Textos sobre Deus
O Convite de Deus Para Todos.
Deus convida: “Ó VÓS, todos os que tendes sede, vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei; sim, vinde, comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite”. Isaías 55.1.
Jesus convida: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei”. Mateus 11.28.
O Espírito Santo e a Igreja convidam: “O Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida”. Apocalipse 22.17.
O convite é venham!!! Eles estão convidando a todos para vir e saciar a sede em Sua doce Presença! É na Presença de Deus que temos os maiores anseios da nossa alma supridos, paz, justiça, alegria e amor.
Não se iluda! Não há lugar mais seguro e edificante do que na Presença de Deus. Apenas Deus pode preencher o vazio existencial dentro do coração humano.
Se há um vazio aceite o convite! Se há confusão ou escuridão aceite o convite! Se há tristeza aceite o convite! Se há cansaço aceite o convite! O convite foi feito, você quer? A quem quiser Ele acolherá! Eu quero todos os dias!
Pense nesse convite e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
A Disposição de Deus Para Perdoar
A natureza divina é rica em misericórdia (Ef 2.4), não necessita de nada para tornar Deus misericórdiamente disposto a oferecer o perdão gratuito a pecadores ARREPENDIDOS.
O Primeiro e o Segundo Testamento demonstram essa disposição para perdoar, bem como as seguintes características de Deus:
A santidade de caráter para nossa reverência é imitação (Lv 11.44-45), livre de qualquer vingança ou retaliação (1ª Jo 1.5-7; 1ª Pe 1.16; Ap. 4.8).
Amor ou benevolência imparcial, que leva a Deus a adiar o julgamento e oferecer o perdão (Jr 31.3). O caráter moral essencial de Deus (1ª Jo 4.8).
Bondade e benignidade, uma disposição voluntária interior (Sl 86.5) movendo a mão de Deus para conceder muitas bênçãos (MT 7.11).
Graciosidade, inclinando-se em bondade em relação ao interior (Ne 9.17).
Misericórdia, o fluir do terno espírito de compaixão (Lm 3.22); um sentimento de empatia com a miséria e a desgraça da humanidade (Ef 2.4).
Longanimidade, tardio em irar-se e paciente diante da provocação (Na 1.3); tardio em punir nossos erros e pecados (Rm 2.4; 2 Pe 3.9).
Filantropia, amor pela humanidade, expressando a afeição de Deus (Tt 3.4).
Bem, no sentido da beleza moral (Jo 10.11; Hb 6.5).
Bondade, manifestando-se em boas ações (Lc 6.35; Rm 2.4).
Graça, alegria e prazer em demonstrar misericórdia (Rm 3.24).
Alegria ou benevolência em oferecer a expiação pelo pecado (Lc 18.13).
Compaixão, um anseio emocional pela salvação do homem (Mt 9.36; Tg 5.11).
Piedade, preocupação pesarosa com trágico estado do homem (Rm 12.1; 1ª Tm 2.4).
Simpatia, compadecer-se de nossas fraquezas (Hb 4.15).
Consolo, chamado para receber força e bênção (2ª Co 1.3, do Pai; em 1ª Jo 2.1, do Senhor Jesus; em Jo 14.16, do Espírito Santo).
Paciência, tolerância com o dano e o abuso que a para a prática do mal pode causar (Rm 15.5).
Indulgência, retendo ou adiando a punição (Rm 2.4).
Portanto, ninguém precisa temer a falta de perdão, pelo contrário, Deus é riquíssimo em amor e misericórdia!
Pense nisso e ótima semana a todos!
No Amor do Abba, Marcelo Rissma.
O Mal Não é Substância
Dizer que Deus criou o mal é uma falácia non sequitur.
Deus criou todas as coisas (substâncias). E o mal não é substância! O mal (moral/pecado) consiste na deficiência da ação, é sempre causado pela deficiência do agente. Em Deus, porém não há nenhuma deficiência, pois Ele é a suma perfeição. O mal consistente na deficiência da ação, ou causado por deficiência do agente, não se reduz a Deus como a sua causa. Portanto, aquilo que Deus abomina ele não pode cometer, seria uma incoerência com seu próprio caráter.
Aquilo que Deus abomina ele não pode cometer, seria uma incoerência com seu próprio caráter (Sl 5.4; Sl 101.3).
1º Jo 3:4. Todo aquele que pratica o pecado transgride (ação) a Lei; de fato, o pecado é a transgressão (ação) da Lei. A Bíblia também afirma que Deus fez somente criaturas boas. Ao final de quase todos os dias da Criação, ela diz: “Deus viu que ficou bom” (Gn 1.4, 10, 12, 18, 21, 25). E, quanto ao último dia, declara: “Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom” (v. 31). Salomão acrescenta: “Assim, cheguei a esta conclusão: Deus fez os homens justos” (Ec 7.29).
As Escrituras nos dizem explicitamente que “tudo o que Deus criou é bom” (1º Tm 4.4). E um Deus absolutamente bom não pode fazer uma coisa má. Somente uma criatura e uma criação perfeita podem vir das mãos de um Criador Perfeito. O autor de Eclesiastes declara: Eis o que tão somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias (Eclesiastes 7.29).
E o texto de João 1.3: Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.
Regra básica de interpretação bíblica: Toda palavra deve ser interpretada no seu contexto. Segundo o contexto de João, quando diz “todas as coisas” à palavra é restrita, referente à criação do mundo, cosmo, nosso planeta terra. Portanto, Deus não pode ser o criador do mal, pois automaticamente faria Deus mal!
Gn 1.31 diz que tudo que Deus criou “era muito bom”; Salmos 5.4: Porque tu não és um Deus que tenha prazer na iniquidade, nem contigo habitará o mal; Tiago 1.3 fala que ai daquele que fala que Deus tentou; Habacuque 1.3 diz que seus olhos são puros que não pode comtemplar o mal; Deuteronômio 32.4 diz que Deus é justo e Nele não há injustiça; 1ª João 1.5 diz que Deus é luz e Nele não há trevas, sendo que o texto grego é enfático nisso.
Portanto o texto no capitulo de João é uma referência a toda a criação.
Mas você diz: o mal está no cosmo! Sim! Mas não faz parte dele!
Deus criou todas as coisas?
R= sim!
Deus criou o mal?
R= Não?
Então Deus não criou todas as coisas!?
Vamos ajustar essas duas verdades!
Deus criou todas as coisas! Mas o mal existe, e Deus não o criou! Logo entendemos que o mal não existe como realidade na existência! Isto é, ele passa existir como uma "sub-existência" na realidade.
Ex.: Temos um prédio, que foi completamente construído por um arquiteto. Mas automaticamente que ele passa a existir ele produz uma sombra. E essa sombra não foi criada, mas devido à existência do prédio ela passa a existir como uma sub-existência na realidade. Então o mal só existe como sub-existência por causa do bem! Esse exemplo do prédio mostra o arquiteto como sendo o criador de sua obra sem ser o originador da causa que veio após a ela!
Agora o texto de Isaías 45.7: Eu formo a luz e crio as trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas.
Falácia da ambiguidade de alguns fatalistas; pois confundem mal moral (pecado) com mal de pena (calamidade).
O texto de Isaías 45.7, a palavra traduzida como mal רָ֑ע/rā e refere-se ao castigo à nossa pecaminosidade.
O mal retratado no texto é uma referência ao mal de pena (calamidade), e isto pode ser pública, tal como guerra, seca, peste, terremoto, etc.; ou pessoal, tal como doenças e mortes na família, infelicidade, desgraça, dano, aflição, etc..., tudo isto em consequência do pecado do homem e do julgamento de Deus sobre ele. Essa é uma palavra polissêmica, tendo o sentido de acordo com cada contexto que ela é empregada. No original hebraico essa expressão denota mal para quem recebe a ação, e não para quem executa a ação! Isto é, o indivíduo que recebe o juízo de Deus, interpreta isso como mal, mas para Deus isso é uma ação de justiça!
Outra coisa, o autor do livro tem uma visão monoteísta, sem a ideia de um ser antagônico chamado satanás ou diabo enfim... No A.T. tudo era aplicado a Deus, por causa da ausência de uma figura antagônica!
E o texto de Colossenses 1.17: E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas SUBSISTEM por ele.
Em colossenses 1.17 fala das coisas existindo em Deus! Em nem um momento o texto fala que todas essas coisas (mal) são originadas por ele! Isso é falar além do texto, tudo existe nele, mas não significa que tudo que existe nele foi originado por ele!
Outra coisa: Qual o sentido de Deus decretar ou impulsionar a vontade de alguém pecar se o homem já é pecador por natureza? O homem peca porque é pecador, porque já nasce em pecado e já tem vontade de pecar! Deus não precisa dar esse impulso volitivo a ele. Isso vai contra Tg 1.13 e 1ª Jo 2.16: Tudo aquilo que pertence a este mundo não vem do Pai, mas sim do mundo; ou seja: a cobiça humana, os maus desejos dos nossos olhos e a arrogância da vida.
Esse texto de 1ª Jo 2.16 é "οὐκ ἔστιν ἐκ τοῦ πατρός/ouk ek tou patros"; sendo a preposição "έκ" em sua definição etimológica o significado "de fora, de entre, de, sugerindo de dentro para". A Origem dessa preposição primária denota (o ponto de onde a ação ou movimento procede), do coração caído do homem.
Até Agostinho dizia que o mal não foi criado por um ser divino, mas acontece quando o bem se ausenta, e ai o mal se apresenta; não como entidade, mas como ausência de bem.
Pense nisso! No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Esses são os traidores tanto de Deus quanto do homem. Esses não são outros do que os primogênitos de satanás; os filhos mais velhos de Apollyon, o Destruidor. Esses estão muito acima da categoria dos degoladores comuns; já que eles são assassinos das almas dos homens. Eles estão continuamente povoando os reinos da noite; e quando eles seguirem as pobres almas que eles destruíram, o inferno se moverá nas profundezas para encontrá-los na sua vinda!
Sermão do Monte, Parte XII.
Resumo da Ação da Graça de Deus
O homem não pode perseverar na fé apenas pelas forças de suas próprias potências naturais (Jo 15.5) — se não pela própria virtude da graça (Fl 2.13).
A graça da perseverança final é dom gratuito de Deus (Tg 1.17; Jo 3.27), pois é causada e mantida pelo poder de Deus (SI 37.24; Fp 1.6, Jo 10.28, 1º Pe 5.10), e é concedida pela ação contínua de Deus naqueles que não resistem (At 7.51) a atividade da graça. A graças futuras são iniciadas por Deus em razão apenas de sua misericórdia e bondade para aqueles que buscam a Deus (1º Cr 16.11), esperam em Deus (Os 12.6), por meio da oração (Rm 12.12; Ef 6.18), e permanecem na fé (At 14.22; Cl 1.23; 2º Tm 4.7), e se mantém firmes na esperança (Hb 3.6).
E, por conseguinte, todos os efeitos são produzidos — por e com — virtude dessa mesma graça; os efeitos são: A esperança (2ª Ts 2.16);
A fé (At 18.27);
A justificação (Rm 3.24; Tt 3.7);
E a salvação (At 15.11; Ef 2.5, 8).
A obra de Deus é completada nos santos por meio da graça (2º Ts 1.11-12), e o sucesso e o término da obra de Deus são atribuídos à graça (Zc 4.7).
Pense nisso e ótima semana!
Na Graça do Abba Pater, Marcelo Rissma.
O Argumento da Causalidade de Deus
Todos os efeitos preexistem na sua causa eficiente, visto que uma causa não pode produzir o que não possui — não pode dar o que não tem para dar. Deus é a Causa primeira de tudo que existe ou existirá. Portanto, o futuro (incluindo todas as suas ações livres) preexistem em Deus. Portanto, conhecendo a Si mesmo, Deus conhece todas as ações livres futuras. Deus se conhece infalivelmente e eternamente. Por conseguinte, Deus tem conhecimento infalível e eterno de todas as ações livres que acontecerão. Norman Geisler — Teologia Sistemática, A Onisciência de Deus, pág. 704, livro I, vol. II.
A equação no Reino de Deus é diferente da equação do mundo:
Os felizes são os que choram (Mateus 5.4);
Aquele que perde é que ganha (Mateus 5.39-42);
O último é o primeiro (Mateus 20.16);
O maior serve o menor (Lucas 22.24-26);
Quem nasce uma vez morre duas e quem nasce duas morre uma (João 3.1-16);
O louco que é sábio (1ª Coríntios 1.27);
O fraco que é forte (2ª Coríntios 8.9).
A Equação do Reino de Deus
A equação no Reino de Deus é diferente da equação do mundo:
Os felizes são os que choram (Mateus 5.4);
Aquele que perde é que ganha (Mateus 5.39-42);
O último é o primeiro (Mateus 20.16);
O maior serve o menor (Lucas 22.24-26);
Quem nasce uma vez morre duas e quem nasce duas morre uma (João 3.1-16);
O louco que é sábio (1ª Coríntios 1.27);
O fraco que é forte (2ª Coríntios 8.9).
Poucos vão entender isso; pois como o Apóstolo Paulo disse em 1º Coríntios 1.18-21: (...) a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, E aniquilarei a inteligência dos inteligentes. Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. E outra vez Paulo insiste: Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo. 1º Coríntios 2.14-16.
Pense nisso e ótima semana!
No amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Encontre o erro nessa frase manicalvinista: Deus não me salvou porque eu tive fé. Deus me salvou justamente por não ter. Se eu tivesse não precisaria dEle me salvar.
Bruno Rocha – Manicalvinista
Mais uma desordem na "teologia" maniqueísta do calvinismo: Partindo do pressuposto (errôneo) que ter fé é algo meritório, o produto dos reformados de linha calvinista não poderia ser outro!
As Misericórdias de Deus
Por maior que seja a culpa de alguém, não é suficientemente grande em comparação a grandeza do amor e misericórdia de Deus, que são manifestados em Cristo Jesus, mediante o seu sacrifício na cruz (Rm 5.1-11).
Paulo diz que “onde abundou o pecado, superabundou à graça” (Rm 5.20). Por maior que fosse a culpa e os pecados de Davi, a graça do Senhor era muito maior, sendo poderosa para perdoá-lo e superar sua culpa. Na descrição do perdão divino concedido a Davi, podemos entender a profundidade das palavras do profeta Jeremias: “As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade” (Lm 3.22-23).
É preciso, também, entender que a certeza do perdão de Deus não deve servir como licença para pecar (Rm 6.1-14). Ela serve de conforto e amparo para que, quando pecarmos, podermos recorrer a nosso Advogado e lhe suplicar auxílio e perdão (1º Jo 2.1-2).
Precisamos ficar vigilantes para não fazermos escolhas erradas, que nos levem ao pecado. Mas se pecarmos, temos a certeza confortadora do perdão.
Provérbios 28.13: O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Ateu: "Se Deus é bom, porque ele permite o mal no mundo"?
Resposta: Se Deus fosse acabar com o mal no mundo, teria que acabar com todos nós. (Gn 6.5; Mt 7.21-22; Mt 25; Rm 3.12).
Temos que levar em consideração que a bondade de Deus manifestada no Cosmos é muito maior do que a maldade provinda da queda, que marca a História.
Cuidado com a Sua Geração
Qualquer instituição que se desalinhou com Deus, automaticamente se desalinhara com sua geração; pois Deus é um Deus de gerações (Ex 3.15; Dt 7.9; Sl 33.11; Sl 78.4; Lc 1.50; At 13.36 ARA; 1º Pd 2.9).
Uma instituição desalinhada com sua geração não consegue mais ser entendida por ela, e como consequência não consegue mais ser resposta para ela, o que provocará nessa instituição uma fuga dessa geração, provocando perda de legado e comprometendo o futuro dessa instituição.
A próxima geração (crianças, adolescentes e jovens) são a matéria prima para o discipulado e continuidade de uma instituição (Juízes 12.10-12). E quando uma instituição entra no processo de perda de geração (famílias, crianças, jovens e adolescentes) ela também perderá a próxima geração, colocando em risco a sua própria existência.
Pense nisso, sirva a sua geração e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Alguns Obstáculos Para o Propósito de Deus
Resumindo:
Três obstáculos para o cumprimento do propósito estabelecido por Deus para sua vida:
1) Não descobrir o propósito de Deus para sua vida.
2) Não compreender que entre o propósito e o destino existe o processo.
3) Não parar de escutar aquilo que não te leva para o propósito de Deus em sua vida.
Pense nisso e ótima semana!
No amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Resumindo:
Graça Preveniente: O pecador é despertado por Deus;
Fé: O pecador é capacitado a crer em Deus;
Arrependimento: O pecador da meia volta na vida de pecado;
Regeneração: O pecador nasce de novo pelo Espírito.
Justificação: O pecado não condena mais;
Santificação: O pecado não domina mais;
Glorificação: O pecado não existe mais.
Princípios Bíblicos
Sabemos que a Igreja de Deus não tem partido, mas ela tem princípios! Portanto, esses princípios precisam ser defendidos, ou pagaremos um preço caro por isso. Pois, nossos filhos, a próxima geração será afetada; nossa cultura destruída; nosso país tomado e nossa liberdade perdida.
Qual o real significado de uma vida pautada em princípios bíblicos? A sociedade fala em princípios éticos, as empresas e instituições gostam de deixar bem claras quais são seus princípios, as famílias educam seus filhos dentro dos princípios morais.
Mas o que são princípios? A palavra “princípio” significa origem, causa, verdade absoluta, nossas bases, colunas, alicerce, raízes. Portanto, um princípio é algo que não muda. Quando temos nossa vida pautada nos princípios baseados na Palavra de Deus, temos uma vida cada vez mais parecida com Cristo: comportamentos, pensamentos e atitudes; pois princípios e valores revelam quem somos.
Já percebeu que no mundo tudo parece ser negociável? Mas sua vida, sua família, sua paz e sua liberdade não são! Precisamos nos posicionar e demonstrar que nem tudo é negociável, nem tudo tem preço! Como cristãos, nossa vida deve ser regida por princípios cristãos, e não podemos abrir mão disso!
Em Mateus 27.24, encontramos o cenário do julgamento de Jesus, quando Pôncio Pilatos teve a oportunidade de decidir por Cristo, o governador da Judeia preferiu a neutralidade, “tomando água, lavou as mãos diante da multidão”. No entanto, o ato de lavar as mãos não foi o suficiente para sossegar a consciência de Pilatos e tampouco o isentou de responsabilidade.
Se você pensa em votar em branco, nulo ou se abster de votar, saiba que já tomou a decisão de “lavar suas mãos”, isso não te isenta da responsabilidade e também da omissão.
Portanto, pense nisto: “Quem sabe que deve fazer o bem e não o faz comete pecado” (Tiago 4.17).
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Vontade e Permissão de Deus
Cansei da ladainha de alguns lideres insentistas, do clube daqueles que se passam por “teólogos”, “apóstolos”, “bispos” etc..., tagarelando que, aconteça o que acontecer, a VONTADE divina jamais será frustrada, de modo que só nos resta aceitá-la com alegria. Pergunto-me: o que deveria ser feito com uma criatura dessas que diz tamanha irracionalidade? No mínimo, deveríamos deletar o apelido de “teólogo”, “bispo” ou “apostolo” dessa criatura; bater com a Bíblia na sua cabeça seguidamente e fazê-la retornar para EBD até entender que a Divina providência geral, apesar de sempre infrustrável quanto ao fim universal, que é o bem geral do universo e a glória de Deus, é frustrável ao menos quanto à consecução do bem particular — o que provam os diversos pecados particulares das criaturas, jamais QUERIDOS (VONTADE) por Deus, senão que apenas PERMITIDOS mediante Seus eternos decretos.
Todos os teólogos patrísticos, escolásticos, reformados e John Wesley concordam que os maus governos são PERMITIDOS por Deus para disciplina dos maus ou para mover, pelas adversidades, os fiéis à santidade. Contudo, o mal que é PERMITIDO por Deus para um bem maior permanece não sendo QUERIDO (VONTADE) por Ele. Pois, o contrário seria dizer que Deus QUER (VONTADE) o mal para o nosso bem, ou seja, que QUER o mal indiretamente, como se antes mesmo de o mal ser posto pela criatura (única causa defectível), sempre em desvio da vontade divina, Deus mesmo iniciasse o mal para alcançar um bem maior. Uma total ignorância teológica dizer tal coisa. Que os maus governos sejam para nosso castigo, é motivo para nos humilhar e até envergonhar, sobretudo o castigo vem pelas nossas próprias mãos, seja por pecado de omissão (ISENTISMO) ou comissão (ATIVISMO).
Para encerrar: Tudo o que acontece é PERMISSÃO de Deus, mas nem tudo o que acontece é porque Deus QUER (VONTADE), pois não é VONTADE de Deus. Deus não QUER o mal, pois Deus é Santo. Deus PERMITE o mal, para não violar o livre-arbítrio do ser humano, mas este arcará com as consequências de suas decisões.
Cansado dessa turba de ignorantes fazendo “esejegues” dentro de algumas comunidades e nas redes sociais.
Pense nisso e ótima semana!
Marcelo Rissma.
Três Fatos Sobre as Eleições que Precisamos Saber
1 - Deus não vai escolher um presidente, pois, em sua soberania, ELE DELEGOU essa tarefa a você.
2 - A Bíblia fala sobre o fato dos cristãos serem perseguidos, MAS NÃO NOS MANDA APOIAR O MAL para que a palavra se cumpra.
3 – Diz o isentista: “Ganhará a disputa eleitoral à presidência da República aquele que Deus quiser”. Sim, meu caro isentista pagão, adorador do destino, da mesma forma que só darão frutos os campos que Deus quiser, mas ainda assim somos livres e responsáveis por lançarmos a semente e, ademais, por regá-la, pois a divina providência nem quita a liberdade nem a responsabilidade humanas.
Pense nisso, ótimo fim de semana e vote com consciência!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Alguns pontos porque uma Igreja que NÃO é Bíblica
funciona, mas não se move no Propósito de Deus:
Se não há Bíblia, não exortação;
Se não há exortação, não há correção;
Se não há correção o pecado continua;
Se o pecado continua, ele se torna em um estilo de vida e não é repelido;
Se o pecado se torna em estilo de vida, teremos uma igreja onde não há convertidos;
Se não há conversão não haverá santidade;
Se não há santificação, não existe salvação.
O Diácono Metodista John Egglen
Talvez Deus não te chamou para ser Spurgeon, mas sim para ser John Egglen.
John Egglen foi um Diácono Metodista na Inglaterra. Ele jamais pregara um sermão em sua vida. Nunca! Ele era um Diácono, não um pregador. Mas, por necessidade, certa manhã o fez.
A neve deixou sua cidade, Colchester, completamente branca. Ao acordar naquele domingo em janeiro de 1850 pensou em ficar em casa. Quem iria à igreja com aquele tempo? Então reconsiderou. Além do mais ele era o diácono, e se os diáconos não fossem, quem iria? Então, calçou suas botas, colocou o chapéu e andou quase 10 km até a igreja Metodista.
Ele não foi único membro que pensou em ficar dentro de casa, pois apenas 13 pessoas compareceram. Doze membros e um visitante. Até o pastor ficou impedido pela neve. Alguém sugeriu que voltassem para suas casas. Egglen não deu ouvido, eles vieram de tão longe, então realizariam o culto. Além do mais havia um visitante; um garoto de 13 anos.
Mas, quem pregaria? Pelo fato dele ser o único diácono presente, era ele que deveria pregar a Palavra. E assim pregou. Seu sermão durou cerca de 15 minutos, onde o tema da mensagem foi em Isaías 45.22 (Olhai para mim, e sereis salvos). Ele vagueou e não foi objetivo na tentativa de abordar alguns pontos. Ele não tinha eloquência e muito menos habilidades de um orador. Mas ao final, uma coragem não característica de sua personalidade aflorou, e de maneira convicta ele dirigiu seu olhar diretamente para o garoto que estava assentado nas primeiras fileiras, e o desafia: “Jovem, olhe para Jesus! Olhe firmemente para Ele. Olhe jovem”!
O próprio garoto, agora um homem, respondeu: “Eu olhei, e então a nuvem do meu coração se dissipou, as trevas foram embora e naquele momento pude ver o Sol. Eu olhei e contemplei o filho de Deus na Cruz, o túmulo vazio e eu pude crer. Eu olhei, e fui invadido por uma graça tal que me fez estremecer… Então não pude resistir”!
O nome do garoto? Charles H. Spurgeon. Sim, o Príncipe inglês dos pregadores, que aos 20 anos de idade já havia pregado mais de 600 sermões.
Porque muitas vezes Deus usa os improváveis? Para que ninguém glorifique quem está sendo usado, mas glorifique O Deus que usa os improváveis.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Nunca foi coincidência!!! Deus te escolheu!!!
Segundo a matemática, a chance do nosso nascimento é de 1 em 400.000.000.000.000.000.
A nossa existência é o resultado de uma coincidência incrível, cuja probabilidade é tão insignificante que nossa vida não pode ser chamada de outra coisa senão um MILAGRE.
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