Textos sobre Deus

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“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32)


Jesus não veio para massagear o ego, Ele veio para libertar a alma.
E a libertação dói… porque Ele toca exatamente onde o orgulho se esconde, confronta o que a gente tenta proteger, e quebra aquilo que nos prende, para curar e tornar livre de verdade.
miriamleal

No momento da morte de Jesus, algo poderoso aconteceu:
"E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo."
(Mateus 27:51)
Significa que Jesus, com Seu sacrifício, rasgou a barreira que nos separava de Deus. acesso liberado através de Jesus!
Agora, todo aquele que crê tem acesso direto ao Pai.

Jesus disse a Tomé:
“Bem-aventurados os que não viram e creram” (Jo 20:29).
Ou seja, lágrimas podem nascer do que vemos e sentimos, mas a fé nasce do que não vemos e mesmo assim acreditamos.
É necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que é galardoador dos que O buscam." (Hebreus 11:6)

Está Escrito:


Mas o próprio Jesus não confiava neles, porque conhecia a todos e não precisava que ninguém lhe desse testemunho do homem, pois Ele bem sabia o que havia no homem.
(João 2:24-25)
Ou seja, Jesus Cristo amava, perdoava, curava, ajudava… mas não se confiava a todas as pessoas.
Jesus conhecia, e conhece o coração das pessoas.

O CORPO DE JESUS À LUZ DO ESPIRITISMO:
A DISTINÇÃO ENTRE O CORPO CARNAL E O CORPO FLUÍDICO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

A natureza do corpo de Jesus constitui um dos temas mais debatidos da história do Cristianismo e, igualmente, um dos mais importantes para a compreensão da Cristologia espírita. Em torno dessa questão, surgiram inúmeras interpretações que variam desde a concepção de um corpo puramente aparente até a afirmação de um organismo humano integralmente semelhante ao de qualquer homem.

À luz da Codificação Espírita, J. Herculano Pires retoma o método de Allan Kardec e oferece uma interpretação que preserva simultaneamente a racionalidade, a lógica doutrinária e a grandeza espiritual do Cristo. Sua análise afasta especulações místicas incompatíveis com o método kardequiano e procura compreender os fatos evangélicos segundo as leis naturais que regem a relação entre Espírito e matéria.

JESUS NASCEU COMO QUALQUER SER HUMANO.

Segundo Herculano Pires, a teoria espírita conduz a uma conclusão bastante clara: Jesus nasceu mediante os processos naturais da encarnação. Seu corpo possuía matéria orgânica semelhante à de todos os homens.

Essa compreensão está em perfeita consonância com o princípio fundamental estabelecido por Allan Kardec: a encarnação é uma lei universal para os Espíritos destinados a viverem na Terra. O Espiritismo não admite privilégios que contrariem as leis divinas, pois Deus governa o Universo através de leis imutáveis e universais.

Entretanto, afirmar que Jesus possuía um corpo humano não significa reduzi-lo espiritualmente. Ao contrário, sua superioridade residia precisamente no Espírito que animava esse organismo.

Seu corpo refletia o equilíbrio de um Espírito absolutamente puro. Se apresentava maior harmonia fisiológica, maior delicadeza ou excepcional domínio das funções orgânicas, isso decorria da supremacia espiritual exercida sobre a matéria.

Enquanto nós frequentemente nos deixamos dominar pelos impulsos do corpo, em Jesus ocorria o inverso: o Espírito governava plenamente o organismo físico.

Essa observação possui profundo alcance psicológico e filosófico. O corpo não era um obstáculo para Jesus, mas um instrumento perfeitamente subordinado à inteligência e à vontade moral.

A RESSURREIÇÃO E A TRANSFORMAÇÃO DO CORPO.

É precisamente após a crucificação que ocorre uma mudança essencial.

Herculano Pires observa que os próprios relatos evangélicos revelam uma realidade diferente daquela vivida antes da morte.

Maria Madalena inicialmente não o reconhece junto ao sepulcro.

Os discípulos de Emaús caminham longamente ao seu lado sem perceber quem era.

Nas aparições aos apóstolos, Jesus surge repentinamente em ambientes fechados e desaparece da mesma forma.

Esses acontecimentos indicam que já não se tratava do corpo carnal utilizado durante a vida terrestre.

Segundo a explicação espírita, após o desligamento definitivo do organismo físico, Jesus manifesta-se através de um corpo fluídico — formado pelos elementos do perispírito — capaz de assumir diferentes aparências e tornar-se visível ou invisível conforme as circunstâncias.

Assim, a ressurreição não representa o retorno do cadáver à vida, mas a manifestação consciente do Espírito mediante seu envoltório perispiritual.

Essa interpretação elimina dificuldades que, durante séculos, alimentaram debates teológicos acerca da natureza do corpo ressuscitado.

O MÉTODO KARDEQUIANO E A LUCIDEZ DOUTRINÁRIA.

Uma característica marcante da análise de Herculano Pires é sua absoluta fidelidade ao método estabelecido por Allan Kardec.

Não se recorre ao sobrenatural para explicar os acontecimentos.

Não se anulam as leis naturais.

Não se criam exceções incompatíveis com a justiça e a sabedoria divinas.

Ao contrário, compreende-se que as manifestações do Cristo ressuscitado pertencem ao campo das propriedades do perispírito, amplamente estudadas na Codificação Espírita.

Essa perspectiva preserva tanto a grandeza espiritual de Jesus quanto a coerência científica da Doutrina Espírita.

A SUPERIORIDADE DE JESUS NÃO ESTAVA NA MATÉRIA.

Um dos maiores ensinamentos dessa interpretação consiste em distinguir a perfeição espiritual da constituição material.

Jesus não era superior porque possuía um corpo milagroso.

Era superior porque seu Espírito alcançara a máxima elevação moral conhecida pela humanidade terrestre.

Seu organismo apenas refletia essa condição.

A verdadeira grandeza nunca pertence à matéria, mas ao Espírito que a dirige.

Essa distinção impede tanto o materialismo quanto o misticismo exagerado, conduzindo a uma compreensão equilibrada da missão do Cristo.

CONSIDERAÇÕES.

A análise apresentada por J. Herculano Pires demonstra que a Doutrina Espírita não diminui a figura de Jesus; ao contrário, engrandece-a por meio da razão.

O Cristo viveu plenamente a experiência humana durante sua existência terrena, submetendo-se às mesmas leis biológicas que regem toda encarnação. Após a desencarnação, porém, manifesta-se por intermédio do corpo fluídico, fenômeno compatível com as leis espirituais estudadas por Allan Kardec.

Essa interpretação harmoniza os relatos evangélicos com a lógica, preserva a universalidade das leis divinas e reafirma que o maior milagre realizado por Jesus não foi possuir um corpo diferente, mas revelar, por sua perfeição moral, o destino sublime reservado ao Espírito humano.

Fontes:

KARDEC, Allan. A Gênese, capítulo XV ("Os Milagres do Evangelho").

KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns, Segunda Parte, capítulos XIV e XV.

KARDEC, Allan. Revista Espírita (1858–1869), estudos sobre aparições e manifestações tangíveis.

PIRES, J. Herculano; ABREU FILHO, Júlio. O Verbo e a Carne.

PRODÍGIOS NA MORTE DE JESUS. ENTRE A COMOÇÃO HUMANA E A LEI NATURAL.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
O trecho apresentado, extraído de A Gênese, capítulo XV, propõe uma leitura que se afasta do sobrenatural arbitrário e se ancora na racionalidade das leis universais. Aqui não se nega o fato moral, mas se examina criticamente a forma narrativa que o envolve.
O relato evangélico, especialmente em Evangelho de Mateus 27:45, 51 a 53, descreve três fenômenos centrais. As trevas sobre a Terra. O rasgar do véu do templo. A abertura dos sepulcros com a aparição de mortos. À primeira vista, tais acontecimentos parecem configurar uma ruptura da ordem natural. Entretanto, a análise espírita conduz a uma hermenêutica mais sóbria.
A obscuridade que teria coberto a Terra por três horas não se coaduna com um eclipse solar, pois, conforme a própria astronomia demonstra, esse fenômeno ocorre apenas na lua nova, enquanto a Páscoa judaica se dá em lua cheia. A explicação proposta desloca o eixo do milagre para o campo dos fenômenos naturais ainda pouco compreendidos à época. Alterações atmosféricas intensas, poeiras em suspensão, ou mesmo perturbações solares poderiam produzir escurecimentos incomuns, sem que isso implique suspensão das leis cósmicas. A referência histórica a obscurecimentos prolongados, como o ocorrido no ano 535, reforça essa possibilidade.
Quanto ao tremor de terra e às pedras fendidas, o raciocínio segue a mesma linha. Pequenos abalos sísmicos são frequentes em diversas regiões, e sua coincidência com um evento emocionalmente impactante pode amplificar a percepção coletiva. A psicologia do testemunho, sobretudo em contextos de dor e comoção, tende a magnificar o acontecimento, convertendo-o em símbolo.
O ponto mais delicado reside na chamada ressurreição dos mortos. A interpretação apresentada sugere não um retorno físico à vida orgânica, mas fenômenos de natureza mediúnica. Aparições espirituais, hoje compreendidas dentro do campo das manifestações dos desencarnados, eram então desconhecidas em sua causalidade. Assim, o que se viu foram Espíritos, mas o que se concluiu foram corpos ressuscitados. Trata-se de uma transposição interpretativa, condicionada pelo repertório cultural da época.
Esse mecanismo de amplificação é coerente com o comportamento humano diante do extraordinário. Um fragmento de rocha que se desprende torna-se sinal celeste. Uma visão espiritual transforma-se em milagre corpóreo. A narrativa cresce não por fraude deliberada, mas por um entusiasmo que carece de método.
Dessa forma, a conclusão apresentada é de notável densidade filosófica. A grandeza de Jesus Cristo não reside em efeitos exteriores que impressionam os sentidos, mas na estrutura ética e espiritual de sua mensagem. Sua autoridade não depende do prodígio, mas da coerência entre ensinamento e exemplo.
Sob a ótica espírita, os chamados milagres não são negações da lei, mas manifestações de leis ainda não plenamente conhecidas. O que ontem era prodígio, hoje se revela fenômeno. O que ontem era mistério, hoje se submete à investigação.
E assim permanece uma lição austera e perene. Não é no espetáculo do extraordinário que se mede a verdade, mas na profundidade silenciosa da lei que rege o espírito e o universo.

MOISÉS, JESUS E O ESPIRITISMO.
A TRÍPLICE REVELAÇÃO E O DEVER INTERIOR.
A sentença proposta condensa, com rara precisão, o itinerário pedagógico da consciência humana sob a regência da lei divina. Não se trata de mera metáfora agrícola, mas de uma arquitetura espiritual que se desdobra em três momentos distintos e complementares.
Na figura de Moisés, observa-se o estabelecimento da lei. A revelação mosaica, sintetizada no Decálogo, representa a contenção das paixões primitivas e a organização moral de um povo ainda inclinado à exterioridade. A lei, nesse estágio, impõe-se como freio. Conforme registrado na tradição bíblica em Êxodo 20, a norma surge como voz imperativa, moldando a conduta pelo temor e pela obediência.
Com o advento do Jesus Cristo, a lei não é abolida, mas interiorizada. O Cristo semeia. Sua doutrina desloca o eixo da moralidade do gesto exterior para a intenção íntima. Em Evangelho de Mateus 5:17, afirma-se a continuidade da lei, agora elevada ao campo do amor e da consciência. A caridade deixa de ser imposição e torna-se expressão espontânea do espírito. Aqui, a humanidade é convidada a sentir.
Por fim, o Espiritismo, codificado por Allan Kardec, apresenta-se como a etapa da compreensão. Em O Espiritismo em sua Expressão mais Simples, item 29, encontra-se a formulação que inspira esta reflexão. Não se trata de nova revelação no sentido de ruptura, mas de esclarecimento. A fé, outrora cega, torna-se raciocinada. A colheita ocorre no campo do entendimento, onde a razão e a espiritualidade deixam de ser opostas.
Essa progressão evidencia um movimento ascensional. Primeiro, o homem teme. Depois, ama. Por fim, compreende.
A pergunta que se impõe não é retórica, mas ontologicamente exigente. Que sementes têm sido lançadas no terreno do próprio ser. Pensamentos, intenções e atos constituem lavouras invisíveis que, inevitavelmente, produzirão frutos proporcionais à sua natureza.
Se a lei foi escrita em tábuas, e o amor foi inscrito nos gestos do Cristo, a compreensão exige gravação no âmago da consciência. E isso não se delega, não se herda, não se improvisa. Cultiva-se.
Porque, no silêncio do espírito, cada escolha já é colheita em formação.

Ó mestre, eu permito que tu me persigas.
“Jesus, ó meu Mestre, meu Guia, minha dor amada… eu permito que Tu me persigas, se for na direção da Tua luz.”

Há corações que já não pedem consolo, pedem apenas sentido. E nesse instante sagrado, quando o Espírito se ajoelha diante do invisível, nasce a verdadeira prece aquela que não suplica por alívio, mas por permanência na Vontade Divina.

Há dores que não ferem, purificam. Há lágrimas que não denunciam fraqueza, mas lavam o que ainda é humano demais dentro de nós. Quando a alma pronuncia esse “eu permito”, ela não se entrega à fatalidade, mas à consciência daquilo que a move: o Amor que corrige, que chama, que transforma.

Não é a perseguição do castigo, é a perseguição da graça. O Mestre não vem para punir, vem para fazer de cada ferida um altar, de cada queda uma oportunidade de renascer. A perseguição de Jesus é o toque suave da Verdade que não desiste de nós, mesmo quando fugimos do espelho da própria consciência.

Quem assim se entrega já não busca milagres, busca entendimento. Já não deseja o conforto do corpo, mas o repouso da alma em Sua presença. É o instante em que o “eu” se dissolve e resta apenas o silêncio luminoso de quem ama sem pedir, de quem serve sem pesar, de quem sofre sem revolta.

E nessa entrega sem nome, sem forma e sem recompensa, a alma descobre que a dor, quando amada, deixa de ser dor. Torna-se caminho. Torna-se luz.

Jesus é uma imagem, um personagem humano. Mas, segundo o velho testamento, adorar Jesus seria pecado, pois deus ordenou expressamente que não se adorassem imagens.


Conclusões possíveis:


1. O mandamento de não adorar imagens é falso, e portanto podemos adorar Jesus.


2. O mandamento é verdadeiro, o que significa que Jesus não é deus e não possui nada de divino.


3.Tanto os mandamentos quanto Jesus são ficções criadas pela Matrix para controlar a mente de humanos com menor cognição.

"Muitos buscam em Jesus um modelo de perfeição moral para validar sua própria conduta, mas Jesus não veio ao mundo para ser um troféu dos 'corretos'. Ele veio para ser o Servo dos caídos.
​A verdadeira identidade de Jesus é revelada na Cruz — o lugar onde o Único Perfeito foi tratado como o maior dos pecadores, para que nós, os imperfeitos, pudéssemos ser tratados como filhos. Se tentamos ser 'o Cristo' para os outros através da nossa própria justiça, apenas os ofuscamos com nosso orgulho. Mas, quando servimos a partir da nossa fraqueza, nos tornamos o espelho que reflete a única Luz que realmente salva.
​Não somos a fonte; somos apenas embaixadores de uma Graça que nos alcançou quando nada tínhamos a oferecer. Que as próximas gerações não vejam em nós pessoas 'sem defeitos', mas sim pessoas que foram profundamente amadas e transformadas pelo Único que é Santo."

Hebreus12:2

olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus


A fé amadurece quando os olhos deixam de admirar homens e passam a contemplar Jesus

⁠Mateus 14.22: Logo a seguir, compeliu Jesus os discípulos a embarcar e passar adiante dele para o outro lado...
Mateus 14.24: Entretanto, o barco já estava longe, a muitos estádios da terra, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário.
Porque a tempestade alcançou os discípulos que estavam debaixo de uma palavra de Jesus?
Marcos 6:45: Logo a seguir, compeliu Jesus os seus discípulos a embarcar e passar adiante para o outro lado, a Betsaida...
João 6.17: E, tomando um barco, passaram para o outro lado, rumo a Cafarnaum.
Jesus os manda para Betsaida, mas eles vão para Cafarnaum. Toda vez que a gente desobedece uma palavra de Deus, ventos contrários e tempestades nos alcançam para redirecionar a rota (Jonas 1.1-4).

Aquele que experimenta a verdadeira fé em Jesus carrega em si a resiliência da graça. Jogue-o na escuridão de um calabouço, e ele descobrirá que as paredes de pedra não podem isolá-lo da mais doce companhia. Lance-o na aridez de um deserto, e ele será alimentado pelo pão que desce dos céus.
Se as amizades terrenas lhe faltarem, ele se achegará Àquele que é o Amigo que “chegado mais do que um irmão”. Quando as ilusões e as "aboboreiras" de sua vida forem arrancadas, ele não ficará desamparado, pois encontrará refrigério eterno debaixo da Rocha. Por fim, ainda que todas as fundações de suas seguranças humanas sejam minadas, seu coração permanecerá inabalável, ancorado na Graça e na soberania do Senhor.

Ciente que Jesus nasceu sob a "Pax Romana" baixo uma ocupação colonial com alto emprego de força militar.


Sem deixar de lado os demais países que estão em conflito armado, e que somam 60 países, elegi citar os países que estão em conflito de alta intensidade e que são eles: Palestina, Líbano, Myanmar, República Democrática do Congo, Sudão, Síria e Ucrânia, para lembrar que Natal é presépio, e que se Jesus escolhesse nascer em 2025 ele nasceria em algum desses países.


O quê estou querendo dizer com isso? Hoje aqui no Brasil e nos demais países da América do Sul, ainda desfrutamos da paz que esses países não tiveram escolha, nos esforcemos para continuar em paz.


Estimo um Feliz Natal à todos e votos de paz mundial!

"Confirmado! Lá vem ele! Estou me referindo ao Ano Novo. Se Jesus vem junto, como alguns anunciam sobre a 'Volta dEle', não sei. Não tenho Religião, não tenho Líderes nem uso Livro de Justificativas. Então, nada sei e, portanto, nada digo, nada invento, nada repito (feito Papagaio), nada especulo a esse respeito!"


TextoMeu 1250
👣👔🦜

"No Passado houve (ou havia) Jesus, Maomé, Davi, Salomão, Noé, Buda, João, José e tantos outros! Hoje não há mais desses tipos! Alguém sabe por que houve (ou havia) e não há mais? Alguém sabe?"
Texto Meu 0968, Criado em 2020


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

é a ti senhor

que eu entrego este momento, é aos teu pés meu Jesus que prosto, para entregar minha vida e tudo que sou, porque sei que tu és meu Deus. aquele que cuida, aquele que salva, aquele que em toda situação está do meu lado. é a t...i que recorro nOs meus momentos de desespero, de suplica. E é a ti que louvo a todo instante. é em ti que está meu pensamento sempre
obrigado meu senhor e meu Deus
EU VOS AMO E ESPERO EM TI SEMPRE.

Inserida por DevanirSilva

É, eu soube que Jesus disse ter saído de sua terra por que nela ninguém acreditava que ele era o profeta, ele precisou ir para outras terras para se firmar.

Acho que é assim que acontece com todos... na semana passada aconteceu comigo!
Uma pessoa próxima resolveu fazer algumas fotos... mas achou que sairia caro (isso porque eu e minha sócia demos 50% de desconto)... a desculpa para não fazer foram os gastos - apesar de gastar horrores com outras coisas ou pagar pessoas menos próximas para ajudá-la a fazer 'coisinhas'...rs!

É interessante esse fenômeno, quanto mais íntimo é alguém menos acreditamos em seus conhecimentos! Depois desse episódio, fiquei pensando se isso não é um reflexo de nossa própria desvalorização. Temos uma ideia internalizada de menos valia. Acreditamos lá no fundo que não somos grande coisa, sabemos que não conhecemos tudo.

Claro que isso é uma suposição. Uma outra hipótese é: nós conhecermos os pontos vulneráveis desse “santo”. Quando vivemos muito próximos vemos suas falhas e fomos ensinados a não confiar no que falha... Quem está distante dá a impressão que não erra, acho até que por isso achamos que 'a grama do vizinho é mais verde', como não convivemos com ele vinte e quatro horas por dia não o vemos falhar, então os achamos perfeitos, a perfeição que não temos e que nosso “santo” tem.

Para fazer milagre um santo não pode enganar-se, nós exigimos isso, e isso só acontece na nossa imaginação, quando a criatura está longe de nossa vista, vemos sua vida intermitentemente, só as partes que aprovamos, então ele torna-se autoridade em algo. Se chegamos mais perto, provavelmente nos decepcionaremos.

Vou lhe dizer uma coisa, não existe santo que não se engane, e mesmo falhando fazemos milagres, esses eventos não são exclusivos da perfeição, são movimentos naturais da existência.

E para terminar proponho ainda uma variação do provérbio “Santo de casa não faz milagres”, para “O santo de casa já fez milagres lá fora”.

Vamos aprender a confiar no santo de casa e valorizá-lo como ele merece!

Inserida por cristianeps

Uma letra muda a história
Um amor muda a razão
Jesus muda o caminho
E conduz a salvação.

Não te conheço pessoalmente
Mas espero conhecer
Levita do nosso Deus
Cheia de unção e poder.

Minhas palavras não são capazes
De mostrar a tua alegria
Teu sorriso é muito belo
Tanto que me contagia.

Escrever eu não sei
Falar também não
Só demonstro o que sinto
Dentro do meu coração.

Tu és a mais bela
Uma flor gloriosa
Uma pequena Sulamita
Uma mulher poderosa.

Os teus olhos são um balsamo
O teu louvor é uma unção
Tua alegria é contagiante
Que conquistou meu coração.

Inserida por willianmsa13

Jesus não está esperando você largar o crime, as drogas e suas putas para só assim poder aceita-lo. Jesus não está pedindo para você mudar a forma como se veste para entrar no reino de Deus com Ele. Jesus não quer que você seja "perfeito" para ir de encontro a Ele. Jesus só quer que você entregue de coração todas suas dores e problemas pra Ele te mostrar que só Ele é a cura!

Independente de qual dificuldade você esteja enfrentando, reserve esse tempo agora para Jesus, pedindo de coração perdão pelos seus pecados, se arrependa irmão... Pois nunca é tarde demais para entrar no caminho de Jesus. Peça para que ele derrame do Espírito Santo em sua vida, para trazer-lhe dias de paz se você não está tendo, para curar enfermidades se você ou sua família passam por elas, para fazer de sua vida a partir de hoje uma benção glorificada pelo seu Pai, para afastar-te do pecado e de tudo que te afasta de Deus. Peça isso de coração e com muita fé para que Jesus te escute irmão. Por isso, arrependa-se irmão... arrependa-se. Amém!

"Só há um caminho para Deus. Mas há vários caminhos para Jesus."

Inserida por CharlesMariotto