce um poder invencível, capaz de romper barreiras e desafiar qualquer tirania.
Assim, a verdade precisa da liberdade, e a liberdade precisa da união. E quando o povo permanece unido, não há corrente que resista, não há muro que se mantenha de pé. O povo se torna o próprio poder: molda o presente, constrói o futuro e escreve sua história com dignidade e esperança.

⁠Tenho muito que agradecer a Vida, ao Universo Deus, por ter conseguido acender uma pequena chama na cegueira de minha existência que durante longas eras me fez viver no "escuro das cavernas" sem querer sair e abrir os "OLHOS" temendo que a claridade do Sol queimasse MINH'ALMA.

Renascido da poeira que se assentou, algo novo começou a brotar. Uma chama tênue, quase imperceptível, que se alimentava da dor e da redescoberta de quem eu sou. O que restou de mim não é mais o reflexo de quem eu era ao seu lado, nem o eco de seus desejos. É uma essência forjada na superação, no aprendizado e na coragem de seguir adiante. Cada cicatriz conta uma história, e cada lágrima derramada regou um jardim de força interior. O que hoje sou, com minhas falhas e virtudes, com minha melancolia e minha esperança renovada, é apenas meu. E com a certeza de quem se reencontrou, afirmo: o que restou de mim, e o que ainda florescerá, não será mais seu. Será meu, exclusivamente meu, um testemunho da resiliência de um coração que, apesar de partido, aprendeu a amar-se novamente. E nesse novo caminho, encontro a verdadeira força de um amor que nunca se apaga: o amor próprio.

O poeta cria versos
Intensifica uma história
Chama a atenção
Sobre o perigo à base de prosas.

Compartilha amor
Fala sobre aprendizado
Conta alguns erros
E sentimentos frustrados.

É um bom guia
E aplica uma lição
Ao estimular a leitura
Dentro do coração.

A verdade é uma chama que ilumina nossos caminhos escuros, nos aquece na friagem das nossas incertezas, queima para nos advertir quando estamos agindo de forma incorreta e imprudente em relação as nossas atitudes. Infelizmente, muitos não querem ser iluminados e nem esquentados por ela. Elias Torres

Governador Valadares — Cântico de uma História Imortal


Governador Valadares, chama eterna,
Oitenta e oito anos de glória e destino,
Cidade moldada em tempo e esperança,
Esculpida no sopro divino.


Figueira do Rio Doce, berço primeiro,
Raiz profunda de nobre origem,
Onde a memória planta sua semente
E o futuro aprende sua vertigem.


Sob as sombras do Ibituruna altivo,
A cidade repousa em proteção,
Montanha-sentinela dos sonhos
E guardiã do coração.


Nas águas líricas do Rio Doce,
Corre a poesia da vida em flor,
Reflexo de lutas e conquistas,
Espelho de fé e amor.


Ilha dos Araújos, exuberância viva,
Jardim onde o tempo desacelera,
Refúgio de verde e harmonia,
Canção que o vento reverbera.


Avenida Brasil, pulso urbano,
Ritmo moderno da tradição;
Praça dos Pinheiros, doce poesia
Que embala a imaginação.


Pracinha de Lourdes, ternura serena,
Onde a memória aprende a rezar;
Espaço onde a cidade encontra
Silêncio, saudade e altar.


Governador Valadares, cidade imortal,
Orgulho de Minas e do Brasil;
Teu nome ecoa na história do tempo
Como um verso forte e sutil.

Cuide do seu sonho como quem protege uma chama: com silêncio, fé e constância.

O Brasil... o Brasil é uma mulher linda, deslumbrante, que te chama pra dançar colado num reggae lento. Mas enquanto ela sorri e beija o teu pescoço... as mãos dela escorregam pra tua garganta. Ela aperta. Ela sufoca. Ela rouba o teu ar aos poucos. E o que parte o coração da forma mais visceral possível... é que a gente morre sorrindo pra ela.

O atual momento não se chama presente por acaso. Ele é uma dádiva de Deus, uma oportunidade única de reverter erros do passado e construir um futuro melhor!

⁠"O amor é como uma chama que aquece e ilumina, tornando a vida mais bela e plena de felicidade."

Há uma luz antiga no fundo do abismo,
não chama, mas acolhe.
Quando os pés param à beira,
é a terra que respira sob eles,
lembrando:
nenhum salto é sem mãos invisíveis.
Que o vento venha,
não para derrubar,
mas para sustentar.
Que ele ensine o corpo a confiar
no movimento que não fere.
O erro não é maldição.
É abertura.
Ferida por onde o amor esquecido
retorna ao sangue e faz pulsar o coração.
Que aquilo que sangrou
seja lavado não pelo medo,
mas pelo tempo certo.
Que essa pele nova endureça.
As defesas podem descansar.
Que as muralhas se tornem portais,
que os fantasmas dissolvam seus nomes.
Coragem não é ataque:
é permissão.
Que o amor seja lembrado.
Não como promessa,
mas como presença.
Que o sol não seja negado
mesmo quando a noite ainda pesa.
Que os ossos desaprendam a dor
que não lhes pertence.
Se houver sombra,
que ela seja abrigo,
não prisão.
Que o silêncio não engula,
mas escute.
E ao caminhar,
mesmo sem mapa,
que cada passo seja bênção.
Que o passado não seja apagado,
mas se torne aprendizado.
E que novos e bons caminhos surjam
onde antes só havia medo.
Assim seja no corpo.
Assim seja no fôlego.
Assim seja no agora.

uma parte de mim é chama salvaguarda, e a outra universo onde está o só.

Aquilo que você chama de “eu” nunca esteve presente como entidade — apenas como uma suposição contínua não questionada. Quando essa suposição é atravessada com lucidez total, não sobra um “novo eu”, nem um “eu expandido”. O que resta não pode ser apropriado, porque nunca pertenceu a alguém.

O ciúme na amizade é uma chama silenciosa, diferente do ciúme amoroso, mas igualmente intensa. Ele nasce quando o coração teme perder espaço, quando a presença de outro amigo parece ameaçar o lugar que acreditávamos ser único. É como uma sombra que se insinua entre risadas e confidências, transformando a leveza da amizade em uma disputa invisível.
Na amizade, o ciúme é o desejo de exclusividade, a vontade de ser o porto seguro, o primeiro chamado, o abraço preferido. É a criança interior que ainda quer ser escolhida sempre, que teme ser deixada de lado. Mas, ao mesmo tempo, é um reflexo da insegurança: não é o amigo que nos falta, mas a confiança em nós mesmos que se fragiliza.
Esse ciúme pode corroer laços, transformar companheirismo em competição, e fazer da amizade uma prisão em vez de liberdade. Porém, quando reconhecido, ele se torna um espelho: mostra nossas carências, revela o quanto precisamos aprender a dividir, a aceitar que o amor e o afeto não se esgotam, mas se multiplicam.
Amadurecer na amizade é compreender que não há hierarquia no afeto, que cada vínculo é único e insubstituível. É confiar que a presença do outro não diminui a nossa, mas amplia o círculo de cuidado e pertencimento. O verdadeiro amigo não se mede pela exclusividade, mas pela constância: aquele que permanece, mesmo quando o mundo se abre em muitas direções.


Tatianne Ernesto S. Passaes

Confiar e esperar em Deus é uma coisa, esperar somente Dele e por Ele é outra coisa! Isso se chama comodismo irresponsável!

⁠Por que sempre
E todas as vezes
Há uma chama ardente
No meio dessa tempestade?
Mesmo que eu queira
Não consigo deletá-la
Não há como removê-la
Acho que não quero mais viver assim
Meus pensamentos estão fragmentados
Meu coração partido
A sensação de querer mais
Agrega ao ar que respiro
Tudo parece uma mentira
Parece uma ficção romântica
Escondida no meu dia a dia
Explosão
Dale da vida!
Buguei!!

Ótimo, Caótico, um Conquistador


No peito, uma chama que não vai se apagar
Cada passo que eu dou, um novo lugar
Eu chego, eu vejo, eu venço sem hesitar
Com a mente afiada, pronto pra lutar


Eu sou ótimo, caótico, um conquistador
Um furacão de ideias, cheio de amor
Nesse jogo da vida, eu sou o jogador
Deixando minha marca, com todo meu calor


A ordem não me prende, eu crio a minha lei
No meio da bagunça, eu sei que sou um rei
Me chamam de doido, eu só sorrio e sei
Que cada caos que eu crio é um passo que ganhei


Eu sou ótimo, caótico, um conquistador
Um furacão de ideias, cheio de amor
Nesse jogo da vida, eu sou o jogador
Deixando minha marca, com todo meu calor


Não sigo o roteiro, a estrada eu que faço
Deixo pra trás o medo e o cansaço
Com a alma de um guerreiro , com calma no abraço
Conquisto o meu mundo, o meu próprio espaço

Toc, toc, toc. Quem me chama atrás da porta?


Uma manhã chuvosa, solitária, cinza.
Em um prédio, em um quarto igual a todos os outros…
No banheiro desse quarto, um alguém.
Pode-se dizer que, por um triz, um fio, ou melhor…
Uma corda.
Em cima de um banco qualquer.
Olhando para a janela, em busca de uma luz que não encontrou no mar cinza de nuvens.
Decidido, esse alguém dá um suspiro. Pronto para dar adeus àquele quarto… àquele lugar.
Tremendo, trouxe a corda e laçou-a em seu pescoço.
Uma lágrima. Um desespero. Uma esperança.
Toc, toc, toc.
Três toques numa porta, aquela igual a todas as outras, no quarto de todos os outros… naquele banheiro qualquer.
Uma dúvida. Um alívio. Uma hesitação.
No silêncio, um pequeno escape. Um socorro? Ou um fato não explicado?
“Quem me chama atrás da porta?”
uma curiosidade genuína salvou a mente e a vida de alguém que estava sem saída.

"Deus conhece cada uma de tuas faltas e, ainda assim, te chama pelo nome, porque seus olhos alcançam a pessoa para além de seus tropeços. Quem te reduz ao erro fala a linguagem da condenação e te prende ao passado; quem te chama pelo nome fala a linguagem da esperança e te restitui ao futuro. O erro pode deixar marcas na história de alguém, mas não esgota o seu ser, pois aquele que verdadeiramente conhece a sua criatura não a identifica com as suas quedas, mas com a dignidade que nela permanece."

Eu tenho uma condição rara
Não tão rara

Se chama ‘mente tagarela’
Ela dialoga o tempo todo
Mil pensamentos por segundo

E às vezes fica difícil não transmitir o que ela diz

Em outros momentos, o ‘eu superior’ precisa intervir e dar a ela um pouco de ordem.