Tiro
Das palavras que escrevo, tiro menos de um milésimo do que realmente quero dizer. Algo prende a essência do lamentar, não posso tirar nada frutífero do que escondo. Talvez seja esse o verdadeiro e complexo eu, que vive sorrindo e escondendo tudo, para não machucar ninguém. Cada linha que transborda no papel representa apenas a ponta de um iceberg emocional, há tanto temor de ferir quem lê que as verdades mais profundas ficam guardadas num cofre trancado pela própria insegurança. Reconhecer essa lacuna entre o que sinto e o que mostro é o primeiro passo para, talvez um dia, soltar as amarras que me impedem de expor meu eu por inteiro.
Do imutável Sol da Venezuela
que nasce no Esequibo,
A luz da fé eu tiro a esperança
para dançar,
Porque vencer o ressentimento
leva tempo,
Quem dera o Carlos Lanz
eu pudesse ajudar a procurar.
O Império levou o diplomata,
é sabido que não há
interesse em ajudar em nada.
Do velho tupamaro esquecido
não me esqueço que
ele é mais um preso político
vítima de absurdo e sadismo.
Por causa General preso
injustamente por pensar
diferente e da tropa igualmente,
não consigo parar nenhum
minuto de por cada
um deles me preocupar.
Tenho flores na fronte
Carrego você comigo,
De mim não te tiro;
O teu beijo é fonte
De toda a inspiração.
Só de te olhar,
Não resisto,
Quero te amar,
Insisto,
Não canso de esperar,
Suplico - e repito,
Como uma oração...
Tenho sabores na boca,
Todos em minha saliva,
Especiais para dois,
Esperando por ti,
Não me farei de esquiva,
Te olhei como quem solicita,
Aguardo você aqui,
Para experimentar,
Para apalpar,
Para acarinhar,
Para beijar,
Para o teu colo me dar.
A tua imagem é evocação
Do que é mais puro,
Do que é mais belo,
Do que há de mais fecundo,
Nunca vi nada igual
Nesse mundo és paraíso,
Um inacreditável feitiço;
Que rendido aos meus versos,
Tornou-se um menino levado,
Em meu peito abrigado,
Farei-te meu bem amado,
Completamente entregue à paixão.
Coragem mesmo, é quando em pedaços a gente voa pra longe de quem disparou o tiro que nos atingiu, para que nunca saiba se morremos ou sobrevivemos.
"Nossas habilidades em tiro, técnicas e táticas policiais são habilidades perecíveis, assim requerem constante aperfeiçoamento."
"Nem eu ou qualquer outro instrutor de tiro pode dizer, 'Você tem que fazer isso desse jeito' ou 'Você nunca deve fazer isso dessa forma.' Se dissermos isso pra você, nós estaremos errados em algum momento" -
Don Mann, U.S. Navy Seal e autor do livro The Modern Day Gunslinger.
"Nossas habilidades em tiro, técnicas e táticas policiais são habilidades psicomotoras perecíveis, assim requerem constante aperfeiçoamento, sob pena de tornarem-se esquecidas pelo policial"
Todos são especialistas em segurança pública, até ouvir o primeiro tiro, depois só ficam os policiais.
Um Instrutor de tiro policial não obrigatoriamente precisa já ter participado de confrontos, mas é essencial que tenha experiência operacional e seja um estudioso dos eventos de encontros fatais, além de conhecer a psicofisiologia do combate Armado.
Regra do terceiro olho, para o tiro policial
O princípio do "terceiro olho" visa desenvolver no operador a capacidade de percepção além do alcance ocular. Para obter esta percepção é necessário estar com o campo de visão desobstruído para poder identificar detalhes, (mãos, ambiente, etc). Assim, primeiramente o operador precisa desenvolver a percepção periférica para subsidiar a tomada de decisão ou reação rápida de tiro.
Você não precisa dar um tiro na cabeça de uma pessoa para ser culpado pela morte dele. Basta manipular a verdade e retirar os direitos dele, e você já terá assassinado alguém sem que ele perceba.
Receita para virar a casaca
Amigo ciro muito te adimiro
o meu chapeu pra ti eu tiro
muito humildemente minha petiz agradece a camisa que lhe deste a gulsa de gentil presente
mas caro nego
um pano rubro negro é presente de grego
não de um bom irmão
nós separados nas arquibancadas
temos sido tão chegados na desolação
amigo velho
amei o teu conselho
amei o teu vermelho que é de tanto ardor
mas quis o verde que te quero verde
é bom pra quem vai ser um bom sofredor
pintei de branco o teu preto
ficando completo o jogo da cor
virei-lhe o inlustrado do peito
nasceu deste geito um outro tricolor.
Te acho tão bonito
Quando acende esse cigarro
Eu vou e tiro sarro
Deixando o colo teu
Traga e sopra pr'outro canto
Virando rosto tanto
Giro qu'o charme deu
Mas, no fundo, eu admito
Olhando assim de lado
Eu... te acho tão bonito
Quando eu conto d'um sujeito
Cê logo encolhe o peito
Supondo uma intenção
Acha qu'eu queria ter
Um homem de tevê
Que veste a perfeição
Se pedir eu ainda grito
Que até d'olhos fechados
Eu... te acho mais bonito!
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