Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende

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Mãe: O Universo em um Abraço
Dizem que o dia das mães é uma data marcada,
mas a verdade é que o amor de mãe se renova a cada alvorada.
É um sentimento que transborda em cuidado, afeto e proteção,
mulheres raras, esculpidas pela força e pelo coração.
Para o mundo, ela pode ser apenas uma mulher;
mas para você, ela é o solo, o teto, o mundo inteiro.
Existem as que curam com o carinho de um olhar,
as que protegem como leoas, sem nunca recuar,
e aquelas que, na rigidez, ensinam o caminho do caminhar.
Não importa o sangue, nem de onde a vida floresceu;
Mãe é quem acolhe, quem cria, quem o destino escolheu.
Seja a que gera ou a que adota na alma o seu destino,
elas são o alicerce único de cada ser humano, desde menino.
Mães são eternas, mesmo no tempo que voa,
raízes que vivem para sempre no coração de quem as abençoa.
(Assinado: Roseli Ribeiro)

⁠Os líderes precisam ter filtro no que fala, porque uma palavra mal escrita ou falada, não vai custa somente uma vida, mas sim a vida de uma nação.
ass Roseli RIbeiro

A Rede sombria

"Ao romper a bolha, descobrimos que o mundo lá fora guarda uma crueldade que supera os nossos próprios abismos. Na modernidade das telas sem rosto, palavras são lançadas como flechas cegas, capazes de edificar ou destruir destinos num clique.
Neste oceano obscuro de desconhecidos, onde todos habitam e ninguém se encontra, o perigo veste o disfarce da brincadeira e o vilão se perfuma de bom moço. Caminhamos em solo frágil, aprendendo que, nesta rede de espelhos turvos, a confiança é o luxo de quem ainda não se feriu."
ass Roseli Ribeiro

"Um pensamento repetido várias vezes se torna uma verdade absoluta e sem contestação, o que pode dividir ou afastar as pessoas. Quando alguém vive apenas no seu próprio mundo, enxerga somente a sua razão e nunca vê ou sente o outro lado; isso deixa de ser verdade. Na mente de quem alimenta esse ciclo, sobrará sempre a arrogância." Ass Roseli Ribeiro

A maioria das pessoas passa tanto tempo se locomovendo de uma cidade para outra para trabalhar, apenas para ganhar o que se paga no mercado, e não para se esbaldar. Enquanto isso, políticos ganham rios de dinheiro sem fazer nada e curtem a vida. Quanto mais os anos passam, pior fica: os pobres estão cada vez mais pobres, e os ricos, milionários. A ganância humana faz com que queiram sempre ter vantagem em tudo. O que a maioria espera, que é uma velhice tranquila para viver, pode se tornar impossível. Os nossos idosos estarão trabalhando para uma juventude que quer tudo fácil. No futuro, esses jovens sofrerão no fim da vida, sem nenhuma estabilidade. Ass Roseli Ribeiro

O Eco do Silêncio
Por Roseli Ribeiro
Caminhamos como fantasmas em uma multidão de espelhos,
Olhares fixos em telas que brilham no escuro,
Corações distantes, embora os corpos estejam perto.
A tecnologia, que prometia unir os mundos,
Criou abismos onde antes havia o calor de uma voz.
Nas mesas de jantar e nas calçadas da vida,
O silêncio das redes sufoca a velha cordialidade.
Amigos e famílias habitam a mesma casa,
Mas vivem exilados em seus próprios aparelhos.
Esquecemos o toque, o riso solto, o olho no olho.
Para as engrenagens frias do grande mercado,
Não temos rosto, história ou dignidade:
Somos apenas números em uma planilha descartável.
O progresso avança a passos largos e firmes,
Mas deixa para trás o trabalhador sem chances,
Pois o conhecimento ainda é um privilégio de poucos.
No topo do castelo, guardiões do poder legislam,
Com banquetes caros pagos com o suor do povo.
Enquanto o luxo deles brilha nos restaurantes,
A base da pirâmide luta pelo pão de cada dia.
Como moldar o amanhã se a lição do presente
É que a vantagem própria vale mais que a justiça?
Não há futuro no solo fértil da esperteza.
É preciso resgatar o humano antes que o mundo vire máquina.

às vezes eu acho
que fui feita grande demais
pra uma vida que não expande
ou pequena demais
pra caber no que existe
porque até quando eu amo
tem uma rachadura
até quando eu fico
já estou saindo por dentro
queria que alguma coisa
finalmente me coubesse
ou que eu fielmente coubesse
em mim;

Faça uma mentalização reversa, expulsando de dentro de você a sensação de que as coisas vão melhorar só quando você se exclui do processo de aprendizado, afastando-se do problema. Você é forte, tem o poder de transformação. As pessoas percebem isso, e é exatamente por esse motivo que se comportam assim. Vá para o trabalho de cabeça erguida, linda e maravilhosa, como se nada tivesse acontecido. Mesmo que ainda esteja doendo, vá e vença. Porque o universo vai fazer a sua parte, de curar aqueles que só trabalham em benefício do bem.

O Mérito, a Propriedade e a Confusão dos Tempos Modernos

Há uma curiosa tendência do homem moderno de confundir conceitos distintos e depois declarar que encontrou uma contradição. Muitas vezes ele toma duas ideias diferentes, mistura-as em um mesmo recipiente e, quando o conteúdo se torna incoerente, culpa a realidade pela confusão que ele próprio produziu.

Entre essas confusões, poucas são tão frequentes quanto a que envolve mérito e propriedade.

O mérito é uma coisa. A propriedade é outra.

O mérito responde à pergunta: "Como alguém conquistou algo?"

A propriedade responde à pergunta: "De quem é esse algo?"

São perguntas diferentes, e exigir que uma responda à outra é tão absurdo quanto exigir que a certidão de nascimento substitua uma escritura de imóvel.

Quando um homem funda uma empresa, investe recursos próprios, assume riscos, trabalha durante anos sem garantia de sucesso e finalmente constrói um empreendimento próspero, existe uma justificativa meritória para sua riqueza. Seu patrimônio não surgiu do nada; foi resultado de decisões, sacrifícios e responsabilidades que outros não assumiram.

A riqueza, nesse caso, não é um acidente. É consequência.

Por isso, quando se pergunta por que o proprietário recebe mais que o funcionário, a resposta inicial é simples: porque não desempenharam o mesmo papel. Um criou a estrutura; o outro foi contratado por ela. Um assumiu o risco do fracasso; o outro aceitou um salário previamente definido. Um poderia perder tudo; o outro não.

Não há ofensa alguma nessa diferença. Pelo contrário, seria estranho se não existisse.

O homem que construiu uma ponte não é recompensado da mesma forma que aquele que apenas a atravessa.

Entretanto, surge um segundo problema. Após reconhecer o mérito do fundador, muitos passam a questionar a continuidade de sua propriedade. Perguntam por que ele continua recebendo lucros anos depois. Perguntam por que seus filhos podem herdar seus bens. Perguntam por que alguém pode controlar uma empresa mesmo sem participar de todas as suas operações diárias.

É aqui que ocorre a confusão.

Essas perguntas já não pertencem ao campo do mérito.

Pertencem ao campo da propriedade.

Uma vez que um bem foi legitimamente adquirido, a questão deixa de ser quanto mérito ele exigiu para ser conquistado. A questão passa a ser quem possui autoridade legítima sobre ele.

Um homem não deixa de ser dono de sua casa porque está viajando. Não deixa de ser dono de seu carro porque outra pessoa o dirige. Não deixa de ser dono de sua empresa porque contratou administradores.

A propriedade não é um salário. É um direito.

O proprietário não precisa justificar diariamente sua posse por meio de novas demonstrações de mérito. Se assim fosse, ninguém possuiria coisa alguma por muito tempo. O agricultor teria de provar todos os dias que merece sua terra. O escritor teria de provar continuamente que merece seus livros. O pai teria de justificar incessantemente a posse de sua própria residência.

A sociedade tornar-se-ia um tribunal permanente.

A objeção frequentemente retorna sob outra forma. Diz-se que o trabalhador produz valor e, portanto, deveria participar da propriedade da empresa.

Mas o trabalhador já participa da relação econômica segundo os termos que aceitou livremente. Seu contrato especifica salário, benefícios, direitos e deveres. Não existe engano oculto nessa troca. Ele não foi contratado como proprietário. Foi contratado como empregado.

Se deseja assumir riscos empresariais, buscar participação nos lucros, abrir um negócio próprio ou trabalhar sob modelos de remuneração variável, essas possibilidades existem. O mercado oferece inúmeras formas de associação econômica.

Mas não é razoável aceitar um contrato específico e depois reclamar que ele não era outro contrato.

A liberdade contratual perde o sentido quando uma das partes exige alterar retrospectivamente os termos que aceitou.

Há ainda uma verdade frequentemente esquecida: o esforço não garante sucesso.

Um homem pode trabalhar arduamente e fracassar.

Outro pode trabalhar arduamente e prosperar.

As circunstâncias existem. O acaso existe. As crises existem.

Reconhecer isso, porém, não destrói o princípio do mérito.

Pelo contrário.

Se o sucesso fosse garantido, o mérito teria pouco valor. O mérito existe justamente porque alguém escolhe agir sem garantias.

O navegador é admirável porque o mar oferece tempestades.

O empreendedor é admirável porque o fracasso é possível.

O estudante é admirável porque a aprovação não é automática.

O mérito não promete resultados inevitáveis. Promete apenas a possibilidade de alcançá-los.

E essa possibilidade é uma das maiores forças de uma sociedade livre.

Quando um homem pobre se torna rico por meio de trabalho, estudo, disciplina ou empreendedorismo, não se prova que todos alcançarão o mesmo resultado. Prova-se algo mais importante: que a ascensão é possível.

E uma sociedade na qual a ascensão é possível é radicalmente diferente de uma sociedade na qual ela é proibida.

Por fim, toda a controvérsia parece retornar a uma única pergunta.

A propriedade privada é legítima?

Se a resposta for não, então nenhuma quantidade de esforço, risco ou sacrifício justificará sua existência.

Se a resposta for sim, então o proprietário possui o direito de conservar, administrar, vender ou transmitir aquilo que lhe pertence.

Nesse ponto, o debate deixa de ser econômico.

Torna-se moral.

E talvez esta seja a questão fundamental de toda a disputa: não se trata de decidir quem merece mais, mas de decidir se o homem tem o direito de chamar alguma coisa de sua.

Esconder um problema não o resolve, só adia uma possivel solução.

Sou a prole da escuridão, e o fardo de uma rebelião é a herança que carrego.

Dois homens caminham por uma estrada em sentido contrário, cada um trazendo consigo um pão. Em determinado ponto, os dois se encontram, trocam os pães e cada um segue adiante levando um pão. Em outra estrada, dois homens também caminham em sentido contrário e cada um deles traz consigo uma ideia. Em determinado ponto, eles se encontram, trocam as ideias e cada um segue seu caminho, levando agora duas ideias.

⁠Se você não acredita em cooperação, veja o que acontece com um vagão que perde uma roda.

Napoleon Hill
A lei do triunfo. Rio de Janeiro: José Olympio, 2015.

A alma não é uma página em branco quando você nasce. Ela é um livro que a eternidade está escrevendo.

⁠Eu já morri uma vez.
Mas ninguém sabe pois não havia sangue,apenas lágrimas

Um encontro amoroso superficial não é muito diferente de um programa com uma profissional.

Teus olhos são o mar pra quem nunca viu uma praia

Sair De Vez Da Vida De Alguém Que Você Ainda Gosta Mesmo É Uma Decisão Bastante Difícil Que Existe. Porque Gostar De Verdade Nem Sempre Acaba Antes Da Despedida.

Às Vezes, Você Parte Não Por Falta De Sentimento, Mas Porque Permanecer Começou A Custar Sua Paz, Sua Dignidade Ou Sua Saúde Emocional Ou Até Saúde Mental.

Gostar De Verdade De Alguém Não É Motivo Suficiente Pra Sustentar Uma Relação Que Machuca. Existem Saídas De Relacionamentos Que Não Acontecem Porque O Amor Acabou, Mas Porque O Amor Próprio Finalmente Falou Mais Alto.

Nem Toda Partida É Um Sinal De Desistência. Algumas São Um Ato De Coragem. Porque, Em Certos Momentos, A Escolha Mais Foda Também É A Mais Necessária!!!

Eu brindo. Sou muito além do que se vê. Quem me olha na superfície julga ver apenas uma silhueta frágil na correnteza, mas há uma doçura secreta em flutuar. Minha leveza não é fraqueza, é o jeitinho manso que encontrei de carregar minhas tristezas e incertezas. Não tente me decifrar; apenas sinta a essência da vida que me move. Sou um mistério que não quer assustar, mas sim abraçar quem também tem coragem de mergulhar no profundo.

Um teor de requinte altamente refinado e psicodélico, com uma certa nuance de loucura pairando sobre um lençol dançante, onde cores líquidas escorrem pelas bordas da realidade e os pensamentos flutuam como fumaça em um quarto iluminado por néons impossíveis. A atmosfera pulsa em frequências abstratas, misturando elegância decadente e delírio artístico, como se o próprio tempo estivesse embriagado pela beleza caótica do instante.