Textos Vc Nao foi Homem pra Mim

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Odeio confiar nas pessoas e depois perceber que eram as pessoas erradas para se confiar. Odeio não conseguir dizer sempre tudo o que eu preciso e o quero. Odeio quando mentem pra mim e odeio ter que mentir. Odeio pensar mais nos outros do que em mim por que eu odeio fazer as pessoas sofrerem principalmente quando são as que menos merecem sofrer. Odeio ser preguiçosa. Odeio fazer tudo por uma pessoa e depois ver que ela não deu valor a nada daquilo que fiz. Odeio descontar minha raiva em quem não tem culpa. Odeio quando alguém fala que vai me ligar e não liga. Odeio promessas que não são cumpridas. Odeio me decepcionar com as pessoas e odeio quando decepciono alguém. Odeio não ter o conselho certo na hora certa. Odeio não ter todas as respostas. Odeio amar e não ser correspondida e odeio não poder corresponder alguém. Odeio não conseguir dizer não. Odeio não fazer tudo o que quero na hora que quero por medo por que eu odeio ter medo. Odeio assistir um filme bonito e depois parar pra pensar q a vida não é bonita como nos filmes. Odeio conhecer pessoas ruins. Odeio brincadeiras sem graças. Odeio não conseguir mudar o que não gosto em mim e odeio querer mudar os outros. Odeio me sentir sozinha. Odeio ver falsidade nas pessoas. Odeio ver as coisas erradas e não poder fazer nada para consertá-las. Odeio ser enganada. Odeio me afastar das pessoas que eu amo. Odeio não conseguir me controlar às vezes. Odeio sonhar e ver esses sonhos acabarem tão rápido. Odeio achar todos os dias que eu nunca vou amar e ser amada na mesma medida e odeio saber que não existe a pessoa perfeita. Odeio não me achar capaz. Odeio ser egoísta às vezes. Odeio ter ciúmes e odeio fingir que não o tenho. Odeio saber que as coisas não podem ser como a gente sempre quis saber que as pessoas não podem ser como queremos, saber que nada nem ninguém é perfeito e que principalmente eu estou longe disso. Odeio assumir um erro e não conseguir consertar. Odeio não poder voltar atrás em decisões erradas. Odeio me sentir incapaz de enfrentar problemas. Odeio me sentir dependente. Odeio pensar de mais no futuro e não viver o presente como deveria ser. Odeio ter que levantar quando na verdade eu quero passar o dia inteiro deitada. Odeio me sentir frágil. Odeio quando sou grossa. Odeio ser iludida. Odeio parar pra pensar como minha vida seria agora se eu tivesse tomado outras decisões e achar que o outro caminho teria sido melhor. Odeio ser ignorada. Odeio esperar. Odeio chorar por que odeio ficar triste. Odeio quando não me dão valor. Odeio quando me julgam sem me conhecer e odeio às vezes julgar as pessoas então tente me conhecer antes que eu tentarei fazer o mesmo. Mas o que eu mais odeio é não conseguir odiar quem merece e, além disso, ama-la como ela não merece.

"No íntimo todas as pessoas são frágeis e sensíveis. Não acredito que a idade ou a experiência façam muita diferença. Até as pessoas mais grosseiras carregam no seu interior sentimentos de ternura e emoções do coração. É por isso que, nos relacionamentos, as pequenas coisas são as grandes coisas."

A vida tem a ver com escolhas. Nós somos a soma das nossas escolhas. E a maioria delas não é feita por nós. Você não pode escolher quando vai nascer. Não pode escolher onde vai nascer. Você não pode escolher a família em que vai nascer. Nem mesmo quem vai amar. Mas você pode escolher como vai amar!

Não consigo resistir a escrever sobre você. Você e seu jeito confuso. Você e esse rosto. De onde você tirou esse rosto? Meus Deus, aonde foi que você aprendeu a me olhar assim? Vai, toma, leva. Me emprestei um pouco, agora leva o resto. Não tenho o que fazer com o que ficou de mim. Olha, amo você. Não te conheço mas amo. Assim como amo minha loucura. Me entende? Eu sei que sim. Porque você é mais louco que eu, achei alguém mais louco e lindo que eu. E você escreve, meu Deus. Escreve lindo, suas palavras são tão eternas que eu poderia morar nelas e ser cada letrinha de sua frase. Me salva no seu computador, escreve uma história linda para me matar de vez. Nossa loucura junta nos salva. Você me salva. Você ama meu lado obscuro, você ama quando eu fico brava, você ama o que há de pior em mim. Aonde já se viu isso? Então leva. Me leva e não devolve. Me leva e constrói um bar, vamos ler Jonh Fante, ficar bêbados de Rimbaud, vamos fazer alguma coisa grave porque nada mais nos resta. Te resta? Eu te resto. Eu e nossa loucura. Nossos planos foram reduzidos a pó. Junta nosso lixo, joga tudo fora. Não temos nada pra sonhar. Mas temos vida, um coração que ainda bate. Temos nossa falta de juízo, nossas palavras, nossos livros e uma imaginação sem fim. Será preciso mais?

Quem não se viu centenas de vezes, a cometer ações vis ou estúpidas, pela única razão de que sabia que não devia cometê-las? Acaso não sentimos uma inclinação constante, mesmo quando estamos no melhor do nosso juízo, para violar aquilo que é lei, simplesmente porque a compreendemos como tal?

Todos vamos morrer. Não podemos escolher como ou quando. Mas podemos decidir como iremos viver. Então, faça isso. Decida! Essa é a vida que você quer viver? Essa é a pessoa que quer amar? Esse é o melhor que você pode ser? Você consegue ser mais forte? Mais gentil? Ter mais compaixão? Decida! Inspire. Expire. E decida.

Sentia-me frustrado, tudo me derrotava. Eu começava a ficar deprimido. Minha vida não estava indo para lugar algum. Precisava de alguma coisa, o brilho das luzes, glamour, alguma porra. Me sentia esquisito. Como se nada tivesse importância. O jogo me cansava. Eu perdera a garra. A existência não era apenas absurda, era simplesmente trabalho pesado. Pense em quantas vezes a gente veste as roupas de baixo em toda a vida. Era surpreendente, era repugnante, era estúpido.

O "bonito" não se limita a um atrativo estético, interior. É você perceber algo a mais. É descobrir que alguma coisa daquela beleza supera as suas formas. É algo maior que me chama, que fala de mim, como se aquela beleza fosse algo que me faltasse. O amor é essa capacidade de ver o outro de forma diferente. No meio de tanta gente, alguém se torna especial para você e você se aproxima. O amor é essa capacidade de retirar alguém da multidão, tirá-lo do lugar comum para um lugar dedicado, especial. Alguém descobriu uma sacralidade em você.

Na fé, eu sou capaz de me dizer, com amorosa humildade, que grande parte das vezes eu não sei o que é melhor para mim. Eu não sei, mas Deus sabe. Eu não sei, mas minha alma sabe. Então, faço o que me cabe e entrego, mesmo quando, por força do hábito, eu ainda dê uma piscadinha pra Deus e lhe diga: “Tomara que as nossas vontades coincidam”. Faço o que me cabe e confio que aquilo que acontecer, seja lá o que for, com certeza será o melhor, mesmo que algumas vezes, de cara, eu não consiga entender.

Gosto do que tem continuidade, amores e promessas de uma noite não me enchem os olhos. Se essas pessoas livres soubessem a leveza que é ser presa a alguém, a paz que é alguém ser seu, a liberdade que é poder sim ter qualquer outra pessoa, mas escolher livremente sempre a mesma e ser escolhido por ela assim, todos os dias... ah, se eles soubessem ! Iam ver o quanto a liberdade que é o que na verdade te prende, à falsas expectativas e valores vazios. Iam perceber que a liberdade que sufoca, e só o amor, enfim, liberta.

O fim do Direito é a paz; o meio de atingi-lo, a luta. (...) O Direito não é uma simples ideia, é força viva. Por isso a justiça sustenta, em uma das mãos, a balança, com que pesa o Direito, enquanto na outra segura a espada, por meio da qual se defende. A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada é a impotência do Direito. Uma completa a outra. O verdadeiro Estado de Direito só pode existir quando a justiça bradir a espada com a mesma habilidade com que manipula a balança.

Rudolf Von Ihering
A luta pelo Direito (1872).

Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. Porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar o coração com alguém que não lhe serve. Perda de espaço, tempo, paciência e sentimento. Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar. Deixa. Deixa entrar: na vida, na cabeça e no coração.

Karine Rosa

Nota: Trecho da crônica "Sapato velho", publicada em 12 de julho de 2009. A autoria do texto tem vindo a ser erroneamente atribuída a Caio Fernando Abreu e Tati Bernardi.

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Uma hora cansa, por mais que se seja bondoso. Uma hora você não tem mais onde apanhar porque já ofereceu demais a outra face. Chega a hora que você está se magoando demais, sofrendo sozinho. Por mais que se seja esperançoso e por mais que seu coração perdoe mil vezes porque só consegue bater assim, uma hora você desaba. E pra seguir você tem que deixar bagagens. Porque são pesadas. Porque empurram com força seus ombros pra baixo e não lhe deixam sair do chão. Uma hora você precisa amar a si mesmo porque já amou demais um outro que não sabe o que é amor. E não! Você não tem que salvar ninguém que não quer se salvar. Não é sobre não amar o próximo, é sobre não dar a sua vida por quem lhe mata, por prazer, aos poucos e devagarinho. É sobre se amar pra sorrir de novo, pra tirar essa tristeza de dentro. Sobre se libertar. É sobre deixar ir, pra você poder voltar.

Não se deve contar com a minoria silenciosa, pois o silêncio é algo frágil. Um ruído alto... e está tudo acabado. O povo está amedrontado e desorganizado demais. Alguns tiveram a oportunidade de protestar, mas foram como vozes gritando no deserto. O barulho é relativo ao silêncio que o precede. Quanto mais absoluta a quietude, mais devastadoras as palmas.

Uma hora você têm que tomar uma decisão. As fronteiras não mantêm as pessoas para fora; elas te prendem dentro de si. A vida é confusa mesmo, é assim que fomos feitos. Então você pode desperdiçar sua vida desenhando linhas ou então você pode viver cruzando-as. Mas há algumas que são perigosas demais para serem cruzadas. E aí vai o que eu sei: se você estiver disposto a jogar a preocupação pela janela e se arriscar, a vista do outro lado é espetacular.

Amor, o que é o amor? Não creio que se possa realmente pôr em palavras. Amor é entender alguém, se importar, compartilhar as alegrias e tristezas. Isso pode incluir o amor físico. Você compartilha alguma coisa, dá alguma coisa e recebe algo em troca, seja ou não casada, tenha ou não um filho. Perder a virtude não importa, desde que você saiba que, enquanto viver, terá ao lado alguém que a compreenda e que não precisa ser dividido com ninguém mais!

Eu não sou pergunta nem exclamação. Não sou perfeição, nem feia nem bonita, nem exceção.Tenho idéias demais, disposição de menos e um bloco de notas em branco.Não tenho estilo próprio e admiro pessoas que pintam o cabelo de azul sem receio.Não gosto de pessoas que reclamam de tudo e que só usam a palavra ‘não’.Acredite,o vocabulário se torna bem mais extenso por se conhecer o ‘sim’.Me faço de vítima, de intelectual , de psicóloga.E quando me perguntam se estou triste digo que não, estou cansada. Eu gosto de silêncio de dentro e as vezes de fora.Eu quero mais emoção, mais açúcar , menos preocupação.Quero viajar menos dentro de mim e ver tudo que está lá fora.Quero sucesso com todos os ‘s’ e uma casa branca no alto de uma montanha verde com um mar azul em frente e um conversível vermelho na garagem.Quero cabeça branca e vida colorida.Na rua eu ando depressa mas no fundo eu sou só preguiça.Adoro dar presentes, vivo dando fora, as vezes perco a hora mas sei que um dia eu chego lá. Dizem que sou doce, que sou estressada, que tenho papo cabeça , que sou engraçada,que sou um tédio, que eu sou demais e até que eu não existo.O que eu sei sobre mim é quase nada.Tenho uma manchinha na perna, não sou boa em matemática, digo que sei cozinhar mas é rolo, só sei fazer bolo.E de caixinha.

A nossa vida não é só essa contagem de dias, anos... essa experiência que nunca chega, essa maturidade disfarçada, às vezes, em sonhos que nunca se realizam... ela vai mais além da nossa própria compreensão... não cabe em espaços predefinidos... às vezes é doce, às vezes acre, uma mistura infindável e ininterrupta daquilo que sempre buscamos e do que somos... o que a faz ter sentido, dar sentido, é essa enorme vontade de não entender nada, de apenas ser, existir... e sentir que isso nos basta.

Se algo insiste em não estar bom pra você, não insista mais. Pegue seu boné e “on the road”. Sempre haverá outras pessoas, outros lugares, outros trabalhos, outras paixões que parecerão pra vida toda, outros projetos… Melhores, piores ou simplesmente diferentes daqueles aos quais você se acostumou.

O que eu realmente quero que você saiba é que não importa o tempo que passe, o que aconteça ou o que a vida nos ensine. Não interessa quem somos ou quem vamos nos tornar. O que vale é o que carregamos dentro de nós. E você, guarde isso na memória para todo o sempre, eu te carrego junto comigo todos os dias.