Todo Sopro que Apaga uma Chama Reacende

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Suspeitam de todo mundo que chega com boas intenções para não perderem o posto.

Julgam a capacidade de crescimento pelo saldo atual, esquecendo que todo castelo começou no chão.

"Deus não nos deu autoridade para decidir quem merece ou não prosperar. O sol nasce para todos, e aquele que tenta apagar o brilho do próximo por seletividade revela um coração que ainda não conhece a luz de Deus."

"Tá sofrendo? O mundo todo tá no corre. Isso não te dá o direito de ser lixo com o próximo. Respeito é a base de qualquer prosperidade."

Que o meu coração seja hoje um canal de bênçãos e paz. Escolho deixar para trás todo orgulho e o erro de pisar em alguém, para estender a mão e elevar o próximo. Que a minha vida seja o exemplo de que a verdadeira grandeza nasce da humildade de mudar e da alegria de ver o outro prosperar. Quero ser um instrumento de Deus para melhorar o mundo, começando por ser alguém melhor para todos que cruzarem o meu caminho.

"O segredo do trilhão é o incentivo mútuo. Quando todo mundo compra de todo mundo, o dinheiro nunca sai da nossa comunidade, ele apenas nos fortalece."

"Desculpe se minhas palavras foram fortes. É difícil lutar sozinho o tempo todo."

"Cuidado: quando você gasta todo o seu tempo sendo o algoz de alguém, você acaba perdendo a sua própria identidade no processo."

"Às vezes o dinheiro some sem explicação, mas não perca a fé: Deus é o dono de todo o ouro e prata, e Ele tem poder para restituir cada centavo e abençoar as mãos de quem trabalha com honestidade e amor."

"Tratar alguém como lixo não diz nada sobre o valor da pessoa ignorada, mas revela todo o lixo que quem maltrata carrega dentro do próprio coração."

"Você ignora a pessoa porque não quer ouvi-la, mas a sua maldade grita tão alto que todo mundo ao redor já percebeu quem você realmente é."

"Nem todo palpite merece um lugar na sua bagagem; aprenda a filtrar o que constrói e a descartar o que apenas pesa."

Nem todo Maxx é escorpiano, mas todo Maxx que nasce sob esse signo parece carregar aquele traço inato de manipulação.

"O vício é o maior ladrão de tempo da história; e o tempo é o único recurso que nem todo o dinheiro do mundo pode recomprar. Proteja o seu patrimônio temporal."

Hoje eu só queria me dissolver no todo, silenciar quem eu sou por um instante e deixar o mundo me atravessar sem precisar existir como 'eu'.

Todo o meu tempo sacralizado, eu acordo ao amanhecer com o coração alado pela oportunidade de mais um dia de amor. No meio do caminho, olho o quanto eu já amei. Caminho para a minha casa grata e adormeço, dormindo o sono dos justos. Porque cumpri o meu dia, fiz aquilo que me correspondia, amei. Portanto, tive um dia digno de um ser humano.


Quem vir o rastro da minha vida vai dizer: aqui passou um ser humano. Eu amei.


E depois, quando chegar diante da morte, quem vir o rastro da minha vida vai dizer: eu espalhei amor por onde passei. Busquei a unidade. Busquei o coração de todas as coisas.


Por quê? Porque eu tinha capacidade de encontrar o meu próprio coração e, por paralelismo, fui capaz também de encontrar o coração de todas as coisas.

Sem amor ao próximo, todo ganho é incompleto.

“Nem todo ataque é inveja; às vezes é medo de ver você vencer.”

MONÓLOGOS DE UM MISERÁVEL




Cap. IV: Como São Chamados: Monstro ou Deus?


Todo ser humano carrega um monstro dentro de si.


Um monstro invisível aos olhos alheios, mas dolorosamente perceptível às emoções de quem o abriga. Nenhum instrumento é capaz de detectá-lo. Ele habita os recantos mais obscuros da alma, nutrindo os desejos mais vis e orientando as ações mais destrutivas.


Chamam-no de “deus”, mas esse deus não cria mundos, não concede vida, não oferece consolo. Apenas consome. Apenas destrói. Reina soberano sobre o caos interior de cada indivíduo.


Esse monstro manifesta-se por meio de conflitos, ódios, exclusões, cobiças, luxúrias, ciúmes, invejas e desprezos.
Não pede licença. Impõe-se.


E, em troca, oferece algo: a promessa de auxiliar-nos na realização de nossas ambições desde que entreguemos a consciência em sacrifício.


A inveja, por exemplo, não se limita a corroer; ela propõe um pacto. Sugere o caminho mais curto para a ruína daquele que mais se destaca.


A “deusa inveja” apodera-se do coração humano e o converte em predador.
Nada permanece fora de alcance: matar, trair, manipular, sacrificar os próprios aliados; tudo em nome da autopreservação, tudo em nome de si mesmo.


O ser humano criou deuses, fetiches, sistemas de crença, na tentativa de dominar a si próprio — e fracassou.


Agora, essas entidades imaginárias conduzem a sua ruína.


Todos querem parecer heróis. Todos querem ser vistos.


Mas ninguém admite agir movido pela vaidade. O elogio é uma droga que inflama o ego; a vergonha, uma coleira que aprisiona a vontade. Ambos são grilhões.
No início, todos tentam resistir ao monstro que os habita. Logo, porém, percebem que esse monstro constitui a própria essência. E rendem-se. A emoção prevalece. A razão cede. Resta, então, a obstinação cega — destrutiva.


Não se deve mudar ninguém. Cada ser escolhe o que é: ou o que merece ser.


Assim, o monstro nasce da escolha livre daquilo que se decide ser.


O ser humano é um resíduo. Uma aberração ambulante. A sua existência é uma sentença: uma enfermidade. E, por isso, está condenado ao sofrimento. Nada o salvará: nenhum deus, nenhum amor, nenhuma sociedade.


O mesmo miserável que se viu ameaçado pelos seus semelhantes criou a polícia para se proteger. E a polícia — essa encarnação da lei — tornou-se, hoje, um dos seus mais cruéis inimigos. Finge proteger enquanto reprime. Finge servir enquanto saqueia.


O mesmo desgraçado elegeu um governo para guiá-lo e protegê-lo. E agora rasteja sob o peso daquilo que criou. O poder que ergueu o esmaga. O monstro que alimentou o devora.


E agora ele vive...


Reclamando;
Mendigando dignidade;
Carregando uma existência miserável, hostil e inútil.


O ser humano é incapaz de aprender com o próprio erro.


Repete, repete e repete — como um tolo fascinado pelo próprio fim, governado pelos monstros (ou deuses) que ele mesmo engendrou.

“Todo mundo diz ser a favor de mudanças. Mas, cada vez que alguém faz algo diferente, sempre aparece alguém disposto a “lembrá-lo” como as coisas devem ser.” – Mônica Fuchshuber