Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende
Pode haver mil e uma frase e textos poéticos, líricos, prosas e refrões. Mas nenhuma frase supera um "Eu te amo" , mesmo quando vem de um mentiroso, porque no fundo, é isso que esperamos sempre. Fisicamente ou verbalmente, não muda ...
"Uma criança sabe daquilo de que gosta e do que não, mas um adulto tem mais dificuldades nesse campo."
Há uma ciência silenciosa nas relações humanas: quando três estrelas compartilham a mesma constelação da amizade, imagina-se que todas irradiem luz na mesma direção. Contudo, se duas delas conspiram nas sombras contra a terceira, esquecem-se de que até a Física ensina que toda perturbação produz vestígios. O que é ocultado pelas palavras revela-se pelos gestos; o que é dissimulado pelo sorriso denuncia-se pelo silêncio. A consciência humana possui a extraordinária capacidade de perceber as frequências emocionais que a mentira não consegue camuflar. Por isso, aquele que ficou sozinho não permaneceu desamparado, mas despertou. Percebeu que o complô jamais é perfeito, pois a verdade, assim como a luz, pode até ser eclipsada por algum tempo, mas jamais deixa de existir. E, no tribunal da vida, dois podem combinar versões, mas basta um conservar a lucidez para que a realidade sobreviva.
A sua empresa não precisa de uma IA mais inteligente; você precisa de uma IA que obedeça. Enquanto o mercado queima milhões injetando PDFs em janelas de contexto voláteis e probabilisticamente caóticas, a DKI estabelece o primeiro Cartório Semântico Digital para a sua marca. Nós não treinamos modelos; nós domesticamos modelos generativos através de regras matemáticas imutáveis.
"SE VOCÊ ESTÁ SE LANÇANDO EM UMA AVENTURA NO AMOR; PENSE NO CONSELHO DE MAQUIAVEL, PODE PULAR DO BARCO, HÁ TEMPO:
"O AMOR PODE SE COMPARAR A TUBERCULOSE, NO INÍCIO É DIFÍCIL DE PERCEBER E FÁCIL DE CURAR, A MEDIDA QUE O TEMPO PASSA É FÁCIL DE PERCEBER E DIFICIL DE CURAR" Ademar de Borba
Como devemos tratar nossas crianças?
Essa é uma pergunta que muitos responderão prontamente: "Com amor." E essa resposta está certa. Mas, logo percebemos que apenas o amor não é suficiente para educar uma criança.
Vamos começar por nós mesmos e voltar um pouco ao passado...
Talvez você tenha ouvido frases como: "Você não sabe fazer nada direito. Saia daí, deixe que eu mesma faço!" Ou então: "Você não sabe nem segurar um copo!", logo após derrubar um copo de vidro ao tentar beber água. Isso quando não vinham os xingamentos.
Essas são frases que muitas pessoas ouviram repetidamente durante a infância.
Mas por que, quando era a criança da visita que derrubava um copo, o tratamento era diferente?
Quantas vezes ouvimos nossas mães dizerem: "Não tem problema, deixe aí que eu limpo."
E é justamente assim que deveríamos tratar nossas próprias crianças: com a mesma tolerância, compreensão e respeito que oferecemos às crianças dos outros.
Afinal, derrubar um copo, deixar um objeto cair ou esbarrar em alguma coisa é algo normal. Isso não acontece apenas com crianças, mas também com adultos. Às vezes por distração, pressa, cansaço ou falta de atenção.
Esses acontecimentos não significam que a criança seja incapaz. Porém, quando ela é constantemente criticada ou humilhada, pode começar a acreditar que realmente não é capaz.
Quando experiências negativas se repetem com frequência, aumentam as chances de a criança desenvolver medo de errar, baixa autoestima, insegurança e até dificuldades para experimentar coisas novas, por receio de ser criticada.
Então, voltando à pergunta: como devemos tratar nossas crianças?
Com amor? Sim. Mas o amor, sozinho, não basta.
Devemos compreender e respeitar os sentimentos delas. Precisamos exercer empatia, paciência e acolhimento, sendo a base segura de que elas tanto precisam. Devemos educá-las com palavras que fortaleçam, com atitudes que inspirem confiança e, claro, estabelecendo limites, mas sempre com respeito.
Portanto, trate sua criança como a criança da visita!
— Kaiane Macedo
A vida é como um prato de comida: você faz tudo certo… até aparecer uma mosca para lembrar que nada é perfeito.
Cada dia um desafio, cada desafio uma conquista, cada conquista uma vitória, cada vitória uma prova de que nunca devemos desistir
Assuma a responsabilidade pelos seus atos de uma vez por todas, em vez de usar a ignorância fingida como escudo para a sua maldade.
Eu não vou apenas repetir o que você diz se isso vai contra a essência de ser uma boa pessoa e de tratar todo mundo com dignidade.
Jardim de Pragas Antigas
Era uma quinta feira normal, fui pra escola como sempre, sentei-me em minha carteira e esperei a aula começar. Tudo estava ocorrendo normal como todos os dias, conversas sem pausa, professores pedindo por respeito e alunos que não fechavam a boca por nada. Até que chegou a aula de sociologia, a professora estava lecionando sobre cultura, e entre uma palavra e outra trouxe o exemplo do carnaval, uma cultura muito forte no Brasil. Quando que do nada percebi os diversos comentários horríveis: ‘O povo que vai pro carnaval deve ir pro inferno’, ‘esse povo da Bahia, que cultua a macumba, é do demônio’. Isso e muito mais foi o que alguns meninos falaram. O clima ficou pesado, senti como se tivesse caído uma tempestade em cima de mim, a umbanda faz parte de mim, e escutar aquilo colocou-me no tão temido inferno que eles acreditam.
Fiquei pensando naqueles meninos, esses atos não são de agora, remetem ao passado, são como ervas daninhas em um jardim florido, mas que apesar de destruir todos os diferentes à sua volta, tem raízes profundas, tão fundas que remetem ao descobrimento das terras que conhecemos hoje. São plantas tão bem estruturadas que não são mortas com qualquer veneno, a cada novo ser que nasce nesse jardim, ele é brutalmente infectado, fazendo-o proferir a mesma praga de seus antecessores. Aqueles que não são contaminados, sofrem com essa praga, combatem-na com toda a sua força, são pessoas que ainda acreditam na salvação desse canteiro. Esses novos seres que nascem, são os únicos que podem acabar com o padrão de contaminação, já que estas plantas jovens têm seus caules mais puros e se olhassem para outro lado, poderiam se agarrar em vegetações firmes, assim seriam livres dessas ervas daninhas.
O silêncio ecoava pelos corredores, era uma quietude que doía e ao mesmo tempo ardia na alma, tudo aquilo estava sem controle, nenhuma palavra vinha para acalmar aquela tempestade, e nem se quer uma tentativa de segurar aquelas pragas. Tudo estava já danificado, eu teria de ser forte, já que ninguém estava lá para arrancar as ervas daninhas. Mas mesmo que calassem-nas, não adiantava mais, raízes profundas não morrem com o corte do caule, devem ser tratadas em essência.
Quando bateu o sinal para finalmente ir para casa, fechei a mochila e fui caminhando para casa. O peso da mochila era gigante, o silêncio amedrontador da escola misturado com todas aquelas ervas daninhas ao meu redor, e aquela tempestade imensa em cima da minha cabeça. Refleti o caminho todo, não sou como eles, pensei, e é isso que importa. Enquanto mergulham em águas turbulentas, eu vivo a minha fé, e caminho por jardins límpidos. Claro, tenho muita vontade de curar suas pragas, mas não sou capaz, só eles próprios podem acabar com um padrão imposto em seu interior. Só sei de uma coisa, algum dia a própria terra em que estão plantadas, cobrará o preço, o inverno chega e só fica quem é verdadeiro e saudável por dentro.
A CADEIRA DO DENTISTA
Quem nunca teve que ficar sentado em uma cadeira de dentista por horas? Pois bem, acho que todo mundo já teve uma cárie. Isso foi o que me ocorreu dias atrás. Lá estava eu, com a boca aberta, quase deslocando a mandíbula, olhando aterrorizada para o semblante nada agradável da dentista, que examinava meus dentes. Eu me sentia deveras angustiada. O medo corria em minhas veias, o suor começou a escorrer na minha testa e o nervosismo tomou conta de meu ser. Me parecia mais como uma tábua, de tão tenso que meu corpo ficara. Afinal, ninguém nesse mundo gosta de ir ao dentista, ou se sente bem em uma cadeira daquelas, só se a pessoa em questão, sofre de algum problema mental, pois esse lugar é um dos piores para se estar.
Nesse sentido, a ansiedade era enorme, mas a dentista nem sequer tinha encostado um dedo em minha boca; enquanto isso na minha mente acontecia uma batalha intensa. Quando avistei a agulha da anestesia, meu mundo desabou, queria sair correndo dali e nunca mais voltar. “A dor está próxima”, pensava eu, e de repente aquela coisa enorme e pontiaguda já estava fincada em mim. O pior de tudo isso, é que a minha cara de sofrimento tinha começado há uns vinte minutos atrás, antes mesmo de eu me sentar naquela cadeira sufocante. Ou seja, a minha “dor” já tinha começado há muito tempo, como algo meio inconsciente. Contudo, em um piscar de olhos, a terrível anestesia já tinha passado. Fiquei pasma! Como não senti dor alguma? Alguns minutos antes ela já existia, então o que aconteceu ali foi loucura.
Loucura? Eu não diria desse modo. Chegando em casa, pensei: meu medo era tão grande que na minha cabeça tudo seria horrível. Mas não foi bem assim. Era apenas meu cérebro criando futuros tenebrosos. A nossa mente é o que de mais poderoso nós temos, ela simplesmente inventa cenários terríveis, que provavelmente nunca ocorrerão. Desse modo, ela nos conduz a “sentir a dor antes da facada”, sentir medo de um momento fictício tornar se realidade, tudo isso impulsiona uma desordem imensa em nossos sistemas corpóreos. A mesma coisa se passa ao sonharmos com animais peçonhentos: no despertar noturno, achamos que nossa cama está cheia deles, sentimos cócegas por todo o corpo, mas, quando olhamos, nada tem embaixo das cobertas. O que quero dizer é que: não deixe sua mente te dominar, não morra antes do tiro, não sofra por antecedência, deixe para sentir a dor no instante em que ela se passa, isso se você chegar a senti-la.
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