Textos sobre Deus

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⁠Que Deus é fiel,
o mundo já sabe,
ou ao menos deveria saber — e nós, até quando somos fiéis?


Deus tem sido sempre tão Generoso conosco que, se a Graça não fosse um Favor Imerecido, o Constrangimento talvez fosse muito maior que a Gratidão.


Não porque me falte reconhecimento, mas, porque sobra consciência das próprias falhas.


A graça, quando compreendida de verdade, não infla o ego — ela o desarma.


Talvez, sem essa plena consciência de imerecimento, dificilmente eu escaparia do abraço do constrangimento.


E há algo de profundamente pedagógico no favor que não se pode pagar, negociar ou justificar.


Ele nos retira do centro do palco, desmonta a agridoce ilusão de mérito e nos coloca no único lugar possível diante do Divino: o da humildade…


A Espiritual e a Intelectual.


Quem entende a graça não anda de peito estufado; anda de cabeça baixa, não por culpa, mas por reverência.


O constrangimento, nesse contexto, não é a vergonha paralisante, é puro espanto.


É perceber que, apesar de quem somos, carregados de rastros de podridão, continuamos sendo alcançados pelas mãos misericordiosas do Pai.


Que mesmo quando nossas mãos estão vazias de boas razões, elas ainda são preenchidas de misericórdia.


E isso nos educa mais do que qualquer repreensão.


Talvez a maior evidência de maturidade espiritual seja justamente essa: não transformar a generosidade de Deus em direito adquirido, nem a graça em moeda de barganha.


Quem vive consciente do favor imerecido não se acostuma com ele — agradece, cuida e tenta responder, não com merecimento, mas com fidelidade.


Que Deus é fiel, o mundo já sabe ou ao menos deveria saber — e nós?


Até quando somos ou tentamos ser fiéis?

⁠Só os tolos acreditam sentir a presença de Deus nas orações contaminadas pelo Discurso de Ódio.


Há orações que sobem como súplica, e há discursos que apenas ecoam ressentimento.


Quando a palavra se veste de fé, mas carrega ódio no tom, ela deixa de ser ponte e vira muro.


Deus não habita a violência disfarçada de devoção, nem se manifesta onde a dignidade do outro é negada em nome de uma verdade supostamente sagrada.


Porque a verdadeira oração não nasce da garganta — nasce do coração.


E um coração mal-acostumado a odiar, perde, pouco a pouco, a capacidade de reconhecer o Sagrado.


Os tolos acreditam sentir a presença de Deus em orações contaminadas pelo discurso de ódio, porque confundem barulho com transcendência e fervor com virtude.


A fé que agride não ora: acusa.


Não intercede: sentencia.


E não busca comunhão: exige submissão.


Não adianta fechar os olhos para rezar, mas permanecer de olhos bem abertos para ferir.


Nem juntar as mãos para orar, mas usá-las para apontar, excluir e atacar.


E, ainda assim, acreditam que Deus habita nessas palavras envenenadas, como se o Altíssimo fosse cúmplice das baixarias humanas.


Usam a mesma boca para abençoar e amaldiçoar, e mesmo assim esperam ser ouvidos.


Mas não é Deus quem os escuta — é apenas o eco da própria intolerância, devolvendo-lhes a agridoce ilusão de santidade.


A oração que não transforma o coração de quem a faz, dificilmente tocará o céu.


Pois onde Deus se faz presente, há silêncio que educa, compaixão que desarma e uma inquietação ética que impede o ódio de se ajoelhar como se fosse fé.


Porque onde o ódio se instala, a presença divina se ausenta.


E onde a oração é usada como arma, o céu não responde — se cala.


Ai dos que se atrevem a usar o Soberano nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover.


Pedirão e não receberão, buscarão e não encontrarão, pois dos céus nenhum sinal lhes será dado.

⁠⁠Com tanta má-fé se valendo do nome de Deus — invocá-Lo publicamente, em breve, causará mais Dúvida que Devoção.⁠


É tanta má-fé se valendo do nome d'Ele, que corre-se o risco de que a Sua invocação pública passe a soar como estratégia — e não mais como reverência.


Quando o Sagrado é usado para validar interesses, justificar abusos ou maquiar vaidades, ele deixa de apontar para o Alto e passa a servir ao ego humano.


A repetição vazia transforma a fé em ruídos.


Palavras que deveriam nascer do silêncio da consciência passam a ser gritadas em palanques, timelines e disputas morais.


E onde há excesso de exposição, quase sempre falta intimidade.


Deus, então, deixa de ser encontro e se torna argumento.


Não é Deus quem se ausenta — somos nós que O afastamos quando O reduzimos a slogan.


A dúvida não nasce da fé sincera, mas da incoerência visível entre o que se proclama e o que se vive.


Quando o discurso é piedoso, mas as atitudes são cruéis, a devoção se desgasta e a confiança se rompe.


Talvez o tempo esteja pedindo menos invocação e mais testemunho…


Menos menção pública e mais coerência privada.


Porque Deus nunca precisou ser defendido por quem não está disposto a ser transformado por Ele.


E a Fé verdadeira, quando existe, dispensa propaganda: ela se reconhece no Cuidado, na Justiça e no Amor que não precisa fazer alarde.

⁠Uma das inúmeras provas da Misericórdia de Deus é os asseclas apaixonados não perderem a voz
em meio a tanta Polarização.


Há uma misericórdia muito silenciosa que passa despercebida em meio ao ruído do mundo.


Talvez uma de suas provas mais evidentes seja o fato de que os asseclas apaixonados não perdem a voz, mesmo quando a polarização grita mais alto que a razão.


Em tempos em que a convicção vira trincheira e a opinião empunha arma, manter a voz é mais que um privilégio: é um ato de clemência.


Não porque tudo o que se diz mereça ser dito, mas porque a possibilidade de falar preserva, ao menos, a chance de um dia escutar.


Deus, em Sua paciência infinita, permite que falem — talvez esperando que, no cansaço do próprio eco, descubram o silêncio necessário para a reflexão.


A polarização rouba nuances, simplifica o complexo e transforma pessoas em rótulos.


Ainda assim, ninguém é privado da voz.


Não como punição, não como castigo…


A misericórdia está justamente aí: na permanência da oportunidade.


Enquanto há voz, há possibilidade de revisão, de arrependimento, de amadurecimento.


O silêncio imposto encerraria caminhos; a voz preservada mantém portas entreabertas.


Talvez o verdadeiro milagre não seja que falem tanto, mas que, apesar de tudo, ainda possam falar.


Porque a mesma voz que hoje defende cegamente, amanhã pode pedir perdão.


A mesma garganta que hoje grita slogans, um dia pode sussurrar dúvidas.


E onde há dúvida, ainda há humanidade.


No fim, a misericórdia divina não está em nos calar diante do erro, mas em nos permitir continuar falando até aprendermos, enfim, a dizer algo que realmente valha a pena.

⁠Os que usam o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover, fatalmente atiram para todos os lados.


Assim abraçam as almas carentes — Católicas e Evangélicas — numa braçada só.


Os que usam o nome de Deus como escudo e vitrine ao mesmo tempo, muito raramente, suportam o silêncio da própria consciência.


Escondem-se atrás do sagrado para não serem questionados, e se promovem com o que deveria ser íntimo, reverente e transformador.


Atiram para todos os lados, porque o alvo nunca é a verdade — é a visibilidade.


E, nessa chuva de palavras “ungidas”, acabam abraçando numa única braçada as almas carentes, sejam católicas ou evangélicas, não para acolhê-las, mas para capitalizar suas dores, medos e esperanças.


A fé, que deveria ser caminho de libertação, vira instrumento de influência.


O púlpito se confunde com palanque.


O testemunho vira marketing.


E o nome de Deus, que deveria ser pronunciado com temor e responsabilidade, passa a ser usado como selo de autoridade incontestável.


Almas carentes não precisam de donos espirituais; precisam de cuidado verdadeiro.


Não precisam de quem grite mais alto em nome do céu, mas de quem viva o que prega na terra.


Porque Deus não precisa de assessores de imprensa, nem de promotores apaixonados — precisa de corações íntegros.


Quando o sagrado vira estratégia, perde-se a essência.


E quem transforma fé em ferramenta de autopromoção talvez conquiste seguidores apaixonados, mas dificilmente constrói discípulos.

Se for preciso, Deus usará até os pequeninos para alcançar e amolecer os corações dos que se acham grandes.


O Eterno Pai sempre surpreende!


Ele escolhe o improvável, o frágil, o pequeno — justamente para lembrar aos “grandes” que nada é pelo poder humano, mas pela graça d’Ele.


Deus não mede a grandeza da alma pela régua do mundo.


Aqueles que se consideram fortes, imbatíveis, muitas vezes se tornam cascas grossas, insensíveis…


Mas o Senhor, em sua infinita sabedoria, usa justamente os pequeninos — aqueles de coração simples, de gestos discretos, de fé sincera — para tocar e amolecer os corações empedernidos.


Assim, Ele nos mostra que a verdadeira força não está na imponência, mas na humildade; não está nos berros, mas nos sussurros; não está na ostentação, mas no amor silencioso que transforma vidas.

Sempre que vejo alguém se valendo do nome de Deus para se Esconder, Aparecer e se Promover, sobretudo na arena política, lembro da perseguição ao Filho d'Ele…


Mataram-no!


E foram justamente os religiosos da época que perseguiram o Filho d’Ele até a cruz.


Mas, ali, no desfecho da maior injustiça, não estava cercado por sacerdotes ou homens de fé, mas ladeado por dois ladrões.


A lembrança é dura, mas necessária: a vaidade dos que se dizem de Deus pode ser tão nociva quanto a agenda oculta dos que O negam.

[Avaliação de Desempenho, Blasfêmias
Aleatórias ou As Heresias de Féton]


Se o seu DEUS existe,
ele deveria renunciar.


Com base em tudo
o que temos visto,
fica evidente,
que ele é péssimo,
nesta função
de ser DEUS.


Onisciência,
Onipotência,
Onipresença,
Onifodência.


A não ser,
que ele não tenha
relação alguma
com a humanidade,
neste caso,
ele está fazendo
um ótimo trabalho.


Se for o caso,
neste caso, específico,
ele evidentemente,
está fazendo,
um ótimo trabalho.


Errata:
em verdade vos digo, DEUS existe,
só o seu DEUS que não.


(Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

Eu já sabia dessa hipocrisia na Assembleia de Deus há muito tempo. É revoltante ver como exploram os fiéis com a cobrança rigorosa do dízimo, mas, na hora em que o membro está desempregado ou passando necessidade, a igreja não estende a mão; dizem que 'é preciso ter fé' enquanto o prato do trabalhador está vazio. Pelo contrário: escravizam as irmãs para limpar o templo e arrumar cadeiras sob o pretexto de ser 'obra de Deus', enquanto o pastor ostenta um salário de, no mínimo, 10 mil reais, carro do ano e vida de luxo. Nessa hora, o discurso muda e dizem que 'o obreiro é digno do seu salário' e que 'ninguém trabalha de graça'. Engraçado que isso só vale para a cúpula, nunca para quem limpa o chão.
A hipocrisia é sem limites. Usam o nome de Deus para impor medo e exercer um controle psicológico que invade a liberdade individual, vigiando a roupa que a mulher veste e o que o fiel faz em casa, chegando ao ponto de ditarem em quem as pessoas devem votar. Transformaram o altar em palanque político e o dízimo em faturamento empresarial.
Para completar o descaso, muitos templos se recusam a deixar que o corpo de um membro seja velado na igreja, alegando normas internas ou falta de tempo. É um sistema que lucra com o suor dos humildes enquanto eles têm saúde para trabalhar e dinheiro para ofertar, mas nega até o último gesto de dignidade e acolhimento no momento do luto. É uma 'família' que te acolhe pelo que você tem no bolso, mas te descarta assim que você não serve mais para os interesses deles. Pregam o céu, mas vivem um império de ganância aqui na terra. Afinal, para esses líderes, a fé é apenas um meio de vida, e o fiel é apenas um meio de lucro.

Dê graças a Deus que você não faz mais parte desse sistema! É libertador deixar de ser apenas mais um "Maria vai com as outras" em um meio onde a opinião própria é vista como rebeldia. O cenário atual mostra um exército de pessoas que abdicaram da própria inteligência para viver apenas do que o pastor dita no altar, transformando a fé em uma coleira invisível.
Essa ausência de pensamento crítico transborda para a vida pública. É nítido como muitos entregam sua consciência política nas mãos de lideranças, votando cegamente em quem o pastor manda, como se a urna fosse uma extensão do dízimo. Além disso, chega um ponto em que a lógica grita mais alto: é difícil levar a sério, em pleno século XXI, um livro que narra serpentes falantes enquanto se ignora a realidade científica e social à nossa volta.
A hipocrisia nesse meio não é apenas um detalhe, é a base da estrutura, e ela se manifesta de formas cruéis:
O "Amor" Condicional: Pregam um amor ao próximo que tem prazo de validade. Na prática, destilam ódio e intolerância contra qualquer um que fuja dos seus padrões rígidos, seja por orientação sexual, escolhas de vida ou por professar uma fé diferente.
O Jejum de Coerência: Possuem olhos de águia para condenar os pecados alheios, mas tornam-se cegos e "passam o pano" quando seus pastores são flagrados em esquemas de corrupção, lavagem de dinheiro ou escândalos morais.
A Exploração da Fé: Através da Teologia da Prosperidade, vendem Deus como se fosse um corretor de investimentos. Tiram o pouco de quem nada tem para sustentar o luxo faraônico de líderes que vivem como reis, sob o pretexto de uma "bênção" que nunca chega para o fiel.
A Bíblia como Conveniência: Usam o livro sagrado como um cardápio. Escolhem leis levíticas arcaicas para julgar e excluir o próximo, mas ignoram solenemente os pilares da humildade, da partilha e do "não julgueis" que deveriam, em teoria, ser a base de sua crença.
Sair desse ciclo não é perder a fé, é ganhar a própria liberdade de pensar.

Eu me pergunto: que Deus é este que parece apreciar a guerra e se deleitar com o espetáculo da morte? Questiono a existência de um Deus que se mantém inerte, sem exercer justiça contra nações que lucram com o sangue alheio e transformam o campo de batalha em um altar de sacrifícios humanos.
O que vejo não é o peso da mão divina punindo os tiranos, mas sim o silêncio ensurdecedor dos céus. Enquanto isso, na terra, vejo pastores e líderes religiosos — que deveriam ser porta-vozes da paz — transformando-se em mercadores da guerra, usando o nome do Sagrado para validar atrocidades e abençoar armas. Se a religião serve para aplaudir o massacre de inocentes, então ela não serve à vida, mas sim aos interesses mais sombrios do poder humano.

Da bondade de Deus.

Confiar em Deus, não é sinônimo de: nada irá me acontecer de ruim, porque eu confio. Mas, mormente, continuar crendo em sua bondade quando o mal nos atinge.
Pois a própria bíblia e a história ( Roma - coliseu e suas arenas), estão repletos de exemplos da natureza de que se pode passar por problemas indescritíveis por exatamente se confiar. Confiar, é crer que ainda que me aconteça algo de ruim, este ruim ainda assim, está sob a sua supervisão.
E aí é que está: como entender a sua bondade entre os homens, já que Deus sempre permite o mal nos acometer? E se Deus é bom, logo, jamais poderia permitir o mal.
Aqui, é o estímulo que muitos têm, para dizer que Deus não é bom, pois; já que permite o mal nos assolar.
Mas o que nós não conseguimos entender, é que a finalidade de Deus permitir o mal - por pior que ele seja em suas variadas formas -, está em que sempre desse mal, se resultará no bem estar divino e universal, como finalidade última.
Pois somente o seu sábio e misterioso desígnio, sabe SEMPRE como atingir o bem, com as atitudes oriundas do mal.
Pois, é por isso que ele o permite e o supervisiona.
Deus é onisciente - sabe de todas as coisas. Isto implica em dizer que toda a ação divina - quer seja em permitir algo, ou não permitir, direta ou indiretamente -, resulta de uma já pensada decisão numa visão plena e indivisível ( chamo de indivisível, o fato de não se poder pensar em nada melhor do que esta decisão divina). E se como onisciente, portanto, um ser que toma todas as decisões com base no pensar em TUDO, pensou em TODAS as possibilidades e chegou a conclusão de que do mal permitido, pode se extrair um bem maior e universal, logo, esse bem não seria maior se o mal ele não permitisse.

18 de março de 2014 às 12:13 h

Do Universo Militar espiritual




Pedi bençãos grandiosas para Deus. Mas ao invés de prontamente me concede-las, por acreditar de forma quase que inabalável, Ele me mostrou o caminho do Inferno e, no final dessa trilha, o Trono de Satã, com ele, nele, assentado. Pegou todas as valiosas bençãos de que desejam minha Alma, pós no colo do Demônio, olhou firme para mim e em seguida me disse: "agora, você irá lá, buscá-las!!!




Às 16:46 in 11.09.2025

O Deus da Bíblia não é o mesmo que Alá do Alcorão:

✝️ Deus da Bíblia:

“Quem nega o Filho também não tem o Pai; quem confessa o Filho tem também o Pai.” (1 João 2:23)

☪️ Alá no Alcorão:

“Ele não gerou ninguém, nem foi gerado, e ninguém é comparável a Ele.” (Alcorão 112:1-4, Surah Al-Ikhlâs)

A identidade espiritual cristã:
🕊️ Eleição segundo a presciência de Deus Pai.
🔥 Vida em santificação do Espírito Santo.
✝️ Obediência e fé na aspersão do sangue de Jesus Cristo.
💧 Batismo nas águas, como testemunho público da fé.
🙏 Vida de oração diária, em comunhão constante com Deus.
📖 Referências: 1Pe 1:2; Mt 28:19; Rm 6:3–4; At 2:42

Os maus nunca verão a face de Deus, pois seus olhos estão cegos pela sombra.


Os maus não herdarão a terra, mas os mansos, os justos, os puros de coração receberão como herança o solo fértil e a paz eterna.


Os maus jamais conhecerão a mente de Deus, nem sentirão o pulsar do Seu coração, porque a sabedoria é revelada apenas aos humildes.


Os maus não serão sábios, não tocarão a beleza que nasce da luz, não entrarão no Reino que é eterno.


Os maus nunca serão plenamente felizes, pois a alegria verdadeira não nasce da injustiça, nem floresce no coração endurecido pela maldade.


Os maus jamais conhecerão a paz interior, porque a felicidade não se constrói sobre o ódio, nem se sustenta na mentira e na violência.


Mas os bons, os que caminham na verdade, os que semeiam justiça e amor, estes serão chamados filhos de Deus, estes habitarão para sempre na Sua presença.


E os bons, os que amam e perdoam, os que buscam a verdade e praticam a justiça, estes encontrarão a felicidade que não se perde, estes viverão na plenitude da vida, porque em Deus está a fonte da alegria eterna.

Jeová Deus,

Te agradeço porque até nos erros que cometeram contra mim o Senhor me ensinou algo. O que me feriu também me fortaleceu. O que tentou me diminuir me ensinou a me posicionar.

Pai, me dá equilíbrio para não usar o que aprendi como arma, mas como sabedoria. Que eu saiba colocar cada pessoa no seu lugar sem perder o meu caráter. Que eu tenha firmeza sem perder a paz, verdade sem perder o amor.

Em nome do Teu Filho, Jesus Cristo, me ensina a confrontar com maturidade e a silenciar quando for preciso. Guarda meu coração da mágoa e da dureza. Que eu cresça, mas não endureça.

Amém.

⁠Somos feito de barro nos olhos de Deus.
A mão do altíssimo molda o barro em vaso da forma como ele quer! Depende da sua escolha e estilo de vida que você for levar para sua vida, com Ele, Cristo Jesus. Somos o agricultor que plantamos o que semeamos, e Deus e o oleiro que irá te moldar pela fé. Aquele que acredita sem ver, terá a graça divina de Deus!
Mas somente o Amor ao próximo te sustentará.

Se a fé não te confronta,
ela não é viva.
Se o Reino não fere,
virou narrativa.
Deus não implora atenção,
fecha a porta à indecisão.


Graça não é anestesia,
é cirurgia sem aplauso.
Cura o que dói arrancando,
não negocia o caos.
Quem chama cruz de exagero
nunca morreu por dentro.


O chamado não pede plateia,
pede entrega e silêncio.
Ou tudo se rende ao fogo,
ou vira gesto encenado no tempo.
Não há meio-Reino,
nem trono dividido.


Quando a porta se fecha,
não é castigo, é verdade:
fé que adia obediência
já escolheu a metade.
E Deus segue sendo Deus,
mesmo quando você não entra.

⁠O deus do agnosticismo é um suposto criador oculto e irrelevante que torna
o agnóstico apenas um crente enrustido, ou ateu medroso. O agnosticismo serve só como um frágil e covarde dispositivo psicológico que tenta aproximar religiosos e ateus. Mas é impossível tentar conciliar dois sistemas totalmente contraditórios. Num debate cada um deve defender a sua posição e não tentar mesclar as posições.